Centro para tratar câncer tem apoio
Centro para atender pacientes com câncer será construído no estacionamento do Hospital Luzia / Foto: Arquivo
O anúncio feito pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) de que será construído no estacionamento do Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo um centro para atender os pacientes com câncer foi comemorado na Cidade, mas com ressalvas.
O que médicos, vereadores e entidades que têm ligação com os pacientes querem é rapidez e humanização do tratamento, especialmente àqueles que precisam fazer radioterapia e que, atualmente, se deslocam da Cidade porque não existe a oferta, pelo Governo do Estado, desse serviço aqui.
O secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, explicou que o novo prédio integrará a Rede de Combate ao Câncer Hebe Camargo, e disse que, até que ele fique pronto, há possibilidade de uma parceria com o Centro Oncológico Doutor Flávio Isaias Rodrigues para que a radioterapia seja feita em Mogi. “Existe a possibilidade de alugarmos os equipamentos de radioterapia, enquanto a unidade não fica pronta. A decisão é implantar, com rapidez, as obras no Luzia e elas começam esse ano. Nós vamos utilizar o mesmo projeto que foi usado no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, que é um prédio bem moderno, onde teremos cirurgia, quimioterapia e radioterapia”, detalhou Cerri. (Sabrina Pacca)
Fonte:O Diário de Mogi
Serviços de hospital são definidos
Hospital Municipal de Braz Cubas deve começar a funcionar no início do próximo ano / Foto: Arquivo
Previsto para entrar em funcionamento no começo do ano que vem, o Hospital Municipal Prefeito Waldemar Costa Filho, em Braz Cubas, começa a ter seu plano de atendimento definido pela Prefeitura, em comum acordo com o Governo do Estado. Ontem (3), o prefeito Marco Bertaiolli (PSD) adiantou algumas das diretrizes que serão adotadas na unidade, entre elas, a destinação do serviço de pronto atendimento exclusivamente para os pacientes infantis e a implantação de um serviço de referência em saúde da mulher.
O chefe do Executivo também confirmou o funcionamento em rede do futuro hospital com as outras unidades públicas de saúde de Mogi - no caso, a Santa Casa de Misericórdia, o Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e os hospitais Luzia de Pinho Melo e Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti. Com isso, caberá ao Hospital de Braz Cubas a realização de procedimentos médicos que não existem nesses outros endereços ou, então, são insuficientes para a demanda. Tudo pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“O Hospital de Braz Cubas funcionará em rede e de forma complementar as outras unidades, com serviços de pronto atendimento, ambulatório e cirurgias. Agora, estão sendo definidos os tipos de procedimentos que serão realizados, mas adianto que o futuro Pronto Atendimento será vocacionado para a assistência infantil, suprindo uma carência que existe e desafogando os serviços que existem hoje. Será um Pronto Atendimento para crianças, com funcionamento 24 horas por dia”, explicou o prefeito. (Mara Flôres)
Fonte:O Diário de Mogi
Após solicitação para que a prefeitura melhore o transporte público no acesso ao Hospital Dr. Arnaldo Pezzutti, o prefeito anunciou ontem que vai criar novas linhas de ônibus para ligar os bairros da cidade até o hospital, que também poderá integrar a rede municipal de Saúde e ser incluso no sistema de regulação do Samu, o que vai desafogar o Luzia de Pinho Melo e a Santa Casa.
Professores querem gestão participativa
SEX, 05 DE JULHO DE 2013 00:00
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Elisa Brisola e Leandro Bassini, da Unitau, foram palestrantes do último dia da programação da Conferência Municipal da Educação / Foto: Edson Martins
O último dia da 1ª Conferência Municipal de Educação de Mogi das Cruzes, que ocorreu da última terça-feira à noite de ontem (4), foi marcado por um intenso debate sobre modelos de gestão participativa que podem ser aplicados na educação do Brasil, do Estado e do Município. Trata-se de um mecanismo que vem sendo apontado nos últimos anos como uma das formas de enfrentar o desafio de constituir uma educação de qualidade e igualitária.
Os educadores Leandro Bassini e Elisa Brisola, ambos da Universidade de Taubaté (Unitau), destacaram os princípios básicos para nortear as mudanças que podem ocorrer no sistema educacional em caso de aplicações de mecanismos de gestão democrática. Um dos principais efeitos é a construção de uma cidadania emancipadora, autônoma e capaz de se integrar aos processos de tomada de decisões.
A ideia é que comunidades, pais, alunos e outros atores sociais tenham papel efetivo durante todo o processo educativo de uma instituição de ensino, isso porque nela seriam inseridos mecanismos de gestão democrática participativa e assim os recursos humanos, burocráticos e financeiros se voltariam à essência da escola: um espaço de formação crítica e não apenas de formação de mão de obra para o mercado.(Marcos Araújo - Especial para O Diário)
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Fonte:O Diário de Mogi