sábado, 24 de junho de 2017

Câmara de Mogi cobrou da Educação aumento de verba para creche

23 de junho de 2017  QUADRO DESTAQUE  
Assunto foi debatido em Comissão de Saúde. (Foto: Marcelo Alvarenga/ CMMC)
Secretaria de Educação prestou contas do primeiro quadrimestre na Câmara. (Foto: Arquivo)
Assunto foi debatido em Comissão de Saúde. (Foto: Marcelo Alvarenga/ CMMC)
A necessidade de ampliação das verbas para creches subvencionadas, a preocupação com a situação financeira da Secretaria Municipal de Educação e melhorias para alunos deficientes foram alguns dos questionamentos feitos ontem pelos vereadores à responsável pela Pasta, Juliana Guedes, durante a audiência de prestação de contas do primeiro quadrimestre do ano, na Câmara de Mogi. Na ocasião foi anunciada a publicação do decreto, que possibilita a contratação de professores para atender necessidade temporária e excepcional em substituição aos afastamentos de docentes, após as salas serem oferecidas a profissionais da rede municipal de ensino.

Nestes primeiros quatro meses de 2017, foram empenhados R$ 117.895.211,48, o que corresponde a 41,52% dos recursos aplicados na Educação. “Este recurso representa os valores totais de contratos que foram empenhados neste primeiro quadrimestre e serão utilizados durante o ano todo”, explicou a secretária. Dos recursos do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, 83,65% foram aplicados na folha de pagamento dos profissionais do magistério e outros servidores.


“O que preocupa é a condição financeira. Oitenta e quatro por cento estão sendo gastos com folha de pagamento. É um número alto. A queda na arrecadação e o aumento nas despesas são assuntos que precisam ser acompanhados e que preocupam”, avaliou Mauro Araújo (PMDB), presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura da Câmara.

Outra questão abordada são as queixas das creches subvencionadas, que tiveram de conceder reajustes salariais aos seus funcionários na ordem de 10%, mas receberam da Prefeitura correção aproximada a 6% nos repasses. Segundo a secretária, estão sendo estudados possíveis reajustes para o próximo ano. “Porque o orçamento de 2017 já estava comprometido”, disse.

Além de Araújo, participaram do evento o presidente do Legislativo, Carlos Evaristo (PSD), e os vereadores Antonio Lino da Silva (PSD) e Jean Lopes (PCdoB).

Fonte:O Diário de Mogi

Instalação: Decisão final sobre vinda do Sesc será tomada em julho

Comitiva da entidade esteve ontem no Centro Esportivo do Socorro para realizar mais uma vistoria técnica
Os conselheiros do Serviço Social do Comércio (Sesc) visitarão o Centro Esportivo do Socorro em julho. Essa é a última etapa de análise da área. A partir da vistoria, o grupo vai elaborar um relatório que será submetido ao conselho. A informação foi divulgada durante a visita de uma comitiva com representantes do Sesc ao Centro Esportivo do Socorro, ontem, que contou com a presença do secretário de Cultura Mateus Sartori, do superintendente técnico-social do Sesc, Joel Naimayer Padula e demais representantes de outras áreas da entidade. Ele afirmou que a sede da Guarda Municipal e a Polícia Militar Ambiental, que funcionam em áreas anexas ao Centro Esportivo, podem ser remanejadas. O secretário esclareceu que os serviços só serão transferidos caso o Sesc solicite.
O superintendente técnico-social do Sesc, Joel Naimayer Padula, afirmou que apenas depois da visita dos conselheiros será elaborado o relatório final. "Os conselheiros, que são presidentes de sindicatos, visitarão a área em julho. A partir dessa visita técnica, um relatório será elaborado e apresentado ao conselho. Depois disso, vai depender da Prefeitura para a legalização do terreno e processo de doação e cessão do local", esclareceu.
Durante a visita de ontem, Padula destacou que o Sesc oferece uma série de atividades, além dos shows. Ele informou que são desenvolvidas atividades e oficinas em áreas como cultura, esporte e gastronomia. O superintende explicou que também será possível manter as atividades que existem atualmente no Centro Esportivo do Socorro. "Claro que privilegiamos quem é comerciário, das áreas de bens, serviço e turismo, mas a população está aberta para continuar participando", disse.
De acordo com o superintendente, ele ficou impressionado com a estrutura e localização do espaço. "O objetivo dessa visita é para que nós da área técnica possamos verificar as possibilidades do que existe aqui e ver como seria a atuação do início das atividades na cidade após a doação e cessão do local", ressaltou.
Sartori destacou que um dos próximos passos da Prefeitura será levar alguns grupos, como a Imprensa, representantes dos conselhos e lideranças de vários setores para conhecer a operação do Sesc. "O Sesc é gratuito e tem ações privadas. Quando se fala em privado, quer dizer que são cobradas, mas a preço popular. Os Sescs de São Paulo não tem portaria, bilheteria ou catraca. É como se fosse uma grande praça que as pessoas podem explorar. Assim como é o Parque da Cidade, que para utilizar o campo, por exemplo, é preciso agendar horário. No Sesc vai ser a mesma coisa. Não dá para chegar e usar, é preciso fazer o agendamento", acrescentou.
Sartori informou que a Prefeitura só encaminhará o projeto de cessão do espaço, assim que o Sesc oficializar a vinda para a cidade. No entanto, ele ressaltou que a Prefeitura já começou a tomar as medidas necessárias para viabilizar o processo.

Padula destacou que o Sesc oferece uma série de atividades, além dos shows

Sartori: 'Preços no Sesc são populares'.

Padula: 'Relatório será apresentado em julho'.

Fonte:Mogi News

Terreno invadido: Cerca de 160 famílias serão retiradas de área na Vl. Sonia

Reintegração está marcada para ocorrer às 9 horas da próxima terça-feira com o apoio da Polícia Militar
Foto: Reprodução Google


Pessoas construíram imóveis em terreno de preservação ambiental, onde passará o Parque Linear do Estado
Cerca de 160 famílias podem ficar desabrigadas em Itaquaquecetuba na próxima terça-feira, quando haverá a reintegração de posse e demolição dos imóveis que foram construídos em uma área de preservação ambiental. O local foi ocupado irregularmente na Vila Sônia, próximo à várzea do rio Tietê. A Prefeitura afirma que a região invadida é uma área de proteção ambiental que será recuperada. O espaço também deve receber as obras do Parque Linear, do governo do Estado.
Uma manifestação foi realizada na manhã de ontem, em frente ao Paço Municipal para mobilizar a Prefeitura de Itaquá a pedir suspensão desse processo, até que o município tenha condições de acolher as famílias, seja com aluguel social ou com moradias populares, segundo informou Edson Ferreira da Silva, que é o advogado dos ocupantes.
A Prefeitural informou que a área foi invadida há quatro anos e que, a princípio, eram apenas quatro moradias em 2013, quando foi solicitada à Justiça a retirada das famílias. Por conta da morosidade do processo, a invasão cresceu e, atualmente, existem cerca de 160 casas construídas de forma irregular.
Já o advogado dos moradores disse que há famílias vivendo há mais de 35 anos no local em questão e que não deveriam ser impactadas com a reintegração. Inclusive, uma ação de usucapião está em andamento para que essas pessoas possam permanecer legalmente no espaço. Para Silva, as ocupações mais recentes não devem ser demolidas sem antes uma alternativa para acolhimento desses habitantes.
Já a administração municipal informou que, de acordo com a decisão judicial, foi determinado que a Prefeitura disponha um local para a guarda dos pertences e que as famílias devem se abrigar na casa de parentes.
"A maioria que vive naquela região nem tem para onde ir, nem mesmo casa de parentes, porque todos os familiares moram naquela área. Queremos que a Prefeitura disponibilize o aluguel social ou arrume uma moradia para eles", destacou Edson. O advogado ainda lembrou que a área é habitada por muitos idosos, crianças e pessoas com deficiência e que há cerca de 200 famílias no local. "Tem gente que não tem a menor condição de sair de lá e, no dia da desapropriação, não sairão. Eles afirmam que vão permanecer para lutar pela moradia", contou.
A ação, marcada para às 9 horas da próxima terça-feira, deve contar com a presença e apoio da Polícia Militar. Por ser várzea do rio Tietê, a zona invadida é considerada de proteção ambiental e, por isso, poderá receber o Parque Linear do Estado. Está prevista a recuperação ambiental da área, segundo informou a Prefeitura.

Fonte:Mogi News

Terreno invadido: Cerca de 160 famílias serão retiradas de área na Vl. Sonia

Reintegração está marcada para ocorrer às 9 horas da próxima terça-feira com o apoio da Polícia Militar
Foto: Reprodução Google


Pessoas construíram imóveis em terreno de preservação ambiental, onde passará o Parque Linear do Estado
Cerca de 160 famílias podem ficar desabrigadas em Itaquaquecetuba na próxima terça-feira, quando haverá a reintegração de posse e demolição dos imóveis que foram construídos em uma área de preservação ambiental. O local foi ocupado irregularmente na Vila Sônia, próximo à várzea do rio Tietê. A Prefeitura afirma que a região invadida é uma área de proteção ambiental que será recuperada. O espaço também deve receber as obras do Parque Linear, do governo do Estado.
Uma manifestação foi realizada na manhã de ontem, em frente ao Paço Municipal para mobilizar a Prefeitura de Itaquá a pedir suspensão desse processo, até que o município tenha condições de acolher as famílias, seja com aluguel social ou com moradias populares, segundo informou Edson Ferreira da Silva, que é o advogado dos ocupantes.
A Prefeitural informou que a área foi invadida há quatro anos e que, a princípio, eram apenas quatro moradias em 2013, quando foi solicitada à Justiça a retirada das famílias. Por conta da morosidade do processo, a invasão cresceu e, atualmente, existem cerca de 160 casas construídas de forma irregular.
Já o advogado dos moradores disse que há famílias vivendo há mais de 35 anos no local em questão e que não deveriam ser impactadas com a reintegração. Inclusive, uma ação de usucapião está em andamento para que essas pessoas possam permanecer legalmente no espaço. Para Silva, as ocupações mais recentes não devem ser demolidas sem antes uma alternativa para acolhimento desses habitantes.
Já a administração municipal informou que, de acordo com a decisão judicial, foi determinado que a Prefeitura disponha um local para a guarda dos pertences e que as famílias devem se abrigar na casa de parentes.
"A maioria que vive naquela região nem tem para onde ir, nem mesmo casa de parentes, porque todos os familiares moram naquela área. Queremos que a Prefeitura disponibilize o aluguel social ou arrume uma moradia para eles", destacou Edson. O advogado ainda lembrou que a área é habitada por muitos idosos, crianças e pessoas com deficiência e que há cerca de 200 famílias no local. "Tem gente que não tem a menor condição de sair de lá e, no dia da desapropriação, não sairão. Eles afirmam que vão permanecer para lutar pela moradia", contou.
A ação, marcada para às 9 horas da próxima terça-feira, deve contar com a presença e apoio da Polícia Militar. Por ser várzea do rio Tietê, a zona invadida é considerada de proteção ambiental e, por isso, poderá receber o Parque Linear do Estado. Está prevista a recuperação ambiental da área, segundo informou a Prefeitura.

Fonte:Mogi News