quarta-feira, 27 de março de 2013

Rodovia Pedro Eroles (SP-88) será recapeada e ganhará rotatória e novo acostamento, afirma André do Prado


ANDRE DO PRADO E CLODOALDO PELISSIONI.jpgRodovia Pedro Eroles (SP-88) será recapeada e ganhará rotatória e novo acostamento, afirma André do Prado

Empresa responsável pela elaboração do Projeto Executivo já foi contratada pelo DER. As obras serão entre os km 40,7 e 49,5 e no km 59

O Departamento de Estradas e Rodagens (DER) firmou contrato com a empresa PRON Engenharia LTDA para elaboração do Projeto Executivo que prevê obras de recapeamento da pista e dos acostamentos e melhorias da Rodovia Pedro Eroles (SP-88) entre os km 40,7 e 49,5, no município de Mogi das Cruzes. Além disso, no km 59 será implantada uma rotatória garantindo a segurança dos usuários. A informação foi confirmada pelo deputado estadual André do Prado (PR), coordenador da Frente Parlamentar em Apoio aos Municípios do Alto Tietê, que recebeu a informação do Superintendente do Departamento de Estradas e Rodagens, Clodoaldo Pelissioni.

A assinatura do contrato com empresa responsável pelo Projeto Executivo, ao custo de R$ 987.275,52, aconteceu no dia 19 deste mês e prevê o recapeamento de todo o trecho entre os km 40,7 e 49,5, incluindo o acostamento. O deputado André do Prado também comemorou a implantação de uma rotatória no km 59 da rodovia. “As obras de recuperação e melhorias na SP-88 são fundamentais, sobretudo, por haver trechos sinuosos ao longo da estrada, e a colocação da rotatória é um respeito à vida dos motoristas e usuários”, diz o parlamentar.

Para André do Prado, os investimentos nas rodovias que cruzam o Alto Tietê são importantes, pois, boa parte da produção agrícola e industrial do Estado passa pela Região. “Uma importante parcela da produção de hortifrutigranjeiros do eixo Rio-São Paulo, por exemplo, usa a SP-88 como rota obrigatória. Trata-se de uma vitória para os municípios que são cortados pela rodovia”, completa o deputado.

A rodovia Pedro Eroles (SP-88) tem início do seu trajeto no entroncamento com a Rodovia Presidente Dutra (BR-116), no município de Arujá. O trecho entre Arujá e Mogi das Cruzes é conhecido como "Rodovia Mogi-Dutra" (Rodovia Pedro Eroles), possuindo ainda um entroncamento com a Rodovia Ayrton Senna (SP-70).

Fonte:Clarissa Johara


Mogi: 14 pessoas desaparecem por mês


Mogi: 14 pessoas desaparecem por mês
QUA, 27 DE MARÇO DE 2013 11:30
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A maioria dos casos corresponde a pessoas com idades entre 16 e 20 anos / Foto Arquivo


Em média, 14 casos de desaparecimento de pessoas são registrados mensalmente em Mogi das Cruzes. De acordo com o delegado assistente da Seccional, Julio Vaz, a maioria deles acaba sendo esclarecida em poucos dias, também com a ajuda de parentes e amigos da vítima.

Desde o início do ano, foram quase 40 registros de desaparecimento de pessoas na Cidade, a maioria deles, oficializada por meio da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil. Após cinco dias do registro, eles são encaminhados a um dos quatro Distritos Policiais de Mogi; em fevereiro, último mês com os dados completamente tabulados, foram 13.

A maioria dos casos corresponde a pessoas com idades entre 16 e 20 anos. “Seria necessário uma pesquisa mais aprofundada para definir melhor, mas é nessa faixa etária que a maior parte dos casos se encaixa. Em geral, os desaparecimentos envolvem questões sociais, familiares e um misto de revolta”, analisa.

Após o registro do desaparecimento, seja ele feito pela internet ou em alguma delegacia, o Registro Geral (RG) da pessoa é bloqueado e, através dele, a Polícia tenta localizar a pessoa. Isso pode dar-se através do cruzamento de dados com vítimas de acidentes de trânsito, de delitos, na localização de cadáveres ou, até mesmo, quando alguém tenta usar o documento; seja para fazer compra ou cadastro em alguma instituição.

Fonte:O Diário de Mogi

Grupo vai gerar 700 empregos em César


Grupo vai gerar 700 empregos em César
QUA, 27 DE MARÇO DE 2013 09:12
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A Warm Brasil (WB), especialista em recuperação de crédito, começará a contratar operadores de telemarketing e demais funcionários a partir da segunda quinzena de abril para a unidade que está sendo instalada em um prédio alugado no Armazéns Gerais de Mogi das Cruzes, em César de Souza. No local, até dezembro passado, funcionava a empresa de call center Vidax, que fechou as portas sem explicações e demitiu mais de mil funcionários no final do ano. A expectativa do novo empreendimento é gerar, de início, 700 vagas de emprego.

De acordo com diretor executivo da WB, Daniel Zanella, o grupo atua no mercado de cobrança desde 1997, mas nesse ano resolveu investir em outras áreas, como em operações de crédito e serviços de atendimento ao consumidor. “Na nossa unidade em Mogi das Cruzes atuaremos em diversos segmentos. Nossa ideia é começar a operar no final de abril e, com certeza, vamos abrir as contratações na segunda quinzena. Inicialmente admitiremos 700 funcionários, mas a intenção é chegar a 3 mil empregados”, explicou o diretor.

Ele contou, ainda, que o prédio foi alugado pela WB há três meses, mas que somente agora a empresa decidiu reformá-lo para que possa abrir as portas. Entretanto, a reportagem de O Diário esteve no local e foi informada pelos vigias que ninguém aparece no prédio desde que a nova fachada foi implantada, em janeiro. O próprio secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marcos Damásio, disse que não tem informações sobre o empreendimento e que nunca foi procurado pelos responsáveis pela Warm Brasil, como, normalmente, acontece com novas empresas que se instalam na Cidade. “Resolvemos ficar fechados nos dois primeiros meses porque a Vidax, que funcionava ali, deixou a Cidade de forma muito conturbada e não queríamos ligar nossa imagem a ela”, destacou Zanella.

No entanto, por ser uma empresa de cobrança, a WB já aparenta não ser muito bem quista no mercado. Nas redes sociais, pela Internet, há inúmeras reclamações do mau atendimento e falta de educação dos funcionários que estariam ligando, em qualquer horário, de dia e de noite, para cobrar dívidas. Alguns internautas disseram, inclusive, que foram ofendidos pelos atendentes da WB, tendo sido chamados de “picaretas” e “irresponsáveis” por não terem quitado suas dívidas.

Zanella admite que a Warm Brasil não seja bem quista. “O nosso cobrador liga para o inadimplente e esse não gosta de ser cobrado, sendo que muitas vezes já está com o nome sujo no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Então, quem está devendo vai para as redes sociais para reclamar, sendo que podemos fazer as ligações para os devedores em qualquer momento, porque a legislação nos permite”, avisou Zanella. (Sabrina Pacca)

Fonte:O Diário de Mogi

Bertaiolli quer apoio contra vândalos


Bertaiolli quer apoio contra vândalos
QUA, 27 DE MARÇO DE 2013 11:26
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Bertaiolli afirma que a prefeitura é muito prejudicada por causa do vandalismo na Cidade / Foto Arquivo


O prefeito Marco Bertaiolli disse ontem (26) que o combate ao vandalismo necessita de maior apoio da Polícia e de mudança de comportamento familiar. A observação foi feita diante da depredação em bens públicos e privados e dos registros de roubos a cabos de energia elétrica.

Para o secretário municipal de Segurança, Eli Nepomuceno, o importante é a conscientização da sociedade para o grave problema. “Aí sim uma discussão seria válida, porque se deixarmos apenas para o lado policial e repressivo, não vamos conseguir resolver nada”.  No entanto, a Pasta tem como missão implementar sistemas integrados de prevenção da violência e conta com um sistema de câmeras de vídeo instaladas em pontos estratégicos do Centro, Braz Cubas, Jundiapeba e César de Souza, com o intuito de inibir a ação de criminosos, com monitoramento, gravação e transmissão e gerenciamento de imagens 24 horas. Apesar desse sistema, os atos de vandalismos seguem sem controle.

Porém, Nepomuceno esclarece que a solução é um pouco mais complexa, sendo um desafio para o poder público, que tem uma responsabilidade grande. “Não só a Secretaria de Segurança, mas a comunidade precisa se atentar, porque essas ações demonstram um forte desvio de conduta de jovens que precisam ser mais bem orientados”, aponta.

De acordo Bertaiolli, as declarações de munícipes publicadas na reportagem de ontem de O Diário retratam fielmente a sociedade atual. Ele esclarece que a Prefeitura é a maior vítima, pois os custos com o vandalismo são assumidos pela administração, sendo paga pela população que mantém impostos em dia.

Fonte:O Diário de Mogi