domingo, 17 de fevereiro de 2013

Valorização Mogi tem o metro quadrado mais caro do Alto Tietê


Valorização
Mogi tem o metro quadrado mais caro do Alto Tietê
Segundo pesquisa, o valor de imóveis residenciais na cidade chega a R$ 4,1 mil; em Suzano é de R$ 3,2 mil
Delcimar Ferreira
Da Redação
Daniel Carvalho

Mogi, Guararema e Suzano são as cidades mais caras da região
Mogi das Cruzes tem o metro quadrado anunciado mais caro do Alto Tietê, conforme aponta a pesquisa do Índice FipeZap. O valor médio para imóveis residenciais chega a R$ 4,1 mil o metro quadrado, preços superiores, inclusive, aos da capital da Bahia, Salvador, que tem média de R$ 3,8 mil. A falta de opções em grandes centros e a infraestrutura da cidade propiciaram uma supervalorização dos imóveis colocados à venda em até 55%.

O índice feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o site de imóveis Zap, dos grupos Estadão e O Globo, apontou que em Mogi houve a maior valorização dentro de 12 meses, passando de R$ 2,6 mil para R$ 4,1 mil o metro quadrado de um imóvel residencial. A maior alta observada no setor ocorreu em dezembro do ano passado, quando o preço do metro quadrado chegou a R$ 4,8 mil.

Os imóveis de quatro dormitórios, que estão mais relacionados a empreendimentos de alto padrão, foram os que tiveram a maior valorização no período, com o metro quadrado alcançando a marca de R$ 5,5 mil. Para se ter uma ideia, em janeiro do ano passado, uma casa nos mesmos padrões custava cerca de R$ 1,8 mil o metro quadrado. Já uma residência com dois dormitórios está na faixa de R$ 2,5mil. Hoje, já é difícil encontrar uma boa casa por menos de R$ 250 mil. Em regiões como o Parque Residencial Itapety, o metro quadrado chega próximo dos R$ 7 mil.


Outras cidades
A segunda cidade mais cara da região para se morar é Guararema, onde o metro quadrado foi avaliado pelo Índice FipeZap ao custo de R$ 3,7 mil em janeiro deste ano. A valorização, em 12 meses, é de 20%, sendo que, no mesmo período do ano passado, o município tinha um valor médio de R$ 3,1 mil o metro quadrado. A elevação nos preços de mercado foi observada a partir de outubro do ano passado.

Suzano aparece na terceira posição no ranking entre as localidades da região mais valorizadas em nível de mercado imobiliário. Com uma média de R$ 3,2mil o metro quadrado, os imóveis suzanenses tiveram uma valorização de 37% em 12 meses. Arujá tem valor médio de R$ 3 mil o metro quadrado, enquanto Ferraz apresenta valor de R$ 2,6 mil, Itaquá, R$ 2,5mil, Poá R$ 1,9 mil e Santa Isabel, R$ 1,5 mil. Biritiba e Salesópolis não aparecem na pesquisa.

Fonte:Mogi News

Profissionalização Jovens disputam os cursos do CIP


Profissionalização
Jovens disputam os cursos do CIP
Mogianos formaram um fila enorme em frente à unidade, que, ontem, abriu as inscrições para diversas oficinas
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

São 46 opções de cursos voltados às áreas artesanal, comércio, eletrônica, idiomas e informática
A Prefeitura de Mogi das Cruzes divulgou previamente que a ordem de chegada não seria o fator determinante para a participação nos 46 cursos oferecidos no Centro de Iniciação Profissional (CIP) de Brás Cubas, que tiveram as inscrições abertas ontem. No entanto, a extensa fila foi novamente formada. Houve interessados que chegaram de madrugada.

"O nosso atendimento começa às 9 horas e se estende até as 16 horas. Não existe a necessidade de chegar tão cedo", ratificou a coordenadora do CIP Liamara Meloni Mathias. "Recebemos em média 1.700 cadastros e nos esforçamos para atender a todos. Mesmo que a cota de um determinado curso já tenha sido preenchida, estudamos a possibilidade de abrir novas turmas", explicou Liamara.

Corte de cabelo, informática e cursos de artesanato, principalmente a fabricação de ovos de chocolate para a Páscoa, são os cursos mais procurados. A estudante Natasha Borges, de 14 anos, chegou por volta das 8h30 e a fila já estava grande. Ao lado da mãe, Márcia, ela queria cursar língua inglesa. "Quero ser jornalista e para isso preciso me qualificar", disse. A mãe da futura jornalista acredita que o ´"sacrifício" é válido. "Os cursos do CIP são conhecidos pela qualidade. Então, as horas aqui na fila com todo este sol podem ser importantes para o futuro", disse Márcia.

Mogianos a partir dos 14 anos se inscreveram nas áreas de informática, imagem pessoal, saúde, turismo e hospitalidade, artes, gestão, informática, idiomas. Para esse público, também estavam à disposição 12 cursos de artesanato e em duas modalidades no segmento de gestão: arquivista e estoquista e iniciação aos serviços de escritório. 
Para quem tem mais de 18 anos, o CIP promove o curso de chocolateria artesanal. Há também o de produção de bolsas, moda verão, iniciação ao corte e costura; conserto de máquina de lavar, elétrica automotiva, residencial e automação e mecânica. As aulas começam no dia 22.

Fonte:Mogi News

Segurança Samu terá apoio de escolta policial para atendimento de casos de risco


Segurança
Samu terá apoio de escolta policial para atendimento de casos de risco
Casos de trocas de tiros e confronto entre facções são alguns exemplos de situações que exigirão a escolta
Luana Nogueira
Da Reportagem Local
Divulgação

Serviço de Atendimento de Urgência e Emergência de Mogi terá apoio de escolta policial nas ocorrências que envolvam confronto armado com bandidos ou facções
O Serviço de Atendimento de Urgência e Emergência (Samu) de Mogi terá escolta policial para prestar o atendimento às vítimas em situações que ofereçam risco à equipe de resgate. Casos de trocas de tiros e confronto entre facções criminosas são alguns exemplos dos momentos em que a guarnição da Polícia Militar dará o apoio. A ideia é dar mais segurança aos profissionais de saúde, mesmo estas ocorrências não sendo comuns na região. 
O protocolo de atendimento do Samu sediado em Mogi, que compreende ainda as cidades de Salesópolis, Biritiba Mirim, Guararema e Arujá, foi estabelecido logo após uma nova resolução da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A norma prevê que o resgate de vítima de confronto policial não deve mais ser feito por viaturas da Polícia Militar, mas por equipes do Samu ou resgate do Corpo de Bombeiros. 
A resolução foi publicada no dia 8 de janeiro e logo em seguida a coordenação do Samu da cidade decidiu se reunir com o comando da Polícia Militar para tratar do assunto. "O Samu regional de Mogi entende a resolução, mas se preocupa pela segurança da equipe em situações que chamamos de zonas quentes, como tiroteio e confrontos entre gangues. Nos reunimos com o comando do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar para desenvolver em conjunto um protocolo de atendimento", esclareceu a coordenadora do Samu, Marly Reis.

Ela afirmou que esta determinação foi adotada mesmo que a região não tenha apresentado frequentemente casos de confronto. "Toda remoção que ofereça risco para a equipe, como troca de tiros e brigas entre gangues, vai ter a escolta militar", acrescentou. Marly afirmou que a Polícia Militar entendeu a preocupação da coordenação e deu o suporte necessário.

A coordenadora esclareceu que, assim que receber um chamado de situações que envolvam este tipo de risco, a Polícia Militar mandará uma viatura para acompanhar a operação. "Por vezes, uma viatura do Corpo de Bombeiros pode nos acompanhar, porque eles também são policiais militares. No entanto, teremos escolta militar também", explicou.

Fonte:Mogi News

Prestação de contas Sesi e Senai ficam sem merenda


Prestação de contas
Sesi e Senai ficam sem merenda
Daniel Carvalho

Rosemary Roggero: o fornecimento não tinha amparo legal, o que dificultava a prestação de contas e prejudicava a administração
A Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, suspendeu o fornecimento de merenda escolar aos alunos do Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e algumas escolas particulares com vínculos filantrópicos e sociais. Com isso, desde a semana passada, 3.282 alunos não recebem alimentação com produtos comprados e elaborados pela administração municipal. 
Além de uma economia de R$ 361.449,21 aos cofres municipais, a principal justificativa da secretária municipal de Educação, Rosemary Roggero é da falta de uma legislação sobre o assunto. "Havia um acordo informal, desde a década de 1980, para o fornecimento de merenda a essas escolas do sistema "S" (SENAI e SESI), além de outra escola católica na cidade, sem qualquer contrapartida de serviços prestados. Não tem amparo legal, seja por decreto ou lei municipal. Isso dificulta a prestação de contas junto ao Tribunal de Contas e pode gerar problemas à própria administração municipal, que não pode fornecer recursos ou alimentos à instituição particular. Infelizmente não foi possível continuar", disse Rosemary. A secretária afirma ter se reunido e comunicado a decisão aos diretores das respectivas escolas.

A reclamação pela suspensão da merenda em algumas unidades da cidade foi feita por pais de alunos ao Mogi News, por meio de e-mail. "Tenho filhos que estudam no SESI e desde a semana passada, estão sem merenda. É um descaso, porque todos pagamos tributos e também as mensalidades e nossos filhos não podem ficar desassistidos", reclamou um pai, que pediu para não ser identificado. 
O diretor do SESI de Mogi, Auclesio Ranieri garantiu que o serviço de merenda já foi normalizado no início de fevereiro.

Fonte:Mogi News