terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Feliz 2013 , Familia Candélaria


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Feliz 2013 , Familia Candélaria ,O dia de ontem foi a esperança de hoje , como hoje é a esperança do amanhã . Mas esperança , mesmo , e certeza permanente em cada minuto , em cada hora de vida . É ainda o instante final que se extingue na morte .abraço do Luizinho da Vila .

domingo, 30 de dezembro de 2012

Radioterapia ainda está pendente em Mogi


Radioterapia ainda está pendente em Mogi

Serviço de radioterapia deve ser inaugurado no Luzia de Pinho Melo no segundo semestre de 2013 / Foto Arquivo

A área da Saúde tem alguns dos projetos mais aguardados pela população de Mogi das Cruzes que, assim como grandes obras dos governos Federal e Estadual, foram empurrados para 2013. Trata-se da implantação do serviço de radioterapia no Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo e da construção da clínica para tratamento de dependentes químicos no Hospital Doutor Arnaldo Pezzuti Cavalcante. Ambos possuem caráter regional e, após a inauguração, beneficiarão todo o Alto Tietê.
A radioterapia será instalada no Luzia como parte do serviço de oncologia, depois que o Hospital do Câncer Doutor Flávio Isaías foi descredenciado do Sistema Único de Saúde (SUS). Quando os pacientes começaram a ser transferidos, o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, esteve em Mogi das Cruzes e garantiu que até o fim de 2012, o tratamento radioterápico também seria ofertado na unidade. Porém, no final de setembro, em visita a Suzano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) admitiu que o prazo não seria cumprido.
No começo de dezembro, durante reunião na Capital, Giovanni Cerri informou ao deputado estadual André do Prado (PR), presidente da Frente Parlamentar do Alto Tietê, que ainda será preciso comprar o aparelho de radioterapia e fazer reformas no hospital para implantação do mesmo. Agora, a previsão da Pasta é de que o serviço seja inaugurado apenas no segundo semestre de 2013. A Secretaria de Estado da Saúde vem destacando que os pacientes não estão desassistidos e que todos estão sendo encaminhados ao Instituto do Câncer do Estado São Paulo (Icesp) para realizar as sessões.
Também ficou para 2013 a construção da futura clínica regional de dependentes químicos. A princípio, a licitação seria aberta neste ano, conforme informado a O Diário pela diretora do Hospital Doutor Arnaldo, Keila Alves Franchin, em meados deste ano. Porém, também em reunião com o deputado André do Prado, o secretário Giovanni Cerri informou que as obras deverão ser licitadas no decorrer do próximo ano. Diante das informações, o parlamentar fez a previsão de que a inauguração só deverá ocorrer em 2014.
A possibilidade de construção de uma clínica regional de dependentes químicos no Alto Tietê já se arrasta desde o mandato do ex-governador José Serra (PSDB). Na gestão anterior, o Estado chegou a assinar um termo de compromisso para viabilização do projeto, porém com a mudança de governo, o projeto foi engavetado. Várias câmaras municipais da Região enviaram moções de repúdio a Giovanni Cerri até que, sensibilizado, ele anunciou que construirá a unidade. A Secretaria da Saúde ainda não informou, ao certo, qual deverá ser o valor do investimento.(Júlia Guimarães)


Fonte:O Diário de Mogi

Obras viárias vão ser a prioridade de Bertaiolli


Obras viárias vão ser a prioridade de Bertaiolli
DOM, 30 DE DEZEMBRO DE 2012 00:00
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Extinguir as cancelas, buscar ajuda do Estado para pavimentar a Estrada da Volta Fria e construir usina de triagem de resíduos, nas proximidades da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, são desafios do prefeito Marco Bertaiolli / Foto Jonny Ueda

Entre uma assinatura e outra nos muitos processos que enchiam a sua mesa, o prefeito Marco Bertaiolli (PSD) concedeu uma entrevista exclusiva a O Diário no dia seguinte ao Natal. Trajado de forma despojada, porém com o pensamento focado na Administração Municipal, fez um balanço do ano e do final do primeiro mandato de governo. Mas a conversa, como era esperado, discorreu mesmo sobre os planos e prioridades que o chefe do Executivo tem para Mogi das Cruzes ao longo dos próximos quatro anos.
A começar do desafio de solucionar o eterno problema da transposição da linha férrea, já que desde a construção da passagem subterrânea na Rua Olegário Paiva, na década de 90, nada mais foi feito, mesmo com o volume de carros cada vez maior e os intervalos dos trens cada vez menores. Bertaiolli colocou como compromisso construir viadutos e passagens subterrâneas para vencer as cancelas, ainda que vá continuar a esperar uma ajuda do Governo Federal para as obras de Jundiapeba e da Vila Industrial.
Também no campo da mobilidade, anunciou o alargamento de um novo trecho da Rua Olegário Paiva, a recuperação da Via Perimetral e o pedido conjunto com Suzano para que o Governo do Estado pavimente a Estrada da Volta Fria que, assim, será uma alternativa ao tráfego de caminhões que hoje sobrecarrega a SP-66. Bertaiolli prometeu, ainda, rigor no cumprimento de todas as metas desse governo, as quais estarão traçadas em planos para 100 dias, 1 ano e 4 anos.
De cara, terão de ser colocados em prática os Jogos da Cidade, evento esportivo que funcionará como uma espécie de olimpíada municipal, e o Recicla Mogi, projeto para alavancar a coleta seletiva e que prevê uma nova usina de triagem de resíduos no Socorro. Reivindicação do período eleitoral, principalmente dos candidatos de oposição, Mogi também vai ganhar subprefeituras em César de Souza, Braz Cubas e Jundiapeba – a primeira ainda em 2013 – e o prédio do Executivo será finalmente modernizado, com novas vidraças, fim das divisórias, acessibilidade por elevadores e um auditório. Acompanhe, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Qual balanço o senhor faz do ano de 2012, que encerra também o primeiro mandato como prefeito?
Passou muito rápido. Foram quatro anos que voaram, mas chego ao final do mandato com a sensação de que fizemos muitas coisas. Na área da saúde mesmo, as inovações foram muitas e não conseguimos nem mesmo mensurar com outros municípios porque foi algo muito expressivo. E precisamos entender que as coisas não acontecem do dia para a noite, mas conseguimos fazer acontecer na Prefeitura com muito empenho e esforço. Nós construímos, por exemplo, 40 creches. Foi praticamente uma a cada mês. É um número que impressiona. Só agora, depois que passaram as eleições e terminou o mandato, dimensionamos o tamanho da nossa obra. E isso resultou em 81% dos votos, que foi a maior votação do País em cidades com 400 mil habitantes ou mais. Então, chegamos ao final com um balanço muito positivo. Em todas as áreas nós atuamos e as coisas aconteceram. A sensação é de que passou muito rápido e de dever cumprido. Entregamos o que prometemos e o que nos compromissamos com a população de Mogi.

Muitos dizem que a sua administração só não foi 100% porque o problema das passagens de nível permanece. Isso vai ser resolvido neste segundo governo?
Temos a perspectiva de um segundo mandato que não será igual, mas que é continuidade do primeiro.  Vamos trabalhar com muito afinco, empenho e esforço redobrado porque os desafios também mudam. Mogi das Cruzes tem que colocar um hospital municipal para funcionar. No primeiro governo, nós construímos o hospital e, no segundo, o desafio é colocá-lo em funcionamento. Na área da mobilidade urbana que me perguntou, é inadmissível que uma cidade do tamanho de Mogi continue convivendo com porteiras. O mogiano não pode ficar parado uma hora numa fila, por causa de uma porteira, mas o trem precisa passar. Então, na área da mobilidade, tenho como prioridade a transposição das passagens de nível, seja com soluções subterrâneas ou viadutos. Quantas pudermos e forem possíveis.

Mas vai continuar à espera da verba do Dnit para os viadutos ou fará com recursos do Município?
O Governo Federal abriu há poucos dias a licitação para contratar os projetos executivos dos dois viadutos – Jundiapeba e Vila Industrial. Nós vamos aguardar a finalização desse processo, que apontará o valor real das obras, para ter uma noção se eles vão sair pelo governo ou não. Então, no próximo ano estaremos aguardando para fazer essas obras em parceria com o Governo Federal porque a Prefeitura não tem suporte para fazer sozinha. Na Praça Sacadura Cabral, o nosso desejo é que o Governo do Estado construa a nova estação de Mogi para abrir espaço a uma passagem subterrânea, essa sim com verba nossa. Também na área da mobilidade, vamos desapropriar agora, no começo de 2013, um quarteirão da Rua Olegário Paiva para começar o alargamento da via, e abrir a licitação para recuperar a Via Perimetral, num investimento de R$ 19 milhões do Estado.

Já está definido quem terá a prioridade em Mogi das Cruzes na área da mobilidade: carros ou pedestres?
Na área ao redor do Centro, a prioridade será para o tráfego de veículos, mas na área central, a prioridade é para o pedestre. Não existe espaço no Centro de Mogi que não seja para o pedestre. A tendência é que as calçadas sejam alargadas e outras intervenções sejam feitas. Na prática, temos colocado muita gente nova para dar fôlego novo e despertar novas vocações técnicas e administrativas na Prefeitura para pensar Mogi das Cruzes. São pessoas focadas em preparar Mogi para o crescimento e enfrentar os desafios. A Cidade tem espaço para crescer e alguns dos principais vetores estão no Botujuru e na entrada da Mogi-Bertioga. Mas esse crescimento tem que ser acompanhado de planejamento e infraestrutura.
Leia o restante da entrevista na edição impressa


Fonte:O Diário de Mogi

Vereadores revelam os seus planos para 2013


Vereadores revelam os seus planos para 2013
DOM, 30 DE DEZEMBRO DE 2012 06:00
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Cada um dos 23 parlamentares que tomarão posse na próxima terça-feira possui planos para o mandato, que se seguirá pelos próximos quatro anos na Câmara / Foto Arquivo

O aumento das cadeiras na Câmara de Mogi das Cruzes, que chegou a ser criticado pelos custos elevados que significará, poderá acabar tendo consequências positivas com a ampliação da atuação da Casa. O raciocínio é simples: mais vereadores, mais trabalho, mais contribuição para a sociedade. Pelo menos, é o que se espera.
E cada um dos 23 parlamentares que tomarão posse na próxima terça-feira, 1 de janeiro, já possui planos para a legislatura que se seguirá pelos próximos quatro anos. A reportagem de O Diário consultou a cada um deles e verificou quais deverão ser suas prioridades para os mandatos. Há propostas para as mais diversas áreas, mas a saúde e as questões ligadas ao planejamento urbano e ao desenvolvimento econômico estão entre as maiores preocupações dos novos vereadores mogianos.
O levantamento feito por O Diário revelou que a Saúde lidera o ranking de prioridades dos novos parlamentares. Ela foi citada por 10 dos 23 vereadores. Entre as principais preocupações está a luta pela viabilização do antigo projeto de instalação de uma clínica para tratamento de dependentes químicos.
Ela foi mencionada pelos vereadores Cláudio Miyake  (PSDB), Emerson Rong (PR), Mauro Araújo (PMDB) e Odete Souza (PR). Vários dos novos edis também querem acompanhar de perto o início do funcionamento do futuro Hospital Municipal de Braz Cubas, previsto para 2013. A importância da obra foi lembrada pelos vereadores Rubens Benedito Fernandes (PR), o Bibo, Francisco Moacir Bezerra de Melo Filho (PSB), o Chico Bezerra, e Antonio Lino da Silva (PSD). (Júlia Guimarães)
Veja todas as propostas na edição impressa

Fonte:O Diário de Mogi