Suzano
Obras do PAC já são prioridade na transição
Primeiro encontro entre Paulo Tokuzumi e Marcelo Candido ocorreu na manhã de ontem, na prefeitura; a continuidade das obras foi discutida
Delcimar Ferreira
De Suzano
Erick Paiatto
Transição: Equipes petista e tucana trataram de elencar obras do PAC como principal pauta
No primeiro encontro entre o prefeito eleito de Suzano, Paulo Tokuzumi (PSDB) e o prefeito Marcelo Candido (PT) para tratar da transição de governo, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram um dos temas discutidos que devem ser tratados com prioridade. A reunião entre os políticos ocorreu no gabinete do prefeito no Paço Municipal "Firmino José da Costa".
Tokuzumi chegou para a conversa com Candido pontualmente às 10 horas. Acompanharam o tucano o advogado Alexandre Dias Maciel, que foi anunciado como o coordenador da equipe de transição, e o empresário e irmão de Paulo, Jorge Tokuzumi. Da parte do governo participaram Candido e o secretário de Negócios Jurídicos, Marco Aurélio Pereira Tanoeiro.
Após uma hora de conversas a portas fechadas, Tokuzumi e Candido falaram com a Imprensa e ao serem questionados sobre os temas prioritários nesse primeiro momento da fase de transição, os dois definiram que as obras do PAC merecem atenção. "Temos vários projetos aprovados, alguns em execução, outros que estão com as licitações concluídas e prontas para começar. Vamos apresentar um relatório para que possam acompanhar o que estamos desenvolvendo", afirmou o petista.
O relatório ao qual Candido se refere é um verdadeiro dossiê, no qual o governo pretende elencar não só as obras que estão programadas e em andamento, mas também a relação de projetos de leis que foram encaminhadas a Câmara e aguardam aprovação, a relação de contratos, o balanço financeiro, as emendas parlamentares pleiteadas, tanto na Assembleia Legislativa, quanto na Câmara dos Deputados, entre outros dados.
Tokuzumi já se adiantou e, nesta semana, esteve em Brasília, a convite da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para conhecer os projetos de Suzano no PAC .
Fonte:O Diário de Mogi
Mutso Yoshizawa é cremado hoje
SÁB, 24 DE NOVEMBRO DE 2012 00:00
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Mutso Yoshizawa, que se transformou em ícone do colunismo social de Mogi das Cruzes nas décadas de 60 e 70, iniciou sua carreira no jornal Diário de Mogi / Foto Arquivo
Será cremado hoje, às 9 horas, durante cerimônia restrita a familiares, no Cemitério e Crematório Parque das Flores, no Jardim Morumbi, em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, o corpo do jornalista mogiano Mutso Yoshizawa, 72 anos, que faleceu quinta-feira à noite, na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital daquela Cidade, devido a múltiplos problemas de saúde. O velório ocorreu entre o meio-dia e 16 horas de ontem, na sede do Crematório.
Um dos cinco filhos dos comerciantes Shinji e Rute Yoshizawa – o pai já falecido e a mãe atualmente com 99 anos –, fundadores da antiga Loja BBC (Bom, Bonito e de Confiança) da Rua Dr. Deodato Wertheimer, em Mogi, Mutso, que era solteiro, deixa os irmãos Geraldo, Haguemo, Nana, Mamiro, e sobrinhos.
Ícone do colunismo social de Mogi das Cruzes nas décadas de 60 e 70, o jornalista iniciou sua carreira no jornal Diário de Mogi, com uma coluna a princípio focada na juventude da época, mas que logo se tornou abrangente e foi ocupando cada vez mais espaços, até se transformar num dos mais importantes registros da sociedade mogiana de um período pródigo em festas e outros acontecimentos sociais que marcaram uma importante fase da vida da Cidade.
Ao jornal, ele chegou pelas mãos da professora Iracema Brasil de Siqueira, que o apresentou ao jornalista Tirreno Da San Biagio, o “Tote”. Sua adaptação ao novo ofício foi rápida e sem maiores problemas.
Inteligente e audacioso, ele logo deu “um novo colorido” à atividade jornalística, passando a cobrir os principais acontecimentos sociais da época e a patrocinar eventos, como o Baile das Debutantes, que ele transformou num dos maiores acontecimentos sociais da Cidade.
Sucessor de Benedito Queiroga e Regina Ruiz, os primeiros colunistas do jornal, Mutso procurou inovar. E foi buscar inspiração em Ibrahim Sued, de O Globo, Tavares de Miranda, da Folha, Jacintho de Thormes, do Jornal do Brasil e tantos outros que faziam sucesso naquela época.
E foi na esteira deles que surgiram expressões características do colunismo da época, como “pães” e “cocadinhas”, usadas por Mutso para se referir aos garotos e garotas dos tempos da Jovem Guarda, que vivia sua fase áurea naquela época.
“Ele era adepto da pluralidade, não se fixando em pessoas e famílias mais estreladas; era abrangente e costumava publicar entrevistas contando a história das pessoas que integravam a sociedade mogiana daqueles tempos”, lembra o dentista Geraldo Sica, amigo pessoal do colunista, que ainda se recorda das festas com orquestras, como a Tabajara e a de Sílvio Mazzuca, onde o smoking era traje obrigatório do público masculino e as mulheres usavam longos vestidos.
“Mutso deu vitalidade às festas e tornou o colunismo da época mais arejado, mostrando detalhes dos eventos sociais da Cidade”, conta o jornalista Da San Biagio.
Notívago inicialmente por natureza e, depois, por conta da profissão, Mutso era bem informado e relacionado, transitando com desenvoltura tanto nas festas mogianas, como nos grandes eventos sociais da Capital, onde se tornou amigo dos socialites de seu tempo.
O colunista permaneceu no Diário de Mogi até 1975, quando se transferiu para o jornal Mogi News, que estava sendo fundado na Cidade pelo empresário guarulhense Paschoal Thomeu para dar sustentação à campanha de Waldemar Costa Filho a prefeito, nas eleições municipais de 1976.
Passados alguns anos após o pleito, o título do jornal acabou adquirido pela família Yoshizawa, para que Mutso continuasse com seu trabalho. Sob o comando do irmão Geraldo, o jornal durou mais algum tempo, até mudar novamente de dono.
Sem o jornal, que girava em torno de sua coluna, Mutso foi para o Diário de Suzano, mas acabou por deixar o jornalismo e após algum tempo, se mudou com a mãe para São José dos Campos, onde foram viver num pequeno apartamento.
Longe da sociedade que ele retratou e que o venerou durante décadas, Mutso passou seus últimos anos afastado de tudo e de todos, recebendo poucos amigos e evitando dar entrevistas. Problemas de saúde surgiram e se agravaram, principalmente nos rins e outros órgãos vitais.
“Mutso era uma pessoa que deve ter levado no coração uma lista das melhores pessoas da sociedade antiga e contemporânea de Mogi. Uma pessoa amiga, leal, que em determinada fase de sua vida, não deve ter sido compreendido como deveria. Ele fez muito pela sociedade de Mogi, mas a sociedade se esqueceu dele muito cedo”, afirma Geraldo Sica, ao ser informado da morte de Mutso pelo repórter, no início da tarde de ontem. (Darwin Valente)
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Fonte:O Diário de Mogi
Basquete de Mogi vence na primeira partida no NBB
SÁB, 24 DE NOVEMBRO DE 2012 19:52
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Equipe manteve superioridade durante todo o jogo / Foto Eisner Soares
A equipe de basquete de Mogi das Cruze venceu com facilidade seu primeiro jogo no NBB 2012/13. Em quadra, a equipe conseguiu manter a superioridade durante os quadro períodos fechando o jogo pelo placar de 71 a 59.
Com uma equipe organizada, os mogianos marcavam forte o time de Sorocaba, que passou os dois primeiros períodos atrás do placar. O ala pivô Thomas Gehrke foi o cestinha da equipe mogiana, com 24 pontos marcados e oito rebotes.
Na segunda rodada do NBB 2012/13, o Mogi jogará novamente no Município, contra a equipe de Bauru. O jogo será na próxima segunda-feira (26) , às 20 horas no ginásio municipal Professor Hugo Ramos. (Redação)
Fonte:O Diário de Mogi
Dom Pedro Luis Stringhini é empossado novo bispo de Mogi
SÁB, 24 DE NOVEMBRO DE 2012 17:53
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Posse de dom Pedro Luiz Stringhini na tarde de hoje (24)
Mais de sete mil pessoas estiveram presentes na cerimônia de posse do novo bispo de Mogi das Cruzes dom Pedro Luiz Stringhini. Em evento marcado pela emoção os fiéis acompanharam atentos a toda programação que começou por volta das 16 horas de hoje, no ginásio de esportes do Clube Nautico Mogiano. Stringhini é o 5º religioso a assumir o posto na Cidade.
Durante a celebração, dom Airton José dos Santos, último bispo de Mogi e atual arcebispo de Campinas, transferiu o título para Stringhini e permanceu ao lado dele o tempo todo. A cerimônia foi conduzida pelo padre Dorival Aparecido de Moraes. Os religiosos dom Paulo Mascarenhas Roxo, dom Emílio Pignoli e o arcebispo emérito de São Paulo, dom Cláudio Hummes também estavam presentes.
Celebração
Antes do início da celebração, os lugares do ginásio foram ocupados pelo grande número de devotos, que não se importaram em ficar em pé e se acomodarem nas escadas e grades. "Estou muito bem acomodada e feliz por estar aqui", afirmou a dona de casa Lélia Pereira Vauthier (74) que acompanhava tudo sentada em uma das escadas.
O aposentado Irineu Ernesto de Almeida de 60 anos, chegou ao local com dificuldades e andando com o auxílio de uma bengala, mas mesmo assim demonstrava empolgação."Qualquer lugar está bom para eu ficar, o mais importante é prestigiar e dar as boas vindas ao bispo".
O prefeito interino Cuco Pereira e o Deputado Estadual Luiz Carlos Gondin estavam entre as autoridades presentes no ginásio. "Ele é uma pessoa que irá trazer luz e muita bondade para ajudar no trabalho com as pessoas carentes", relatou o deputado.(Redação)
Fonte:O Diário de Mogi