quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Poá altera lei do Bolsa Família



Poá altera lei do Bolsa Família


Ainda durante sessão ordinária realizada na noite desta terça-feira (4), edis aprovaram em primeira votação a matéria que autoriza a instalação no município de lixeiras ecológicas para material reciclável e a que dispõe da denominação de uma praça esportiva / Foto Divulgação

Os vereadores da Câmara de Poá aprovaram na noite desta quarta-feira (4) a matéria que trata da alteração na legislação que cria na cidade o Conselho Municipal do “Bolsa Família”. Ainda durante a sessão ordinária desta semana, os edis poaenses deram parecer favorável em primeira votação ao projeto que autoriza a instalação no município de lixeiras ecológicas para material reciclável e a que dispõe da denominação de uma praça esportiva localizada em Calmon Viana.

Em segunda votação e redação final foi abonado nesta terça-feira o projeto de lei de autoria do Poder Executivo que trata de alteração na lei municipal 3.574, promulgada em 2 de julho de 2012 e que institui na cidade o Conselho Municipal de Controle Social do Bolsa Família, programa que o governo federal criou em outubro de 2003 visando o combate à fome, à pobreza e à desigualdade social.
Diferentemente da anterior, a lei, agora, por meio da alteração, prevê corretamente a formação do grupo. Os membros, entre titulares e suplentes, devem ser representantes da administração pública municipal, por meio de uma composição paritária, conforme as disposições da lei federal 10.836, de 9 de janeiro de 2004, uma vez que as atividades do Conselho precisam estar em comum acordo entre o poder público e a sociedade civil organizada.
Já em única discussão e primeira votação, foi aprovada ontem a matéria da vereadora Jeruza Lisboa Pacheco Reis que possibilita a realização de parcerias público-privadas em Poá para a instalação de lixeiras ecológicas destinadas a material reciclável nas principais ruas e avenidas da cidade. Com a possibilidade de ser difundida, a proposta visa o incentivo à coleta seletiva, bem como a educação ecológica da população.
Segundo explicou a parlamentar, a matéria está em atendimento às normas ecológicas e ambientais do Plano Nacional Ambiental e à sua respectiva recepção e implantação em âmbito municipal. A petebista acredita que as lixeiras, confeccionadas em material reciclável, uma vez instaladas, vão ajudar na divulgação sobre a forma correta de dispensa de resíduos e no fomento do trabalho de reciclagem em Poá.
Durante a justificativa do projeto, a vereadora valorizou o trabalho empreendido há anos em Poá pela Cooperativa de Reciclagem Unidos pelo Meio Ambiente (Cruma):
“A coleta seletiva deve ser incentivada pelo poder público. A Cruma, por exemplo, é reconhecida e respeitada até mesmo fora do Brasil, então, nada mais justo do que incrementar o trabalho de reciclagem na cidade, a começar pela dispensa correta do lixo. Esta propositura, vale lembrar, não onera os cofres públicos, nem cria despesa, pois há previsão orçamentária para tal. Acredito, inclusive, que a própria Secretaria Municipal do Meio Ambiente tem como meta tais implementos”, complementou Jeruza.

Fonte:O Diário de Mogi

Paradise será subsede de 2 Copas



Paradise será subsede de 2 Copas
QUI, 06 DE SETEMBRO DE 2012 08:53
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Direção do Paradise fará investimento de R$ 15 milhões para sediar eventos esportivos / Foto Arquivo

Uma portaria publicada pelo Ministério do Esporte, no Diário Oficial da União de ontem, ratificou Mogi das Cruzes como uma das cidades habilitadas para servir como Centro de Treinamento de Seleções não só para a Copa do Mundo de 2014 como também para a Copa das Confederações, que acontecerá no ano que vem. Além de abrir caminho para que a Cidade possa captar recursos federais para se preparar para receber os turistas, a regulamentação torna obrigatória que todas as instalações que sediarão ou apoiarão as competições assegurem a destinação mínima de 1% dos seus espaços e assentos para portadores de necessidades especiais. A direção do Paradise Golf & Lake Resort, que é o CT oficial de Mogi junto à Fifa, adiantou ontem que além da construção de um segundo campo de futebol, se necessário irá prever, no plano de obras estimado em R$ 15 milhões, a implantação também de uma arquibancada para cumprimento de todas as exigências. (Mara Flôres)

Fonte:Diário de Mogi

Corte de árvores gera indignação



Corte de árvores gera indignação
QUI, 06 DE SETEMBRO DE 2012 09:07
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Frequentadores do Largo do Socorro se surpreenderam com a retirada de quatro árvores antigas e exigem substituição / Foto Jonny Ueda

O corte de quatro árvores da espécie figueira, no Largo do Socorro, gerou revolta entre os moradores e frequentadores do local. No entanto, o procedimento foi necessário devido à falta de segurança que elas ofereciam aos pedestres e, até mesmo, veículos que trafegam pelas proximidades. A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente se comprometeu a realizar a substituição em breve.
Ontem, a reportagem de O Diário esteve no local, já que alguns mogianos estavam indignados com os cortes das árvores, com mais de 60 anos, e de grande importância para a estética da praça.
A secretária municipal do Verde e Meio Ambiente, Maria Inês Soares Costa Neves, esclareceu que após uma análise feita pela Pasta, técnicos constataram que as espécies estavam comprometidas. “Haviam quatro em que, após análise, foram constatados cupins e fungos, que acabaram por condená-las. Nós só as retiramos porque traziam riscos aos pedestres e veículos. Elas já se encontravam sem folhas e com galhos frágeis devido ao ataque dos fungos e cupins. No local, serão plantadas espécies que se adaptem devidamente ao espaço, proporcionando conforto visual e sombra. Estamos aguardando a volta do período chuvoso para oferecer maior chance de sucesso ao novo plantio”, explicou a secretária. (Débora Barros)

Fonte:O Diário de Mogi

Eleições Mais de 50% dos candidatos a vereador não nasceu em Mogi


Eleições
Mais de 50% dos candidatos a vereador não nasceu em Mogi
Dos 401 nomes com candidatura deferida ao Legislativo em Mogi, 207 são naturais de outros municípios
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Câmara Municipal: se as candidaturas efetivas seguirem a estatística dos candidatos, metade dos vereadores não será natural de Mogi
A maioria dos candidatos a vereador de Mogi das Cruzes não nasceu na cidade. Por meio do levantamento feito no sistema do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) foi revelado que 207 postulantes ao cargo, de um total de 401 nomes que aparecem com o registro deferido, são naturais de outros municípios. Cento e noventa e sete candidatos ao Legislativo são mogianos.

Os paulistanos aparecem na segunda posição do ranking de "forasteiros", com 46 representantes. Curiosamente, os cariocas são os terceiros, com sete. Dois a mais que os candidatos nascidos na cidade vizinha Suzano.

A lista das sete primeiras posições é completada por Biritiba Mirim (4), Taubaté, no Vale Paraíba, e Barra Mansa, no Rio de Janeiro, ambos com três. Quando comparado o estado de origem a esmagadora maioria é de São Paulo. São 282 paulistas. Se no quesito naturalidade o Rio de Janeiro aparece na segunda posição, no aspecto estadual quem surge logo após São Paulo é Minas Gerais, com 40.

Os fluminenses aparecem em seguida com 18 representantes. A Bahia conta com 16, seguido de perto pelos paranaenses com 15. Fechando a lista dos estados com o maior números de candidatos estão Alagoas, com seis, e Ceará, 5.

As eleições municipais em Mogi das Cruzes conta até com um libanês, da cidade de Wateh-El-Hajar.


Prefeitos
Dos candidatos ao Executivo, quatro são naturais de Mogi. Marco Soares (PT) nasceu em Bauru, interior do Estado, e Jorge Paz (PSOL) é de Biritiba Mirim.

O sociólogo Afondo Pola avalia que a grande quantidade de "forasteiros" não deve influenciar na eleição. "Isso não atrapalha. O que deve contar para o candidato é o grau que ele tem de comprometimento com a cidade. Há candidatos nascidos no próprio município que podem não ter comprometimento nenhum".

No entanto, Pola destaca que a mudança de endereço pode ser um recurso utilizado por candidatos derrotados. "Certos políticos mudam o domicílio eleitoral porque no local de origem está encontrando dificuldade de se eleger. Isso é uma coisa que acontece nos dias atuais e quem tem que estabelecer esse critério é o eleitor, sabendo diferenciar o candidato que é comprometido com a cidade dos aproveitadores", acrescentou.

Fonte:Mogi News