sábado, 3 de dezembro de 2011
Zoneamento, eterno foco de problemas
Enquanto Mogi das Cruzes não definir, de uma vez por todas, um Plano Diretor capaz de ordenar o crescimento da Cidade por um longo período, com regras gerais que tenham por objetivo exclusivo o desenvolvimento e a qualidade de vida dos cidadãos, as decisões sobre mudanças no zoneamento continuarão sendo feitas de maneira fatiada, ao bel prazer de interesses pessoais de um ou outro vereador, levantando todo tipo de suspeição e discussões inócuas e até ações judiciais, como a que já ocorreu em Bady Bassitt, no Interior de São Paulo. Lá, segundo sentença enviada por um leitor à coluna, os vereadores foram condenados em ação popular por alteração do zoneamento para atender a interesses particulares. No acórdão do Superior Tribunal de Justiça, o ministro ressaltou que "compete ao Município legislar sobre questões atinentes a interesse local, dentre eles, promovendo o adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano, cuja população está sujeita às limitações urbanísticas impostas pelo Poder Público, in genere, são realizadas em prol do interesse coletivo". O STJ também acolheu a tese de que "a imoralidade administrativa" está bem estampada na ata da sessão, onde ficou claro que a mudança de um loteamento residencial para de uso misto foi feita "unicamente para atender interesses de algumas pessoas". Também foi acolhida a tese de que a lei aprovada "padece de vícios, uma vez que foi promulgada para atender determinadas pessoas, deixando de estabelecer regras gerais, abstratas e impessoais". O que dizer então do caso de Mogi, onde até os beneficiados foram expostos durante a audiência pública? Está na hora de a Cidade pensar grande e definir seu futuro com ajuda de técnicos especializados no assunto e não mais ao sabor da vontade de alguns, com competência duvidosa para tal missão.
Fórum
O advogado José Carlos de Souza está pedindo providências às autoridades estaduais para que o detector de metais instalado na entrada do Fórum de Mogi volte a funcionar. Segundo ele, "sem funcionamento adequado, o aparelho acaba permitindo que indivíduos entrem com armas ou outros objetos, podendo cometer crimes, com o que aconteceu na noite do dia 11 de novembro passado".
Confederação
Miguel Torres, atual presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, foi eleito e já tomou posse no cargo de presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, vinculada à Força Sindical. Seu mandato vai durar até 2015. Uma de suas metas será "combater a crise com a valorização do setor produtivo e geração de empregos".
Desnível – 1
Os usuários dos trens da CPTM que fazem o percurso Suzano-Mogi estão enfrentando sérias dificuldades para descer na Estação de Braz Cubas, onde um desnível de 20 a 40 centímetros entre a plataforma e as portas das composições. Problemas principalmente para idosos e portadores de deficiência que "precisam se agarrar na lateral da porta a fim de evitar o risco de queda", denunciou o vereador Geraldo Tomaz Augusto (PMDB), em requerimento ao governador e diretores da CPTM.
Desnível – 2
Segundo o documento de "Geraldão", a situação é tão complicada que alguns passageiros, sem condições de atravessar o vão entre trem e plataforma, chegam a seguir viagem até a Estação Central de Mogi para retornar a Braz Cubas e descer na plataforma oposta à que apresenta tal problema.
Fonte:O Diário de Mogi
Fórum
O advogado José Carlos de Souza está pedindo providências às autoridades estaduais para que o detector de metais instalado na entrada do Fórum de Mogi volte a funcionar. Segundo ele, "sem funcionamento adequado, o aparelho acaba permitindo que indivíduos entrem com armas ou outros objetos, podendo cometer crimes, com o que aconteceu na noite do dia 11 de novembro passado".
Confederação
Miguel Torres, atual presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, foi eleito e já tomou posse no cargo de presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, vinculada à Força Sindical. Seu mandato vai durar até 2015. Uma de suas metas será "combater a crise com a valorização do setor produtivo e geração de empregos".
Desnível – 1
Os usuários dos trens da CPTM que fazem o percurso Suzano-Mogi estão enfrentando sérias dificuldades para descer na Estação de Braz Cubas, onde um desnível de 20 a 40 centímetros entre a plataforma e as portas das composições. Problemas principalmente para idosos e portadores de deficiência que "precisam se agarrar na lateral da porta a fim de evitar o risco de queda", denunciou o vereador Geraldo Tomaz Augusto (PMDB), em requerimento ao governador e diretores da CPTM.
Desnível – 2
Segundo o documento de "Geraldão", a situação é tão complicada que alguns passageiros, sem condições de atravessar o vão entre trem e plataforma, chegam a seguir viagem até a Estação Central de Mogi para retornar a Braz Cubas e descer na plataforma oposta à que apresenta tal problema.
Fonte:O Diário de Mogi
Pintor deve ter prisão prorrogada
MARA FLÔRES

A Polícia Civil deverá requerer à Justiça, na próxima semana, a prorrogação da prisão temporária do pintor Antônio Carlos Rodrigues da Silva Junior, o Tartaruga, réu confesso do assassinato das irmãs Renata e Roberta Yoshifusa. O crime ocorrido na Vila Oliveira completará um mês no próximo dia 11, mas até agora o inquérito não pôde ser concluído em razão da falta de depoimentos de algumas testemunhas – em especial, dos pais das vítimas - e também da necessidade de espera de alguns laudos que podem trazer novas provas que ajudem a esclarecer o caso. A investigação está sob sigilo, mas O Diário apurou ontem que um primeiro resultado do Instituto Médico Legal (IML) já está em poder da Polícia mogiana.
Conforme as informações obtidas por O Diário, não foram encontrados sinais de esperma no material vaginal colhido da estudante de Direito, Renata Yoshifusa, de 21 anos, o que seria uma prova incontestável do envolvimento do pintor no caso e mais do que suficiente para a sua prisão preventiva - com isso, ele seria automaticamente transferido da Cadeia Pública para o Centro de Detenção Provisória (CDP), do Taboão, onde aguardaria o julgamento pelo tempo necessário.
A inexistência dessa prova, no entanto, não altera a acusação de duplo estupro, além do duplo homicídio, que respalda a prisão temporária de Tartaruga. Isso porque há sinais físicos claros em Renata que indicam que houve sim a violação sexual (mas sem a ejaculação do agressor), o que reforça a tese de motivação sexual para o bruto assassinato. Renata, que segundo o próprio acusado, foi a primeira a ser morta, foi encontrada nua, sob a mesa da cozinha, com as pernas abertas e marcas de abuso na região íntima.
A irmã mais nova, Roberta, de 16 anos, também foi deixada na cozinha pelo assassino, porém, no chão. Ela também apresentava sinais físicos de violência sexual, mas o resultado do exame no material colhido da vítima deverá sair apenas na próxima semana, segundo o apurado pela reportagem. Ainda que não tenha finalizado o ato sexual, em ambos os casos os indícios encontrados nas vítimas são suficientes para que o acusado venha a ser julgado pelo crime de estupro.
Além desse resultado referente ao material vaginal colhido de Roberta, a Delegacia de Homicídios também aguarda o laudo pericial de outras provas encontradas na cena do crime. Também faltam ser ouvidas algumas testemunhas, como os pais das meninas – Roberto e Rita Yoshifusa – que, segundo a Polícia, ainda não reúnem condições psicológicas para prestar depoimento. Não está descartado, também, que o pintor volte a ser ouvido pelos policiais que investigam o caso. Na primeira oitiva, no dia seguinte ao crime, Tartaruga confessou que matou Renata e Roberta, mas negou os estupros. Ele alegou que teve um "branco" e não sabe porque golpeou as vítimas com um objeto redondo e depois as matou com várias facadas na região do pescoço e da cabeça.
No caso de Renata, a perícia indica que ele estava de frente ou em cima dela quando cortou a sua garganta, depois de por várias vezes bater na sua cabeça com um objeto redondo que pode tê-la deixado inconsciente. Já em Roberta, as marcas indicam que ela foi golpeada por trás, provavelmente na sala e, depois, arrastada para a cozinha. Em ambas as vítimas, as marcas indicam requintes de crueldade por parte do assassino.
Como a prisão temporária do pintor vence no próximo dia 12, a Polícia terá que, ainda na próxima semana, solicitar a sua prorrogação por mais 30 dias (o máximo permitido) ou, então, pleitear a preventiva, para impedir que o acusado seja colocado em liberdade.
Fonte:O Diário de Mogi
A Polícia Civil deverá requerer à Justiça, na próxima semana, a prorrogação da prisão temporária do pintor Antônio Carlos Rodrigues da Silva Junior, o Tartaruga, réu confesso do assassinato das irmãs Renata e Roberta Yoshifusa. O crime ocorrido na Vila Oliveira completará um mês no próximo dia 11, mas até agora o inquérito não pôde ser concluído em razão da falta de depoimentos de algumas testemunhas – em especial, dos pais das vítimas - e também da necessidade de espera de alguns laudos que podem trazer novas provas que ajudem a esclarecer o caso. A investigação está sob sigilo, mas O Diário apurou ontem que um primeiro resultado do Instituto Médico Legal (IML) já está em poder da Polícia mogiana.
Conforme as informações obtidas por O Diário, não foram encontrados sinais de esperma no material vaginal colhido da estudante de Direito, Renata Yoshifusa, de 21 anos, o que seria uma prova incontestável do envolvimento do pintor no caso e mais do que suficiente para a sua prisão preventiva - com isso, ele seria automaticamente transferido da Cadeia Pública para o Centro de Detenção Provisória (CDP), do Taboão, onde aguardaria o julgamento pelo tempo necessário.
A inexistência dessa prova, no entanto, não altera a acusação de duplo estupro, além do duplo homicídio, que respalda a prisão temporária de Tartaruga. Isso porque há sinais físicos claros em Renata que indicam que houve sim a violação sexual (mas sem a ejaculação do agressor), o que reforça a tese de motivação sexual para o bruto assassinato. Renata, que segundo o próprio acusado, foi a primeira a ser morta, foi encontrada nua, sob a mesa da cozinha, com as pernas abertas e marcas de abuso na região íntima.
A irmã mais nova, Roberta, de 16 anos, também foi deixada na cozinha pelo assassino, porém, no chão. Ela também apresentava sinais físicos de violência sexual, mas o resultado do exame no material colhido da vítima deverá sair apenas na próxima semana, segundo o apurado pela reportagem. Ainda que não tenha finalizado o ato sexual, em ambos os casos os indícios encontrados nas vítimas são suficientes para que o acusado venha a ser julgado pelo crime de estupro.
Além desse resultado referente ao material vaginal colhido de Roberta, a Delegacia de Homicídios também aguarda o laudo pericial de outras provas encontradas na cena do crime. Também faltam ser ouvidas algumas testemunhas, como os pais das meninas – Roberto e Rita Yoshifusa – que, segundo a Polícia, ainda não reúnem condições psicológicas para prestar depoimento. Não está descartado, também, que o pintor volte a ser ouvido pelos policiais que investigam o caso. Na primeira oitiva, no dia seguinte ao crime, Tartaruga confessou que matou Renata e Roberta, mas negou os estupros. Ele alegou que teve um "branco" e não sabe porque golpeou as vítimas com um objeto redondo e depois as matou com várias facadas na região do pescoço e da cabeça.
No caso de Renata, a perícia indica que ele estava de frente ou em cima dela quando cortou a sua garganta, depois de por várias vezes bater na sua cabeça com um objeto redondo que pode tê-la deixado inconsciente. Já em Roberta, as marcas indicam que ela foi golpeada por trás, provavelmente na sala e, depois, arrastada para a cozinha. Em ambas as vítimas, as marcas indicam requintes de crueldade por parte do assassino.
Como a prisão temporária do pintor vence no próximo dia 12, a Polícia terá que, ainda na próxima semana, solicitar a sua prorrogação por mais 30 dias (o máximo permitido) ou, então, pleitear a preventiva, para impedir que o acusado seja colocado em liberdade.
Fonte:O Diário de Mogi
Governo tenta evitar “apagão aéreo”
SÃO PAULO
A Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero) anunciou ontem medidas para preparar os aeroportos para o período de fim de ano, época considerada como alta temporada. Somente em dezembro, mais de 16 milhões de passageiros deverão embarcar, movimento 12% superior à média do ano e 13,6% maior que o mesmo mês de 2010.
A operação especial de fim de ano contempla medidas como melhoria da infraestrutura aeroportuária, ampliação do acesso à informação pelos passageiros, reforço de pessoal nos aeroportos e gestão operacional integrada. Entra em operação, ainda em dezembro, o novo terminal do aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, aumentando a capacidade do aeroporto em 5,5 milhões de passageiros ao ano.
As principais companhias aéreas firmaram o compromisso com a redução do tempo de espera de check-in e de restituição de bagagens. Para isso, as empresas vão aumentar as equipes de atendimento, ocupar todas as posições de check-in nos horários de pico, incentivar o check-in pela internet e o uso de totens de autoatendimento nos aeroportos, praticar o endosso de passagens entre as empresas, além de evitar a prática de overbooking.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vai intensificar a atuação nos principais aeroportos brasileiros a partir de 16 de dezembro. Além do reforço na fiscalização, haverá também técnicos aptos a prestarem informações aos passageiros.
Fonte:O Diário de Mogi
A Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero) anunciou ontem medidas para preparar os aeroportos para o período de fim de ano, época considerada como alta temporada. Somente em dezembro, mais de 16 milhões de passageiros deverão embarcar, movimento 12% superior à média do ano e 13,6% maior que o mesmo mês de 2010.
A operação especial de fim de ano contempla medidas como melhoria da infraestrutura aeroportuária, ampliação do acesso à informação pelos passageiros, reforço de pessoal nos aeroportos e gestão operacional integrada. Entra em operação, ainda em dezembro, o novo terminal do aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, aumentando a capacidade do aeroporto em 5,5 milhões de passageiros ao ano.
As principais companhias aéreas firmaram o compromisso com a redução do tempo de espera de check-in e de restituição de bagagens. Para isso, as empresas vão aumentar as equipes de atendimento, ocupar todas as posições de check-in nos horários de pico, incentivar o check-in pela internet e o uso de totens de autoatendimento nos aeroportos, praticar o endosso de passagens entre as empresas, além de evitar a prática de overbooking.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vai intensificar a atuação nos principais aeroportos brasileiros a partir de 16 de dezembro. Além do reforço na fiscalização, haverá também técnicos aptos a prestarem informações aos passageiros.
Fonte:O Diário de Mogi
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