Ao ter o seu limite de endividamento elevado em mais R$ 6 bilhões, o Estado de São Paulo decidiu investir R$ 19 bilhões em novas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), cujas licitações deverão acontecer em 2012. Há pelo menos sete projetos que deverão merecer atenção especial do governo: a extensão da linha 9 – Esmeralda (Osasco-Grajaú) em 4,5 km até Varginha, na Zona Sul de São Paulo; uma ligação até Alphaville com 10 km; trens expressos para ABC (25,2 km) e Jundiaí (47 km); assim como os trens regionais para Santos (72 km de trilhos) e Sorocaba (90 km) e o trem para Guarulhos (11 km de extensão), destinado a servir ao Aeroporto Internacional de Cumbica. A decisão do governo paulista de investir nos trilhos é realmente louvável sob todos os aspectos, pois livrará muita gente das estradas superlotadas de períodos como este feriado prolongado, verdadeiro teste para a paciência de motoristas que ficaram presos em quilométricos congestionamentos. O que não se justifica é o fato de a Região do Alto Tietê ter ficado de fora desses investimentos. Afinal, não custaria muito ao Estado, por exemplo, a extensão do percurso dos trens da CPTM que servem à Região até o Distrito de César de Souza, uma antiga reivindicação da comunidade mogiana. Seriam, no máximo, 5 km de vias praticamente prontas para receber uma segunda linha, eletrificação e uma estação, que seria construída antes da passagem sobre Avenida Ricieri José Marcatto. Seria interessante que o presidente da CPTM, Mário Bandeira, explicasse os motivos de tanto descaso com Mogi e seus habitantes que, há tempos, vêm se movimentando para conquistar a obra. Com a palavra, aqueles que deveriam estar cobrando o governo para que este projeto vingue: os nossos deputados estaduais, Gondim Teixeira (PPS), José Cândido (PT), Heroilma Tavares (PTB), André do Prado (PR) e o líder do DEM, Estevam Galvão.
Candidatíssimo
Causou surpresa na Cidade a anunciada candidatura de Daniel Vieira Maciel, o "Tatu", a vereador nas próximas eleições pelo PPS. Pessoa muito conhecida em Mogi, Daniel decidiu ingressar na política, depois de haver rejeitado convite que lhe foi feito há mais de uma década, pelo PMDB. "Na época, não gostava de política; hoje a história é outra", disse ele, otimista.
Veto
A Câmara de Mogi poderá votar, finalmente, na sessão de hoje, o veto do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) às mudanças na Lei do Silêncio promovidas por iniciativa de vereadores. Tiveram tempo suficiente para avaliar a reação negativa da comunidade às alterações que poderão tornar a legislação contra o barulho praticamente inócua no Município.
Real Park
Quase três meses após o arrastão que assustou o Real Park, moradores ainda esperam providências que venham a fazer diferença para a segurança no condomínio de luxo. Muitos acham que as medidas anunciadas ficaram abaixo das expectativas dos habitantes do local.
Placas
Elas ainda não têm data oficial para começar. No entanto, duas enormes placas continuam indicando, na Vila Industrial e Jundiapeba, as obras dos viadutos sobre os trilhos da CPTM, prometidos para o início deste semestre, mas sustados por conta de denúncias que envolveram sua principal fonte financiadora, o Ministério dos Transportes, chegando a causar a queda do ministro Alfredo Nascimento (PR)
Fonte:O Diário de Mogi
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Polícia apreende 69 fuzis na Rocinha
RIO DE JANEIRO
O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio apreendeu somente no início da manhã de ontem 29 fuzis na Rocinha, zona sul da capital fluminense. Desde o início da ocupação do complexo da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na madrugada do último domingo, foram apreendidos até agora um total de 69 fuzis, informou a Secretaria de Segurança do Rio. Também foram apreendidas pistolas, metralhadoras, espingardas e pelo menos 20 mil munições de diversos calibres.
Esse número aumentará ainda mais a contagem do material apreendido numa casa próxima da Rua 2. No local, traficantes haviam abandonado munição para pistola e fuzil e grande quantidade de fogos de artifícios, que eram usados para alertar bandidos sobre a chegada da polícia. Também foram encontrados coletes à prova de balas de uso exclusivo das Forças Armadas.
Essa cena não se repetirá mais com a ocupação definitiva das comunidades pela polícia, que vai instalar na comunidade a 19º Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio. Essa foi a promessa reforçada ontem pelo secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, que visitou o Morro do Vidigal pela manhã na companhia da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha.
O secretário frisou a importância de "incluir esses lugares à cidade do Rio". Segundo oficiais do Bope, nenhuma comunidade ocupada por UPPs anteriormente colaborou tanto com a polícia quanto na Rocinha nesses primeiros momentos da ocupação.
As informações têm sido passadas por moradores por meio de bilhetes, telefonemas e também oralmente. "Cada comunidade é diferente. As denúncias são resultado da nossa credibilidade", disse o comandante do Bope, coronel René Alonso.
Moradores e comerciantes contaram que a noite de anteontem na Rocinha foi bem menos movimentada do que costuma ser em véspera de feriado. O coronel René afirmou que não há toque de recolher na favela, mas ressaltou que a partir de agora todos terão de conviver com regras sociais que vigoram em bairros não favelizados da cidade.
Um exemplo é a obrigação de respeitar o horário da lei do silêncio. Outro é a proibição de mototaxistas sem equipamentos de segurança, habilitação e documentos dos veículos.
Dificuldade
O secretário Beltrame afirmou ainda ontem que o governo combate simultaneamente o tráfico e as milícias, mas que as operações contra milícias são mais complexas por causa das características desse crime. "Nós não podemos ter, em um crime difícil de ser elucidado, a mesma velocidade. Tem muita gente (ligada às milícias) presa, mas as coisas têm de ser feitas com qualidade", disse o secretário.
Fonte:O Diário de Mogi
O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio apreendeu somente no início da manhã de ontem 29 fuzis na Rocinha, zona sul da capital fluminense. Desde o início da ocupação do complexo da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na madrugada do último domingo, foram apreendidos até agora um total de 69 fuzis, informou a Secretaria de Segurança do Rio. Também foram apreendidas pistolas, metralhadoras, espingardas e pelo menos 20 mil munições de diversos calibres.
Esse número aumentará ainda mais a contagem do material apreendido numa casa próxima da Rua 2. No local, traficantes haviam abandonado munição para pistola e fuzil e grande quantidade de fogos de artifícios, que eram usados para alertar bandidos sobre a chegada da polícia. Também foram encontrados coletes à prova de balas de uso exclusivo das Forças Armadas.
Essa cena não se repetirá mais com a ocupação definitiva das comunidades pela polícia, que vai instalar na comunidade a 19º Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio. Essa foi a promessa reforçada ontem pelo secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, que visitou o Morro do Vidigal pela manhã na companhia da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha.
O secretário frisou a importância de "incluir esses lugares à cidade do Rio". Segundo oficiais do Bope, nenhuma comunidade ocupada por UPPs anteriormente colaborou tanto com a polícia quanto na Rocinha nesses primeiros momentos da ocupação.
As informações têm sido passadas por moradores por meio de bilhetes, telefonemas e também oralmente. "Cada comunidade é diferente. As denúncias são resultado da nossa credibilidade", disse o comandante do Bope, coronel René Alonso.
Moradores e comerciantes contaram que a noite de anteontem na Rocinha foi bem menos movimentada do que costuma ser em véspera de feriado. O coronel René afirmou que não há toque de recolher na favela, mas ressaltou que a partir de agora todos terão de conviver com regras sociais que vigoram em bairros não favelizados da cidade.
Um exemplo é a obrigação de respeitar o horário da lei do silêncio. Outro é a proibição de mototaxistas sem equipamentos de segurança, habilitação e documentos dos veículos.
Dificuldade
O secretário Beltrame afirmou ainda ontem que o governo combate simultaneamente o tráfico e as milícias, mas que as operações contra milícias são mais complexas por causa das características desse crime. "Nós não podemos ter, em um crime difícil de ser elucidado, a mesma velocidade. Tem muita gente (ligada às milícias) presa, mas as coisas têm de ser feitas com qualidade", disse o secretário.
Fonte:O Diário de Mogi
Situação de Lupi fica mais difícil
BRASÍLIA
Os indícios de que o ministro do Trabalho e o PDT usaram favores de uma organização não governamental (ONG) e de empresas para contratar aviões a serviço de viagens partidárias agravaram a situação de Carlos Lupi. Em vez de esperar para definir sua situação só na reforma ministerial, em 2012, a presidente Dilma Rousseff vai traçar o futuro do ministro a partir das novas explicações que ele terá de dar nesta quarta-feira ou na quinta-feira por conta do noticiário dos últimos dias.
Além das novas explicações para Dilma, Lupi vai ter de se defender, no próximo sábado, na reunião do Diretório Nacional do PDT. Um dos itens da agenda da reunião é "a prestação de contas do ministro Carlos Lupi de suas ações à frente do Ministério do Trabalho e Emprego".
Perante os cerca de 300 integrantes partidários, Lupi tentará uma sobrevida cavando, se possível, uma nota oficial de apoio do PDT à sua permanência na pasta.
Apesar de já ter trocado seis ministros - cinco deles por suposto envolvimento em casos de tráfico de influência e corrupção -, a presidente não deu ao ministro do Trabalho um salvo-conduto de permanência até o fim do ano.
Um assessor do Planalto resumiu ontem a situação do ministro: "Lupi não tem a garantia de que fica até a reforma ministerial; Lupi tem a garantia da presunção da inocência, que a presidente Dilma dá a todos, como manda a lei".
A presunção de inocência, contudo, fica cada vez mais difícil. Ontem, o site da revista "Veja" publicou um vídeo que mostra Lupi e Adair Meira, dono da ONG Pró-Cerrado, desembarcando do avião King Air usado em viagem pelo Maranhão em 2009.
Além deles, estavam presentes Ezequiel Nascimento, ex-secretário de Políticas Públicas de Emprego do ministério, o ex-governador Jackson Lago (já falecido) e o deputado Weverton Rocha (PDT-MA), ex-assessor de Lupi.
O noticiário de revistas e jornais deixou o ministro "com jeito de Wagner Rossi" - Rossi saiu da Agricultura ao admitir que usou o jatinho da OuroFino Agronegócios, empresa que mantinha contratos com o ministério e foi sua doadora eleitoral.
Na avaliação do Planalto, o "jeito Rossi" do ministro do Trabalho quer dizer o seguinte: 1) apareceram indícios de que ele viajou de favor, num esquema envolvendo a Pró-Cerrado, ONG que já ganhou quase R$ 14 milhões em convênios com o Ministério do Trabalho e é próxima de lideranças do PDT de Goiás; 2) o próprio PDT não conseguiu dar uma resposta cabal sobre quem pagou os aviões usados pelo partido e pelo ministro, na viagem pelo interior do Maranhão.
Fonte:O Diário de Mogi
Os indícios de que o ministro do Trabalho e o PDT usaram favores de uma organização não governamental (ONG) e de empresas para contratar aviões a serviço de viagens partidárias agravaram a situação de Carlos Lupi. Em vez de esperar para definir sua situação só na reforma ministerial, em 2012, a presidente Dilma Rousseff vai traçar o futuro do ministro a partir das novas explicações que ele terá de dar nesta quarta-feira ou na quinta-feira por conta do noticiário dos últimos dias.
Além das novas explicações para Dilma, Lupi vai ter de se defender, no próximo sábado, na reunião do Diretório Nacional do PDT. Um dos itens da agenda da reunião é "a prestação de contas do ministro Carlos Lupi de suas ações à frente do Ministério do Trabalho e Emprego".
Perante os cerca de 300 integrantes partidários, Lupi tentará uma sobrevida cavando, se possível, uma nota oficial de apoio do PDT à sua permanência na pasta.
Apesar de já ter trocado seis ministros - cinco deles por suposto envolvimento em casos de tráfico de influência e corrupção -, a presidente não deu ao ministro do Trabalho um salvo-conduto de permanência até o fim do ano.
Um assessor do Planalto resumiu ontem a situação do ministro: "Lupi não tem a garantia de que fica até a reforma ministerial; Lupi tem a garantia da presunção da inocência, que a presidente Dilma dá a todos, como manda a lei".
A presunção de inocência, contudo, fica cada vez mais difícil. Ontem, o site da revista "Veja" publicou um vídeo que mostra Lupi e Adair Meira, dono da ONG Pró-Cerrado, desembarcando do avião King Air usado em viagem pelo Maranhão em 2009.
Além deles, estavam presentes Ezequiel Nascimento, ex-secretário de Políticas Públicas de Emprego do ministério, o ex-governador Jackson Lago (já falecido) e o deputado Weverton Rocha (PDT-MA), ex-assessor de Lupi.
O noticiário de revistas e jornais deixou o ministro "com jeito de Wagner Rossi" - Rossi saiu da Agricultura ao admitir que usou o jatinho da OuroFino Agronegócios, empresa que mantinha contratos com o ministério e foi sua doadora eleitoral.
Na avaliação do Planalto, o "jeito Rossi" do ministro do Trabalho quer dizer o seguinte: 1) apareceram indícios de que ele viajou de favor, num esquema envolvendo a Pró-Cerrado, ONG que já ganhou quase R$ 14 milhões em convênios com o Ministério do Trabalho e é próxima de lideranças do PDT de Goiás; 2) o próprio PDT não conseguiu dar uma resposta cabal sobre quem pagou os aviões usados pelo partido e pelo ministro, na viagem pelo interior do Maranhão.
Fonte:O Diário de Mogi
Veto à Lei do Silêncio será votado
SABRINA PACCA
Os vereadores da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes devem votar, hoje, se acatam ou não o veto do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) ao Projeto de Lei nº 99, de autoria de Protássio Ribeiro Nogueira (PSD), conhecido como "Lei do Silêncio". O chefe do Executivo mogiano considerou a proposta de Nogueira inconstitucional e ainda ressaltou que as mudanças na legislação, sugeridas pelo legislador, acabará com o "poder de polícia" da Administração, que não poderia mais atuar de forma espontânea, pró-ativa.
O que Nogueira quer é mudar o local de medição dos decibéis de dois metros do reclamado, como é atualmente, para o imóvel do reclamante, obrigando o denunciante a se identificar.
No entanto, para a Prefeitura, caso esse projeto seja aprovado, os funcionários públicos que atendem essas ocorrências de excesso de volume na Cidade não poderão agir por conta própria, porque haveria a necessidade de uma denúncia, obrigatoriamente.
Apesar de, no início, logo depois de receberem o veto, alguns vereadores terem dito que não aceitariam o posicionamento de Bertaiolli, especialmente os mais ligados ao autor do projeto, para a reportagem de O Diário, no mês passado, 11 dos 16 legisladores garantiram que vão votar a favor da decisão do prefeito. Entretanto, na votação, que deve acontecer provavelmente na sessão de hoje, o número de adesões ao veto deve ser maior, pelo que tudo indica.
A possível aprovação do veto ganhou força, também, após o secretário geral da 17ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mogi das Cruzes, Ademir Falque dos Santos, ter afirmado que a entidade pode ingressar com uma representação junto ao Ministério Público contra as mudanças na "Lei do Silêncio", caso a Câmara Municipal não acate a decisão de Bertaiolli. A representação seria baseada em um acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ/SP), de 4 de maio deste ano, que considerou como inconstitucional qualquer proposta vinda do Legislativo que altere este tipo de legislação.
Zoneamento
A comunidade ainda pode conferir as 14 propostas de mudanças no zoneamento urbano da Cidade, de autoria dos vereadores e prefeito, para que sejam debatidas nas duas audiências públicas marcadas para acontecer no próximo dia 28 de novembro, das 15 às 18 horas e das 19 às 22 horas, na Câmara. Após serem discutidas pela população, as propostas devem ser enviadas para a Prefeitura, avaliadas pelo Conselho Municipal da Cidade e só então voltarão como projeto de lei para serem votadas pela Câmara.
Fonte:O Diário de Mogi
Os vereadores da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes devem votar, hoje, se acatam ou não o veto do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) ao Projeto de Lei nº 99, de autoria de Protássio Ribeiro Nogueira (PSD), conhecido como "Lei do Silêncio". O chefe do Executivo mogiano considerou a proposta de Nogueira inconstitucional e ainda ressaltou que as mudanças na legislação, sugeridas pelo legislador, acabará com o "poder de polícia" da Administração, que não poderia mais atuar de forma espontânea, pró-ativa.
O que Nogueira quer é mudar o local de medição dos decibéis de dois metros do reclamado, como é atualmente, para o imóvel do reclamante, obrigando o denunciante a se identificar.
No entanto, para a Prefeitura, caso esse projeto seja aprovado, os funcionários públicos que atendem essas ocorrências de excesso de volume na Cidade não poderão agir por conta própria, porque haveria a necessidade de uma denúncia, obrigatoriamente.
Apesar de, no início, logo depois de receberem o veto, alguns vereadores terem dito que não aceitariam o posicionamento de Bertaiolli, especialmente os mais ligados ao autor do projeto, para a reportagem de O Diário, no mês passado, 11 dos 16 legisladores garantiram que vão votar a favor da decisão do prefeito. Entretanto, na votação, que deve acontecer provavelmente na sessão de hoje, o número de adesões ao veto deve ser maior, pelo que tudo indica.
A possível aprovação do veto ganhou força, também, após o secretário geral da 17ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mogi das Cruzes, Ademir Falque dos Santos, ter afirmado que a entidade pode ingressar com uma representação junto ao Ministério Público contra as mudanças na "Lei do Silêncio", caso a Câmara Municipal não acate a decisão de Bertaiolli. A representação seria baseada em um acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ/SP), de 4 de maio deste ano, que considerou como inconstitucional qualquer proposta vinda do Legislativo que altere este tipo de legislação.
Zoneamento
A comunidade ainda pode conferir as 14 propostas de mudanças no zoneamento urbano da Cidade, de autoria dos vereadores e prefeito, para que sejam debatidas nas duas audiências públicas marcadas para acontecer no próximo dia 28 de novembro, das 15 às 18 horas e das 19 às 22 horas, na Câmara. Após serem discutidas pela população, as propostas devem ser enviadas para a Prefeitura, avaliadas pelo Conselho Municipal da Cidade e só então voltarão como projeto de lei para serem votadas pela Câmara.
Fonte:O Diário de Mogi
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