Foto: AP Photo/Ben Curtis
Em telefonema, porta-voz afirma que filho de Kadhafi lideraria negociação; rebeldes só negociam depois de rendição.
Da BBC
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Um porta-voz de Muammar Kadhafi afirmou que ele está pronto para iniciar negociações para a transferência do poder na Líbia.
Em telefonema para uma agência de notícias, Moussa Ibrahim teria dito que o filho de Kadhafi, Saadi, lideraria a negociação. Mas os rebeldes afirmam que não vão negociar até que Khadafi se renda.
Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), em Nova York, o porta-voz teria ligado e falado que Kadhafi ainda está na Líbia, mas não especificou em qual cidade.
A AP afirma que identificou Moussa Ibrahim pela voz e o porta-voz também teria dito que Kadhafi quer formar um governo de transição com os rebeldes. Ibrahim também teria dito à AP que ainda está em Trípoli e viu o ex-líder líbio na sexta-feira.
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No começo da semana, a CNN informou que tinha recebido um email de Saadi Kadhafi confirmando que seu pai queria negociar um cessar-fogo. "Vou tentar salvar minha cidade, Trípoli, e os dois milhões de pessoas que vivem lá... senão Trípoli se perderá para sempre, como a Somália", escreveu.
Uma autoridade do Conselho Nacional de Transição líbio (CNT) disse à agência de notícias Reuters que eles não sabem onde Muammar Kadhafi está e nenhuma negociação está acontecendo. "Se ele quiser se render, então vamos negociar e vamos capturá-lo", disse Ali Tarhouni, a autoridade do CNT encarregada do petróleo e questão financeiras.
O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, descreveu a oferta de Kadhafi como um "delírio" e afirmou que o CNT já está no comando da Líbia. "O que precisamos dos restos do regime de Khadafi é que os confrontos parem", disse Hague à BBC.
A organização de defesa dos direitos humano Human Rights Watch afirmou que existem provas de que as forças leais a Kadhafi mataram pelo menos 17 prisioneiros e realizaram "execuções supostamente arbitrárias de dezenas de civis" dias antes de os rebeldes ocuparem Trípoli.
Na sexta-feira, mais de 200 corpos em decomposição foram encontrados em um hospital abandonado no bairro de Abu Salim. Médicos e enfermeiras fugiram devido aos combates e muitos pacientes feridos foram abandonados.
Mais de 50 corpos carbonizados foram encontrados em um depósito foi foi incendiado, ao sul da capital líbia. Moradores do bairro de Salah al-Din afirmaram que estes corpos eram de civis que foram executados na terça-feira por integrantes de uma brigada comandada por outro filho de Muammar Kadhafi, Khamis.
Fonte:G1.com
Diretor de redação do jornal 'O Globo' morreu no sábado, 27.
Velório neste domingo, 28, reuniu parentes, amigos e colegas de trabalho.
Do G1 RJ
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Rodolfo Fernandes (Foto: TV Globo)
O corpo do jornalista Rodolfo Fernandes foi cremado na tarde deste domingo (28), no Rio de Janeiro. O diretor de redação do jornal "O Globo" morreu no sábado, aos 49 anos, vítima de insuficiência respiratória, depois de lutar por cerca de dois anos contra a esclerose lateral amiotrófica, doença neurodegenerativa.
A doença impôs a Rodolfo severas limitações físicas. Mesmo assim, continuou à frente do jornal, mantendo a rotina até quinta-feira (25). Ele foi internado na sexta na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio, e morreu no dia seguinte.
Rodolfo começou a carreira no "Tribuna da Imprensa", jornal de seu pai, Hélio Fernandes. Ele era sobrinho também do jornalista Millôr Fernandes. Antes de chegar ao jornal "O Globo", trabalhou no "Última Hora", no "Jornal de Brasília", na "Folha de S. Paulo" e no "Jornal do Brasil". No jornal "O Globo", ocupou vários cargos: em Brasília, foi coordenador de política e chefe de redação. Ao voltar para o Rio, virou editor de Política, editor-chefe e depois diretor de redação.
Depoimentos
O velório foi realizado a partir das 10h deste domingo, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju (Zona Norte), e reuniu, políticos, artistas, amigos e colegas de trabalho (no vídeo abaixo, veja reportagem da Globo News com depoimentos de pessoas presentes ao velório).
"O Rodolfo marcou a passagem dele pelo O Globo com um estilo todo próprio. Ele era uma pessoa muito séria, levava muito a sério o país, o jornalismo. É uma pena ter ido tão cedo", afirmou o jornalista Merval Pereira, do "O Globo" e da Globo News.
"Os últimos dois anos foram difíceis. E nesses dois anos ele mostrou o amor pelo jornalismo. Então ele nos deixou uma lição de que o jornalismo é aquilo que deve ser feito em todas as circunstâncias, sempre, até o final", disse Miriam Leitão, também de "O Globo" e da Globo News.
Para o vice-presidente das Organizações Globo José Roberto Marinho, "Rodolfo era um exemplo de ética, de postura, uma pessoa queridíssima de todo mundo, que só deixa boas lembranças. Uma pessoa que soube cultivar as amizades e fazer do jornalismo essa profissão séria que a gente gosta que seja assim".
Fonte:G1.com
Anna Hazare, de 74 anos, será hospitalizado para fazer série de exames.
Governo promete atender algumas de suas reivindicações.
Do G1, com agências internacionais *
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O militante anticorrupção indiano Anna Hazare encerrou neste domingo (28) a greve de fome iniciada há 12 dias, depois de receber a promessa dos parlamentares que haverá reforço na sua luta contra a corrupção na Índia. Ele rompeu o protesto em Nova Déli ao beber água de coco com mel. A mistura foi oferecida por duas meninas.
Hazare, de 74 anos, será hospitalizado nas próximas horas para ser submetido a uma bateria de exames médicos.
Ativista Anna Hazare quebra jejum ao tomar água de coco com mel, mistura oferecida por duas meninas. (Foto: Manan Vatsyayana / AFP Photo)
A campanha de Hazare para endurecer a legislação anticorrupção encontrou grande apoio na população. “Durante 12 dias as pessoas do povo estiveram aqui. É a vitória deles”, afirmou o ativista.
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O militante radical iniciou a greve de fome em 16 de agosto, dia em que foi detido após as grandes manifestações em todo o país que pediam o fim da corrupção. Ele foi liberado três depois e seguiu para uma praça de Nova Déli, onde prosseguiu com o jejum para exigir mais rigor em um projeto de lei em debate no Parlamento para dar mais eficiência à luta contra a corrupção.
Neste sábado (27), o governo anunciou que vai atender algumas de suas demandas, como a criação do cargo de mediador da República em cada um dos 29 estados do país, a redação de uma “carta do cidadão” e a ampliação dos poderes do mediador a todos os funcionários do governo.
(*) Com informações das agências de notícias Efe e France Presse
Fonte:G1.com

Waldemar Costa Filho sabia como incomodar a oposição, que nunca esteve tão forte na Cidade quanto durante o seu segundo mandato, iniciado em 1977. Sob o comando do empresário Jacob Lopes e do advogado Rubens Nogueira Magalhães, o MDB sonhava com o poder e procurava qualquer coisa que pudesse incomodar seu maior adversário. Corria o final dos anos 70 e Waldemar ousava aventurar-se na abertura da Mogi-Bertioga, ao mesmo tempo em que construía os novos prédios da Prefeitura, Câmara e Justiça do Trabalho, no Centro Cívico. Mas a boa estrela lhe trouxe o maior presente que um prefeito da época poderia receber: recursos a fundo perdido para a implantação do Comunidade Urbana de Recuperação Acelerada, o Projeto Cura. Era dinheiro de sobra, garantia de asfalto, creches, água e esgotos para pontos até então abandonados do populoso Bairro de Braz Cubas. Os opositores, em pânico, mandaram distribuir por lá um panfleto dizendo que os moradores teriam de pagar por todos aqueles benefícios anunciados por Waldemar pelo rádio e jornal. A comunidade tremeu. Waldemar soube daquilo e mandou que seus aliados providenciassem ônibus para levar o maior número possível de moradores para o Cine Avenida, onde ele faria um pronunciamento. À noite, o local estava lotado e a mesa de autoridades formada por convidados especiais do prefeito, como juízes, promotores, o bispo, presidentes de clubes de serviços, médicos conhecidos e seus aliados políticos. Waldemar começou um discurso explicando que as obras não seriam cobradas porque os recursos eram do Governo Federal, e à medida que ia falando, ficava cada vez mais exaltado: "Esses panfletos que vocês receberam é obra da oposição, desses emedebistas mentirosos..." e embalou de vez, passando a elevar o teor das críticas, até que explodiu: "E vocês querem saber de uma coisa? Pois esse pessoal da oposição que vá para p... q... p...!!!" E, virando-se para o bispo atônito, disse: "Perdão, excelência!!!". A reação do público foi ainda mais inesperada. Waldemar foi aplaudido de pé pelos moradores. Dias depois, o "Estadão" noticiava: "Governistas de Mogi reagem a insulto com aplausos".
Fazenda
Desde a semana que passou, a Vara da Fazenda de Mogi das Cruzes conta com um juiz titular. Bruno Machado Miano era juiz titular da 2ª Vara da Comarca de Dracena, no Interior de São Paulo, de onde foi promovido por antiguidade.
Justiça – 1
O escritório Vitale e Cury Advogados Associados, da Capital, que tem entre seus titulares o advogado mogiano Ivan Vitale, representa o antigo Grupo Paschoal Thomeu, de Guarulhos, no processo de recuperação judicial que envolve quatro empresas, uma metalúrgica, uma gráfica e dois jornais.
Justiça – 2
Com uma dívida de cerca de R$ 350 milhões, os herdeiros de Thomeu vão tentar vender a metalúrgica e a gráfica, atualmente desativadas, para garantir o futuro dos dois jornais, "Metrô News" e "Folha Metropolitana". As negociações com os credores já começaram.
De pijama
A edição de ontem do Diário Oficial do Estado de São Paulo trouxe a notícia da aposentadoria voluntária, por tempo de serviço, do ex-delegado seccional de Polícia de Mogi das Cruzes, Carlos José Ramos da Silva, que vinha atuando em São Paulo. Após 36 anos de trabalho "Casé", como é conhecido, abre vaga como delegado de classe especial.
Fonte:O Diário de Mogi