segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Amigos do Téo - I

Divulgação


Amigos do Téo - I
O novo secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, bem como seu adjunto, José Manoel de Camargo e Teixeira, são da mesma escola de gestores de saúde, a PROAHSA (Programa de Estudos Avançados em Administração Hospitalar e de Sistemas de Saúde do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo), cursada pelo secretário-adjunto de Saúde de Mogi, Marcello Cusatis, o Téo. 


Amigos do Téo - II
O bom relacionamento entre Téo e os secretários estaduais parece ser mais um ponto importante para o entendimento de Mogi com o governo do Estado. Na reunião ocorrida na secretaria estadual, na última semana, o entrosamento entre Cerri e Téo foi visível.




Novo partido

Márcio Siqueira
Daniel Carvalho/ Divulgação


Novo partido
O prefeito Marco Bertaiolli pode sair do Democratas e fundar, ao lado de seu amigo e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o Partido da Democracia Brasileira (PDB). Seria uma forma de, ao criar uma nova legenda, não ser - nem ele, nem Kassab, tampouco o grupo político do manda-chuva paulistano - penalizado pela Lei da Fidelidade Partidária.


Todos socialistas
Segundo o Diário de S. Paulo de sexta-feira, Kassab trabalha com tal possibilidade, que ganhou força nos últimos dias, para, logo depois, fundir a nova legenda com o PSB, cujo expoente maior é, hoje, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e colocar os dois pés no governo Dilma Rousseff.


Leque de opções
A coluna vem expondo a possibilidade de Bertaiolli - fiel integrante do grupo kassabista, assim como o deputado federal Junji Abe - passar a compor o PMDB, a primeira opção aventada como destino político, ir ao PSB diretamente ou fundar um novo partido e, aí sim, virar socialista.



É Rollo! - I
O estatuto do novo partido está sendo preparado. Os advogados Admar Gonzaga e Alberto Rollo, especialistas em legislação eleitoral, serão os responsáveis pela forma final. Rollo, por sua vez, já teve contato com a política mogiana, há 18 anos.



É Rollo! - II
Rollo foi o defensor do então prefeito Chico Nogueira num processo de cassação de mandato em razão de uma entrevista dada por Nogueira a uma rádio da cidade nas vésperas das eleições municipais de 1992. Eleito dias depois, ele perdeu em duas instâncias e, antes de o recurso especial ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça, faleceu, em maio de 1994.




Lado a lado
Quanto a Bertaiolli, a criação do novo partido, se servir de ponte para a transferência ao PSB, criará situações curiosas, como viver sob o mesmo teto partidário do que o vereador Chico Bezerra, conforme já citado pela coluna, e ter como cacique regional o prefeito de Ferraz de Vasconcelos Jorge Abissamra.




Infidelidade
Talvez desconhecendo a possibilidade de Bertaiolli compor o PSB, Chico teria conversado longamente com um potencial candidato a prefeito dias atrás, o ex-vereador Austelino Ferreira Mattos, disposto a tudo para voltar à política em 2012, mas sob a condição de que só na disputa pela Prefeitura.
Daniel Carvalho


No meio do mato
Um boneco de Chico, por sua vez, foi encontrado caído no meio do mato, à margem da avenida Perimetral, no Rodeio. Utilizado largamente em período eleitoral, multiplicado pela cidade e disputando espaço com os bonecos de Junji, virou peça de museu depois do pleito, ou melhor, item de lixão.








Fonte: Mogi News

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

AME será entregue até junho, garante governo

Saúde
AME será entregue até junho, garante governo
Secretário de Estado da Saúde confirmou ontem a implantação imediata do ambulatório médico, que deve entrar em operação neste semestre
Divulgação

Prefeito Marco Bertaiolli apresentou ontem ao secretário Giovanni Cerri um dossiê com os principais investimentos do município
O prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (DEM) recebeu do secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, a garantia de implantação imediata do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) em Mogi das Cruzes. A previsão é de que o novo ambulatório médico entre em operação ainda no primeiro semestre de 2011.
Construído pela administração municipal no imóvel que ocupou o antigo Centro de Saúde (CS-1), no Jardim Santista, o prédio foi entregue simbolicamente ontem para que o Estado tome as providências necessárias para iniciar o atendimento no menor prazo possível.

O próximo passo será a abertura, pelo governo do Estado, do processo de chamamento público para escolha da empresa que será responsável pelo gerenciamento do AME.
Concluído este procedimento, a Secretaria de Estado da Saúde cuidará da compra dos equipamentos necessários, grande parte importados. "Será um importante marco para a saúde da região do Alto Tietê", afirmou o secretário estadual.
O encontro faz parte de uma série de audiências que o prefeito Marco Bertaiolli está solicitando neste início de ano para apresentar as principais reivindicações de Mogi das Cruzes aos novos secretários do governo de São Paulo.
"O resultado deste encontro foi extremamente positivo porque mostrou a coerência do novo secretário em cumprir primeiro os compromissos que já estão em andamento, como é caso do nosso AME, que deverá ser entregue até junho deste ano", disse.
"Para o segundo semestre, dando continuidade às nossas principais solicitações, o secretário cuidará da implantação de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos", acrescentou o prefeito.

Acompanhado do secretário municipal de Saúde, Paulo Villas Bôas de Carvalho, do adjunto Marcello Delascio Cusatis, e do presidente da Câmara de Mogi das Cruzes, vereador Mauro Araújo, o prefeito apresentou ao secretário da Saúde e seus assessores diretos um dossiê contendo os principais investimentos e necessidades do município na área.


Projetos
Giovanni Guido Cerri pode conhecer, por exemplo, detalhes sobre a construção do primeiro Hospital Municipal de Mogi das Cruzes, que será implantado no distrito de Brás Cubas; da Clínica de Reabilitação em Fisioterapia para Idosos e Acidentados, que será implantada ao lado do novo hospital; e da conquista de Mogi das Cruzes de uma nova unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), no Rodeio, outro extremo da cidade.
"O secretário viu com muito bons olhos tudo o que estamos fazendo em Mogi e se comprometeu em colaborar conosco em tudo o que for possível", completou.

Fonte: Mogi News

Banheiro público

Banheiro público

Com o fechamento para a reforma dos dois únicos banheiros públicos da área central, um sério problema volta a fazer parte do dia a dia dos milhares de consumidores que frequentam o comércio e a rede de serviços concentrados na principal região de negócios da Cidade.
É uma cena comum e desagradável ao extremo: o cliente está fazendo compras, precisa usar o banheiro, pede a gentileza ao vendedor ou ao próprio dono do estabelecimento e recebe como resposta um sonoro não, mesmo diante da urgência fisiológica.
Há desculpas clássicas para a negativa: estamos em obras ou o encanamento está entupido. Quando não, a verdade é dita: nossos banheiros são apenas para os funcionários.
Em alguns casos, tem-se sorte. E o local é prontamente oferecido, sem resistência, por comerciantes sabedores da importância de cativar um bom cliente.
Hoje, supermercados, restaurantes e lojas de grandes redes asseguram o serviço gratuitamente. Mesmo assim, a cartela de opções é diminuta na região central e, como ir a um desses locais, sem ser cliente?
Por isso, desde janeiro, o fechamento para as obras dos toaletes do Mercado Municipal complica a vida de centenas de pessoas. Uma solução emergencial seria a instalação de banheiros químicos, por exemplo, durante a execução dos serviços.
No tradicional endereço, há um sanitário menor, no andar superior, antes restrito apenas a funcionários e agora franqueado à população. O vandalismo e a falta de educação foram tantos que um funcionário foi destacado para tentar coibir os abusos.
O pior, neste caso: já se sabe que os reparos previstos para serem concluídos até fevereiro deverão atrasar.
A carência neste setor sempre desafia as cidades. O problema consiste na manutenção do espaço. Ela é onerosa, tarefa das mais inglórias. Além de exigir limpeza constante pelo grande fluxo de pessoas e a necessidade de se oferecer as condições de higiene para o uso, o poder municipal ainda arca com os prejuízos gerados por uma grande parcela da população, que detona os equipamentos, deixa todo tipo de sujeira.
Sanitário público, em geral, é terra de ninguém. É ali que as pessoas demonstram instintos violentos em seu mais puro estado. Incivilidade extrema no trato com seus pares, em desacordo com o mínimo que se espera da boa convivência social. Não há outra explicação. Por isso, esse é um sério problema urbano e tão antigo quando a própria Cidade.
Quem não se lembra dos sofríveis exemplos dos banheiros em praças como Shangai e Oswaldo Cruz, demolidos no passado. Hoje, apesar das dificuldades em se manter o serviço, não há como retroceder. Ainda bem. A vigilância precisa ser rigorosa, e os infratores, punidos. Pelo bem-estar da maioria.

Fonte: Diário de Mogi