sábado, 24 de junho de 2017

Instalação: Decisão final sobre vinda do Sesc será tomada em julho

Comitiva da entidade esteve ontem no Centro Esportivo do Socorro para realizar mais uma vistoria técnica
Os conselheiros do Serviço Social do Comércio (Sesc) visitarão o Centro Esportivo do Socorro em julho. Essa é a última etapa de análise da área. A partir da vistoria, o grupo vai elaborar um relatório que será submetido ao conselho. A informação foi divulgada durante a visita de uma comitiva com representantes do Sesc ao Centro Esportivo do Socorro, ontem, que contou com a presença do secretário de Cultura Mateus Sartori, do superintendente técnico-social do Sesc, Joel Naimayer Padula e demais representantes de outras áreas da entidade. Ele afirmou que a sede da Guarda Municipal e a Polícia Militar Ambiental, que funcionam em áreas anexas ao Centro Esportivo, podem ser remanejadas. O secretário esclareceu que os serviços só serão transferidos caso o Sesc solicite.
O superintendente técnico-social do Sesc, Joel Naimayer Padula, afirmou que apenas depois da visita dos conselheiros será elaborado o relatório final. "Os conselheiros, que são presidentes de sindicatos, visitarão a área em julho. A partir dessa visita técnica, um relatório será elaborado e apresentado ao conselho. Depois disso, vai depender da Prefeitura para a legalização do terreno e processo de doação e cessão do local", esclareceu.
Durante a visita de ontem, Padula destacou que o Sesc oferece uma série de atividades, além dos shows. Ele informou que são desenvolvidas atividades e oficinas em áreas como cultura, esporte e gastronomia. O superintende explicou que também será possível manter as atividades que existem atualmente no Centro Esportivo do Socorro. "Claro que privilegiamos quem é comerciário, das áreas de bens, serviço e turismo, mas a população está aberta para continuar participando", disse.
De acordo com o superintendente, ele ficou impressionado com a estrutura e localização do espaço. "O objetivo dessa visita é para que nós da área técnica possamos verificar as possibilidades do que existe aqui e ver como seria a atuação do início das atividades na cidade após a doação e cessão do local", ressaltou.
Sartori destacou que um dos próximos passos da Prefeitura será levar alguns grupos, como a Imprensa, representantes dos conselhos e lideranças de vários setores para conhecer a operação do Sesc. "O Sesc é gratuito e tem ações privadas. Quando se fala em privado, quer dizer que são cobradas, mas a preço popular. Os Sescs de São Paulo não tem portaria, bilheteria ou catraca. É como se fosse uma grande praça que as pessoas podem explorar. Assim como é o Parque da Cidade, que para utilizar o campo, por exemplo, é preciso agendar horário. No Sesc vai ser a mesma coisa. Não dá para chegar e usar, é preciso fazer o agendamento", acrescentou.
Sartori informou que a Prefeitura só encaminhará o projeto de cessão do espaço, assim que o Sesc oficializar a vinda para a cidade. No entanto, ele ressaltou que a Prefeitura já começou a tomar as medidas necessárias para viabilizar o processo.

Padula destacou que o Sesc oferece uma série de atividades, além dos shows

Sartori: 'Preços no Sesc são populares'.

Padula: 'Relatório será apresentado em julho'.

Fonte:Mogi News

Terreno invadido: Cerca de 160 famílias serão retiradas de área na Vl. Sonia

Reintegração está marcada para ocorrer às 9 horas da próxima terça-feira com o apoio da Polícia Militar
Foto: Reprodução Google


Pessoas construíram imóveis em terreno de preservação ambiental, onde passará o Parque Linear do Estado
Cerca de 160 famílias podem ficar desabrigadas em Itaquaquecetuba na próxima terça-feira, quando haverá a reintegração de posse e demolição dos imóveis que foram construídos em uma área de preservação ambiental. O local foi ocupado irregularmente na Vila Sônia, próximo à várzea do rio Tietê. A Prefeitura afirma que a região invadida é uma área de proteção ambiental que será recuperada. O espaço também deve receber as obras do Parque Linear, do governo do Estado.
Uma manifestação foi realizada na manhã de ontem, em frente ao Paço Municipal para mobilizar a Prefeitura de Itaquá a pedir suspensão desse processo, até que o município tenha condições de acolher as famílias, seja com aluguel social ou com moradias populares, segundo informou Edson Ferreira da Silva, que é o advogado dos ocupantes.
A Prefeitural informou que a área foi invadida há quatro anos e que, a princípio, eram apenas quatro moradias em 2013, quando foi solicitada à Justiça a retirada das famílias. Por conta da morosidade do processo, a invasão cresceu e, atualmente, existem cerca de 160 casas construídas de forma irregular.
Já o advogado dos moradores disse que há famílias vivendo há mais de 35 anos no local em questão e que não deveriam ser impactadas com a reintegração. Inclusive, uma ação de usucapião está em andamento para que essas pessoas possam permanecer legalmente no espaço. Para Silva, as ocupações mais recentes não devem ser demolidas sem antes uma alternativa para acolhimento desses habitantes.
Já a administração municipal informou que, de acordo com a decisão judicial, foi determinado que a Prefeitura disponha um local para a guarda dos pertences e que as famílias devem se abrigar na casa de parentes.
"A maioria que vive naquela região nem tem para onde ir, nem mesmo casa de parentes, porque todos os familiares moram naquela área. Queremos que a Prefeitura disponibilize o aluguel social ou arrume uma moradia para eles", destacou Edson. O advogado ainda lembrou que a área é habitada por muitos idosos, crianças e pessoas com deficiência e que há cerca de 200 famílias no local. "Tem gente que não tem a menor condição de sair de lá e, no dia da desapropriação, não sairão. Eles afirmam que vão permanecer para lutar pela moradia", contou.
A ação, marcada para às 9 horas da próxima terça-feira, deve contar com a presença e apoio da Polícia Militar. Por ser várzea do rio Tietê, a zona invadida é considerada de proteção ambiental e, por isso, poderá receber o Parque Linear do Estado. Está prevista a recuperação ambiental da área, segundo informou a Prefeitura.

Fonte:Mogi News

Terreno invadido: Cerca de 160 famílias serão retiradas de área na Vl. Sonia

Reintegração está marcada para ocorrer às 9 horas da próxima terça-feira com o apoio da Polícia Militar
Foto: Reprodução Google


Pessoas construíram imóveis em terreno de preservação ambiental, onde passará o Parque Linear do Estado
Cerca de 160 famílias podem ficar desabrigadas em Itaquaquecetuba na próxima terça-feira, quando haverá a reintegração de posse e demolição dos imóveis que foram construídos em uma área de preservação ambiental. O local foi ocupado irregularmente na Vila Sônia, próximo à várzea do rio Tietê. A Prefeitura afirma que a região invadida é uma área de proteção ambiental que será recuperada. O espaço também deve receber as obras do Parque Linear, do governo do Estado.
Uma manifestação foi realizada na manhã de ontem, em frente ao Paço Municipal para mobilizar a Prefeitura de Itaquá a pedir suspensão desse processo, até que o município tenha condições de acolher as famílias, seja com aluguel social ou com moradias populares, segundo informou Edson Ferreira da Silva, que é o advogado dos ocupantes.
A Prefeitural informou que a área foi invadida há quatro anos e que, a princípio, eram apenas quatro moradias em 2013, quando foi solicitada à Justiça a retirada das famílias. Por conta da morosidade do processo, a invasão cresceu e, atualmente, existem cerca de 160 casas construídas de forma irregular.
Já o advogado dos moradores disse que há famílias vivendo há mais de 35 anos no local em questão e que não deveriam ser impactadas com a reintegração. Inclusive, uma ação de usucapião está em andamento para que essas pessoas possam permanecer legalmente no espaço. Para Silva, as ocupações mais recentes não devem ser demolidas sem antes uma alternativa para acolhimento desses habitantes.
Já a administração municipal informou que, de acordo com a decisão judicial, foi determinado que a Prefeitura disponha um local para a guarda dos pertences e que as famílias devem se abrigar na casa de parentes.
"A maioria que vive naquela região nem tem para onde ir, nem mesmo casa de parentes, porque todos os familiares moram naquela área. Queremos que a Prefeitura disponibilize o aluguel social ou arrume uma moradia para eles", destacou Edson. O advogado ainda lembrou que a área é habitada por muitos idosos, crianças e pessoas com deficiência e que há cerca de 200 famílias no local. "Tem gente que não tem a menor condição de sair de lá e, no dia da desapropriação, não sairão. Eles afirmam que vão permanecer para lutar pela moradia", contou.
A ação, marcada para às 9 horas da próxima terça-feira, deve contar com a presença e apoio da Polícia Militar. Por ser várzea do rio Tietê, a zona invadida é considerada de proteção ambiental e, por isso, poderá receber o Parque Linear do Estado. Está prevista a recuperação ambiental da área, segundo informou a Prefeitura.

Fonte:Mogi News

Suzano: Secretaria de Saúde conquista verba estadual de R$ 349 mil

Procedimentos começarão a ser realizados a partir do fim do mês de julho; fila de espera é de 817 casos
Foto: Wanderley Costa/Secop Suzano


Guillaumon foi até Brasília providenciar os repasses
A Prefeitura de Suzano conquistou nesta semana verba estadual no valor de R$ 349 mil para cirurgias de catarata. Em reunião realizada na segunda-feira, em São Paulo, com o secretário de Estado da Saúde, David Uip, o chefe da pasta municipal de Saúde, Luís Cláudio Rocha Guillaumon, teve a confirmação do montante. Herdada pelo atual governo da gestão anterior, a fila de espera abarca 817 casos. Os procedimentos terão início no fim do mês de julho.
A ação faz parte de uma das premissas do Poder Executivo suzanense, que, na área da Saúde, busca retomar os investimentos e as subvenções que não contaram, anteriormente, com a mobilização necessária. A expectativa é que os procedimentos cirúrgicos tenham início dentro de 30 dias aproximadamente, após o alinhamento do cronograma de atendimento. A prioridade será a demanda reprimida, conforme ressalta Guillaumon.
"Essa é uma ação importante, que visa equacionar a fila de espera por cirurgias de catarata. Já estamos organizando as equipes e a estrutura necessária para atender essa demanda de forma ordenada. Todos os procedimentos serão feitos na Santa Casa de Misericórdia de Suzano, que, em razão de sua característica de atendimento regional, poderá até sediar intervenções de outras cidades, por meio de parcerias com outras prefeituras", acrescenta o secretário municipal de Saúde.
Brasília
Na terça-feira, o secretário foi até Brasília para providenciar repasses por parte do governo federal para diversos projetos. As tratativas, no entanto, teriam de ter início em 2013. Segundo Guillaumon, por falta de gestão administrativa, as negociações não tiveram êxito. Algumas das propostas retomadas vão permitir a reforma e a conclusão de Unidades Básicas de Saúde (UBS's); a subvenção de equipamentos de média e de alta complexidade da Santa Casa de Suzano; bem como a implantação de programas da União de acompanhamento clínico domiciliar.
"Nosso objetivo, em Brasília, foi desburocratizar investimentos fundamentais para a cidade e que podem ser até perdidos. Fiz questão de ir ao Ministério da Saúde para fundamentar a necessidade desses recursos para o município e garantir uma estruturação da rede básica de saúde. A ida ao Distrito Federal foi muito importante para Suzano. Esperamos que, dentro das próximas semanas, tenhamos a confirmação dessas benfeitorias para a cidade", conclui Guillaumon.

Fonte:Mogi News