quinta-feira, 6 de abril de 2017

Maktub revê decisão e vai reabrir loja no Mogilar

 6 de abril de 2017  Cidades, QUADRO DESTAQUE  

O local passa por reformas e a expectativa é de que seja reaberto na próxima quarta-feira. (Foto: Eisner Soares)

LUCAS MELONI
Depois de encerrar as atividades da unidade do Mogilar na semana passada, a rede de supermercados Maktub anunciou ontem a reabertura desta segunda loja em Mogi das Cruzes. A diretoria explicou que houve a renegociação do preço do aluguel do espaço, que era de R$ 90 mil por mês e caiu para R$ 45 mil, o que permitiu a retomada das operações do segundo supermercado na Cidade. Os 83 funcionários, que haviam sido distribuídos para outras lojas (no Alto Tietê), já foram avisados da decisão. O local passa por reformas e a expectativa é de que seja reaberto na próxima quarta-feira.

O Diário tinha noticiado, no começo da semana passada, o fechamento da unidade do Mogilar, que já funcionava há 15 anos. Na ocasião, a reportagem havia apurado que o preço do aluguel era o motivo principal para o fechamento, assim como o avanço de outros concorrentes diretos pela Cidade e os efeitos da crise econômica pelo País.


O imóvel, que pertence à família de Marchi (que tinha, em meados das décadas de 70 e 80 um supermercado naquele endereço), era ocupado mediante um pagamento mensal de R$ 90 mil de aluguel. O preço, acima da média para a região e também para este momento de crise, fez com que a diretoria do Maktub iniciasse há oito meses uma rodada de negociação. A rede chegou a ofertar um valor que beirava os R$ 40 mil de aluguel e deixou claro que não tinha como arcar com o aluguel solicitado pelos proprietários e fazer reformas necessárias para otimizar a operação da unidade do Mogilar. O jornal apurou que não houve acordo, naquele primeiro momento, e o caso foi parar na Justiça. Sem solução rápida, a diretoria da rede optou por desocupar o prédio cujo contrato de aluguel vencia na semana passada.

“Não havia condições de cumprir com um preço daquele e continuar a operação do supermercado, fazendo as melhorias necessárias e indispensáveis. Os donos do imóvel perceberam que a gente não estava blefando quando o supermercado saiu do espaço. Eles aceitaram renegociar depois da loja fechada”, explicou Cristiane Rodrigues, gerente de compras da rede.

No fim das contas, o aluguel do espaço será de R$ 45 mil e a rede deve investir R$ 1 milhão na reabertura da loja. Este valor refere-se à reforma e o reabastecimento de estoque do supermercado, já que, após o anúncio de fechamento, o Maktub anunciou ofertas e diz ter liquidado todos os produtos.

A princípio, os diretores do supermercado trabalhavam com a data do próximo sábado, dia 8, para a reabertura, contudo, perceberam que não haveria tempo suficiente para concluir as obras e receber as cargas com novos produtos. A nova possível data de abertura é quarta-feira da próxima semana. O funcionamento continuará a ser das 8 às 22h30, de segunda a sábado, e das 8 às 20 horas aos domingos. A chefia disse que serão feitas ampliações e melhorias na loja do Mogilar, porém, não quis informar quais seriam.

O Maktub tem outras seis unidades (três no Alto Tietê: Mogi – no Alto do Ipiranga -, Poá e Suzano/três no Vale do Paraíba: Jacareí – duas – e Pindamonhangaba). As do Alto Tietê devem entrar em reforma no próximo ano.

Apesar das especulações pela Cidade sobre qual seria a utilização daquele imóvel na Avenida Francisco Rodrigues Filho (que sempre abrigou supermercados), não houve demonstração de interesse real de outras redes locais para a ocupação do espaço também por causa do preço. 

Fonte:O Diário de Mogi
 QUADRO DESTAQUE:
Câmara terá reunião com técnicos da Prefeitura sobre o trânsito em Mogi

 6 de abril de 2017  QUADRO DESTAQUE  
Vereadores vão cobrar respostas para os problemas no trânsito da Cidade. (Foto: Arquivo/ O Diário)
Vereadores vão cobrar respostas para os problemas no trânsito da Cidade. (Foto: Arquivo/ O Diário)

SILVIA CHIMELLO
A Câmara de Mogi solicitará reunião com técnicos da Secretaria Municipal de Transportes para discutir o trânsito da Cidade. Os vereadores cobram respostas para falhas na sinalização de solo, dificuldades em áreas para cargas e descarga, ausência de estacionamento rotativo, instalação de mais faixas de pedestres, entre vários outros problemas discutidos na sessão de ontem.

O vereador Antônio Lino (PSD) falou sobre as dificuldades que comerciantes da Rua Dr. Corrêa, próximo ao Largo do Carmo, enfrentam para receber mercadorias. “Podemos citar o caso de uma pizzaria onde a entrega só pode ser feita próximo ao Largo Francisco Nogueira, o que obriga o comerciante a levar nas costas toda a mercadoria até seu estabelecimento”, relata.


Ele também destaca a necessidade de levar a Zona Azul onde moradores e comerciantes estão até brigando por falta de vagas, situação que poderia melhorar com o estacionamento controlado. O vereador Marcos Furlan (DEM) também quer ampliar as áreas de estacionamento rotativo na região central.

A Maternidade Mogi-Mater, no Centro, enfrenta problema de falta de espaço para receber material e fazer o descarte do lixo hospitalar porque não há local para esse serviço nas ruas Marechal Deodoro e São João, onde está instalado. A observação foi feita pelo vereador Péricles Bauab (PR), que defende um estudo da Secretaria de Transporte para melhorar o fluxo nos cruzamentos de várias travessas da Avenida Brasil, no Mogi Moderno.

A falta de sinalização na rotatória da Avenida Brasil, próximo à base da Polícia Militar, também foi citada pelo vereador Mauro Araújo (PMDB), que segundo ele está apagada e tem levado muitos motoristas a serem multados.

O vereador Diego Martins, o Diegão, (PMDB), disse que as pessoas que circulam pela área da Praça Francisco Ribeiro Nogueira têm problemas para atravessar a rua em frente ao Supermercado Veran por causa do grande movimento de veículos, mas a Prefeitura não atendeu o pedido de melhorias no local.

Diante de tanta demanda, o presidente da Comissão de Segurança Pública e Transportes da Casa, vereador Cláudio Miyake (PSDB), sugeriu o convite ao secretário de Transportes, Mauro Rangel, para tratar dos problemas.

Fonte:O Diário de Mogi

terça-feira, 4 de abril de 2017

Procurador-geral da República apresentou ao Congresso anteprojeto com sugestões para alterações na legislação que trata do abuso de autoridade

 Rodrigo Janot (à esquerda) apresentou propostas ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, nesta terça
Rodrigo Janot (à esquerda) apresentou propostas ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, nesta terça
Marcelo Camargo/Agência Brasil - 28.3.2017
Rodrigo Janot (à esquerda) apresentou propostas ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, nesta terça
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta terça-feira (28) as propostas do MPF (Ministério Público Federal) para o projeto de lei em discussão no Congresso sobre os crimes de abuso de autoridade. A principal sugestão do anteprojeto da PGR é a tipificação da “carteirada” como crime, o que visa coibir a prática de utilização do cargo para se eximir do cumprimento de obrigação legal ou para obter vantagens.
Leia também: Lei do Abuso de Autoridade é "atentado à magistratura", diz Sérgio Moro

Em reunião realizada na manhã de hoje com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), Janot afirmou que o objetivo do anteprojeto é rever e modernizar a legislação vigente e acabar com abusos e corporativismo. "Não é uma sugestão de discussão que pretenda proteger nenhum agente político”, garantiu.
A proposta apresentada ao Congresso tipifica as condutas praticadas com abuso de autoridade pelos membros dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas e agentes da administração pública. Entretanto, o documento ressalta que não poderão ser enquadrados como abuso de autoridade os casos em que houver divergência na interpretação da lei ou quando os agentes públicos atuarem de acordo com o exercício regular das funções definidas.
A proposta estabelece que, quando houver comprovação de abuso de autoridade, os responsáveis poderão ser punidos com a perda do cargo, mandato ou função pública e a inabilitação para exercê-lo pelo período de um a cinco anos. Outra sugestão apresentada é a obrigatoriedade de o condenado indenizar o dano causado pelo crime – nessas situações, o juiz competente irá ficar o valor de reparação.
Leia também: PGR nega acelerar investigações da Lava Jato após pedido de Temer
Apesar do aumento no rigor, o documento elaborado pela PGR sugere a troca de penas de prisão em casos de abuso de autoridade por pena privativa de direitos, bem como a suspensão do exercício do cargo, mandato ou função, sem vencimentos, e a proibição de exercer função de natureza policial no distrito da culpa.
Além de coibir a “carteirada”, o anteprojeto prevê a tipificação como crime do uso abusivo dos meios de comunicação ou de redes sociais pela autoridade encarregada da investigação que antecipa a atribuição de culpa, antes de concluída a investigação e formalizada a acusação.
Constrangimento
A proposta classifica como crime os casos de constrangimento do preso com o intuito de obter favor ou vantagem sexual, com o objetivo de exposição ou exibição pública ou aos meios de comunicação ou de produzir provas contra si mesmo. Também foi proposta a tipificação do constrangimento de levar alguém a prestar depoimento quando não for obrigado, da submissão do preso a interrogatório durante o repouso noturno e da manutenção de presos de sexos opostos no mesmo ambiente prisional, além do uso indevido de algemas.
Leia também: Entenda o que diz o projeto da Lei Anticorrupção aprovado pela Câmara
Janot também conversou com o presidente do Senado sobre o Projeto de Lei que trata das 10 Medidas contra a Corrupção, que deve chegar em breve ao Senado . "É chegada a hora também da matéria voltar a ser discutida e que possamos caminhar nas propostas feitas por essa iniciativa", destacou.
Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-03-28/janot.html

Fonte:Dat Diário do Alto Tietê

Stefany Leandro: Inscrições ainda abertas Feira do Emprego contabiliza 60% das vagas preenchidas

Evento será na sexta-feira, no Pró-Hiper, e das 17 palestras que compõe programação, oito já fecharam turmas
Foto: Divulgação/PMMC


Até a tarde de ontem, 403 inscrições das 640 disponíveis já estavam preenchidas
Interessados em aproveitar os cursos e palestras que fazem parte da programação da Feira do Emprego e do Empreendedorismo promovida pela Prefeitura de Mogi das Cruzes devem se apressar. Até ontem, mais de 60% das vagas disponíveis já haviam sido preenchidas. O evento será realizado nesta sexta-feira, das 9 horas às 16h30, na estrutura do Pró-Hiper, no Mogilar.
De acordo com o balanço prévio divulgado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, até às 14 horas de ontem, 403 inscrições haviam sido contabilizadas, de um total de 640 oportunidades existentes. Das 17 palestras que compõem a programação, oito já haviam fechado turmas.
As palestras que serão ministradas ao longo do dia abordarão diferentes temas, tais como empreendedorismo, cultura startup, marketing digital, bem como instalação hidráulica, impermeabilização e montagem de notebook e muito mais. Para se inscrever basta acessar o site da prefeitura (www.mogidascruzes.sp.gov.br/inscricao/feira-do-emprego-e-empreendedorismo). Após selecionar a opção desejada será necessário informar alguns dados pessoais como nome completo, idade, CPF e e-mail.
Outras atividades
Além das capacitações, a Feira do Emprego oferecerá ainda uma série de serviços como elaboração de currículos e emissão da carteira de trabalho, que serão feitas pelo Emprega Mogi. Além disso, empresas também estarão no local realizando pré-seleções de candidatos. Para estes atendimentos, no entanto, não é necessária inscrição prévia. A entrada no evento é gratuita.
Na ocasião os Microempreendedores Individuais (MEIs) também poderão ser atendidos por contadores, em uma parceria com escritório local do Sescon, para a regularização, entre outras atividades.
A realização conta com o apoio de entidades como o Procon, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC).

Fonte:Mogi News