quinta-feira, 6 de abril de 2017

Mogi: Distrito de Brás Cubas terá dois cursos técnicos em 2018

Centro Paula Souza vai abrir vagas no ano que vem; aulas serão ministradas na escola Galdino Pinheiro Franco
Foto: Divulgação


Deputado Damasio foi quem pediu que os cursos fossem oferecidos no bairro
A Escola Galdino Pinheiro Franco, no distrito de Brás Cubas, em Mogi das Cruzes, vai receber salas descentralizadas da Escola Técnica Estadual (Etec) já no primeiro semestre do ano que vem. O pleito do deputado estadual Marcos Damasio (PR) foi atendido pela diretora superintendente do Centro Paula Souza (CPS), Laura Laganá, que prevê a abertura de até dois cursos na escola, inicialmente. O anúncio foi feito durante reunião na tarde de ontem.
Laura informou que o primeiro curso será o de Administração e que há grandes chances do curso de Secretariado ser implantado também no início de 2018. As aulas ocorrerão no período da tarde. "Agora serão cumpridos os trâmites técnicos e burocráticos para ficar tudo certo para o início das aulas", disse.
A diretora superintendente elogiou o empenho do parlamentar e o trabalho de envolvimento das partes interessadas, como Diretoria de Ensino de Mogi das Cruzes, Etec de Mogi, representantes de alunos e a diretoria do Galdino, com todos aprovando a ampliação das vagas técnicas na cidade.
"O maior problema do nosso País, hoje, e o desemprego e os jovens estão, muitas vezes, sem perspectiva de trabalho. Se não houver preparo da mão de obra com qualificação profissional vai ser cada vez mais complicado para o jovem conquistar um espaço no mercado de trabalho", defendeu o republicano.
De acordo com Damasio, levar cursos técnicos profissionalizantes para a periferia é algo que interessa a toda a sociedade. Além disso, as vagas estão sendo abertas no distrito mais populoso de Mogi e utilizando-se um prédio que já é do Estado e tem salas ociosas. "Esta é uma ação importantíssima para a formação profissional dos estudantes da nossa cidade", completou.
Negociação
O vice-líder do PR na Assembleia Legislativa reuniu no fim do ano passado representantes da Educação de Mogi das Cruzes para apresentar o tema, que foi aprovado por unanimidade. Em um primeiro encontro com Laura Laganá obteve sinal verde para dar andamento ao processo.
Graças ao envolvimento dos representantes, o deputado pôde retornar ao Centro Paula Souza com as documentações necessárias para pleitear a implantação das salas descentralizadas. Pedido para o qual obteve uma resposta positiva.

Fonte:Mogi News

CIDADES: Na Câmara, Conselhos de Segurança de Mogi reivindicam maior apoio

5 de abril de 2017  Cidades, QUADRO DESTAQUE  
Comissão de Segurança da Câmara se reuniu ontem com representantes dos Consegs. (Foto: Eisner Soares)
Comissão de Segurança da Câmara se reuniu ontem com representantes dos Consegs. (Foto: Eisner Soares)

SILVIA CHIMELLO
Os representantes dos Conselhos de Segurança (Consegs) de Mogi das Cruzes cobram apoio do Poder Público para garantir estrutura e condições de trabalho. Eles pedem ajuda da Imprensa para ampliar a divulgação dos trabalhos, envolvimento da comunidade e maior proximidade das pessoas com os policiais para fornecer os subsídios que vão indicar onde há problemas. Também informaram que as queixas mais frequentes na Cidade estão relacionadas aos crimes que envolvem o tráfico e uso de drogas, furtos, roubos e falta de ronda escolar.

Todas essas questões foram discutidas durante encontro com os Consegs de Braz Cubas, Jundiapeba e César de Souza, promovido pelo presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, Cláudio Miyake (PSDB), e seus membros – vereadores Mauro de Assis Margarido, o Maurinho (PSDB), e Diego de Amorim Martins (PMDB), o Diegão -, com a participação dos vereadores Edson Santos (PSD) e Emerson Rong (PR).


O presidente do Conseg de Braz Cubas, Alan Kardec, foi um dos mais contundentes nas cobranças. Ele pediu aos vereadores que avaliem a possibilidade de criar uma legislação no Município, a exemplo do que já existe em São Paulo, determinando uma parceria com a Prefeitura para melhorar a estrutura de trabalho. Ele acredita que os resultados poderiam ser mais efetivos se a entidade tive um endereço fixo, computador e material de divulgação.

“Nos falta apoio da Prefeitura. Não podemos ficar implorando favor para arrumar um lugar para as reuniões e nem ter tanto gasto de tempo e dinheiro para informar às pessoas sobre os encontros. A segurança precisa ser feita em conjunto. Os olhos dos policiais são as pessoas que moram nos bairros porque são elas que estão vendo o que está acontecendo e podem colaborar com as informações”, acrescentou.

José Raimundo de Santana, presidente do Conseg de Jundiapeba, um dos distritos de maior vulnerabilidade da Cidade, também avalia que é preciso ampliar a divulgação sobre o 181 para fazer as denúncias, pelo fato de ser um canal de comunicação que aproxima mais os munícipes dos policiais. Ele sugeriu ainda a “instalação de câmeras de monitoramento, especialmente nas proximidades das escolas, onde os problemas são frequentes”. Ele reforçou ainda a necessidade da criação de um núcleo de segurança em Jundiapeba.

Já em César de Souza, a presidente do Conseg, Fumie Eto, destaca que um dos principais problemas está relacionado ao tráfico. Ela disse que tenta levar ao local a ideia de “vizinhança comunitária” para estreitar o relacionamento e a comunicação entre os próprios moradores e a Polícia. Também defende uma campanha para estimular as pessoas a registrarem os boletins de ocorrência a fim de garantirem mais subsídios aos comandos policiais.

Os integrantes do Conseg do Centro não compareceram, apesar de a área ser uma região onde é alta a incidência de crimes. Essa reunião faz parte de uma série de debates que a Pasta vem realizando para realizar um diagnóstico da situação e buscar alternativas a fim de reduzir a criminalidade no Município. Já participaram os comandos das polícias Militar, Civil e secretários de Segurança Pública municipal e estadual. Nos próximos dias será agendada uma audiência pública com todos os envolvidos.

Melo leva pedidos a Brasília
O movimento para ampliar os serviços de maternidade em Mogi, retomado pelo vereador Francisco Moacir Bezerra de Melo Filho, o Chico Bezerra (PSB), ganhou apoio dos colegas da Câmara Municipal e do prefeito Marcus Melo (PSDB), que vai até Brasília hoje a fim de solicitar a liberação de recursos ao Ministério da Saúde para investir nesse serviço. O tucano deve visitar também outros órgãos durante a viagem.

O tema foi um dos mais discutidos na sessão de ontem da Câmara. Os vereadores comentaram a reportagem publicada em O Diário e reforçaram a necessidade de ampliar o serviço, já que a Santa Casa é o único hospital público na Cidade, motivo pelo qual sofre com os problemas de superlotação tanto na maternidade como na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal.

Um dos que defende a possibilidade de ampliar o prédio da Santa Casa ou mesmo construir uma maternidade municipal é o vereador Mauro Araújo (PMDB), que sugere um sistema de Parceria Público Privada (PPP) para agilizar a execução do projeto. Foi ele também quem informou sobre a viagem do prefeito ao Distrito Federal.

Fonte:O Diário de Mogi

Maktub revê decisão e vai reabrir loja no Mogilar

 6 de abril de 2017  Cidades, QUADRO DESTAQUE  

O local passa por reformas e a expectativa é de que seja reaberto na próxima quarta-feira. (Foto: Eisner Soares)

LUCAS MELONI
Depois de encerrar as atividades da unidade do Mogilar na semana passada, a rede de supermercados Maktub anunciou ontem a reabertura desta segunda loja em Mogi das Cruzes. A diretoria explicou que houve a renegociação do preço do aluguel do espaço, que era de R$ 90 mil por mês e caiu para R$ 45 mil, o que permitiu a retomada das operações do segundo supermercado na Cidade. Os 83 funcionários, que haviam sido distribuídos para outras lojas (no Alto Tietê), já foram avisados da decisão. O local passa por reformas e a expectativa é de que seja reaberto na próxima quarta-feira.

O Diário tinha noticiado, no começo da semana passada, o fechamento da unidade do Mogilar, que já funcionava há 15 anos. Na ocasião, a reportagem havia apurado que o preço do aluguel era o motivo principal para o fechamento, assim como o avanço de outros concorrentes diretos pela Cidade e os efeitos da crise econômica pelo País.


O imóvel, que pertence à família de Marchi (que tinha, em meados das décadas de 70 e 80 um supermercado naquele endereço), era ocupado mediante um pagamento mensal de R$ 90 mil de aluguel. O preço, acima da média para a região e também para este momento de crise, fez com que a diretoria do Maktub iniciasse há oito meses uma rodada de negociação. A rede chegou a ofertar um valor que beirava os R$ 40 mil de aluguel e deixou claro que não tinha como arcar com o aluguel solicitado pelos proprietários e fazer reformas necessárias para otimizar a operação da unidade do Mogilar. O jornal apurou que não houve acordo, naquele primeiro momento, e o caso foi parar na Justiça. Sem solução rápida, a diretoria da rede optou por desocupar o prédio cujo contrato de aluguel vencia na semana passada.

“Não havia condições de cumprir com um preço daquele e continuar a operação do supermercado, fazendo as melhorias necessárias e indispensáveis. Os donos do imóvel perceberam que a gente não estava blefando quando o supermercado saiu do espaço. Eles aceitaram renegociar depois da loja fechada”, explicou Cristiane Rodrigues, gerente de compras da rede.

No fim das contas, o aluguel do espaço será de R$ 45 mil e a rede deve investir R$ 1 milhão na reabertura da loja. Este valor refere-se à reforma e o reabastecimento de estoque do supermercado, já que, após o anúncio de fechamento, o Maktub anunciou ofertas e diz ter liquidado todos os produtos.

A princípio, os diretores do supermercado trabalhavam com a data do próximo sábado, dia 8, para a reabertura, contudo, perceberam que não haveria tempo suficiente para concluir as obras e receber as cargas com novos produtos. A nova possível data de abertura é quarta-feira da próxima semana. O funcionamento continuará a ser das 8 às 22h30, de segunda a sábado, e das 8 às 20 horas aos domingos. A chefia disse que serão feitas ampliações e melhorias na loja do Mogilar, porém, não quis informar quais seriam.

O Maktub tem outras seis unidades (três no Alto Tietê: Mogi – no Alto do Ipiranga -, Poá e Suzano/três no Vale do Paraíba: Jacareí – duas – e Pindamonhangaba). As do Alto Tietê devem entrar em reforma no próximo ano.

Apesar das especulações pela Cidade sobre qual seria a utilização daquele imóvel na Avenida Francisco Rodrigues Filho (que sempre abrigou supermercados), não houve demonstração de interesse real de outras redes locais para a ocupação do espaço também por causa do preço. 

Fonte:O Diário de Mogi
 QUADRO DESTAQUE:
Câmara terá reunião com técnicos da Prefeitura sobre o trânsito em Mogi

 6 de abril de 2017  QUADRO DESTAQUE  
Vereadores vão cobrar respostas para os problemas no trânsito da Cidade. (Foto: Arquivo/ O Diário)
Vereadores vão cobrar respostas para os problemas no trânsito da Cidade. (Foto: Arquivo/ O Diário)

SILVIA CHIMELLO
A Câmara de Mogi solicitará reunião com técnicos da Secretaria Municipal de Transportes para discutir o trânsito da Cidade. Os vereadores cobram respostas para falhas na sinalização de solo, dificuldades em áreas para cargas e descarga, ausência de estacionamento rotativo, instalação de mais faixas de pedestres, entre vários outros problemas discutidos na sessão de ontem.

O vereador Antônio Lino (PSD) falou sobre as dificuldades que comerciantes da Rua Dr. Corrêa, próximo ao Largo do Carmo, enfrentam para receber mercadorias. “Podemos citar o caso de uma pizzaria onde a entrega só pode ser feita próximo ao Largo Francisco Nogueira, o que obriga o comerciante a levar nas costas toda a mercadoria até seu estabelecimento”, relata.


Ele também destaca a necessidade de levar a Zona Azul onde moradores e comerciantes estão até brigando por falta de vagas, situação que poderia melhorar com o estacionamento controlado. O vereador Marcos Furlan (DEM) também quer ampliar as áreas de estacionamento rotativo na região central.

A Maternidade Mogi-Mater, no Centro, enfrenta problema de falta de espaço para receber material e fazer o descarte do lixo hospitalar porque não há local para esse serviço nas ruas Marechal Deodoro e São João, onde está instalado. A observação foi feita pelo vereador Péricles Bauab (PR), que defende um estudo da Secretaria de Transporte para melhorar o fluxo nos cruzamentos de várias travessas da Avenida Brasil, no Mogi Moderno.

A falta de sinalização na rotatória da Avenida Brasil, próximo à base da Polícia Militar, também foi citada pelo vereador Mauro Araújo (PMDB), que segundo ele está apagada e tem levado muitos motoristas a serem multados.

O vereador Diego Martins, o Diegão, (PMDB), disse que as pessoas que circulam pela área da Praça Francisco Ribeiro Nogueira têm problemas para atravessar a rua em frente ao Supermercado Veran por causa do grande movimento de veículos, mas a Prefeitura não atendeu o pedido de melhorias no local.

Diante de tanta demanda, o presidente da Comissão de Segurança Pública e Transportes da Casa, vereador Cláudio Miyake (PSDB), sugeriu o convite ao secretário de Transportes, Mauro Rangel, para tratar dos problemas.

Fonte:O Diário de Mogi