Saúde
SIS é apresentado para comitiva de Itapetininga
O secretário municipal de Saúde, Marcello Delascio Cusatis, recebeu ontem a visita de técnicos da futura gestão da Prefeitura de Itapetininga, no interior do Estado de São Paulo, interessados em conhecer detalhes do Sistema Integrado de Saúde (SIS)
Foto: Divulgação/PMMC
Cusatis recebeu os visitantes do interior do Estado
O secretário municipal de Saúde, Marcello Delascio Cusatis, recebeu ontem a visita de técnicos da futura gestão da Prefeitura de Itapetininga, no interior do Estado de São Paulo, interessados em conhecer detalhes do Sistema Integrado de Saúde (SIS). O grupo esclareceu dúvidas e visitou a Central de Agendamento de Consultas e o totem instalado no Pró-Mulher para entender o sistema que já conta com mais de 200 mil usuários ativos na cidade.
"Conseguimos avançar muito em tecnologia e facilidade de acesso desde a implantação do SIS na rede municipal de saúde. Inicialmente, pensamos em fazer a implantação por unidades, mas depois decidimos informatizar e interligar todas as unidades de uma só vez, o que foi extremamente positivo porque conseguimos construir o sistema de forma integrada", explicou o secretário.
Desde a sua implantação, em 2010, o Sistema Integrado de Saúde vem promovendo importantes avanços na saúde de Mogi, e ganhado destaque. O trabalho começou com a informatização e evoluiu para a disponibilização de recursos importantes como prontuário eletrônico, controle de estoques de medicamentos e insumos, disponibilidade de vagas e confirmação de consultas e exames por mensagens de celular ou fonadas, além de um mapeamento clínico dos pacientes por região e combate à violência contra criança, mulher e idoso.
"Estamos trabalhando no planejamento estratégico para a próxima gestão, tirando o máximo de ideias, porque uma das prioridades para a próxima gestão é justamente a informatização da saúde", explicou Cristiane Mirighi, futura secretária municipal de Saúde de Itapetininga.
Fante:Mogi News
Integração
Plano Municipal de Segurança deve ser votado até dezembro
Proposta tem como objetivo reduzir os índices criminais e fortalecer a relação entre diversos órgãos da cidade
Foto: Daniel Carvalho
Evento marcou a entrega do projeto de lei, que deve ser disseminado no Estado, para a Câmara Municipal
O projeto de lei do Plano Municipal de Segurança foi encaminhado para a Câmara Municipal. Ontem, durante o evento de entrega, o subprocurador-geral de Justiça de Políticas Criminais e Institucionais, Mario Luiz Sarrubbo, afirmou que o programa de integração entre as polícias Civil e Militar, o Ministério Público e a Prefeitura de Mogi, que resultou na proposta será disseminado em outros municípios. O presidente da Câmara, Mauro Araújo (PMDB), afirmou que a votação será nesse ano.
O Plano de Segurança propõe diversas diretrizes para reduzir os índices criminais e fortalecer a relação entre os diversos órgãos da cidade. A proposta se juntará no Legislativo ao projeto de lei do Fundo Municipal de Segurança, que está em tramitação e visa reunir recursos para investimentos na área. O projeto deve ser votado nos próximos dias.
Para Sarrubbo, a iniciativa de Mogi é inovadora, pois consegue reunir diversos órgãos em um único objetivo. "Esse trabalho integrado permitirá uma prevenção importantíssima no crime em Mogi. Pretendemos apresentar a ideia para outras comarcas e promotorias de Justiça em São Paulo", destacou.
O comandante do Comando de Policiamento de Área Metropolitana (CPAM) 12, coronel Mauro Lopes, o comandante do 17° Batalhão de Polícia Militar de Mogi, tenente-coronel Eduardo Rangel e o delegado seccional, Marcos Batalha, participaram do evento. Lopes aproveitou para informar que a cidade deve receber novos policiais no início de 2017.
O prédio da Promotoria de Justiça de Mogi, na rua Doutor Ricardo Vilela, também foi inaugurado ontem pelo procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio. Durante o evento, ele reforçou a divulgação do projeto integrado de segurança no Estado.
Fonte:Mogi News
22 de novembro de 2016 Cidades, QUADRO DESTAQUE
O cliente que for às unidades fechadas encontra avisos das mudanças. (Foto: Edson Martins)
O cliente que for às unidades fechadas encontra avisos das mudanças. (Foto: Edson Martins)
LUCAS MELONI
Para reorganizar suas operações, o Banco do Brasil anunciou o fechamento de 402 agências pelo País, duas delas em Mogi das Cruzes, e deve adotar um programa de demissão voluntária (PDV) para diminuir o quadro de servidores que, no momento, chega a 109 mil pessoas. A proposta é de que cerca de nove mil cargos sejam extintos. Alguns correntistas das agências do BB localizadas nas avenidas Voluntário Fernando Pinheiro Franco, no Jardim Santista, e na Francisco Ferreira Lopes, em Braz Cubas, teriam sido avisados pelas gerências das unidades sobre a transferência.
Representantes do banco estatal e do Sindicato dos Bancários de Mogi e Região tiveram uma reunião na semana passada para discutir o procedimento. No geral, cerca de 30 funcionários trabalham nas duas unidades. Nenhum deles deve ser demitido por enquanto. Eles foram remanejados às outras agências do BB na Cidade.
O cliente que for às unidades fechadas encontra avisos das mudanças. Na de Braz Cubas, por exemplo, a pessoa tem a orientação para buscar atendimento na agência da Rua Francisco Afonso de Mello, também no Distrito.
“Somos contra fechar agências e também contrários às demissões. O que ocorre com o Banco do Brasil é o claro exemplo da política econômica do governo Michel Temer que tenta favorecer os mais ricos e penaliza os trabalhadores. Este processo não pode prejudicar os trabalhadores. A gente está de olho para coibir qualquer abuso”, afirmou o presidente do Sindicato, Francisco Cândido.
As unidades deixaram de funcionar na semana passada e correntistas já foram transferidos para as outras agências. As da Rua Rangel, no Centro de Guararema, e da Rua General Glicério, em Suzano, também foram fechadas.
A categoria aponta que o objetivo do fechamento dos estabelecimentos em Mogi é a contenção de gastos, mesmo motivo para o extenso processo de reestruturação do BB em todo o País. Em até um ano, a gerência nacional quer fechar 404 agências e transformar outras 379 em postos de atendimento (com número de serviços e funcionários limitados). A intenção é uma economia de R$ 750 milhões ao ano.
Procurada, a assessoria de imprensa do BB encaminhou a seguinte nota ao jornal: “A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a 4 milhões até o final de 2017. Na comparação com o modelo tradicional, os clientes do atendimento digital mostram-se mais satisfeitos e consomem até 40% mais produtos e serviços bancários. O novo modelo também é mais eficiente. Um gerente de contas consegue gerenciar um número 35% maior de carteiras de clientes, se comparado ao atendimento nas agências físicas”, trouxe o texto.
Posto de atendimento
O Banco Mercantil do Brasil terá um posto de atendimento, a partir da próxima sexta-feira, na Rua Doutor Paulo Frontin, 225, no Centro de Mogi. A bandeira bancária já conta com uma agência na Avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco. Ela é uma das principais redes de pagamento de benefícios da Previdência Social.
Fonte:O Diário de Mogi
CIDADES
Golpes bancários são frequentes
19 de novembro de 2016 Cidades
A maior parte dos golpes é praticada com cartões ou em transações bancárias, segundo apura a
Polícia Civil de Mogi / Foto: Divulgação
LUCAS MELONI
Se você tem cartão de crédito e costuma utilizá-lo em lojas físicas, saiba que há um novo golpe aplicado em larga escala pelo Estado de São Paulo que envolve este tipo de pagamento. Alguns lojistas mal intencionados copiam o código de segurança (de três dígitos, localizado na parte de trás da tarjeta) para que possam fazer compras pela internet, já que esta é a única medida de proteção solicitada por todas as empresas que fazem vendas virtuais. É preciso ter atenção para não se tornar mais um número estatístico nas contas da Polícia Civil. Investigadores de Mogi das Cruzes têm fechado o cerco a golpistas na Cidade. Boa parte dos casos envolve transações financeiras / bancárias. A maioria das vítimas está na terceira idade. Os idosos são mais enganados, sobretudo, quando o assunto é crédito consignado.
A cada nova semana surgem diferentes golpes pelo País. Os bandidos tentam sempre estar à frente das polícias e da Justiça e, algumas vezes, conseguem. Dois grandes casos envolvendo lotéricas chamaram a atenção em Mogi das Cruzes nos últimos três anos. Em 2013, um comerciante caiu em um ao tentar comprar uma “concessão” de lotérica na região central de Mogi. Ele perdeu R$ 16 mil. Segundo o homem, o que mais o surpreendeu, foi que o grupo sabia detalhes muito técnicos sobre equipamentos, serviços e sistemas de atendimentos praticados e fornecidos pela Caixa Econômica Federal (CEF), gestora da rede de lotéricas. Pelo menos dois homens foram presos.
Há alguns meses, a gerente de uma lotérica, também no Centro, teve um prejuízo de R$ 53 mil. Bandidos ligaram para o local e disseram a ela que eram da CEF e precisavam orientá-la sobre a mudança de equipamentos. Com a justificativa de que faziam testes, os criminosos desviaram o dinheiro para diversas contas da Caixa em pequenos municípios do Ceará. Os valores, que giravam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, foram sacados em minutos.
Os principais casos de golpe, segundo a Polícia Civil de Mogi, envolvem transações financeiras, explica o delegado titular do 1º Distrito Policial (DP), Argentino da Silva Coqueiro. A maioria das vítimas é de idosos. “Há muitos problemas relacionados, sobretudo, a empréstimo consignado (com desconto em folha de pagamento / aposentadoria). Alguns idosos fazem os contratos e pensam parcelas de R$ 300,00, mas acabam pagando R$ 550,00, mais do que a metade da renda de muitos deles. Outros alegam que não contrataram os empréstimos. Há ainda os casos de aposentados que são enganados por golpistas que trocam os cartões e os fazem digitar nos caixas, como se fossem ajudá-los a concluir as transações, mas ficam com o dinheiro deles”, alertou. Há um levantamento específico sobre casos de estelionato envolvendo idosos como vítimas feito pela Delegacia do Idoso. Os dados podem ser conferidos em reportagem nesta página.
Uma nova modalidade de crime que tem crescido é o uso indevido de cartões de crédito de terceiros. A Polícia Civil na Grande São Paulo já prendeu alguns lojistas acusados de anotarem os códigos de segurança dos cartões de crédito dos clientes para fazerem compras pela internet. “Os mal intencionados vão lá, têm o registro do número do cartão, anotam o código de segurança e compram pela internet, onde os mecanismos de segurança são muito limitados. Eles chegam até a alugar casas na periferia para receberem os produtos e despistar possíveis investigações. A sugestão é sempre tentar pensar um passo a frente dos bandidos. É melhor colocar um adesivo em cima dos números. Para quem não faz compra online, apenas raspe o código. É mais seguro”, afirmou Jorge Lordello, especialista em segurança pública e particular.
O cuidado vale também para quem usa cheque. Um supervisor de vendas, de 61 anos, que não terá a identidade reveleada, é correntista de um banco no Centro de Mogi e teve problemas, em agosto passado, com uma folha de cheque de um talão antigo, não assinada por ele, no valor de R$ 1 mil. “Fui pego de surpresa. Era um talão antigo, que eu nem usava mais. Vi que havia um cheque, de R$ 1 mil, endereçado a uma loja (de material de construção) que eu não conheço. A assinatura não era minha. O banco acabou ressarcindo e deixei a história para lá, mas passei a monitorar mais para evitar outros problemas”, disse à reportagem.
Os clientes dos bancos precisam estar atentos porque nos terminais de auto atendimento há muitas armadilhas. Bandidos colocam linhas e prendedores nas entradas de envelopes de depósito para impedir que os valores sejam depositados. Eles acabam recuperando os papeis e ficam com o dinheiro. “Alguns vão além e mexem até nos telefones de emergência das agências. Se a pessoa suspeita e faz a ligação, eles atendem a vítima e tentam terminar o golpe por telefone”, acrescentou Coqueiro.
Vírus espalhados pela internet são armas também para conseguir dados bancários. É preciso ter cuidado ao baixar arquivos como músicas, filmes e séries porque muitos deles têm programas maliciosos para captura dessas informações.
fonte:O Diário de Mogi