Os (des) caminhos para Juliano Abe chegar a vice
24 de junho de 2016 Comentários (0) Informação 1
Não está sendo nem um pouco fácil para o vereador Juliano Abe (PSD) admitir a possibilidade de ser o candidato a vice da futura chapa a ser encabeçada por Marcus Melo (PSDB) para concorrer à Prefeitura. Há algumas barreiras pessoais a serem transpostas para que Juliano assuma a campanha e vá para as ruas pedir votos. A primeira foram os fatos que provocaram a renúncia de seu pai, Junji Abe (PSD), na última terça-feira. O jovem político estava visivelmente agastado com todos os fatos que redundaram na desistência do então pré-candidato a prefeito. Juliano sabe o quanto era importante para Junji entrar novamente na disputa pela Prefeitura e estava visivelmente desconfortado ao ver o pai sucumbir diante de pressões que vieram de alguns outros lados, além dos ataques do PR na tevê. Junte-se a isso o fato de existir alguma preocupação com a concentração de poderes de decisão nas mãos do prefeito Marco Bertaiolli (PSD), o que poderia colocar em risco, a qualquer momento, a candidatura do vice, embora a ideia original da dobradinha Marcus Melo/Juliano Abe tenha sido lançada pelo próprio prefeito, meses atrás. Independente da questão política, a candidatura de Juliano enfrenta ainda certa resistência no âmbito familiar. A matriarca da família, dona Elza Abe, não teria gostado nem um pouco do que houve com o marido e procurado demonstrar, a seu modo, que deseja ver Junji e o filho Juliano fora da política, de uma vez por todas. Apesar de todos esses aparentes empecilhos, a definição da chapa estaria próxima de acontecer, segundo informam pessoas ligadas ao atual e ao ex-prefeito de Mogi. E não será surpresa se a dobrada vier a ser anunciada nas próximas horas ou, no máximo, no início da semana que vem. Afinal, há muita coisa a ser feita para que os futuros candidatos venham a deslanchar nas pesquisas. E cada dia que passa, a partir de agora, serão 24 horas de atraso nesse sentido. Será preciso correr com o andor, pois as eleições estão cada dia mais próximas.
Avisos
Transferida de segunda para a tarde da última terça-feira, a reunião semanal que o prefeito Marco Bertaiolli realiza com seus secretários serviu também para informá-los sobre a saída de Junji Abe e a entrada em cena de Marcus Melo (PSDB) como candidato a prefeito pela situação. O comunicado aconteceu praticamente no mesmo horário em que Junji concedia entrevista anunciando publicamente sua decisão.
Emoção
Junji Abe começou o seu pronunciamento de terça-feira visivelmente nervoso, chegando a engasgar ou até trocar algumas palavras de seu improvisado discurso. Resultado, certamente, de um emocionado encontro particular que havia mantido, minutos antes, com vereadores e ex-assessores que foram prestigiar o seu anúncio. Nessa conversa entre amigos, Junji chegou a chorar ao antecipar aos interlocutores o que diria, em seguida, aos jornalistas.
Três Bês
Ao ser indagado por uma repórter a respeito da desistência de Junji, o vereador Taubaté Guimarães (PMDB) respondeu, maroto: “Ele não suportou a pressão de três Bês: Bertaiolli, Boy e Borenstein…” Ah, bom.
Na espera
Se, por qualquer um dos motivos apontados acima, Juliano Abe não aceitar a candidatura a vice, crescem as chances de um político que tem transitado com desenvoltura tanto junto a Bertaiolli, como a Junji, nos últimos tempos: o vereador Antonio Lino da Silva (PSD). Além de Junji e Juliano e de Bertaiolli e Marcus Melo, o vereador foi quem participou de uma pesada reunião, acontecida na Prefeitura de Mogi, no início da semana. O encontro ocorreu na noite de terça-feira, horas após Junji haver renunciado à sua candidatura, no gabinete do prefeito.
Fonte:O Diário de Mogi
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Gondim segue confiante para conquistar cargo de prefeito de Mogi
24 de junho de 2016 Comentários (0) QUADRO DESTAQUE Like
Gondim é pré-candidato pelo Solidariedade. (Foto: Eisner Soares)
Gondim é pré-candidato pelo Solidariedade. (Foto: Eisner Soares)

É com o espírito de “chegou a minha hora” que Luiz Carlos Gondim (Solidariedade), de 68 anos, tenta chegar ao seu objetivo: ser prefeito de Mogi das Cruzes. Deputado estadual em segundo mandato, o médico obstetra nascido em Fortaleza (CE) é realista ao analisar que, caso consiga ocupar a cadeira de chefe do Executivo da Cidade, terá que superar algumas dificuldades por causa da turbulência econômica do País. A campanha, analisa o parlamentar, será difícil. “Com a saída de Junji (Abe – PSD), perde-se um debate de alto nível porque ele é ético na discussão”, afirmou.
Figura conhecida e com um capital político respeitável na Cidade, Gondim está na vida pública há 29 anos. Divide o seu tempo entre as idas à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), atendimentos no Alto Tietê e visitas a cidades do interior, onde tenta parcerias políticas. Sempre que tem um tempo embarca para uns dias de folga na capital cearense.
Pela terceira vez na disputa à Prefeitura, Gondim, que é pré-candidato, espera ter seu nome ratificado em convenção do Solidariedade no mês que vem. “Acredito que tenho chances porque esta será uma eleição diferente das demais. Eu me sinto mais preparado pela minha experiência de cinco passagens consecutivas pela Assembleia. Conheço os mecanismos e as formas de conseguir apoio nos governos Federal e do Estado com alguns pontos que são muito importantes como saneamento básico, infraestrutura, esportes e a terceira idade. Essas áreas precisam receber muita atenção daqueles que pretendem se lançar candidatos”, avaliou o político.
Apesar de serem estruturas diferentes, Gondim acredita que parte da experiência adquirida no Legislativo estadual pode lhe ajudar caso chegue à Prefeitura. “Pude conviver muito de perto com áreas como saúde, educação e habitação de forma que tenho alguns projetos que podem ser continuados e outros aplicados em Mogi”, acrescentou.
A saída de Junji
Nesta semana, o ex-deputado federal Junji Abe (PSD) anunciou a retirada de sua pré-candidatura à Prefeitura de Mogi das Cruzes. A justificativa do ex-prefeito é que são pesadas as investidas de adversários contra ele e sua família. Abe afirmou que sofre “bullying”. Para Gondim, a saída de Junji da disputa é uma perda na “qualidade do debate”.
“Foi uma decisão do Junji. É uma pena a saída dele porque o Junji possibilita um debate de alto nível. Ele é ético. Disputa as campanhas com propostas. Depois da eleição, ele chega para você e diz ‘vou precisar de você no Legislativo estadual para apoiar esta Cidade’. É uma atitude em prol do coletivo e respeito muito isso”, disse.
Fonte: O Diário de Mogi
Gondim é pré-candidato pelo Solidariedade. (Foto: Eisner Soares)
Gondim é pré-candidato pelo Solidariedade. (Foto: Eisner Soares)
É com o espírito de “chegou a minha hora” que Luiz Carlos Gondim (Solidariedade), de 68 anos, tenta chegar ao seu objetivo: ser prefeito de Mogi das Cruzes. Deputado estadual em segundo mandato, o médico obstetra nascido em Fortaleza (CE) é realista ao analisar que, caso consiga ocupar a cadeira de chefe do Executivo da Cidade, terá que superar algumas dificuldades por causa da turbulência econômica do País. A campanha, analisa o parlamentar, será difícil. “Com a saída de Junji (Abe – PSD), perde-se um debate de alto nível porque ele é ético na discussão”, afirmou.
Figura conhecida e com um capital político respeitável na Cidade, Gondim está na vida pública há 29 anos. Divide o seu tempo entre as idas à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), atendimentos no Alto Tietê e visitas a cidades do interior, onde tenta parcerias políticas. Sempre que tem um tempo embarca para uns dias de folga na capital cearense.
Pela terceira vez na disputa à Prefeitura, Gondim, que é pré-candidato, espera ter seu nome ratificado em convenção do Solidariedade no mês que vem. “Acredito que tenho chances porque esta será uma eleição diferente das demais. Eu me sinto mais preparado pela minha experiência de cinco passagens consecutivas pela Assembleia. Conheço os mecanismos e as formas de conseguir apoio nos governos Federal e do Estado com alguns pontos que são muito importantes como saneamento básico, infraestrutura, esportes e a terceira idade. Essas áreas precisam receber muita atenção daqueles que pretendem se lançar candidatos”, avaliou o político.
Apesar de serem estruturas diferentes, Gondim acredita que parte da experiência adquirida no Legislativo estadual pode lhe ajudar caso chegue à Prefeitura. “Pude conviver muito de perto com áreas como saúde, educação e habitação de forma que tenho alguns projetos que podem ser continuados e outros aplicados em Mogi”, acrescentou.
A saída de Junji
Nesta semana, o ex-deputado federal Junji Abe (PSD) anunciou a retirada de sua pré-candidatura à Prefeitura de Mogi das Cruzes. A justificativa do ex-prefeito é que são pesadas as investidas de adversários contra ele e sua família. Abe afirmou que sofre “bullying”. Para Gondim, a saída de Junji da disputa é uma perda na “qualidade do debate”.
“Foi uma decisão do Junji. É uma pena a saída dele porque o Junji possibilita um debate de alto nível. Ele é ético. Disputa as campanhas com propostas. Depois da eleição, ele chega para você e diz ‘vou precisar de você no Legislativo estadual para apoiar esta Cidade’. É uma atitude em prol do coletivo e respeito muito isso”, disse.
Fonte: O Diário de Mogi
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Mais 15 anos: Vida útil do cemitério da Saúde pode ser ampliada
A implantação de valas coletivas provisórias no cemitério da Saudade, em Brás Cubas, é vista como uma possível solução para o problema da falta de sepulturas no município
Foto: Daniel Carvalho

Proposta foi apresentada ontem em reunião da Comissão Especial de Vereadores
A implantação de valas coletivas provisórias no cemitério da Saudade, em Brás Cubas, é vista como uma possível solução para o problema da falta de sepulturas no município. Com a medida, seria possível prorrogar por até 15 anos a vida útil do campo-santo.
A sugestão foi apresentada ontem pelo secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar, durante reunião da Comissão Especial de Vereadores (CEV) dos cemitérios. A possibilidade, segundo ele, é resultado de um estudo realizado por um grupo de trabalho criado em 2007 para discutir essa questão.
Com a implantação desse modelo de sepultura, que já é utilizado em cidades como Santo André e São Bernardo do Campo, é possível enterrar até seis mortos no espaço em que hoje é sepultado apenas um. Isso porque a estrutura funciona com uma espécie de gavetas, de forma que, quando um corpo completar o tempo de decomposição, é possível removê-lo e colocar outro no local.
Já para o cemitério São Salvador, no Parque Monte Líbano, a sugestão é reaproveitar as sepulturas abandonadas. "Uma das propostas é que a prefeitura estude uma maneira de acionar os proprietários dessas sepulturas perpétuas que estão em estado de abandono, para que façam a manutenção delas, e caso isso não seja feito, achar uma medida jurídica ou judicial para que elas retornem à administração pública e possam ser transformadas em sepulturas provisórias ou até mesmo em perpétuas, fazendo um leilão ou um chamamento público", explicou Chavedar.
No entanto, segundo o secretário, mesmo que essas medidas sejam adotadas, não está extinta a necessidade da criação de um novo cemitério. "Isso tudo dá para ser implantado dentro de um ano ou pouco mais. Enquanto que escolher a área para um novo cemitério, depois fazer estudos ambientais, licitar e implantá-lo, é algo que vai levar uns sete ou oito anos".
O presidente da CEV, vereador Taubaté Guimarães (PMDB), avaliou de maneira positiva os pontos abordados pelo secretário. "Ele é um técnico exemplar e conhece Mogi como poucos. Realmente o poder público tem que pensar no coletivo e não no individualismo. Portanto as sugestões dadas serão muito bem destacadas em nosso relatório", destacou.
A CEV convocará os administradores dos cemitérios São Salvador e Saudade para uma nova reunião a ser realizada na próxima quinta-feira. O objetivo é esclarecer alguns questionamentos a cerca da situação das necrópoles. Além disso, um ofício foi encaminhado à prefeitura para que sejam dados esclarecimentos sobre a regularização do cemitério de Sabaúna.
Fonte:Mogi News
Foto: Daniel Carvalho

Proposta foi apresentada ontem em reunião da Comissão Especial de Vereadores
A implantação de valas coletivas provisórias no cemitério da Saudade, em Brás Cubas, é vista como uma possível solução para o problema da falta de sepulturas no município. Com a medida, seria possível prorrogar por até 15 anos a vida útil do campo-santo.
A sugestão foi apresentada ontem pelo secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar, durante reunião da Comissão Especial de Vereadores (CEV) dos cemitérios. A possibilidade, segundo ele, é resultado de um estudo realizado por um grupo de trabalho criado em 2007 para discutir essa questão.
Com a implantação desse modelo de sepultura, que já é utilizado em cidades como Santo André e São Bernardo do Campo, é possível enterrar até seis mortos no espaço em que hoje é sepultado apenas um. Isso porque a estrutura funciona com uma espécie de gavetas, de forma que, quando um corpo completar o tempo de decomposição, é possível removê-lo e colocar outro no local.
Já para o cemitério São Salvador, no Parque Monte Líbano, a sugestão é reaproveitar as sepulturas abandonadas. "Uma das propostas é que a prefeitura estude uma maneira de acionar os proprietários dessas sepulturas perpétuas que estão em estado de abandono, para que façam a manutenção delas, e caso isso não seja feito, achar uma medida jurídica ou judicial para que elas retornem à administração pública e possam ser transformadas em sepulturas provisórias ou até mesmo em perpétuas, fazendo um leilão ou um chamamento público", explicou Chavedar.
No entanto, segundo o secretário, mesmo que essas medidas sejam adotadas, não está extinta a necessidade da criação de um novo cemitério. "Isso tudo dá para ser implantado dentro de um ano ou pouco mais. Enquanto que escolher a área para um novo cemitério, depois fazer estudos ambientais, licitar e implantá-lo, é algo que vai levar uns sete ou oito anos".
O presidente da CEV, vereador Taubaté Guimarães (PMDB), avaliou de maneira positiva os pontos abordados pelo secretário. "Ele é um técnico exemplar e conhece Mogi como poucos. Realmente o poder público tem que pensar no coletivo e não no individualismo. Portanto as sugestões dadas serão muito bem destacadas em nosso relatório", destacou.
A CEV convocará os administradores dos cemitérios São Salvador e Saudade para uma nova reunião a ser realizada na próxima quinta-feira. O objetivo é esclarecer alguns questionamentos a cerca da situação das necrópoles. Além disso, um ofício foi encaminhado à prefeitura para que sejam dados esclarecimentos sobre a regularização do cemitério de Sabaúna.
Fonte:Mogi News
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Sacadura Cabral Obra de passagem subterrânea no centro está 44% finalizad
Só o túnel 2, que interligará as ruas Dr. Ricardo Vilela e Hamilton da Silva e Costa, já atingiu 68% de conclusão
Foto: Daniel Carvalho

Serviços seguem dentro do cronograma com a presença de dezenas de operários
Apesar das chuvas constantes dos últimos dias, o cronograma das obras da passagem subterrânea da Praça Sacadura Cabral, no centro, não sofrerá alteração. Desde a última medição apresentada pela Prefeitura de Mogi em abril, a conclusão dos trabalhos avançou de 40% para 44%, sendo que o túnel 2, responsável por interligar as ruas Doutor Ricardo Vilela e Hamilton da Silva e Costa, já atingiu 68% de conclusão.
Segundo a prefeitura, a "chuva é um obstáculo para a execução da obra, mas a sua ocorrência já estava prevista e faz parte do planejamento do trabalho. O ritmo de execução acaba sendo afetado, mas nada que prejudique o andamento do projeto". Até o momento nenhum serviço teve que ser paralisado.
Na manhã de ontem, dezenas de funcionários do Consórcio Viário Mogi, formado pelas empresas Engeform Construção e Comércio Ltda e Serveng Civilsan S/A, trabalhavam no local apesar da intensa garoa.
Ainda de acordo com a administração municipal, o "índice das obras como um todo está em 44%, enquanto o túnel 2 está em 68%. Atualmente, os funcionários trabalham na escavação do trecho sob a linha férrea, que permitirá ligar as duas frentes do túnel".
A construção da passagem subterrânea é resultante de um investimento de R$ 128,8 milhões, sendo R$ 98.166,000,00 do Ministério das Cidades e R$ 30.685.445,30 municipais.
A previsão é de que o túnel 1 seja entregue ainda este ano, até o final do mandato do prefeito Marco Bertaiolli (PSD). Já o túnel 2, entre as ruas Cabo Diogo Oliver e Adhemar de Barros, deve ser concluído em dezembro de 2017.
Imóveis
O processo de desapropriação dos imóveis que precisam ser demolidos para a execução das obras poderá ser concluído em 40 dias. O prazo de espera, no entanto, também não impactará no andamento do projeto.
De acordo com a secretária de Assuntos Jurídicos, Dalciani Felizardo, atualmente, quatro imóveis ainda encontram-se em fase de desapropriação. Destes, três aguardam decisão Judicial para que o processo seja concluído.
Fonte:Mogi News
Foto: Daniel Carvalho
Serviços seguem dentro do cronograma com a presença de dezenas de operários
Apesar das chuvas constantes dos últimos dias, o cronograma das obras da passagem subterrânea da Praça Sacadura Cabral, no centro, não sofrerá alteração. Desde a última medição apresentada pela Prefeitura de Mogi em abril, a conclusão dos trabalhos avançou de 40% para 44%, sendo que o túnel 2, responsável por interligar as ruas Doutor Ricardo Vilela e Hamilton da Silva e Costa, já atingiu 68% de conclusão.
Segundo a prefeitura, a "chuva é um obstáculo para a execução da obra, mas a sua ocorrência já estava prevista e faz parte do planejamento do trabalho. O ritmo de execução acaba sendo afetado, mas nada que prejudique o andamento do projeto". Até o momento nenhum serviço teve que ser paralisado.
Na manhã de ontem, dezenas de funcionários do Consórcio Viário Mogi, formado pelas empresas Engeform Construção e Comércio Ltda e Serveng Civilsan S/A, trabalhavam no local apesar da intensa garoa.
Ainda de acordo com a administração municipal, o "índice das obras como um todo está em 44%, enquanto o túnel 2 está em 68%. Atualmente, os funcionários trabalham na escavação do trecho sob a linha férrea, que permitirá ligar as duas frentes do túnel".
A construção da passagem subterrânea é resultante de um investimento de R$ 128,8 milhões, sendo R$ 98.166,000,00 do Ministério das Cidades e R$ 30.685.445,30 municipais.
A previsão é de que o túnel 1 seja entregue ainda este ano, até o final do mandato do prefeito Marco Bertaiolli (PSD). Já o túnel 2, entre as ruas Cabo Diogo Oliver e Adhemar de Barros, deve ser concluído em dezembro de 2017.
Imóveis
O processo de desapropriação dos imóveis que precisam ser demolidos para a execução das obras poderá ser concluído em 40 dias. O prazo de espera, no entanto, também não impactará no andamento do projeto.
De acordo com a secretária de Assuntos Jurídicos, Dalciani Felizardo, atualmente, quatro imóveis ainda encontram-se em fase de desapropriação. Destes, três aguardam decisão Judicial para que o processo seja concluído.
Fonte:Mogi News
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