quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Seis por meia dúzia


Divulgação

Seis por meia dúzia
A mudança de Marco Maia (PT-RS) para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), no comando da Câmara dos Deputados, praticamente foi de seis por meia-duzia. Tanto o ex-presidente como o atual, recém eleito, defendem que os deputados mensaleiros, entre eles, o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR), o Boy, não percam o mandato de imediato e que a palavra final caberá à Casa. No final do ano passado, no julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal determinou a perda do mandato parlamentar dos deputados federais condenados no processo: Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), além de Valdemar. 

Fonte:Mogi News

Novo serviço Ressonância no Luzia começa no 2º semestre


Novo serviço
Ressonância no Luzia começa no 2º semestre
Hospital passará por obras e receberá o equipamento próprio para este tipo de exame ainda neste ano e atenderá pacientes de Mogi e região
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Serviço, que já existe na Santa Casa, será implantado no Luzia, que atenderá pacientes de Mogi e de outras cidades do Alto Tietê
Ainda neste ano, provavelmente no segundo semestre, o Hospital Luzia de Pinho Melo, no Mogilar, passará a realizar exames de ressonância magnética em pacientes de Mogi das Cruzes e outras cidades do Alto Tietê. 
A informação é da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, que já teria liberado R$ 2,4 milhões para obras e compra do aparelho. 
A perspectiva, segundo representantes da pasta, chefiada por Giovanni Guido Cerri, é de que os serviços de reforma para adequação do espaço tenham início ainda neste mês e que os exames comecem ser realizados no segundo semestre.

Com isso, Mogi passará a ter dois aparelhos deste tipo atendendo pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). 
O primeiro, que está em operação desde dezembro do ano passado, fica na Santa Casa de Misericórdia de Mogi e realiza, em média, 80 procedimentos por mês, embora tenha capacidade para promover pouco mais de mil exames. 
O segundo equipamento é o que será o instalado no Luzia de Pinho Melo, mas o volume de procedimentos que serão realizados ainda não foi definido. 

Pronto-Socorro
Outro setor que deve ser "liberado" nos próxi-mos meses é o de Pronto-Socorro. As obras para a reforma do espaço foram iniciadas em agosto de 2012 e, segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, estão na reta final, com previsão de término para este semestre. Trata-se de um atraso de quase seis meses, já que o prazo inicialmente estabelecido pela direção do hospital era de conclusão dos trabalhos entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. 
A reforma do Pronto-Socorro, que custou R$ 2 milhões ao governo do Estado, aliás, atende a uma determinação do promotor de Justiça Fernando Paschoal Lupo, que em visita ao hospital, no ano passado, constatou problemas de superlotação e falta de leitos. 
Radioterapia 
O Luzia deve oferecer ainda o serviço de radioterapia, como complemento no tratamento de pacientes com câncer. A promessa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) era de que todo o servi-ço - ambulatório, cirurgias, quimioterapia e radiotera-pia - estivesse pronto até o fim do ano passado, entretanto, por motivos ainda não explicados, o aparelho e a construção da "casa ma-ta" - que vai abrigar o equipamento - não foram implantados dentro do prazo. A perspectiva era de que o equipamento entrasse em operação no segundo semestre deste ano. "Vale ressaltar que, enquanto a ala destinada à radioterapia não estiver pronta, os pacientes serão encaminhados a outras unidade de referência.

Fonte:Mogi News

Aterro sanitário Audiência só pode ser realizada com certidão


Aterro sanitário
Audiência só pode ser realizada com certidão
Queiroz Galvão precisa obter documento emitido pela Prefeitura, que é contra o projeto, para fazer sessão pública, que faz parte do processo
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Deputado estadual Gondim se reuniu ontem com o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deve exigir da construtora Queiroz Galvão a apresentação de certidão de uso e ocupação do solo devidamente atualizada pela Prefeitura de Mogi das Cruzes, antes do agendamento da audiência pública para discutir o assunto.

A medida, que na verdade é mais um empecilho para que a empreiteira tente instalar um aterro sanitário no distrito do Taboão, em Mogi das Cruzes, foi anunciada ontem pelo secretário de Estado do Meio Ambiente, Bruno Covas, ao deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS), durante reunião na capital. 
De acordo com Gondim, que preside a Frente Parlamentar "Lixão, Não" e integra o movimento popular contra o empreendimento, o secretário Bruno Covas "é contrário ao empreendimento e fará tudo para evitar que ele se instale em Mogi ou em qualquer outro município do Alto Tietê". "O secretário defende a utilização de tecnologias limpas e modernas na destinação final do lixo, como usinas elétricas. O aterro sanitário é algo ultrapassado e que pode trazer sérios danos ao meio ambiente", explicou Gondim. 
Na avaliação do parlamentar, a exigência da apresentação da certidão de uso de ocupação do solo, antes do agendamento da audiência pública, ajudará a "dar fim à questão", discutida há mais de 12 anos. 
"Como a certidão (de uso e ocupação do solo) só pode ser emitida pela Prefeitura e está já se manifestou contrária ao empreendimento, garantindo, inclusive, que não fornecerá tal documento, então, o processo se encerrará por ali mesmo, sem necessidade de audiência. O próprio governador (Geraldo Ackmin) disse isso, em sua recente visita à região", reforçou o parlamentar.

"Ainda mais porque o último documento emitido pela administração referente a este empreendimento é datado de mais de dez anos", completa Gondim.

O pedido de licenciamento ambiental protocolado pela Queiroz Galvão continuará em trâmite na Cetesb, mas a Licença Prévia está condicionada à apresentação de certidão de uso e ocupação do solo.

Fonte:Mogi News

Aterro não! Bertaiolli poderá apelar à Justiça contra aterro


Aterro não!
Bertaiolli poderá apelar à Justiça contra aterro
"Uma audiência não é necessária, porque a cidade já se manifestou contra o lixão", lembrou o prefeito, durante a primeira sessão da Câmara, ontem
Erick Paiatto

Bertaiolli: "Por que a Queiroz Galvão não instala uma usina de alta tecnologia, como a cidade deseja?"
Durante a primeira sessão do ano na Câmara Municipal, o prefeito Marco Bertaiolli (PSD) voltou a comentar as pretensões da construtora Queiroz Galvão em instalar um aterro sanitário em Mogi das Cruzes. A empresa recebeu o aval da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para dar continuidade ao processo de licenciamento ambiental.

"A construtora quer, há dezanos, transformar Mogi em um lixão. Se ela está tão interessada neste assunto, porque não instala uma usina de alta tecnologia na cidade", disse. "Por que ela não faz o que a cidade deseja?", questionou.

Bertaiolli revelou que se reunirá com a procuradoria da Prefeitura para analisar em detalhes o processo de licenciamento e estudar as medidas necessárias, uma vez que "no âmbito das explicações não funcionou". "Essa violência continua sendo cometida contra o município e nós vamos para a Justiça", garantiu.

"Veja que incoerência", destacou o prefeito. "Vi, hoje, que a Cetesb disse que sem a atualização de uma certidão, o aterro não será possível. Isso foi feito porque está sendo discutido na Justiça se a mudança no zoneamento regularizada pelo Junji Abe é válida ou não", lembrou. "Então, daqui a pouco, a Queiroz Galvão vai à Justiça e consegue o documento necessário. O que eu vejo é uma grande história sendo preparada contra Mogi, porque quando o Junji mudou corretamente o zoneamento para impedir o lixão, a Queiroz Galvão tentou mostrar que a alteração na lei de zoneamento foi intempestiva" (uma vez que, segunda ela, foi feita para impedir o aterro). Bertaiolli destacou que "em um primeiro momento ela recebeu ganho de causa no Judiciário, então quando a Cetesb fala que é necessária uma certidão atualizada, ela está preparando um ambiente no qual a Prefeitura ficará refém", vislumbrou o chefe do Executivo.

O prefeito também questionou a necessidade de uma audiência pública para discutir a instalação do aterro. "Uma audiência não é necessária, porque a cidade já se manifestou contra o lixão. Uma audiência que coloca em risco a vida das pessoas. A Cetesb é responsável por qualquer incidente que ocorra nesta audiência", afirmou. (C.L.)

Fonte:Mogi News