Praça para eventos e lazer, além de cozinha comunitária e campo de futebol são as novidades previstas no bairro
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Erick Paiatto
Prefeito, vereadores e comunidade descerram fita inaugural
As obras de urbanização da Vila Nova União, iniciadas em julho de 2010, irão prosseguir até o fim de 2013, com um investimento extra de R$ 3,272 milhões para a implantação de uma praça para eventos e lazer, além de uma cozinha comunitária, com capacidade para servir 100 refeições diárias. A novidade foi anunciada ontem pelo prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (PSD) durante solenidade de inauguração do Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do bairro, e entrega dos serviços de pavimentação de ruas, além de instalação de galerias e redes de coleta para tratamento de esgoto que são parte da primeira etapa dos trabalhos que totalizaram R$ 8 milhões de investimentos. "A partir de hoje, pode-se dizer que surge um novo bairro em Mogi das Cruzes. Afinal, nos últimos 30 anos, os moradores tiveram de conviver com um chão de terra batida, falta de sistema de esgoto e água, o mínimo que é possível para se viver. O Jardim Nova União, nasce hoje para seus moradores e continuará recebendo investimentos para ser ainda melhor", afirmou o prefeito, que assinou a ordem de serviço para licitação das obra da praça e cozinha comunitária. O prefeito anunciou ainda, par este ano, a construção de um campo de futebol, num terreno municipal que fica nas imediações da avenida Aurora Ariza Meloni. A notícia pegou de surpresa todos os moradores e arrancou lágrimas de Rogério Davi, diretor da Associação Nova Esperança (ANE), entidade que realiza projetos esportivos no bairro. Morador há 40 anos do bairro, o metalúrgico aposentado Josemir Euclides da Silva, com 70 anos idade, e Rosa Cuba, presidente da Associação dos Moradores,ficaram muito emocionados. "Parece até um sonho. Não, é melhor que isso. Estou num bairro que não parece nada quando me mudei para cá, com apenas algumas casas e mato e muita terra", disse seu Josemir.
Fonte:Mogi News
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Ambulâncias simples darão suporte aos casos menos graves
A Central de Urgências, Remoções e Emergências (Cure) da cidade irá ampliar o atendimento à população. O secretário-adjunto da Saúde, Marcello Delascio Cusatis confirmou para o segundo semestre deste ano a inauguração de uma base operacional da central do serviço no posto dos bombeiros em Brás Cubas.
De acordo com o secretário, toda a infraestrutura do prédio já está pronta, aguardando a aquisição de imobiliário. "Os trabalhos para adaptação, como, por exemplo, a instalação de uma sala de controle (atendimento telefônico e despacho das viaturas), sanitários, alojamento, entre outros, já foram concluídos. No momento, estamos realizando processo licitatório para compra de mobiliário e alguns equipamentos necessários, o que deve ser concluído nos próximos meses", disse.
A proposta, segundo explicou, é de que na base seja disponibilizada uma ambulância avançada, isto é, com equipamentos semelhantes a uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Móvel, com médicos e enfermeiros.
As ambulâncias simples, para dar suporte aos casos clínicos, menos graves, estarão disponibilizadas nas unidades 24 horas do Jardim Universo e Jundiapeba.
Na região
De acordo com o secretário-adjunto da Saúde, ainda não há previsão de quando se dará a inclusão de Guararema e Arujá no consórcio. "O pedido de adesão foi encaminhado ao Ministério da Saúde no fim do ano passado, mas ainda não obtivemos a resposta para o envio das ambulâncias e repasse de recursos para começar a funcionar. De qualquer forma, trata-se de um avanço, pois o consórcio ainda não completou um ano de existência", destacou Cusatis, informando que mais três viaturas (uma delas no modelo UTI) devem ser encaminhadas à região para dar suporte ao trabalho dos bombeiros.
Fonte:Mogi News
Divulgação
Navarro: "TV é palanque"
Desde 1986 desenvolvendo ações de marketing eleitoral, Luiz Carlos Navarro, da RP Propaganda, avalia que a televisão ainda é o principal palanque dos candidatos, até mesmo para os vereadores que dispõem de pouco tempo. "O corpo a corpo e as reuniões nos bairros ainda são os grandes geradores de votos, mas quando o eleitor assiste ao horário eleitoral e vê o candidato ao Legislativo, o diálogo feito pessoalmente é realçado", afirmou.
"A TV tem a capacidade de influir no comportamento das pessoas. A televisão é o meio de comunicação de massa mais completo, é muito mais real e convincente do que outros veículos - dá movimento, ação e vida à mensagem", salientou.
Para o cargo majoritário, a TV tem uma importância ainda maior. "Em cidades como Mogi das Cruzes, em que há uma extensão territorial muito intensa, por exemplo, a televisão consegue chegar a todas as casas e por meio dela é possível destacar os projetos", disse Navarro, que coloca o rádio e o jornal impresso como os veículos que também precisam fazer parte de uma campanha.
O jornalista especializado em marketing político na TV, Ricardo Carvalho, acredita que a TV "supera em grande escala a Internet".
"A web não tem o mesmo alcance de uma televisão. As redes sociais ainda são tratadas de forma individualizada, ou seja, há apenas uma pessoa na frente do computador, já o programa eleitoral atinge toda a família".
Mesmo com toda a exposição nos veículos de comunicação, os especialistas em marketing eleitoral entrevistados pelo Mogi News são unânimes em afirmar que a preparação e as ideias dos candidatos precisam estar aliadas à campanha. (C.L.)
Fonte:Mogi News
Divulgação
Martins: "Pensar rápido"
As campanhas eleitorais exigem das empresas de publicidade e afins, projetos relâmpagos com ações que duram somente três meses, ou seja, apenas o período eleitoral. O resultado deste "tiro curto" acaba gerando novas agências. Com receio que o nome da companhia fique ligada a um candidato, publicitários se desligam temporariamente do grupo onde atuam durante o ano e criam agências esporádicas.
De acordo com o publicitário Fernando Martins, as equipes que atuam na campanha são formadas por especialistas em marketing político. "Trata-se de uma nova companhia que nasce com um objetivo definido: eleger o candidato", disse. "Diferentemente do que ocorre na campanha publicitária de um produto, por exemplo, a resposta das ações podem ser medidas quase que diariamente, por meio das pesquisas de intenção de votos. Se ela estiver atendendo às expectativas, os métodos são mantidos, caso contrário, ainda há tempo de colocar em prática um novo plano de comunicação", destacou.
"Desenvolvi, em 2008, uma campanha para a Prefeitura de Belo Horizonte (MG). Cheguei lá ao lado de dois outros profissionais e contratamos quase 500 pessoas. Conseguimos reverter o quadro do candidato que estava 20 pontos atrás e o elegemos", exemplificou o publicitário.
Assessoria
O jornalista e analista político, Orfeu Albuquerque, avalia que até mesmo os candidatos a vereador passaram a contratar agências de publicidade para o desenvolvimento de estratégias de campanha política.
"O corpo a corpo não está sendo mais suficiente. É preciso se apresentar e participar de todas as ferramentas possíveis, seja na Internet ou nos jornais impressos", disse.
O papel do assessor de Imprensa nas campanhas é municiar o candidato com informações, no entanto, o político precisa ter conteúdo, para atingirmos a meta". (C.L.)
Fonte:Mogi News