sábado, 12 de maio de 2012

Projeto Ouvidoria Jovem ganha o Prêmio Mario Covas


Divulgação

Ouvidor Geral, Romildo Campello, mostra o prêmio Mário Covas
Mogi das Cruzes foi premiada na última quinta-feira, em São Paulo, com o Prêmio Mario Covas pela implantação do projeto Ouvidoria Jovem, na categoria Inovação em Gestão Municipal. A premiação ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador Geraldo Alckmin, e foi recebida pela equipe da Ouvidoria Geral e da Escola Estadual Professor Ilson Gomes. 
O projeto vencedor é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Mogi das Cruzes e a Diretoria Regional de Ensino, através da escola.


"Trata-se de um prêmio do município, que reconhece uma iniciativa pioneira e inovadora colocada em prática a partir de uma parceria muito produtiva entre a Administração Municipal e a Diretoria de Ensino. Passamos por uma série de etapas e, ao receber este prêmio, fica claro que realizamos um trabalho em favor da cidade e das futuras gerações de mogianos", afirma Romildo Campello, lembrando a importância da criação da Ouvidoria Geral na gestão do prefeito Marco Bertaiolli.


Ele lembra que a Ouvidoria visitou a escola em setembro de 2010 para conhecer o trabalho realizado com os alunos, que percorriam o Conjunto Álvaro Bovolenta e ouviam os moradores sobre suas necessidades. As professoras Adriana Machado e Flávia Apolinário, ao lado da diretora Neide Suzuki, conduziam o projeto como uma atividade escolar.


A experiência motivou a criação da Ouvidoria Jovem, que passou a contar com o apoio dos técnicos da Prefeitura. Na prática, o projeto envolveu 48 jovens do ensino médio, que atenderam 295 demandas em 2011, com 86,1% de taxa de conclusão.


Fonte:Mogi News

Câncer
Ministério da Saúde desconhece o descredenciamento de hospital
Também não sabe das denúncias, da situação dos doentes de câncer e do atual atendimento precário no Luzia
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Para o Ministério da Saúde, credenciamento do Hospital do Câncer de Mogi ainda está valendo
Para o Ministério da Saúde, o Centro Oncológico e Hospital do Câncer "Dr. Flávio Isaías Rodrigues" continua em condições de atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e não enfrenta processo de descredenciamento como unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). Estaria, portanto, em condições de manter o atendimento aos pacientes pela rede pública. Estes, porém, estão sendo transferidos ao Hospital Luzia de Pinho Melo por determinação da Secretaria de Estado da Saúde.


O fato do Ministério da Saúde ignorar o que está ocorrendo em Mogi com os pacientes em tratamento de câncer fica claro a partir das respostas dadas ontem pelo governo federal aos questionamentos feitos pelo Mogi News, uma vez que cabe ao Ministério da Saúde definir sobre a suspensão de serviços do SUS. 
"Informamos que não houve pedido de descredenciamento do Centro Oncológico e Hospital Dr. Flávio Isaías Rodrigues, localizado no município de Mogi das Cruzes, por parte da SES-SP, e nem foi informado para onde os pacientes estão sendo referenciados. Ressaltamos que, quando um estabelecimento de saúde habilitado na Alta Complexidade em Oncologia é descredenciado, o Estado deve solicitar a habilitação de outro serviço, para que os pacientes sejam referenciados", diz a nota encaminhada ao jornal pela Assessoria de Imprensa do ministro Alexandre Padilha.


O governo federal, em momento algum, cita as suspeitas de irregularidades levantadas por auditoria da Secretaria Estadual de Saúde, entre junho do ano passado e fevereiro último. Aliás, segundo resposta da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde, não houve comunicação oficial dos supostos desvios e fraudes que acumulariam um desfalque aos cofres públicos de mais de R$ 20 milhões. Além disso, não é de conhecimento do ministro, ou de sua equipe, que o Hospital Luzia de Pinho Melo seja referência especializada para atendimento de pacientes com câncer ou tampouco que tenha recebido pacientes do Hospital do Câncer de Mogi, há cerca de uma semana, para atendimento de pronto-socorro, ambulatorial e quimioterapia. 
"Neste caso, a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo deve encaminhar documento solicitando o descredenciamento do serviço e informar qual serviço será habilitado perante o Ministério da Saúde. Não há caso semelhante no Estado de São Paulo", diz a nota.


A Secretaria de Estado da Saúde, por sua vez, confirmou, por meio de sua Assessoria de Imprensa, não ter comunicado o Ministério da Saúde do pedido de descredenciamento do SUS do Hospital do Câncer sob a justificativa de que o governo estadual está realizando uma nova auditoria na unidade e, que após o "ofício" notificando a direção do hospital da suspensão dos atendimentos pelo SUS, há um prazo de dez dias para defesa dos acusados e que ainda está vigente. A direção do Hospital do Câncer de Mogi voltou a negar as supostas irregularidades.


Fonte:Mogi News

Brás Cubas Hospital municipal terá energia solar


Jorge Moraes

Prédio de sete andares já está recendo o revestimento externo
O Hospital Municipal "Waldemar Costa Filho", em construção no distrito de Brás Cubas, será o primeiro da cidade e de toda região do Alto Tietê a contar com abastecimento de energia alternativa, além de um sistema de manutenção autossustentável.


O prédio, que está sendo erguido ao custo de R$ 27.883.681,92, desde junho passado, entre as ruas Guttermann, Jaçanã, Francisco Affonso de Mello e Capitão Francisco de Almeida, próximo à Escola Estadual Galdino Pinheiro Franco, terá teto solar e sistema de gás encanado, além de um reservatório com água de reuso. A expectativa, segundo o secretário-adjunto Marcello Delascio Cusatis, é de que as medidas proporcionem uma economia entre 20% e 30% nos gastos de manutenção da unidade hospitalar. "O hospital de Brás Cubas nasce, a pedido do próprio prefeito Marco Bertaiolli, com o que há de melhor no país, uma unidade modelo, inclusive no que se refere à sustentabilidade. Hoje, as novas construções precisam ter duas ou mais alternativas de energia porque um hospital não pode parar, funciona 24 horas. Em Mogi, será energia convencional (elétrica), além de um sistema de aquecimento de água que antes era feito em caldeiras e que será a gás, e também teto solar".


Outra novidade é a utilização das águas pluviais em um reservatório. "É a chamada água de reuso, que será utilizada para lavagem de piso e outros serviços que não sejam de consumo", adiantou. 
Atualmente, segundo o secretário-adjunto da Saúde, as obras de construção do hospital de sete andares, em um total de 7.950,10 metros quadrados de área construída, estão dentro do cronograma, com 55% de conclusão. A previsão de entrega do prédio está confirmada para o fim deste ano. Ontem, o Mogi News esteve no local e observou que funcionários da Engeform já iniciaram serviços de revestimento do prédio com azulejos azuis, em mosaico. "Além disso, são realizados, no momento, os serviços de adaptação e separação das alas e demais setores do hospital", informou Cusatis.


Ele ressaltou que, inicialmente, o hospital terá 72 leitos credenciados no Sistema Único de Saúde (SUS) para internações e outros 15 leitos para observação no Pronto-Atendimento ambulatorial. Outras especialidades estão previstas para o hospital: vascular, gastroenterologia, cardiologia, pediatria e centro cirúrgico para pequenos procedimentos envolvendo hérnias, fimose, vesícula biliar, varizes, cirurgias ginecológicas e urológicas. Há também obras em andamento para instalação do Centro de Reabilitação Fisioterápica. (N.A.)


Fonte:Mogi News

Marinês Piva: balanço Fórum quer criar comitê regional



Evento em Mogi a partir de segunda pretende discutir temas relacionados a criação de políticas públicas
Cleber Lazo
Da Reportagem Local

Mayara de Paula
A Secretaria Municipal de Assistência Social realizará nos dia 14, segunda-feira, e 15, terça-feira, o 2º Fórum Municipal de Assistência Social com o objetivo de discutir temas relacionados a criação de políticas públicas voltadas a comunidade negra, os jovens, e, principalmente, buscar uma ação efetiva para o atendimento aos moradores em situação de rua. 
Duas comissões especiais provisórias serão criadas. A formação dos grupos é o primeiro passo para a efetivação dos Conselhos Municipais da Juventude e da Comunidade Negra de Mogi das Cruzes. O fórum será realizado no Centro Municipal de Formação Pedagógica (Cemforpe). 
Dia 14, a partir das 18h30, haverá a implantação da comissão especial para formação do Conselho da Comunidade Negra e as palestras: "A experiência do Estado no combate ao racismo", ministrada pelo coordenador de políticas públicas para a população negra e indígena no Estado, Dr. Antonio Carlos Arruda da Silva, e "Políticas Públicas para a Comunidade Negra", com o presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado, Marco Antonio Zito Alvarenga.


No dia 15, as palestras ocorrem nos períodos da manhã e da tarde. A partir das 9 horas, o tema em debate é o morador de rua. A secretária municipal de Assistência Social, Marinês Piva, será a responsável pelo "Diagnóstico da População de Rua em Mogi - Avanços e Desafios". Em seguida, o sociólogo Luciano Freitas de Oliveira ministra a palestra "Viver no Trecho: Reflexões sobre as Políticas de Circulação da População em Situação de Rua".


"Vamos apresentar o balanço das nossas atividades e propor a criação de um comitê regional itinerante que possa facilitar o fluxo de encaminhamento para a cidade natal dos moradores em situação de rua", adiantou Marinês. No período da tarde, a partir das 13h30, ocorrerá a implantação da comissão especial para a formação do Conselho da Juventude, e as palestras: "Juventude - Conflitos e Desafios no Mundo Contemporâneo", com o professor Ricardo Galhardo Blanco, e "Protagonismo da Juventude", com o padre Reginaldo Martins da Silva.


Fonte:Mogi News