Por mais que surjam os inevitáveis candidatos de pequenos partidos, os chamados "nanicos", que se utilizam da disputa municipal apenas para ter seus segundos de fama na televisão ou servir aos interesses de terceiros, a sucessão municipal que se aproxima deverá girar em torno de três nomes: o atual prefeito Marco Bertaiolli (PSD), o deputado Gondim Teixeira (PPS) e o estreante advogado Marco Soares (PT). O trio deverá centralizar a disputa até o final, embora já se comente que Gondim e Soares poderão unir forças na reta decisiva, caso isso ajude a polarizar o confronto com Bertaiolli. O atual prefeito entra na disputa numa situação privilegiada. Está conseguindo armar em torno de sua candidatura um leque enorme de partidos, que deverá lhe assegurar um respeitável tempo de televisão para que possa mostrar o que fez durante os quatro anos de sua estreia no Executivo. Gondim vem se aliando a partidos menores e no tempo de tevê terá de mostrar sua atuação como deputado e tentar desconstruir a imagem dos dois adversários. Além de confiar na força das redes sociais, que deverá usar para divulgar seu nome, o petista Marco Soares espera contar com o respaldo do PT estadual e nacional, inclusive com a esperada participação do ex-presidente Lula, caso ele consiga superar o grave problema de saúde que enfrenta. Na verdade, Soares deve ser a grande aposta do partido na Região, em razão das dificuldades que o prefeito de Suzano, Marcelo Candido, o único eleito até agora, vem enfrentando para indicar um nome de peso para enfrentar, provavelmente, o deputado Estevam Galvão de Oliveira (DEM) na futura disputa. Com esse quadro, a sucessão municipal de Mogi promete uma campanha acirrada. Vale esperar para conferir.
Vida torta - 1
Os mogianos mais antigos certamente ainda se lembram de um pontilhão que o ex-prefeito Sebastião Cascardo mandou construir sobre o ribeirão que corta a Rua Ipiranga. Para economizar, usou um projeto antigo existente na Prefeitura e a obra ficou mais de dois metros acima do nível da via. O monumento de concreto, depois de pronto, teve de ser demolido na base da picareta.
Vida torta - 2
Quem prestar atenção ao passar pelas proximidades da ponte sobre o Tietê, no Bairro do Rio Abaixo, em Mogi, certamente verá algumas enormes pilastras de concreto abandonadas. Na década de 80, durante o governo Quércia, uma empreiteira iniciou a construção de uma nova ponte. A empresa quebrou e a obra não chegou ao fim. O monumento ao desperdício está lá para quem quiser comprovar.
Vida torta - 3
Afinal, quantas vezes você, caro leitor, já utilizou aquele monstrengo, também chamado de passarela para pedestres, ao lado da estação ferroviária de Mogi?
Vida torta - 4
Ao lado da antiga Rio-São Paulo, no trecho entre Suzano e Poá, em meio a uma área de lazer existe uma enorme estrutura de concreto, que mais se parece uma arena romana. Foi o que restou do projeto de um megaginásio de esportes, anunciado e iniciado pelo ex-prefeito Paulo Tokuzumi. A obra nunca foi concluída e o esqueleto lá continua, quem sabe, até para inibir uma tentativa do autor de retornar à Prefeitura de Suzano.
Fonte:O Diário de Mogi
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Região volta a pedir mais policiais
Alexandre Barreira

Representantes do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) e da Frente Parlamentar do Alto Tietê participam hoje, na Capital, de encontro com o comandante geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel Álvaro Camilo.
Na reunião, o comandante ouvirá do prefeito de Arujá, Abel Larini (PR), presidente do Condemat, do deputado estadual André do Prado (PR), presidente da Frente Parlamentar do Alto Tietê, e dos demais prefeitos e deputados da Região, o pedido de reforço no efetivo de policiais militares para a região do Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPAM-12), que abrange as dez cidades da Região.
Segundo levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, há uma defasagem de aproximadamente 180 policiais na Região. Autoridades locais defendem o envio de pelo menos 200 homens para os três batalhões locais – 17º BPM/M, com sede em Mogi das Cruzes; 32º BPM/M, que fica em Suzano; e 35º BPM/M, baseado em Itaquaquecetuba.
Durante visita a Mogi das Cruzes no último dia 20, o governador Geraldo Alckmin prometeu o envio de mais policiais para a Região até o final do ano. No entanto, na oportunidade ele não citou a quantidade exata de policiais militares que será enviada.
O deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) recebeu a informação anteontem de que a Região terá o reforço de aproximadamente 70 policiais. "Tive esta informação hoje (anteontem) e está muito aquém do que havíamos pretendido. Mas vamos participar desta reunião com o comandante da Polícia Militar do Estado para reforçar ainda mais os pedidos já feitos diretamente ao governador Geraldo Alckmin e ao secretário da Casa Civil Sidnei Beraldo.
O deputado estadual André do Prado ressaltou que o número apresentado pelo colega Gondim não é o esperado, mas é bem maior do que o previsto inicialmente pelo próprio comando da PM, que era entre 18 e 20 policiais. "Vamos agora lutar para que mais soldados reforcem os batalhões da Região por conta da formação de mais de dois mil homens em dezembro", destacou. "Estamos nos mobilizando politicamente em torno desta causa. Vamos reforçar as reivindicações dos prefeitos e deputados que integram a Região", completou o parlamentar.
O prefeito Larini disse que o aumento do efetivo é a principal necessidade das cidades da Região. "A Segurança Pública é alvo das maiores queixas da população, ficando até à frente de outras áreas importantes, como Saúde e Educação. Precisamos ter uma solução efetiva para o problema", destacou o prefeito de Arujá e presidente do Condemat.
O prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), tem agendada sua participação no encontro com o comandante geral da PM em São Paulo. Em meados de agosto, o chefe do Executivo mogiano já cobrava, logo após encontro com o secretário estadual de Segurança Pública, de reforço no efetivo das Polícias Civil e Militar na Cidade. Segundo Bertaiolli, no caso da Polícia Civil, a defasagem de policiais poderia comprometer o funcionamento das delegacias 24 horas em Mogi. Na Polícia Militar, o prefeito apontou déficit de policiais em 30% do atual efetivo.
Fonte:O Diário de Mogi
Representantes do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) e da Frente Parlamentar do Alto Tietê participam hoje, na Capital, de encontro com o comandante geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel Álvaro Camilo.
Na reunião, o comandante ouvirá do prefeito de Arujá, Abel Larini (PR), presidente do Condemat, do deputado estadual André do Prado (PR), presidente da Frente Parlamentar do Alto Tietê, e dos demais prefeitos e deputados da Região, o pedido de reforço no efetivo de policiais militares para a região do Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPAM-12), que abrange as dez cidades da Região.
Segundo levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, há uma defasagem de aproximadamente 180 policiais na Região. Autoridades locais defendem o envio de pelo menos 200 homens para os três batalhões locais – 17º BPM/M, com sede em Mogi das Cruzes; 32º BPM/M, que fica em Suzano; e 35º BPM/M, baseado em Itaquaquecetuba.
Durante visita a Mogi das Cruzes no último dia 20, o governador Geraldo Alckmin prometeu o envio de mais policiais para a Região até o final do ano. No entanto, na oportunidade ele não citou a quantidade exata de policiais militares que será enviada.
O deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) recebeu a informação anteontem de que a Região terá o reforço de aproximadamente 70 policiais. "Tive esta informação hoje (anteontem) e está muito aquém do que havíamos pretendido. Mas vamos participar desta reunião com o comandante da Polícia Militar do Estado para reforçar ainda mais os pedidos já feitos diretamente ao governador Geraldo Alckmin e ao secretário da Casa Civil Sidnei Beraldo.
O deputado estadual André do Prado ressaltou que o número apresentado pelo colega Gondim não é o esperado, mas é bem maior do que o previsto inicialmente pelo próprio comando da PM, que era entre 18 e 20 policiais. "Vamos agora lutar para que mais soldados reforcem os batalhões da Região por conta da formação de mais de dois mil homens em dezembro", destacou. "Estamos nos mobilizando politicamente em torno desta causa. Vamos reforçar as reivindicações dos prefeitos e deputados que integram a Região", completou o parlamentar.
O prefeito Larini disse que o aumento do efetivo é a principal necessidade das cidades da Região. "A Segurança Pública é alvo das maiores queixas da população, ficando até à frente de outras áreas importantes, como Saúde e Educação. Precisamos ter uma solução efetiva para o problema", destacou o prefeito de Arujá e presidente do Condemat.
O prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), tem agendada sua participação no encontro com o comandante geral da PM em São Paulo. Em meados de agosto, o chefe do Executivo mogiano já cobrava, logo após encontro com o secretário estadual de Segurança Pública, de reforço no efetivo das Polícias Civil e Militar na Cidade. Segundo Bertaiolli, no caso da Polícia Civil, a defasagem de policiais poderia comprometer o funcionamento das delegacias 24 horas em Mogi. Na Polícia Militar, o prefeito apontou déficit de policiais em 30% do atual efetivo.
Fonte:O Diário de Mogi
PR quer ver acordo cumprido
SABRINA PACCA
O presidente do diretório municipal do Partido da República (PR), Marcos Damásio, garantiu que até o final da semana definirá se o vereador Rubens Benedito Fernandes, o Bibo, será o candidato a presidente da Câmara Municipal para o exercício de 2012. Entretanto, ele já adiantou que a posição do deputado federal Valdemar Costa Neto, líder do partido em Brasília, é pela manutenção do acordo de cavalheiros, feito entre os legisladores, o qual priorizava a presidência para o PR.
"Ainda preciso conversar com o vereador Bibo sobre o assunto, mas a intenção do deputado Valdemar é de união e fortalecimento do partido e a presidência da Câmara para o PR já havia sido acordada. Garanto que teremos uma definição sobre essa questão ainda nessa semana, sem falta", disse Damásio.
Em contrapartida, nos bastidores, há vereadores que desejam ver Nabil Nahi Safiti (PSD) como presidente da Casa de Leis e alguns garantem que a disputa com Bibo será inevitável. Safiti, no entanto, não confirma se é ou não candidato. "Só falo sobre esse assunto no final de novembro", garantiu o parlamentar.
Bibo parece estar mais certo do que deseja. Ele admitiu que se preparou para o cargo, durante todo este ano, organizando seus compromissos de trabalho e montando um pré-esquema para administrar o papel de presidente com o de candidato à reeleição em 2012. "Dá para fazer as duas coisas, sem o menor problema. É só uma questão de dividir bem o dia. Nos anos anteriores, não quis ser presidente por causa do meu trabalho, como médico. Mas, para o ano que vem, já tenho tudo pensado e não será difícil levar isso", afirmou o vereador.
O fato é que Bibo atua como médico do INSS e terá, por lei, de se afastar do cargo caso assuma a presidência da Câmara. Esta obrigação está sendo usada, politicamente, contra o vereador do PR. Alguns de seus colegas chegaram a dizer que Bibo seria mantido, neste período, pelo próprio partido, já que o salário como médico seria maior do que o que receberia como presidente. "A troco do que ele trocaria o que ele ganha no INSS pela presidência?", questionou à reportagem de O Diário um vereador que preferiu não se identificar.
Bibo retruca. "O que eu faço com o meu dinheiro e o quanto eu ganho ou deixo de ganhar é problema meu. Ninguém sabe se eu me preparei para este momento, se tenho condições de assumir este compromisso. Sei que pela legislação, se eu assumir a presidência terei de me afastar do INSS, até mesmo por causa das minhas atribuições. Mas veja, bem. Para concorrer às eleições municipais, também terei de me afastar. Então, o que precisarei fazer é só pedir licença alguns meses antes do que eu deveria", salientou.
Se haverá disputa entre Nabil e Bibo ou se o acordo para que o PR assuma a presidência será mantido, os mogianos ficarão sabendo ainda neste mês. Isso porque a escolha da Mesa Diretiva já tem data marcada. A votação para o presidente do Legislativo, vice-presidente, primeiro e segundo secretários acontecerá no dia 6 de dezembro.
Fonte:O Diário de Mogi
O presidente do diretório municipal do Partido da República (PR), Marcos Damásio, garantiu que até o final da semana definirá se o vereador Rubens Benedito Fernandes, o Bibo, será o candidato a presidente da Câmara Municipal para o exercício de 2012. Entretanto, ele já adiantou que a posição do deputado federal Valdemar Costa Neto, líder do partido em Brasília, é pela manutenção do acordo de cavalheiros, feito entre os legisladores, o qual priorizava a presidência para o PR.
"Ainda preciso conversar com o vereador Bibo sobre o assunto, mas a intenção do deputado Valdemar é de união e fortalecimento do partido e a presidência da Câmara para o PR já havia sido acordada. Garanto que teremos uma definição sobre essa questão ainda nessa semana, sem falta", disse Damásio.
Em contrapartida, nos bastidores, há vereadores que desejam ver Nabil Nahi Safiti (PSD) como presidente da Casa de Leis e alguns garantem que a disputa com Bibo será inevitável. Safiti, no entanto, não confirma se é ou não candidato. "Só falo sobre esse assunto no final de novembro", garantiu o parlamentar.
Bibo parece estar mais certo do que deseja. Ele admitiu que se preparou para o cargo, durante todo este ano, organizando seus compromissos de trabalho e montando um pré-esquema para administrar o papel de presidente com o de candidato à reeleição em 2012. "Dá para fazer as duas coisas, sem o menor problema. É só uma questão de dividir bem o dia. Nos anos anteriores, não quis ser presidente por causa do meu trabalho, como médico. Mas, para o ano que vem, já tenho tudo pensado e não será difícil levar isso", afirmou o vereador.
O fato é que Bibo atua como médico do INSS e terá, por lei, de se afastar do cargo caso assuma a presidência da Câmara. Esta obrigação está sendo usada, politicamente, contra o vereador do PR. Alguns de seus colegas chegaram a dizer que Bibo seria mantido, neste período, pelo próprio partido, já que o salário como médico seria maior do que o que receberia como presidente. "A troco do que ele trocaria o que ele ganha no INSS pela presidência?", questionou à reportagem de O Diário um vereador que preferiu não se identificar.
Bibo retruca. "O que eu faço com o meu dinheiro e o quanto eu ganho ou deixo de ganhar é problema meu. Ninguém sabe se eu me preparei para este momento, se tenho condições de assumir este compromisso. Sei que pela legislação, se eu assumir a presidência terei de me afastar do INSS, até mesmo por causa das minhas atribuições. Mas veja, bem. Para concorrer às eleições municipais, também terei de me afastar. Então, o que precisarei fazer é só pedir licença alguns meses antes do que eu deveria", salientou.
Se haverá disputa entre Nabil e Bibo ou se o acordo para que o PR assuma a presidência será mantido, os mogianos ficarão sabendo ainda neste mês. Isso porque a escolha da Mesa Diretiva já tem data marcada. A votação para o presidente do Legislativo, vice-presidente, primeiro e segundo secretários acontecerá no dia 6 de dezembro.
Fonte:O Diário de Mogi
PSDB quer Serra na Prefeitura
POLÊMICA José Serra, que está fora do País, é taxativo ao dizer que não tem interesse em se candidatar
São Paulo
A definição do ministro da Educação, Fernando Haddad, como candidato do PT para disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012 aumentou a pressão no PSDB para que o partido lance um nome de "unidade" no ano que vem.
Sem um pré-candidato "novo" que empolgue as lideranças partidárias, os tucanos voltaram os holofotes para o receituário tradicional: o ex-governador José Serra. A pressão para que ele seja o candidato cresceu nas últimas semanas, à medida que o quadro de pré-candidatos do PSDB não evoluiu em favor de nenhum dos quatro nomes.
Os secretários José Aníbal (Energia), Andrea Matarazzo (Cultura) e Bruno Covas (Meio Ambiente) e o deputado Ricardo Tripoli já se inscreveram para disputar as prévias, marcadas para o final de janeiro, apesar de nenhum deles contar com o entusiasmo da cúpula tucana. "Quem tem quatro pré-candidatos não tem nenhum", avalia um cacique tucano.
O ex-governador, que está em viagem fora do País, é taxativo ao dizer que não tem interesse em se candidatar. Mas o governador Geraldo Alckmin trabalha com a possibilidade de ele se lançar na disputa, principalmente como forma de unir o PSD, partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, na chapa tucana.
Diante deste cenário, Alckmin, que apostara inicialmente em Bruno Covas, quer ganhar tempo. A candidatura do neto de Mario Covas enfraqueceu depois que ele declarou ao Estado ter recebido oferta de propina para liberação de emendas, quando era deputado estadual - ele voltou atrás da declaração.
Apesar de o nome de Serra ser considerado o mais forte, há também no partido a avaliação de que Haddad, por ser um candidato "novo", aumenta o risco de a legenda sair com um quadro tradicional: Serra disputou a Prefeitura paulistana em 1996 e 2004, quando ganhou e eleição.
Na avaliação dos tucanos, a senadora Marta Suplicy (PT) era uma candidata mais fácil de ser derrotada: a ex-prefeita tinha rejeição alta e já havia perdido a eleição para Serra em 2004. O ministro, considerado uma novidade no cenário eleitoral, é visto como uma incógnita: tanto pode não decolar nas pesquisas e não conseguir passar para o segundo turno, quanto pode quebrar a barreira dos 30% que o PT tem na capital paulista e que Marta encontra dificuldade de passar.
Os movimentos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor de Haddad já haviam feito com que os tucanos trabalhassem com o nome dele como o principal adversário.
O presidente do PSDB estadual, Pedro Tobias, acha que um candidato novo abre a porta para Serra. "O novo ninguém sabe no que vai dar", afirmou.
"Sempre achamos que o candidato era Haddad. A decisão mostra o PT não optou pelas prévias, diferentemente do PSDB", declarou o presidente do PSDB municipal, Julio Semeghini.
Fonte:O Diário de Mogi
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