quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vigilância: Sabaúna pode ter base da PM

Com o trabalho considerado de sucesso na Base Comunitária ´Tsuzaichô´ de Segurança Distrital de Pindorama, a população começou a solicitar que o mesmo modelo fosse implantado em alguns bairros de Mogi. De acordo com o tenente-coronel José Francisco Braga, comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, existe a expectativa de que até o fim do ano o distrito de Sabaúna receba uma base. O tenente-coronel afirmou que já encaminhou o pedido para o Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPA/M-12).


Braga explicou que a solicitação para a implantação da base em Sabaúna não é só pelos crimes que acontecem no distrito, já que, segundo ele, perto de outros lugares do município, os índices criminais são relativamente baixos, mas pela longa distância de Sabaúna das bases da Polícia Militar.


"Com a base, teremos uma maior aproximação com a comunidade e poderemos oferecer um melhor atendimento", argumentou. 
Outras três áreas poderão ter bases comunitárias: Vila dos Remédios e Jardim Piatão, em Mogi, e a região norte de Guararema.


Segundo o vice-prefeito José Antônio Cuco Pereira, há solicitações para que mais bases sejam implantas em Mogi como a de Pindorama, mas ele disse que isso vai depender da decisão do prefeito Marco Bertaiolli (DEM) e da Polícia Militar. (L.A.)


Fonte:Mogi News

Reciclagem deverá ser reforçada

Renato de Almeida
As prefeituras, por serem as responsáveis legais pela coleta de lixo em residências, deverão apresentar até janeiro de 2012 um novo plano de gerenciamento dos resíduos sólidos gerados pelas embalagens. Isso porque, de acordo com a nova legislação sobre o assunto, aprovada e regulamentada no final do ano passado, a partir de 2014, este tipo de material não poderá mais ser encaminhado a aterros sanitários. Para isso, os governos municipais deverão fechar acordo setorial, que envolverá indústrias do ramo de embalagens, grupos de catadores e recicladores e demais entidades relacionadas. As informações foram divulgadas ontem, no seminário "Resíduos Sólidos: As responsabilidades de cada setor", no auditório do Serviço Social da Indústria (Sesi), em Braz Cubas, como parte de uma série de fóruns regionais realizada pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).


O diretor titular adjunto de Meio Ambiente do Ciesp, Eduardo San Martin, conta que acordos como este já acontecem, mas com produtos cuja vida útil não termina dentro das residências, como as baterias automotivas. "Ao entregar uma bateria nova, a indústria exige do distribuidor a devolução de uma velha. Isso não surgiu por causa da lei, mas sim pela necessidade, já que é mais barato reciclar o chumbo do que importar o produto novo", diz.


"Já quanto ao gerenciamento das embalagens, é de responsabilidade do Município, que realiza a coleta de lixo nas residências. É inviável para a indústria buscar nas casas. A Prefeitura deve trabalhar na educação do munícipe e pode oferecer incentivos a quem diminuir sua produção de lixo e favorecer a reciclagem, como, por exemplo, redução do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano)", acrescenta.


A Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, Maria Inês Soares Costa Neves, garante que a Cidade já começou a trabalhar em seu novo plano. "Desde o ano passado, contamos com um grupo de estudos sobre o nosso trabalho de coleta de resíduos sólidos. Enviamos um membro do nosso grupo de estudo para um curso sobre a nova lei federal. A partir daí, já entramos em contato com o Ciesp, Vigilância Sanitária, ONGs de catadores e recicladores e outros órgãos relacionados para começarmos as conversas sobre nosso novo plano de gerenciamento. O Município irá conseguir atender ao prazo. Ele tem de conseguir. Com gente engajada, chegaremos, tranquilamente, com este plano em 2012", garante.


Maria Inês reconhece que ainda é muito baixo o índice de reciclagem do lixo mogiano. Em agosto do ano passado, a Cidade tinha apenas 0,6% deste material reciclado. Hoje, este número encontra-se em 1,4%. "Em um modelo ideal, chegar a 20% seria ótimo", considera.


Ela também fala sobre a coleta seletiva. "Isso existe na Cidade, mas não é perfeito. Tem a abrangência de 90% do Município, passando em dias alternados por esta área. Precisamos de uma logística mais adequada e de mais postos de descarte e triagem e a adoção de novas tecnologias", argumenta.


Fonte:O Diário de Mogi

Base aliada volta a ameaçar Dilma

ENCONTRO Dilma Rousseff com senadores do PDT, PSB e PCdoB, após almoço no Palácio da Alvorada


BRASÍLIA



A base de sustentação da presidente Dilma Rousseff na Câmara rebelou-se contra a demora na liberação de recursos de emendas parlamentares incluídas no Orçamento de 2009, deu um ultimato ao governo e ameaça não votar mais nada na Casa se os recursos não chegarem a suas bases eleitorais. O primeiro recado prático foi dado ontem. Os aliados decidiram adiar para hoje a conclusão da votação da proposta criando novas regras de licitação para as obras da Copa e da Olimpíada, o chamado Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).


A rebelião da base pôs em xeque a articulação política da presidente Dilma, sob o comando da ministra Ideli Salvatti. Ela passou o dia todo zanzando de um lado para o outro, com promessas dúbias. "Levei o pleito dos líderes à presidente Dilma, mas ela está irredutível", explicou Ideli entre um encontro com senadores e outro com deputadas.


Ela almoçou na casa do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), ouviu cobranças dos 18 líderes dos partidos que formam a base do governo e não conseguiu garantir a liberação do dinheiro das emendas.


Os líderes da base consideram que a solução do impasse é determinante para o sucesso ou não da coordenação comandada por Ideli. Os aliados querem a prorrogação, pelo menos por seis meses, do decreto que cancela em 30 de junho as emendas que não forem liberadas até essa data, um estoque conhecido como "restos a pagar", na linguagem parlamentar.


As críticas ao governo por parte dos partidos aliados costumam ser feitas de forma reservada. No caso atual ninguém esconde a insatisfação. "É preciso liberar o dinheiro", disse o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). O projeto nem chegou lá, mas ele já está preocupado com a reação de seus pares. "Se o dinheiro não for liberado a tensão só aumentará", afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).


Para os líderes, Ideli mostrará que tem poder ou não dependendo dessa decisão. Se a presidente prorrogar o decreto, a ministra mostrará que tem poder para bancar a base. Se não resolver, passará a imagem de uma negociadora fraca. Ideli avisou aos aliados que a equipe econômica é contrária à liberação dos recursos.


No empurra-empurra, os aliados disseram que darão um crédito de confiança à ministra até amanhã. Depois disso, eles prometem endurecer com o governo nas votações na Casa. "Se não prorrogar, não tenho como controlar a base", disse o líder Vaccarezza no almoço com a base aliada, na casa de Henrique Alves. Ele ouviu dos líderes que sairá mais caro para o governo não liberar esse pagamento do que pagar para ver.


Os líderes avisaram que se o decreto que vence na quinta-feira não for prorrogado, vão votar em breve o projeto que regulamenta os gastos da União, dos Estados e dos municípios com a área de saúde, conhecido no parlamento como emenda 29, e a votação da proposta de emenda constitucional que cria o piso salarial nacional para as polícias civil, militar e bombeiros, chamada de PEC 300. O dinheiro das emendas, argumentam os líderes da base, não trará despesa extra porque já foi empenhado.


Fonte:O Diário de Mogi

Radar dedo-duro: DER diz que veículos vão para pátios próximos

O Departamento de Estradas de Rodagem, por meio da Assessoria de Imprensa, informou que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) impõe que, para determinadas infrações, sejam aplicadas medidas administrativas de retenção e remoção dos veículos para os pátios de depósito temporário da autoridade de trânsito responsável sobre a via. A fiscalização nas rodovias estaduais é realizada pela Polícia Militar Rodoviária. 
Quando um veículo é apreendido em uma rodovia estadual ele é encaminhado ao pátio de recolhimento credenciado pelo DER mais próximo. Vale ressaltar que o veículo retido fica sob a guarda do Estado. Próximo a Mogi das Cruzes existem os pátios de Jacareí e Bertioga. 
Existem atualmente 33 áreas destinadas ao recolhimento de veículos apreendidos nas rodovias. Os endereços de todos eles estão disponíveis no site do DER (www.der.sp.gov.br). 
Ainda segundo o DER, os radares inteligentes ajudam a otimizar o trabalho de fiscalização da polícia. A fiscalização sobre as condições regulares dos veículos, administrativas e de manutenção, que trafegam nas rodovias estaduais bem como de seus condutores, é um importante componente nos planos de redução de acidentes de trânsito em todo o Brasil. O DER ressalta a importância de estar com a documentação em dia, além da atenção especial a manutenção e condições do veículo. 


Liberação
O Der explicou que, quando apreendido, o veículo é encaminhado para o pátio e lá fica até que sejam sanadas as irregularidades que originaram seu recolhimento e sejam realizados os pagamentos das multas, taxas e despesas com remoção e estadia, além de outros encargos previstos na legislação específica, conforme o artigo 271, Parágrafo Único do CTB. 
A Polícia Militar Rodoviária é responsável pela verificação de toda a documentação e liberação do veículo. As tarifas do DER referentes a serviço de pátio são baseadas na taxa de deslocamento inicial do guincho, quilometragem percorrida - limitada no máximo a 50 km - e tarifa única de estadia por dia (serão cobrados no mínimo 1 e no máximo 30 dias). (B.S.) 


Fonte:Mogi News