Início de obras do novo túnel interdita Avenida
SÁB, 05 DE DEZEMBRO DE 2015 00:00
O fechamento da Avenida Adhemar de Barros será necessário para o início da construção do túnel 1, que ligará à Rua Cabo Diogo / Foto: Eisner Soares
A Avenida Governador Adhemar de Barros terá interdição no trecho entre as ruas Tenente Manoel Alves dos Anjos e Presidente Campos Salles, ao lado do Terminal Central, a partir de segunda-feira. A medida é necessária para a execução das obras de construção da passagem subterrânea da Praça Sacadura Cabral. Neste momento, nenhuma via do entorno terá alteração de circulação.
Com a interdição, os motoristas que estiverem na Avenida Governador Adhemar de Barros, nas proximidades da Praça Sacadura Cabral, terão obrigatoriamente que virar à esquerda na Rua Tenente Manoel Alves dos Anjos. Já quem quiser acessar a passagem de nível da Rua Presidente Campos Salles deverá utilizar a Avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco. Para orientar os motoristas, faixas foram implantadas na região.
O local onde ocorrerá esta intervenção e o início das obras é considerado de menor impacto para o comércio da região, uma vez que o quarteirão abriga apenas o Terminal Central e os fundos de outros imóveis. Conforme acordado em reunião com comerciantes, realizada no final de novembro, a etapa de obras que necessitará de interdições na Rua Tenente Manoel Alves dos Anjos e no trecho da Avenida Governador Adhemar de Barros entre esta via e a Princesa Isabel de Bragança acontecerá apenas no mês de janeiro. As próximas alterações no trânsito da região também serão adotadas apenas em 2016.
O fechamento da Adhemar de Barros será necessário para o início da construção do túnel 1, que ligará a Rua Cabo Diogo à via. Atualmente, as obras estão concentradas no túnel 2, que entre as ruas Dr. Ricardo Vilela e Hamilton da Silva e Costa. As obras acontecem em duas frentes. A primeira, da Rua Doutor Ricardo Vilela até a linha férrea, está com 80% das paredes diafragma (laterais do futuro túnel) concluídas. Já a segunda, na Rua Hamilton da Silva e Costa, iniciou os trabalhos neste mês e as obras se encontram em pleno andamento, também com as escavações das paredes laterais. (Mara Flôres)
Foto:O Diário de Mogi
Sacadura
Avenida Adhemar de Barros será interditada na segunda
Obras de construção da passagem subterrânea da praça Sacadura Cabral serão responsáveis por interdição
Foto: PMMC
Trabalhos de construção da passagem subterrânea vão interromper avenida
A avenida Governador Adhemar de Barros terá interdição no trecho entre as ruas Tenente Manoel Alves dos Anjos e Presidente Campos Salles, ao lado do Terminal Central, a partir desta segunda-feira (07/12). A medida é necessária para a execução das obras de construção da passagem subterrânea da praça Sacadura Cabral. Neste momento, nenhuma via do entorno terá alteração de circulação.
Com a interdição, os motoristas que estiverem na avenida Governador Adhemar de Barros, nas proximidades da praça Sacadura Cabral, terão obrigatoriamente que virar à esquerda na rua Tenente Manoel Alves dos Anjos. Já quem quiser acessar a passagem de nível da rua Presidente Campos Salles deverá utilizar a avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco. Para orientar os motoristas, faixas foram implantadas na região.
O local onde ocorrerá esta intervenção e o início das obras é considerado de menor impacto para o comércio da região, uma vez que o quarteirão abriga apenas o Terminal Central e os fundos de outros imóveis. Conforme acordado em reunião com comerciantes, realizada no final de novembro, a etapa de obras que necessitará de interdições na rua Tenente Manoel Alves dos Anjos e no trecho da avenida Governador Adhemar de Barros entre esta via e a rua Princesa Isabel de Bragança acontecerá apenas no mês de janeiro. As próximas alterações no trânsito da região também serão adotadas apenas no próximo ano.
O fechamento da Adhemar de Barros será necessário para o início da construção do túnel 1, que ligará a rua Cabo Diogo à avenida Adhemar de Barros. Atualmente, as obras estão concentradas no túnel 2, que entre as ruas Doutor Ricardo Vilela e Hamilton da Silva e Costa. As obras acontecem em duas frentes. A primeira, da rua Doutor Ricardo Vilela até a linha férrea, está com 80% das paredes diafragma (laterais do futuro túnel) concluídas. Já a segunda, na rua Hamilton da Silva e Costa, iniciou os trabalhos no início deste mês e as obras estão em pleno andamento, também com as escavações das paredes laterais.
Foto:Mogi News
Mogi tem barragem de minério com alto risco
QUA, 02 DE DEZEMBRO DE 2015 00:00
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Pedreira Itapeti, controlada pela Embu S/A Engenharia e Comércio, passou a operar em 1970 e gera cerca de 100 empregos diretos / Foto: Divulgação
Para evitar surpresas desagradáveis e trágicas, como a de Mariana (MG), em que uma barragem de rejeitos rompeu-se resultando na morte de oito pessoas há quase um mês, técnicos das secretarias de Estado de Energia e Mineração, Meio Ambiente, Saneamento e do Departamento Nacional de Produção Mineral vão vistoriar barragens paulistas. Em Mogi das Cruzes, uma delas, operada pela Embu Engenharia S/A em área usada para extração de granito para brita, tem classificação de dano associado elevado por conta da população nas proximidades, de acordo com relatório do DNPM.
A barragem mineira com problemas pertencia à Mineradora Samarco, empresa que produz bolas de mineiro de ferro usadas na fabricação de ferro. A gestão da marca é feita pela Vale S/A e pela BHP Billiton. A proteção armazenava lama com rejeito da produção de ferro.
O levantamento do DNPM traz duas barragens em Mogi. Uma delas pertence à Empresa de Mineração Horii Ltda., cuja barragem é destinada aos rejeitos de Caulim, minério usado para fabricação de tintas, papéis e cerâmicas. Ela fica em Jundiapeba. Segundo a avaliação feita pelo Departamento, o risco de rompimento e de dano associado (à comunidade próxima) do complexo é baixo. Próximo à barragem passa o Rio Jundiaí, que deságua na represa de mesmo nome usada para captação e posterior abastecimento da Grande São Paulo.
A outra barragem que consta na lista é da Pedreira Itapeti, que fica na região de mesmo nome, controlada pela Embu S/A Engenharia e Comércio, tem classificação de risco de rompimento baixo, mas o dano potencial associado tido como alto. Basicamente, três fatores são levados em consideração para avaliar este quesito: o volume líquido que pode ser armazenado, a existência de população no entorno do empreendimento e os impactos socioeconômicos num eventual caso de rompimento. “Ali é uma região com chácaras, predominantemente rural, mas a avaliação não leva em consideração a densidade (quantidade), mas se há ou não população. É necessário destacar que a manutenção da barragem é constante para evitar qualquer tipo de problema com rompimento. É por isso que a nossa classificação de risco é considerada baixa”, afirmou Marco Antonio de Souza Martins, superintendente da Embu S/A.
Fonte:O Diário de Mogi
Licitação para a Mogi-Dutra fica para 2016
QUA, 02 DE DEZEMBRO DE 2015 00:00
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Duplicação da Mogi-Dutra abrangerá do km 32 ao km 39, com instalação de viadutos e passarelas / Foto: Arquivo
O Governo do Estado vai abrir novo processo licitatório para executar as obras de duplicação da Rodovia Mogi-Dutra, no trecho entre a Ayrton Senna (SP-70) até o município de Arujá, em 2016. A afirmação é do secretário de Estado de Logística e Transportes, Duarte Nogueira, que recebeu ontem os deputados da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento do Distrito Industrial do Taboão, em Mogi. “Podem ficar tranquilos, que vamos fazer a obra. Retomaremos a licitação, e provavelmente as obras comecem no segundo semestre do ano”, garantiu Nogueira.
Para André do Prado (PR), a obra é considerada fundamental porque permitirá a integração entre os municípios do Alto Tietê. “Esta duplicação é muito aguardada pela população da Região, porque propiciará um salto no desenvolvimento, interligando as rodovias Dutra e Ayrton Senna. Isso sem contar que dará mais segurança às pessoas que utilizam esta via todos os dias”, argumentou.
A duplicação da rodovia foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em abril de 2014, em visita a Mogi. O Estado chegou a fazer a licitação, mas no último dia 10, o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) revogou o certame informando que a medida era necessária para que pudesse fazer a atualização dos valores da referida obra.
Pelo projeto, a duplicação abrangerá o trecho entre os km 32 ao km 39, com a implantação de viadutos e passarelas com o custo estimado em R$ 149 milhões.
Na reunião, os parlamentares pediram a construção de um acesso à Rodovia Ayrton Senna (SP-70) atendendo a pedidos dos industriais e empregados, argumentando que a obra é primordial para melhorar o escoamento da produção das 50 empresas instaladas no local. Também solicitaram pavimentação e serviços de drenagem na vicinal Estrada Yoneji Nakamura, no Taboão.
Fonte:O Diário de Mogi