sexta-feira, 5 de abril de 2013

Grupo quer mudança em zoneamento


Grupo quer mudança em zoneamento
QUI, 04 DE ABRIL DE 2013 02:23
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Representantes da luta contra o lixão se reuniram na noite de ontem na sede da 17ª OAB / Foto Eisner Soares


Exatamente 20 pessoas deixaram suas casas na noite chuvosa de ontem (3) para discutir as novas estratégias do movimento popular que luta contra o aterro sanitário que a empreiteira Queiroz Galvão pretende construir em Mogi das Cruzes. Muito mais do que qualquer resultado prático, a reunião (assim como tantas outras) possui um valor simbólico bastante significativo. É essa boa vontade, de representantes dos mais diversos setores da sociedade civil, que mantém viva, há quase 10 anos, a resistência contra o lixão. Na noite dessa quarta-feira, o grupo cogitou uma nova alteração no zoneamento do bairro do Taboão, como nova arma contra os planos da empreiteira.

Durante a reunião, os representantes do movimento fizeram um resumo da situação jurídica e administrativa do processo de licenciamento do aterro. Uma das questões mais preocupantes é quanto à possibilidade de a Prefeitura ser obrigada a fornecer, caso solicitada pela Queiroz Galvão, a certidão atualizada de uso e ocupação do solo para o empreendimento. O documento é obrigatório e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deu prazo até dia 6 de maio para que a empreiteira apresente uma via atualizada.

O zoneamento do Taboão chegou a ser alterado em lei, no governo do ex-prefeito Junji Abe, para que a Prefeitura tivesse uma base legal para negar uma nova certidão. Os efeitos dessa legislação, no entanto, foram derrubados na Justiça e atualmente o processo está sob discussão jurídica, em terceira instância. Na prática, portanto, o que vale é o zoneamento antigo. “A primeira mudança da lei de uso e ocupação do solo foi considerada ilegal por vícios de iniciativa. Porém, isso não impede que o Executivo elabore nova legislação, dentro das exigências previstas na constituição, e mude novamente o zoneamento”, disse o advogado Marco Soares Junior. (Júlia Guimarães)


Fonte:O Diário de Mogi

Família e escola podem inibir pichação


Família e escola podem inibir pichação
QUI, 04 DE ABRIL DE 2013 00:49
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Muros são pichados em vários pontos da Cidade / Foto Arquivo

A união entre a família e a escola pode ser o primeiro passo para combater a pichação. É o que defende a mestre em Educação, Rosemeire Simões Alves, após analisar o caso do menor que morreu depois de ter sofrido uma descarga elétrica, no último domingo, ao cair de uma altura de oito metros, quando tentava pichar a parede de uma pizzaria, no Centro de Mogi.

“O que eu vejo é a falta da família na vida dos jovens. E, se a escola não oferecer programas de prevenção, como palestras no sentido de combater essa questão, então tudo está perdido. A família é o ninho educador e, com o apoio dos professores, muita coisa pode ser feita. São duas grandes forças”. Para ela, a criança e o jovem devem ter em suas consciências que, se eles não desejam ver os muros de suas casas pichados, então por qual motivo vão degradar os das residências dos outros e do patrimônio público?

Contudo, no caso do jovem que morreu, a mãe dele revelou à reportagem de O Diário, que sabia que o filho fazia pichações “há alguns anos, desde criança, porque ele queria ser artista”. A mestre em educação chama a atenção, neste caso, para o fato de a família desse menor não ter procurado iniciativas públicas para que ele pudesse expressar a sua arte de uma maneira menos radical. “Inseri-lo em um grupo, para que ele pudesse satisfazer sua vontade sem agredir o patrimônio e sua própria vida, também seria uma saída. E isso vale para todos os jovens, pois eles estão correndo riscos ao se aventurar nesse mundo, que eles acreditam ser obra de arte”, comenta.(Maria Salas)

Fonte:O Diário de Mogi

Câmara aprova fim da multa do rodízio


Câmara aprova fim da multa do rodízio
QUI, 04 DE ABRIL DE 2013 16:45
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Câmara aprova, em 1ª votação, fim da multa do rodízio / Foto Divulgação

Os vereadores de São Paulo aprovaram na noite de ontem um projeto polêmico que prevê o fim da multa para o motorista que burlar o rodízio. O benefício valeria apenas para condutores que não são reincidentes nessa infração no período de um ano.

A proposta, de autoria do vereador Mario Covas Neto (PSDB), foi aprovada em primeira votação e ainda terá de ser votada novamente no plenário da Câmara antes de ser encaminhado para o prefeito Fernando Haddad (PT), que poderá vetar ou sancionar o projeto.

No projeto, o vereador alega que muitos motoristas são autuados pelo rodízio ao ficarem presos nos congestionamentos da cidade. "Não é razoável prejudicar o cidadão que sai de um local em horário apropriado, mas, em decorrência de uma situação que foge ao seu controle, é penalizado com multa", diz o projeto de lei.

Pelo projeto, o motorista receberia uma advertência por escrito. Já os pontos referentes à infração continuariam sendo computados na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O motorista que burla o rodízio perde quatro pontos na carteira. A multa para essa infração é de R$ 85,13. (Folhapress)

Fonte:O Diário de Mogi

Telefônica/Vivo abre 50 vagas de estágio


Telefônica/Vivo abre 50 vagas de estágio
QUI, 04 DE ABRIL DE 2013 16:42
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A empresa oferece bolsa-auxílio de R$ 1.098 a R$ 1.236 / Foto Divulgação

O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) está com processo seletivo aberto para 50 vagas de estágio na Telefônica/Vivo, na capital paulista. Podem participar estudantes do penúltimo ano (formação de julho/2014 até julho/2015) dos cursos de administração de empresas, ciências da computação, economia, engenharias (produção, mecânica, elétrica e computação), marketing, publicidade e propaganda, relações públicas e sistemas da informação. É necessário, ainda, ter conhecimento do Pacote Office. A empresa oferece bolsa-auxílio de R$ 1.098 a R$ 1.236, de acordo com o curso, para jornada de 6 horas diárias, vale-refeição, auxílio-transporte, seguro de vida e celular.  Os interessados devem enviar até a próxima quarta-feira (10/04) currículo para o e-mail erika_frateschi@cieesp.org.br .

Fonte:O Diário de Mogi