quinta-feira, 28 de junho de 2012

Deputado André do Prado repassa R$ 75 mil para aquisição de uma van para transportes de pacientes de Arujá



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 A população de Arujá poderá contar com mais um veículo na área da saúde. A aquisição é fruto de emenda do deputado estadual André do Prado, que atendeu solicitação do vereador Abelzinho Larini (PR) e garantiu uma verba de R$ 75 mil para aquisição de uma van para o transporte de pacientes, que precisam ser atendidos tanto em Arujá quanto em serviços de referência em outros municípios, com segurança e conforto, dando continuidade às ações de qualidade de atendimento na saúde.


Segundo André do Prado, o veículo dará mais agilidade ao atendimento prestado na saúde em Arujá. “Esse é um importante investimento, que vai garantir um atendimento mais rápido aos arujaenses. Sou comprometido com a cidade e a minha prioridade é manter a qualidade do atendimento na área da saúde”, disse André do Prado ao destacar que atendeu a demanda do vereador, para continuar melhorando o setor da saúde na cidade.


Enaltecendo a iniciativa de André do Prado, o prefeito de Arujá, Abel Larini (PR), afirmou durante assinatura do convênio no Palácio dos Bandeirantes, na última sexta-feira (22), que a aquisição do veículo será fundamental para dar agilidade ao serviço e oferecer um atendimento de qualidade à população local.


“Só temos a agradecer este investimento. O deputado André do Prado é um político que trabalha pensando na melhoria da qualidade de vida da população do Alto Tietê, por isso, vem trabalhando constantemente por Arujá, ajudando a liberar recursos e intermediando reuniões com secretários estaduais para concretizar obras e, com isso, sendo um representante do município”, afirmou o prefeito Abel Larini. 


 - Deputado André do Prado, prefeito Abel Larini e governador Alckmin, durante assinatura de convênio no Palácio dos Bandeirantes 


Fonte:Clarissa Johara   
    

Homenagem Junji evoca grande legado dos imigrantes



DSC01225.JPGEm sessão solene pelos 104 anos da Imigração Japonesa no Brasil, deputado emociona plateia ao pregar que os valores morais são a principal herança a ser transmitida às gerações futuras 
A melhor forma de honrar a perfeita simbiose estabelecida entre dois povos tão diferentes, de lugares opostos no planeta, “é preservar e repassar às gerações futuras a altivez dos valores morais que são a grande herança deixada pelos imigrantes japoneses no País”, segundo o deputado federal Junji Abe (PSD-SP). “Este é o principal legado para a construção de um mundo melhor, mais justo e mais humano”, definiu, emocionando a plateia da Sessão Solene em homenagem aos 104 anos da Imigração Japonesa no Brasil, realizada na Câmara Federal.
  Filho e neto de imigrantes japoneses, Junji contou que, desde a infância, recebeu dos seus ancestrais a missão de “amar este País, de todo coração, ajudar o povo em tudo o que for possível e fazer mais pelo Brasil que os próprios brasileiros”. É o ensinamento que traduz gratidão à Nação que acolheu tantas famílias vindas do outro lado do mundo. Ao mesmo tempo, prosseguiu o parlamentar, demonstra o afeto por esta gente alegre, hospitaleira e carinhosa que passou por cima de todas as diferenças, não viu barreiras culturais e nem de idioma para interagir e estabelecer os laços que se consolidaram sob a linguagem universal da amizade.
“Mais do que palavras na mente da criança que fui, são princípios gravados na alma do homem que sou”, filosofou Junji, referindo-se aos ensinamentos transmitidos pelos seus ancestrais. Como descendentes de japoneses, alertou, “recebemos um legado cultural e espiritual que não tem preço” e precisa ser perpetuado.
Junji contou que, quando criança, ficava chateado com as brincadeiras dos amiguinhos que insistiam em se referir a ele como ‘japonês garantido no’. “Mais tarde, percebi que a expressão não era pejorativa. Sintetizava os conceitos de credibilidade, respeito e seriedade formados pelo povo brasileiro a respeito dos nipônicos”.
Graças à determinação dos ancestrais na missão de instrumentalizar comportamento dos descendentes no cotidiano, apontou Junji, “fomos preparados para ser patriotas, cidadãos dignos, cumpridores dos deveres”. Para exemplificar, citou a recente tragédia do vazamento radioativo na usina nuclear de Fukushima, quando o mundo assistiu, perplexo, à devoção de aproximadamente 100 homens, entre técnicos e voluntários, que decidiram correr risco de morte para salvar milhares de vidas. 
A Língua Japonesa acolhe expressões de profundo significado, que traduzem bem a formação cultural do povo nipônico e funcionam como bússola para nortear a postura do ser humano no lar e na sociedade. Ao fazer esta observação, Junji citou algumas expressões em japonês e seus respectivos significados.
Gaman (suportar, resistir), omêwaku (não incomodar),  mootainai (não desperdiçar), seikaku (pontualidade), yakussoku (compromisso), shinyô (credibilidade), doriyôku-ka (trabalhador), okaguessama (dar graças – a Deus ou a alguém), kenson (humildade) e gambarimashou (unidos avante) são algumas das expressões. De acordo com Junji, “interpretadas com a força das ações que representam, demonstram hábitos que precisamos difundir, honrando nossos ancestrais e tornando melhor e mais promissor o futuro dos nossos descendentes”.  
O contexto reforça a necessidade de cultivar a rica herança de valores morais dos ancestrais dentro de casa, como recomendou o deputado. “É no lar que começa o processo de formação do cidadão, daquilo que ele classifica como certo e errado, de suas crenças e filosofia de vida”. Junji elogiou o empenho das entidades nipo-brasileiras que se desdobram para manter vivas tradições e manifestações culturais japonesas.
Mão dupla
Vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Japão, o deputado federal Junji Abe assinalou o histórico de colaboração mútua que marca os dois países ao longo destes 104 anos desde a chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao País. Dirigindo-se ao embaixador do Japão no Brasil, Akira Miwa, ele pediu que a autoridade levasse ao País do Sol Nascente a profunda gratidão do agronegócio nacional pelos financiamentos e tecnologias responsáveis por avanços sem precedentes, como o desbravamento do cerrado brasileiro e, por meio da Jica – Agência Japonesa de Cooperação Internacional, a autossuficiência na produção de maçãs.
Ainda expressando gratidão, Junji lembrou dos megafinanciamentos concedidos pelo governo japonês para a despoluição do Rio Tietê e da Baía da Guanabara, assim como o impulso à produção siderúrgica na Usiminas que contribuiu com o avanço tecnológico da Siderbras, elevando a qualidade do ferro, aço e derivados, insumos para a indústria nacional.
Como a cooperação é uma via de mão dupla, assinalou o deputado, “o Japão prescinde do Brasil que vem respondendo presente” como fornecedor de minérios e de produtos agrícolas como soja, café, algodão, suco de laranja, carne bovina e aves. Logo, completou ele, os japoneses também importarão etanol brasileiro para substituir as perigosas usinas nucleares.
As palavras de Junji tocaram fundo o público da cerimônia que também contou com homenagens prestadas a destacados representantes da comunidade nipo-brasileira. Além do embaixador, receberam  honrarias Massami Uyeda, ministro do STJ – Superior Tribunal de Justiça; Eduardo Mizumoto, Mitsutoshi Akimoto, Hatiro Shimomoto e Takumi Shimada.
Também participaram da solenidade, realizada nesta terça-feira (26/06/2012), o presidente do Grupo Parlamentar Brasil Japão, Luiz Nishimori (PSDB-PR), e os vice-presidentes Keiko Ota (PSB-SP) e Hidekazu Takayama (PSC-PR), além dos presidentes Akinori Sonoda, das Associações de Províncias do Japão no Brasil; Akira Fukano, da Fundação do Japão em São Paulo; Augusto Sakamoto, da Associação Totigue Kenjin do Brasil; Satoshi Murosawa, da Jica; Tatsuo Matsunaga, do Bunkyo de Brasília; e Célia Maria, da Associação de Ikebanas em Brasília; da coordenadora do Comitê de Gestão Socioambiental da Ecocâmara, Janice Silveira; do diretor geral da Câmara dos Deputados, Rogério Ventura; e do ex-presidente do Bunkyo de Brasília, Yukio Matsunaga, entre outras autoridades.


Mel Tominaga
Jornalista 

Exército deixa complexo do Alemão




Após quase dois anos, Exército deixa os complexos da Penha e do Alemão / Foto Divulgação



Com um efetivo de 500 homens, a Polícia Militar do Rio de Janeiro assumiu nesta quinta-feira (28) as últimas áreas dos complexos da Penha e do Alemão, zona norte da cidade, que desde novembro de 2010 estavam sob controle da Força de Pacificação do Exército.
Embora já tivessem deixado outras áreas dos dois complexos de favelas, as tropas do Exército ainda patrulhavam as comunidades da Vila Cruzeiro e Parque Proletário.
Desde o início da madrugada, a movimentação no local era grande devido à presença de soldados da cavalaria da Força de Pacificação e veículos blindados que deram garantia de segurança durante a passagem de comando. A mudança foi tranqüila e nenhum tiro foi ouvido.
A partir das 5h da manhã, os policiais dos batalhões de Operações Especiais, de Polícia de Choque, de Operação com Cães e do Grupamento Aeromarítimo da PM entraram nas duas favelas e ocuparam ruas e vielas, fazendo um trabalho de busca a armas e drogas. Os militares também tentaram cumprir 15 mandados de prisão. Um homem de 40 anos com prisão decretada foi preso na ação.
Durante a operação, o relações públicas da PM, coronel Frederico Caldas, destacou a importância da Força de Pacificação do Exército para o processo de implementação das unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na região.
“A ação mais importante desta substituição decorre da integração entre o Exército e a PM. O Exército repassou informações importantes para a gente, especialmente na tentativa de identificar os esconderijos de drogas e armas”, afirmou.
Sobre a prisão dos policiais da UPP da Mangueira, denunciados por suposta extorsão a um traficante local, Frederico Caldas disse que os militares serão investigados e, se comprovada a denúncia, os militares serão punidos. Para ele, os desvios de condutas de alguns policiais das unidades pacificadoras não abalam a imagem das UPPs junto à sociedade.
“As respostas que a Polícia Militar vem dando em situações semelhantes é de absoluta intolerância. Hoje, as pesquisas apontam que todas as comunidades querem ter UPP”, ressaltou.
Mesmo com a aparente tranqüilidade, alguns moradores olhavam os militares de forma desconfiada. Além disso, a maioria ainda adota a lei do silêncio e evita falar e opinar sobre a pacificação nos dois complexos de favelas.
A Polícia Militar aproveitou a operação para colocar em teste dois novos blindados que a secretaria estadual de Segurança pretende comprar para uso do Bope. São veículos mais leves e com mais mobilidade dentro dos becos e vias estreitas das favelas. Apelidado pelos policiais de Caveirinha, o modelo é utilizado pelo Exército israelense. (Agência Brasil)


Fonte:O Diário de Mogi



Agnelo nega relação com Cachoeira




Escutas da Polícia Federal apontarem suposta ligação entre ele e integrantes do grupo de Cachoeira / Foto Divulgação


Em depoimento à CPI do Cachoeira, Claudio Monteiro negou ter relação com suposto esquema do empresário de jogos ilegais Carlos Cachoeira. Segundo a Polícia Federal, ele teria ajudado o grupo do empresário a se infiltrar no governo do Distrito Federal.
Monteiro deixou o cargo de chefe de gabinete do atual governador Agnelo Queiroz (PT-DF) no início de abril, após escutas da Polícia Federal apontarem suposta ligação entre ele e integrantes do grupo de Cachoeira.
"Cadê o rádio? Qual foi a licitação que interfiri? Qual tráfico de influência exerci? Ninguém desse grupo [do Cachoeira] fez parte dos quadros do Distrito Federal", afirmou Monteiro. Apesar de ter apresentado um habeas corpus dando o direito de permanecer em silêncio, Monteiro decidiu responder às questões dos integrante da CPI.
Entre as suspeitas contra ele, está a de ter recebido um rádio Nextel, aparelho que também foi distribuído para outros integrantes do grupo de Cachoeira.
Trechos das gravações também apontam diálogo entre o então diretor da Construtora Delta na região Centro-Oeste, Claudio Abreu, e Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, um dos principais auxiliares de Carlinhos Cachoeira. Nas conversas os dois teriam acertado o pagamento de R$ 20 mil e mais R$ 5 mil mensais para Claudio Monteiro que facilitaria uma indicação do nome de interesse do grupo na direção do Serviço de Limpeza Urbana de Brasília (SLU).
Poucos parlamentares acompanham o depoimento de Monteiro. A sessão é comandada pelo vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP).
Também está prevista para o dia de hoje o depoimento de Marcello de Oliveira Lopes, conhecido como Marcelão. Ele foi assessor da Casa Militar do DF. Segundo a polícia, Marcelão teria tentado emplacar um nome indicado pelo empresário Carlos Cachoeira em um cargo no governo do DF.
Na lista de depoentes está ainda João Carlos Feitoza, conhecido como Zunga. Ele é suspeito de ter recebido dinheiro do grupo de Cachoeira. Os dois apresentaram habeas corpus para permanecerem em silêncio. (Folhapress)


Fonte:O Diário de Mogi