quinta-feira, 29 de março de 2012
Deputado André do Prado e vereador Protássio Nogueira inauguram quadra de esportes na Escola E.E José Sanches Josende
Empenho dos políticos rende R$ 273 mil à escola de Mogi
A Escola Estadual Professor José Sanches Josende, de Mogi das Cruzes, comemorou ontem a inauguração da quadra esportiva da unidade. A conquista contou com o apoio do deputado estadual André do Prado (PR). O parlamentar intermediou junto ao vereador Protássio Ribeiro Nogueira (PSD) a liberação de aproximadamente R$ 273 mil na Secretaria Estadual da Educação para a concretização das obras de reforma e ampliação da quadra poliesportiva. Diversas apresentações artísticas foram promovidas pela diretora Maria Antônia do Prado e por seus professores e alunos durante a inauguração.
No ano passado, o deputado André do Prado recebeu solicitação do vereador para que intermediasse na liberação de investimentos para contemplar os alunos do colégio com a reforma da quadra esportiva. Na ocasião, o parlamentar deu total atenção ao pedido e, inclusive, visitou a escola, acompanhado de Protássio, ocasião em que verificou a necessidade da benfeitoria. “Ainda que haja grande comprometimento da direção, professores e funcionários para fornecer o melhor atendimento, a escola precisa ter um espaço adequado para a prática de atividades físicas. O esporte é fundamental ao desenvolvimento dos alunos”, ressaltou o deputado André do Prado.
Como ambiente é utilizado para o desenvolvimento dos alunos, o parlamentar solicitou ao governador Geraldo Alckmin as obras de reforma e ampliação da quadra esportiva. Na última quarta-feira (28), a inauguração da quadra foi concretizada em meio às homenagens ao patrono da unidade escolar. José Sanches Josende completaria 66 anos hoje. O evento contou com a presença da filha do homenageado, Giuliane Sanches Josende.
Durante seu discurso, o vereador mogiano também evidenciou a importância da cobertura da quadra e lembrou as ações que foram feitas até a inauguração das obras: "Desde 2006, a direção me solicitou intermediação para que ajudasse a resolver o problema dos telhados, que gerava grandes problemas para a unidade. O ano passado fui chamado novamente pela direção para tratar a questão da quadra esportiva, pois precisava de uma ampla reforma de ampliação. Pedi ajuda ao deputado André do Prado, que prontamente nos atendeu e levou a nossa demanda para o governo do Estado. Hoje, estamos aqui inaugurando essa obra em beneficio da comunidade de Mogi", disse Protássio.
Para o deputado André do Prado, que participou das homenagens, as atividades extraclasses são tão importantes ao aprendizado que é fundamental que os docentes possam compartilhar com seus alunos de um ambiente seguro e confortável, a fim de que o ensino se torne cada vez mais produtivo. "É com grande satisfação que estamos aqui comemorando a recuperação da quadra e também homenageando o patrono da escola. Parabenizamos a direção da unidade e os professores pelos trabalhos que desempenham à frente da Educação de Mogi das Cruzes. É importante lembrarmos da figura do patrono, pois, com certeza, foi um batalhador pelos direitos do Magistério, atuou com reverência e com exemplar trajetória de vida", ressaltou Prado.
Fonte:Clarissa Johara
STF abre inquérito e determina quebra de sigilo de Demóstenes
PGR pediu inquérito após analisar 10 meses de gravações da PF.
Senador é suspeito de vínculo com empresário preso por jogo ilegal.
Débora Santos
Do G1, em Brasília
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou nesta quinta-feira (29) a abertura de inquérito para investigar a ligação do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) com o empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, suspeito de chefiar uma quadrilha de jogo ilegal.
O ministro também determinou a quebra do sigilo bancário do senador pelo período de dois anos - Lewandowski não informou o período de início e fim da quebra de sigilo.
O senador Demóstenes Torres no plenário do
Senado (Foto: Agência Senado)
Demóstenes e os deputados Sandes Júnior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) foram citados em relatório da Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal em fevereiro e que prendeu Carlos Cachoeira.
O pedido feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo tinha três objetivos: abertura de inquérito para investigar Demóstenes, outro para investigar os demais parlamentares e um terceiro para apurar o envolvimento de pessoas sem foro privilegiado, para ser remetido à primeira instância da Justiça.
Sobre o inquérito a respeito de Sandes Júnior e Carlos Alberto Leréia, Lewandowski pediu mais informações ao procurador-geral antes de tomar uma decisão.
O ministro determinou ainda o envio de ofício ao Banco Central para ter acesso a movimentações financeiras do senador e também pediu que órgãos públicos federais e estaduais enviem ao PGR cópia de contratos celebrados com empresas mencionadas em diálogos interceptados pela PF. Além disso, Lewandowski pediu à PF a degravação de 19 diálogos telefônicos que estão apenas em áudio.
O ministro do Supremo também enviou pedido ao presidente do Senado, José Sarney, para que remeta uma relação das emendas parlamentares apresentadas por Demóstenes Torres ao orçamento da União. A PGR suspeita de irregularidades na aprovação desses recursos.
Lewandowski negou pedido do procurador de acesso automático aos dados financeiros do senador. Esse tipo de acesso permitiria que, ao longo da investigação, o sigilo do parlamentar estivesse aberto a qualquer momento ao procurador sem necessidade de autoridação judicial.
Lewandowski também negou pedido de Gurgel para interrogar o senador. Segundo o minsitro, a solicitação ainda é "prematura".
A decisão de Lewandowski garante ao advogado do senador acesso ao inqúerito. Ele negou pedido de acesso às informações ao Democratas, aos senadores Randolfe Rodrigues e Pedro Taques e a órgãos de imprensa.
Gurgel analisou as gravações da Operação Monte Carlo por aproximadamente 20 dias. A decisão de pedir investigação sobre o senador foi tomada pelo procurador-geral após a análise de 10 meses de interceptações telefônicas feitas pela PF na Operação Monte Carlo.
"Considerei [as gravações] graves o suficientes para que houvesse o pedido de instauração de inquérito. É um volume muito grande de interceptações telefônicas e de um período bastante longo", afirmou Gurgel.
Fonte:G1.Com
Estado descredencia hospital
MARA FLÔRES
A Secretaria de Estado da Saúde indeferiu o recurso apresentado pela direção do Hospital do Câncer "Dr. Flávio Isaias Rodrigues" e concluiu, no relatório final da auditoria, que a unidade mogiana cometeu mesmo fraude contra o Sistema Único de Saúde (SUS). Diante disso, o Estado já deu início ao processo de descredenciamento do Centro Oncológico e começou a fazer a transferência dos pacientes para o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Os casos de urgência e emergência serão atendidos pelo Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo.
Segundo informações apuradas pela reportagem de O Diário junto a fontes do Governo do Estado, as irregularidades detectadas no Hospital do Câncer também serão encaminhadas ao Ministério Público Estadual, ao Ministério da Saúde e aos conselhos regionais de Medicina, Enfermagem e Farmácia. A princípio, as fraudes contra o SUS são estimadas em R$ 20 milhões, mas podem até superar essa cifra já que a auditoria se concentrou nos prontuários referentes ao período de janeiro a junho de 2011.
Em 103 prontuários do Hospital do Câncer investigados pelos auditores do Estado, foram encontrados problemas em 85% deles. A principal irregularidade é a duplicidade de cobrança pelos procedimentos. Ou seja, um mesmo tratamento foi cobrado do SUS e do convênio particular. Além disso, foi apurado o lançamento de procedimentos não compatíveis com os efetuados, acrescido da exacerbação da conduta adotada pelo corpo clínico/cirúrgico face ao diagnóstico apresentado pelo doente. Os auditores apontam, ainda, falhas nas instalações do hospital, assim como número de profissionais insuficientes e o não cumprimento de preceitos éticos profissionais.
O relatório da auditoria estadual indica, também, a ocorrência de cobrança irregular "sempre a maior" dos procedimentos efetuados em pacientes em tratamento pelo SUS; cobrança, em espécie, dos pacientes em tratamento pelo SUS por consultas médicas e procedimentos que são custeados pela União; cobrança por procedimento não efetuado; inserção de pacientes em pesquisa clínica em tratamento com uso de placebo sem o pleno conhecimento dos pacientes ou familiares; e a utilização de encaminhamentos de pacientes por serviços particulares e por ambulatório de empresas de medicina suplementar.
Outra irregularidade era o fechamento do Centro Oncológico de Mogi nos finais de semana e no período noturno, o que obrigava os pacientes, em casos de emergência, a buscar assistência no Hospital Luzia de Pinho Melo.
Conforme apurado, o Estado ratificou os apontamentos do relatório preliminar datado de 5 de dezembro de 2011, que foi divulgado com exclusividade por O Diário no início de fevereiro. Conforme análise técnica do setor de auditoria da Secretaria de Saúde, foi constatado que o hospital não possui condições de funcionar como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e, por isso, foi aberto o processo de descredenciamento, o que significa que a unidade não poderá mais realizar o atendimento de pacientes pelo SUS, o que representa 60% da demanda do Hospital do Câncer.
Fonte:O Diário de Mogi
Restaurado, imóvel ganha escola
destino Imóvel onde morou o padre João, no Centro, foi reaberto ontem durante cerimônia religiosa
DANILO SANS
Após ter passado por um processo de restauro, o casarão que pertenceu ao padre João Lourenço de Siqueira, fundador do Instituto Dona Placidina, foi reinaugurado ontem e vai abrigar o "Centro Cultural Doutor Paulo da Silva Pires". A cerimônia contou com a presença do arcebispo dom Airton José dos Santos, que atua como presidente do Conselho Curador da entidade. Depois de falar sobre a importância do Instituto para a Cidade, o religioso benzeu o prédio histórico, localizado na Rua Padre João, nº 333.
Dom Airton, que no próximo dia 15 assumirá a Arquidiocese de Campinas, foi um dos idealizadores da unidade educacional de período integral. "Este local é expressão da capacidade do Placidina. O prédio é um monumento, quem vê de fora não imagina o que tem aqui dentro. Além disso, foi dada uma utilidade muito boa ao espaço, que é a educação das crianças", ressalta.
O arcebispo também destaca a atuação do homenageado em trabalhos beneficentes. "O Instituto sempre preservou sua principal característica, que é a dedicação ao bem do próximo. Essa dedicação nós vimos estampada no rosto do Doutor Paulo, que não media esforços para ajudar aos necessitados. Foi um homem, de fato, capaz de assimilar o espírito de doação, de colaboração do Dona Placidina", fala.
O advogado Sylvio da Silva Pires, de 79 anos, irmão do homenageado, relata que o desenvolvimento da família esteve sempre ligado ao Instituto. "Nosso pai, Francisco da Silva Pires, atuou aqui por 40 anos, assim como meu irmão, que trabalhou muito em causas beneficentes. É uma satisfação imensa ver o nome e a foto dele aqui no Instituto", comenta.
Também irmão de Doutor Paulo, João da Silva Pires, de 76 anos, lembra que recebeu a notícia da honraria durante a missa de sétimo dia do homenageado, no ano retrasado. "Foi uma satisfação muito grande. O projeto do prédio, que por sinal ficou muito bonito, foi feito enquanto estávamos no Conselho Curador", conta.
A nova unidade começará a funcionar no segundo semestre deste ano. Deve atender inicialmente 120 alunos do Instituto Placidina, do 1º ao 5º ano. Serão desenvolvidas atividades extracurriculares – em contraturno escolar – como teatro, música, dança, tae kwon do, xadrez e aulas de reforço escolar. Conforme explica a diretora pedagógica do Instituto, irmã Elena Ramos Bomfim, a fachada do prédio foi toda restaurada, mantendo suas características originais. No entanto, ela destaca que o interior foi modernizado para receber as seis novas salas de aula.
Fonte:O Diário de Mogi
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