Deputado André do Prado participa da entrega de Bases Comunitárias Móveis para o Alto Tietê
O deputado estadual André do Prado participou, nesta segunda-feira (26), da entrega, pelo governador Geraldo Alckmin, de 200 novas Bases Comunitárias Móveis (BCM) que serão distribuídas para todas as regiões do Estado. No Alto Tietê, os municípios contemplados foram: Arujá, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Suzano e Itaquaquecetuba.
“Agradeço ao governador Alckmin por atender essa necessidade da região do Alto Tietê, garantindo mais segurança para a nossa população com a entrega dessa base móvel que segue o modelo de Polícia Comunitária, garantindo mais atenção à comunidade, possibilitando até o registro de ocorrências”, salientou André do Prado, interlocutor entre o Alto Tietê e o Estado na busca de investimentos em segurança.
Nas bases comunitárias, podem ser registradas as mesmas ocorrências que estão disponíveis na Delegacia Eletrônica – acidentes de trânsito sem vítimas, furtos de veículos, desaparecimento e encontro de pessoas, furto ou perda de documentos, celulares e placas de veículo. Por meio desse posto permanente, o cidadão conhece os policiais que atuam no bairro e se sentem mais à vontade para trocar informações e fazer denúncias, o que facilita o trabalho da polícia.
“A base comunitária móvel tem muita eficácia porque ela tem mobilidade. Você, às vezes, colocando a base dois quarteirões do lado, três quarteirões do outro lado, você traz uma grande segurança e surpreende a atividade criminosa. E a polícia comunitária, o bairro conhece o policial, confia no policial, colabora com ele e, ao mesmo, tempo a polícia conhece o bairro”, destacou Alckmin.
O investimento estadual na compra das bases foi de R$ 29,5 milhões, ao custo de R$ 118 mil cada. Elas são equipadas com todo o aparato necessário, como aparelhos de radiocomunicação digital e giroflex. A Polícia Militar distribuiu as bases de acordo com os índices de criminalidade, enviando-as para locais em que o policiamento se faz mais necessário.
A capital receberá 61 bases, a Grande São Paulo terá mais 44 e 91 irão para as cidades do interior. Das quatro restantes, duas ficam com o Centro Superior de Manutenção de Material Moto Mecanizado (CSM/MM), uma vai para a Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB) e uma para a Escola Superior de Soldados (ESSd). Para o mês de abril, está prevista outra entrega de mais 50 novas bases.
Fonte:Clarissa Johara comunicacaoandredoprado@hotmail.com
'Não convivemos com a perda de ética', afirmou José Agripino ao comentar denúncias que envolvem senador, supeito de ter ligações com empresário Carlinhos Cachoeira
Rosa Costa, da Agência Estado
BRASÍLIA - Horas depois de acumular o cargo de presidente do DEM e o de líder do partido no Senado, José Agripino (RN), disse que a reação contra o senador Demóstenes Torres (GO), no caso de comprovado seu envolvimento com o esquema comandado por Carlinhos Cachoeira, será a mesma adotada contra o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que renunciou para não ser expulso. "Estamos no campo das hipóteses. Evidentemente, um partido com a história do DEM, que já fez o que já fez, chegando à expulsão de um governador, tem autoridade moral para dizer que vai fazer o que os outros partidos nunca fizeram", afirmou.
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José Agripino não descarta punição se denúncia for confirmada
No entender de Agripino, se houve erro, cabe ao partido tomar a decisão de punir. "O DEM vai esperar a Procuradoria-Geral da República dizer quem é culpado e quais as faltas cometidas", disse ele, acrescentando que Demóstenes espera pela divulgação do inquérito sobre a Operação Monte Carlo para se defender. "Não convivemos com a perda de ética. O DEM tem como comportamento honrar o passado que o Brasil todo conhece", destacou.
Agripino passou a acumular o cargo de líder após o senador Demóstenes ter decidido nesta terça se afastar "para acompanhar a evolução dos fatos noticiados nos últimos dias".
Fonte:O Estado de S.Paulo
Lula tratou câncer de laringe e se recupera de inflamação na garganta.
Ele também passa por sessões de fonoaudiologia no hospital Sírio-Libanês.
Do G1, em Brasília
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na manhã desta terça-feira (27) a visita do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, segundo informou a assessoria do Instituto Lula.
Lula recebeu a visita de Fernando Henrique no hospital (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
Lula, que teve um câncer de laringe diagnosticado no ano passado, passa por acompanhamento no hospital por conta de uma inflamação na garganta e também faz sessões de fonoaudiologia.
Segundo informou a assessoria do Instituto Lula, FHC chegou ao hospital por volta das 11h e deixou o local às 11h50, sem falar com a imprensa. Conforme a assessoria do instituto, Fernando Henrique Cardoso afirmou acreditar que Lula "está se recuperando bem" e comentou que achou o ex-presidente "muito bem, melhor do que esperava".
Os dois ex-presidentes acompanham as negociações referentes à eleição municipal de São Paulo. Lula apoia a candidatura do ex-ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT). No último final de semana, o PSDB escolheu como candidato o ex-governador José Serra.
Fernando Haddad
Haddad visitou Lula na semana passada e disse que Lula está otimista em relação a uma possível aliança entre PT e PSB. A expectativa é que o PSB apoie a candidatura de Haddad. Lula deve receber nos próximos dias em seu apartamento em São Bernando do Campo, no ABC, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.
Lula "está confiante", disse Haddad. "Tem uma relação muito estretira com o Eduardo. Tem muito respeito pela liderança que ele é. A conversa é não só com o PSB, mas com os demais partidos", afirmou o ex-ministro.
Haddad disse ainda que não participará da reunião e que não há pressa, pois é preciso respeitar o cronograma dos partidos. A estratégia é não apenas conseguir o apoio do PSB, mas evitar que membros desse partido em São Paulo que são ligados ao PSDB possam estabelecer alianças e fortalecer a candidatura de José Serra à prefeitura.
Fonte:G1.com.br
Júlia Guimarães
Reportagem publicada por O Diário na edição do último domingo mostrou que, entre janeiro de 2009 e março de 2012, os vereadores mogianos apresentaram 191 projetos para denominação de ruas ou para outorgas de títulos. Outras 91 iniciativas tramitaram na Câmara Municipal para inserção de datas no calendário oficial do Município, criação de Comissões Especiais de Vereadores (CEVs) ou declaração de utilidade pública de entidades. Juntas, as 282 propostas correspondem a 80,9% de toda a produção da atual legislatura, quando foram elaborados 349 projetos. Os números falam por si e deixam evidente a baixa qualidade das proposituras. Porém, os vereadores alegam que o trabalho parlamentar fica prejudicado em razão das restrições impostas pela Constituição Federal, que os deixa proibidos de interferir no orçamento municipal. Alguns deles, defendem reformas na legislação.
Ontem, vereadores representantes das quatro principais bancadas da Câmara de Mogi comentaram o levantamento feito por O Diário. Todos, sem exceção, ponderaram sobre as dificuldades que possuem para elaboração de projetos de lei que tenham reflexos diretos no cotidiano da população, sem a criação de gastos. Matérias que geram custos aos cofres municipais, que são administrados pelo Executivo, são consideradas inconstitucionais por que ferem o princípio básico de independência entre os poderes, previsto pela Constituição. Eles ainda procuraram destacar que o trabalho do Parlamento vai além da criação de novas leis e passa também pela análise dos projetos de iniciativa do prefeito, ações de fiscalização da Administração Municipal e elaborações das moções, requerimentos e indicações.
O presidente da Câmara, Rubens Benedito Fernandes (PR), o Bibo, explica que, por causa das restrições constitucionais, a Câmara não pode propor matérias que versem, por exemplo, sobre construção de escolas ou postos de saúde. "A função do vereador é criar leis, mas temos de verificar quais são de competência do Legislativo. Se eu criar qualquer lei que tenha custo, será considerada inconstitucional. Então, o trabalho fica muito restrito. Nós trabalhamos junto com o Executivo. Somos nós, na Câmara, que aprovamos os projetos enviados pelo prefeito para, por exemplo, a ampliação das creches ou a construção do hospital de Braz Cubas. Ninguém trabalha sozinho, nem o prefeito e nem os vereadores. Então é muito vago fazer uma análise apenas dos projetos apresentados. O trabalho do Legislativo é muito mais amplo", rebateu.
O líder do PMDB na Câmara, Mauro Luiz Claudino de Araújo, fez considerações semelhantes e defendeu mudanças na Constituição. "Eu acho, e venho sempre repetindo, que o Poder Legislativo no Brasil ficou um pouco aleijado, meio subordinado ao Poder Executivo. Temos propostas importantes, como o projeto apresentado pelo vereador Bibo prevendo a fixação de placas para incentivo da doação de órgãos em prédios públicos, que são consideradas inconstitucionais por causa da geração de despesas. Infelizmente isso é previsto pela legislação federal. Então, o que eu defendo é a valorização do Poder Legislativo. O Parlamento deveria ter uma função maior, não apenas de fiscalizar mas também de participar da formatação do orçamento".
O vereador Nabil Nahi Safiti, líder do PSD na Câmara, procurou destacar que o trabalho dos vereadores mogianos vai além da elaboração de projetos. "A limitação é muito grande e o Legislativo acaba perdendo a força que deveria ter. Eu acho que isso tem de ser revisto. Uma questão que tem de ser levada em conta é que, apesar de não podermos propor os projetos, nós continuamos trabalhando com a elaboração das moções, requerimentos e indicações. As estatísticas indicam que cerca de 60% das indicações enviadas pela Câmara são atendidas pelo Executivo. E isso também é muito importante".
Membro da bancada tucana, o vereador Jolindo Rennó Costa, procurou ressaltar que também é relevante o trabalho, desempenhado pelo Legislativo, de análise e aprovação dos projetos de autoria do Executivo, que normalmente são a maioria entre as propostas em trâmite. "Nós não podemos fazer projetos que onerem os cofres municipais. Essa restrição é prevista na Constituição Federal e também pela Lei de Responsabilidade Fiscal. E eu acho que é correta, para não haver interferências no plano de governo traçado pelo prefeito. Então, é importante destacar que o grande papel da Câmara Municipal é analisar os projetos oriundos da Prefeitura. É por isso que os poderes devem andar em sintonia para aprovação das propostas porque, do contrário, quem perde é a Cidade, é o próprio cidadão".
Fonte:O Diário de Mogi