domingo, 29 de janeiro de 2012

Polícia caça suspeito de matar jovem



TRÁGICO Após 21 dias, família reconhece corpo de Carla Ingrid e pede prisão de Wastington Ferreira


A desconfiança do caseiro Wilson Cassimiro, de 38 anos, levou a Polícia encontrar no fim da manhã de ontem o corpo da estudante Carla Ingrid de Oliveira, 14, desaparecida há 21 dias, em meio a um matagal próximo à sua casa, no Parque São Martinho, em Mogi das Cruzes. A garota desapareceu na tarde do dia 7, após sair da casa de uma amiga.


Uma denúncia feita por Cassimiro, por volta das 11h20 da manhã de ontem levou à Polícia Militar até o local. Lá, os cabos Euclides e Isquerdo, que atenderam ao chamado, encontraram o corpo – em avançado estado de decomposição -, posteriormente reconhecido pela família por causa das roupas e sapatos. "Eu percebi uma movimentação intensa de urubus sobrevoando ali por cima e fui até lá ver o que era. Quando eu cheguei, percebi que era um corpo. Voltei e já liguei para o 190", explica.


A estudante estava em um local de difícil acesso com mato alto e muita lama, cerca de 450 metros de distância da residência de Cassimiro. Sem marcas evidentes de violência e com roupa, a causa da morte deverá ser revelada após o exame conclusivo do Instituto Médico Legal (IML). Para a Polícia, a garota deve ter chegado ao local por conta própria. "Seria difícil vir desfalecida", disse Isquerdo.


Segundo a família, Carla não apresentava qualquer comportamento anormal. "Ninguém sabia se ela namorava. Não usava muita internet, mas ficava bastante no celular. A gente desconfia deste "Pelanca" (Washington Luiz Ferreira de Souza, de 33 anos) porque vizinhos dele lá do 9 de Julho já tinham visto os dois juntos", detalha William de Oliveira, 26, tio da vítima.


Amigos e familiares realizaram nas últimas semanas campanhas em blogs e redes sociais na tentativa de conseguir informações que levassem ao paradeiro de Carla.


Investigação


Alegando que a divulgação poderia prejudicar as investigações, o delegado Luiz Roberto Biló, titular em exercício do 4º Distrito Policial, em Jundiapeba, decretou no último dia 10 segredo de Justiça no caso. Na época, a família informou que já havia deixado de procurar a garota por ordem da autoridade policial.


Na quinta-feira, dia 19, o juiz Roberto Barbosa Lima, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Braz Cubas, decretou a prisão temporária por cinco dias do ajudante Washington Luiz. A determinação havia sido solicitada pelo delegado titular do 4º DP, em Jundiapeba, que entendeu após investigações haver indícios suficientes para apontar Washington como o mentor do sequestro ou cárcere privado de Ingrid.


As suspeitas contra Washington começaram a surgir em meio às buscas feitas por amigos e parentes da menor. Até então, o ajudante ainda auxiliava nas buscas, mas foi embora do bairro assim que os primeiros indícios contra ele apareceram. Desde então, ele está desaparecido.


O caso foi direcionado para o 2º Distrito Policial, em Braz Cubas, sob os cuidados do delegado Vinícius de Mello Coutinho, de onde deverá ser encaminhado para o 4º DP, responsável pelo caso. Para a Imprensa, o delegado titular em exercício do Setor de Homicídios de Mogi, César Donizetti Benedicto, disse que, com o surgimento do corpo, o inquérito poderá ser encaminhado ao departamento já nos próximos dias.


Fonte:O Diário de Mogi

Uma ideia inviável para os dias atuais


O leitor e virtual candidato a vereador Joel Avelino Ribeiro, em correspondência enviada à coluna, insiste na ideia de emancipação político-administrativa do Distrito de César de Souza, lembrando alguns exemplos ocorridos no interior do Estado de São Paulo. Ele cita, por exemplo, o Distrito de Ribeirão Preto, que pertencia a São Simão, e o caso da pequena Cajati, terra de seus pais, que pertencia a Jacuiranga, no Vale do Ribeira, emancipada após a promulgação da Constituição de 1988. "Como Cajati possui uma grande mineradora, que já pertenceu ao Grupo Santista e hoje pertence ao Grupo Bunge, com a emancipação, essa empresa passou a recolher seus tributos somente aos cofres do novo Município", diz Avelino Ribeiro, ressaltando que, com isso, Cajati "cresceu muito, reduziu o êxodo rural e vem melhorando, sistematicamente, a qualidade de vida de seus munícipes". O próprio leitor admite, em sua mensagem, que a emancipação, hoje, é algo praticamente inviável, do ponto de vista legal, como explica o advogado Luiz David Costa Faria: "Após a Constituição de 1988 houve um verdadeiro estouro de criação de novos municípios, o que levou à edição da Emenda Constitucional nº 15/96, que modificou a redação do § 4º do artigo 18 da Constituição Federal, condicionando a criação de novos municípios ao período determinado por Lei Complementar Federal." De acordo com o advogado, "atualmente, segundo entendimento do STF, por inexistir a mencionada Lei Complementar, não há possibilidade legal da criação de novos municípios".


Sabor da Capela -1


As cozinheiras Vanda e Olinta, de Taiaçupeba, criadoras da empresa Sabor da Capela, que se tornaram conhecidas pelo preparo de receitas com inserção de espécies nativas da Mata Atlântica no cardápio oferecido aos visitantes do Parque das Neblinas, vão mostrar seus dotes culinários aos paulistanos. De 30 de janeiro a 10 de fevereiro, participam do evento "Gastronomia e Sustentabilidade", no Sofá Café da Capital.


Sabor da Capela -2


Entre as delícias da dupla, frango grelhado com mix de gergelim e risoto de arroz cateto com taiona e molho de pimenta, tilápia Saint Peter com agridoce de cambuci, arroz integral com castanha de baru e espaguete de legumes, mini salada de folhas com pepino e manga ao molho e brigadeiro de juçara com queijo branco e hortelã.


Posse na Capital


O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo realiza no próximo dia 3, às 11 horas, a solenidade de posse de seu novo presidente, coronel Orlando Eduardo Geraldi, do vice Evanir Ferreira Castrilho e do corregedor geral Paulo Adib Casseb. Muitos mogianos, amigos de Geraldi, antigo comandante do 17º Batalhão de Mogi, irão marcar presença no evento, na sede do TJM, na Vila Buarque, na Capital.




Pendência
Mauro Luis Claudino de Araujo
A anunciada candidatura do vereador Mauro Araújo a prefeito de Mogi nas próximas eleições ainda depende do aval do comando paulista do PMDB, seu novo partido. E é justamente neste ponto que tudo começa a ficar um pouco mais complicado para o ex-presidente da Câmara.


Fonte:O Diário de Mogi





860 imóveis terão IPTU mais caro


MARA FLÔRES
Na reta final da elaboração da lei complementar, a Prefeitura de Mogi dará início, no próximo ano, à cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Progressivo no Tempo. A medida vai incidir sobre imóveis localizados nos bairros mais centrais da Cidade e que estão ociosos. Para impedir a especulação imobiliária e assegurar que essas propriedades cumpram a sua função social – seja para moradia ou para alguma atividade econômica -, o Município poderá elevar para até 15% a alíquota de cálculo do tributo. Isso significa que o IPTU de um terreno, que hoje representa 3% do valor venal do imóvel, poderá chegar a 15% dele. O mesmo vale para as propriedades que são subutilizadas (no caso de áreas edificadas, a alíquota é de 1%).
Pelo levantamento preliminar feito pela Prefeitura, 860 imóveis de Mogi das Cruzes poderão ser taxados pelo IPTU Progressivo no Tempo. Desses, 520 estão localizados na Zona Fiscal 1 (ou Zona A), que compreende bairros como a Vila Oliveira, Parque Monte Líbano, Centro, Jardim Santista e Vila Rubens. Regiões que contam com 100% de infraestrutura de água, esgoto, luz elétrica, pavimentação, transporte e outros equipamentos que fazem delas áreas bastante valorizadas financeiramente e, por consequência, também de alto poder imobiliário.
Os outros 340 imóveis estão localizados na Zona Fiscal 2 (ou Zona B), nas quais se encaixam bairros como Nova Mogilar, Vila Mogilar, Vila Industrial, Vila São Francisco, Socorro, Vila Lavínia, Vila Cléo, Alto Ipiranga, Alto Guaianazes, Jardim Universo e Jardim Ivete. Regiões que também contam com infraestrutura completa e que, em razão disso, se mostram valorizadas para fins imobiliários e não podem ficar ociosas.
"São terrenos bem localizados e com infraestrutura, os quais não podem ficar parados e sem que se faça cumprir a sua função social, seja para fins de moradia ou de alguma outra atividade econômica", ressalta o arquiteto João Francisco Chavedar, secretário municipal de Planejamento e Urbanismo de Mogi das Cruzes.
Esse levantamento preliminar de 860 imóveis precisará ser atualizado no cadastro mobiliário da Prefeitura tão logo seja aprovada a lei complementar que autoriza o Município a se valer do IPTU Progressivo no Tempo. A expectativa é de que a legislação seja encaminhada para a Câmara Municipal no início de segundo semestre, junto com outro pacote de leis que vão compor a nova Lei de Uso e Ocupação do Solo de Mogi das Cruzes.
A atualização do cadastro, que pode ser feita rapidamente, se faz necessária porque muitos dos imóveis que, no levantamento complementar constavam como terrenos ociosos ou subutilizados, podem ter dado lugar a empreendimentos imobiliários. "Temos uma defasagem de tempo, que coincide com um período de grande aquecimento do setor imobiliário da Cidade", pondera a arquiteta Renata Harada Herrett, que atua no grupo da Secretaria de Planejamento que cuida da elaboração das leis complementares do Plano Diretor, entre elas, a do IPTU Progressivo no Tempo.
Além desse aspecto, a legislação do IPTU Progressivo no Tempo, já utilizada em muitas outras cidades, entre elas, São Paulo, irá prever algumas exceções. Poderão ficar excluídos das obrigações de edificar, parcelar e utilizar compulsoriamente os imóveis urbanos que são de interesse à proteção, conservação, preservação e recuperação de patrimônio ambiental, histórico, artístico e cultural; aqueles que comprovadamente são utilizados para atividades econômicas e sociais que não necessitem de edificações para o exercício de suas finalidades; os que possuem impossibilidade jurídica; os que o proprietário não possua nenhum outro imóvel urbano ou rural no Município; e os terrenos com declividade superior a 30%.
"A lei complementar vai especificar exatamente os prazos para instituição do IPTU Progressivo e, também, os casos em que a aplicação não vai acontecer. Um exemplo claro disso são os estacionamentos que, para funcionar, praticamente não precisa de edificação", explica a arquiteta Renata.


Fonte:O Diário de Mogi

Nova diretoria Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC)


A Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) já conta com nova diretoria para a gestão 2012/2014. Durante bonita solenidade realizada na noite de terça-feira, na sede da entidade, Tânia Fukusen Varjão foi empossada presidente da instituição. A economista e empresária recebeu a batuta para o atual mandato das mãos do empresário Marcus Melo. Mais de 120 pessoas prestigiaram a transmissão de posse, que, ainda, foi coroada com alinhado coquetel. 
fotos: Paula Moura






A atual presidente da ACMC, Tânia Fukusen Varjão, entre o prefeito de Mogi, Marco Aurélio Bertaiolli, Marcus Melo e o presidente da Casa de Leis mogiana, Rubens Benedito Fernandes, o Bibo





Wilton José Nogueira e o vice-prefeito de Mogi, José Antônio Cuco Pereira





Osvaldo Bolanho, Celucéia de Souza Campolino e Zeno Morrone



Karin Melo e a primeira-dama de Mogi das Cruzes, Mara Bertaiolli



Aimberê Campos, Luiz Marrano e Job Souza
Joji Kimura, Isidoro Dori Boucault Netto, Hiromitsu Umeoka e Hélio Nishina
  
Fonte:   Social  Osny Garcez