sábado, 3 de setembro de 2011
Deputado André do Prado participa de anúncio de R$ 7,7 milhões em investimentos para Ferraz de Vasconcelos
Verba será empregada na execução de obras de reurbanização e revitalização da área central
O deputado André do Prado esteve nesta sexta-feira (02) acompanhando o governador Geraldo Alckmin em mais um encontro na região do Alto Tietê para liberação de investimentos. O município de Ferraz de Vasconcelos foi beneficiado com a liberação de R$ 7,70 milhões do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (Fumefi), cujos valores serão utilizados para execução de obras de revitalização do centro do município.
O deputado André do Prado destacou o empenho e atenção que o Estado vem mantendo com a região. “O Alto Tietê está recebendo muitas obras e investimentos. Hoje, concretiza-se mais uma obra importante para Ferraz, que é a revitalização do centro da cidade”, destacou.
Segundo o parlamentar, os recursos anunciados serão empregados nas obras de revitalização do Centro de Ferraz, como a criação de bolsões de estacionamento ao longo da avenida Brasil, a execução de obras de drenagem e a realização de obras de acessibilidade e projeto paisagístico. Ao longo da Avenida 15 de novembro, no trecho entre a Av. Brasil e a Rua Juvenal Guerra, serão construídas estruturas em policarbonato para cobertura e execução de obras de drenagem.
As obras propiciarão melhorias significativas para a circulação de pedestres e veículos na área central e seus equipamentos públicos, em especial os terminais de transportes.
Clarissa Johara
Assessora de Imprensa
Deputado André do Prado
Manuela cobra apoio do PT em 2012
Divulgação

O namoro entre o PT nacional e o PDT provocou reações da deputada Manuela D'Ávila (PC do B), pré-candidata a prefeita de Porto Alegre (RS), e da bancada de vereadores do próprio PT na capital gaúcha.
Diante de conversas de dirigentes nacionais do PT, como o presidente Rui Falcão e o ex-deputado José Dirceu, com o ministro Carlos Lupi (Trabalho), Manuela mandou uma carta aberta ao partido, da qual também são signatários dirigentes do PC do B e do PSB.
No texto, eles lembram que apoiaram a eleição do governador Tarso Genro em 2010, abrindo mão de lançar o deputado Beto Albuquerque (PSB).
"Juntos construímos a vitória de Tarso Genro", dizem os aliados do PT.
Na campanha de 2010, o atual prefeito, José Fortunati, apoiou o peemedebista José Fogaça, de quem era vice na prefeitura.
Manuela e aliados querem evitar que o PT apoie a reeleição do prefeito em troca de alianças com o PDT em outras capitais, como São Paulo.
Em um informativo da bancada, os sete vereadores do PT mostram que não será simples fechar o apoio a Fortunati também internamente.
Intitulado "Abandono: até quando?", o texto critica várias áreas da administração municipal e diz que, nos últimos anos, Porto Alegre sofreu "um descaminho".
Fonte:Escrito por Vera Magalhães
O namoro entre o PT nacional e o PDT provocou reações da deputada Manuela D'Ávila (PC do B), pré-candidata a prefeita de Porto Alegre (RS), e da bancada de vereadores do próprio PT na capital gaúcha.
Diante de conversas de dirigentes nacionais do PT, como o presidente Rui Falcão e o ex-deputado José Dirceu, com o ministro Carlos Lupi (Trabalho), Manuela mandou uma carta aberta ao partido, da qual também são signatários dirigentes do PC do B e do PSB.
No texto, eles lembram que apoiaram a eleição do governador Tarso Genro em 2010, abrindo mão de lançar o deputado Beto Albuquerque (PSB).
"Juntos construímos a vitória de Tarso Genro", dizem os aliados do PT.
Na campanha de 2010, o atual prefeito, José Fortunati, apoiou o peemedebista José Fogaça, de quem era vice na prefeitura.
Manuela e aliados querem evitar que o PT apoie a reeleição do prefeito em troca de alianças com o PDT em outras capitais, como São Paulo.
Em um informativo da bancada, os sete vereadores do PT mostram que não será simples fechar o apoio a Fortunati também internamente.
Intitulado "Abandono: até quando?", o texto critica várias áreas da administração municipal e diz que, nos últimos anos, Porto Alegre sofreu "um descaminho".
Fonte:Escrito por Vera Magalhães
Na abertura de congresso, Dilma e Lula apoiam Dirceu e atacam mídia
O PT transformou ontem a abertura de seu 4º Congresso num ato de desagravo ao ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), principal réu do processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).
Ele foi mais aplaudido que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff no evento, que reuniu cerca de 2.000 petistas em Brasília.
Lula e Dilma fizeram referências a Dirceu e criticaram a imprensa. O ex-presidente ainda disse que as sucessora governará por oito anos.
O desagravo ocorreu uma semana após a revista "Veja" acusá-lo de montar um "gabinete paralelo" e conspirar pela queda do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil).
O petista ter sido vítima de invasão de privacidade e acusa a publicação de usar métodos ilegais para espioná-lo, o que a revista nega.
Lula saiu em defesa do aliado e reclamou de reportagem da Folha que revelou, anteontem, a articulação de um desagravo a ele.
"Eu li num jornal esses dias que ia ter a nota de apoio ao Zé Dirceu, com meu aval. Ninguém pediu aval a mim. Portanto, o jornal mentiu", disse. "Mas já que ele [Dirceu] está aqui agora, tem o meu aval a nota."
O ex-presidente disse ainda que o PT é "muitas vezes achincalhado por determinados setores da mídia".
A Folha revelou que Lula apoiaria o desagravo, e que pediu a aliados que o partido o defendesse publicamente.
A tarefa de propor a menção coube ao presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique.
Ele pediu "moção de repúdio pelo crime cometido por uma famosa revista brasileira contra o companheiro José Dirceu e contra a livre imprensa neste País".
Dilma foi aplaudida ao citar Dirceu no discurso. Enquanto saudava os presentes, o nome do ex-ministro foi gritado pela plateia.
"Em nome de todos os ex-presidentes do PT, eu cumprimento o ex-ministro José Dirceu", disse.
O presidente do PT, Rui Falcão, se disse a favor de um marco regulatório para "democratizar a mídia": "O jornalismo marrom de certos veículos deve ser responsabilizado toda vez que falsear ou distorcer fatos para caluniar, injuriar ou difamar".
"O domínio midiático por alguns grupos econômicos tolhe a democracia", disse.
Sobre o tom do encontro, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria da Presidência) disse que "foi um desagravo necessário porque houve uma injustiça a ele [Dirceu]".
Dirceu não falou, mas permaneceu atrás de Lula e Dilma no palanque, aparecendo entre os dois em fotos e TV.
OITO ANOS
Lula disse a Dilma que ela governará o País em 2014. "Oito meses de governo é muito pouco para alguém que vai governar esse País oito anos. É 10% do tempo que você vai ter."
Dilma exaltou feitos do antecessor. "Eles tentam nos desgastar [...] É a tentativa de me separar [da gestão Lula], mas como é que eu posso ter conflito comigo mesma?"
Fonte:Folha.com
'Sou aliado de Alckmin, mas não alienado', diz Campos Machado
Deputado estadual pelo PTB-SP defende retirada da Corregedoria da Polícia Civil do gabinete da Segurança Pública e causa racha na Assembleia
Fernando Gallo / SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo
Trazido à baila pela insistência em votar o projeto que retira a Corregedoria da Polícia Civil do gabinete do secretário de Segurança Pública e a devolve para a própria Polícia Civil, o deputado estadual Campos Machado (PTB), aliado de todas as horas do governador Geraldo Alckmin avisa: "sou aliado, mas não alienado. Entendi que tinha obrigação moral de apresentar o projeto".
Apesar disso, Campos ameniza os efeitos negativos da repercussão que teve sua pressão para levar o projeto a voto: "A minha lealdade e amizade com o Geraldo não vão ser arranhadas por uma coisa tão pequena".
Nessa entrevista ao Estado, o deputado dispara contra o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira: "É um homem de boa vontade, mas está no lugar errado. Ele conseguiu quase destruir a dignidade de uma instituição que tem mais de 100 anos".
Por que o sr., que é da base do governo, decidiu votar o projeto contra a vontade do governador Alckmin?
Não sei se é contra a vontade do governador. O Geraldo Alckmin nunca me disse nada. É um amigo e um irmão que tenho. Fui vice dele em 2000 e 2008. Basta indagar como é que ele foi candidato em 2010, quando nós fizemos a convenção nacional do PTB aqui pra ele ser candidato a governador. De outro lado, sou aliado, mas não alienado. Entendi que tinha obrigação moral de apresentar o projeto. A Lei Orgânica da polícia determina que a corregedoria seja vinculada à delegacia-geral da Polícia. Não é uma questão do governo, é da Assembleia. Quando eu fiz esse projeto de decreto legislativo, não era eu sozinho. Tinha várias bancadas.
Fonte:Estadão.com.br
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