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Rafael Moraes Moura, da Agência Estado
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) disse nesta quinta-feira, 25, que o PR tem de tomar uma decisão para definir se faz parte do governo ou da oposição, caso contrário parece fazer “chantagem”. O partido saiu da base aliada, anunciando “independência”, após a crise política provocada pela demissão do então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.
“Não existe isso (neutralidade). Existe governo e oposição. Não existe neutralidade”, disse Garotinho, antes de se encontrar no Palácio do Planalto com o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência). “O partido tem que tomar uma posição. Esse negócio de independência isso é chantagem. O partido tem que tomar uma decisão, ou é governo ou é oposição.” O encontro com Gilberto Carvalho foi pedido pelo próprio Garotinho.
O anúncio da saída do partido da base do governo foi feito na semana passada pelo senador Alfredo Nascimento. Três dias depois, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, fez um pedido para o partido voltar a integrar a base aliada. O líder da sigla na Câmara, Lincoln Portela (MG), afirmou que o PR não tinha pressa para responder o convite.
Na terça-feira, 23, no entanto, Lincoln Portela assinou o pedido de criação da CPI mista da Corrupção apresentado pela oposição. “Realmente, o líder ter assinado a CPI vai na contramão de todos os gestos que estávamos praticando. Agora, é um pouco mais de paciência e litros de saliva”, disse Ideli, nesta quinta. / Colaborou Denise Madueño
Fonte:Estadão.com.br
Jair Stangler, do Estadão.com.br
O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) afirmou nesta sexta-feira, 26, que a presidente Dilma Rousseff o incentivou a ser candidato à Prefeitura de São Paulo. Segundo o deputado, a declaração foi dada durante jantar da presidente com o PMDB esta semana.
“Eu jantei com a presidente Dilma essa semana, no jantar do PMDB, falei da campanha, do meu entusiasmo em ser candidato a prefeito de São Paulo. Ela incentivou, disse que é ótimo. Disse que quanto mais a gente tiver novos olhares para a política, mais a gente motiva as pessoas a participar”, afirmou durante seminário sobre a Frente Parlamentar de Adoção, realizado nesta sexta nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo. Também participaram do evento os senadores Lindembergh Farias (PT-RJ) e Aécio Neves (PSDB-MG).
O parlamentar também duvidou que a presidente ofereça algum ministério, como o da Educação, para que ele não seja candidato e deixe o caminho livre para o ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), favorito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar o cargo. “Ela não vai me convidar. Até por saber desse propósito meu e do PMDB. Ela também tem que saber que o PMDB é aliado, que quer ter candidato em São Paulo e que tem candidato em São Paulo”, declarou. Segundo ele, “há um respeito muito grande do PMDB pelo PT e do PT pelo PMDB. São partidos que têm uma aliança nacional, que é uma aliança importante para a governabilidade, estão juntos”, disse.
O deputado comentou também a visita que fez a Lula na quinta-feira, 25. De acordo com ele, foi uma “visita de cortesia”. “Nós conversamos sobre vários assuntos da vida política dele, da minha vida política”, afirmou. “Em nenhum momento ele falou em desistência de candidatura nem em aliança no primeiro turno”, completou.
Chalita afirmou que o ex-presidente considera “muito bom que São Paulo tenha vários candidatos e quanto mais candidatos nós tivermos, melhor é para a democracia.” Ele disse concordar com o ex-presidente. “É muito bom que a gente tenha sete, oito, nove candidatos, porque aí a sociedade vai ter condições de comparar sete projetos, oito projetos diferentes”, avaliou.
“Não há como PT e PMDB não terem candidato”
Para ele, “não há como convencer o PT de não ter candidato, que é um partido forte, é o partido da Presidência da República, e não há como convencer o PMDB de não ter candidato, é o maior partido do Brasil em número de vereadores, prefeitos, de senadores, e há tempos está esperando uma candidatura própria na cidade de São Paulo”.
Chalita garantiu que será candidato. “Não há hipótese do PMDB não ter candidato como não há hipótese do PT não ter candidato. Na minha leitura, não há hipótese do PSDB não ter candidato também. Então nós teremos candidatos diferentes que vão defender pontos de vista diferentes e isso é bom pra cidade”, concluiu.
Ele negou que vá disputar com Haddad o mesmo público caso ambos sejam candidatos. “Eu vejo até como um elogio (dizer que os dois tem o mesmo perfil). Gosto muito do ministro Haddad. Tem formação intelectual e acadêmica sólida. É um ministro que vem trabalhando pelo bem do Brasil”, declarou. “Agora, quando começar a campanha eleitoral vão surgir diferenças naturais. E olhares para a cidade. naturalmente eu vejo a cidade de uma forma, ele vê de outra forma. O fatos de nós sermos jovens, trabalharmos em educação, não significa que a gente pense a cidade da mesma forma… Eu vou discutir um projeto de trânsito que vai ser diferente do projeto de trânsito que ele tem pra cidade. Projeto de transporte, projeto de revitalização para a área central da cidade. Eu vou ter um olhar, ele vai ter outro”, argumentou.
Ele disse esperar que a campanha não seja marcada pela “descontrução da imagem alheia”. “Isso faz muito mal pra a política. Aconteceu na outra campanha, vem acontecendo nas campanhas eleitorais”, lamentou. “Espero que a campanha de são paulo seja para discutir problemas de São Paulo, de quem quer ser prefeito de São Paulo, de quem não quer usar a prefeitura de São Paulo de trampolim para nada”, completou.
Fonte:Estadão.com.br
Jobs aparece debilitado em fotografia tirada dois dias após anunciar que deixa o cargo de presidente da
Por Redação Link
"Eu sempre disse que se chegasse um dia em que eu não mais pudesse dar conta das minhas obrigações e das expectativas enquanto CEO da Apple, eu seria o primeiro a fazê-los saber. Infelizmente, esse dia chegou", disse Steve Jobs em sua carta de renúncia à presidência da Apple publicada nesta quarta-feira, 24. O ex-CEO enfrenta um câncer no pancreático desde 2004 e, após um transplante de fígado em 2009, sua saúde aparenta estar cada vez mais debilitada.
A imagem abaixo (publicada originalmente pelo site TMZ) foi feita nesta sexta-feira, 26. Apenas dois dias após Jobs deixar seu alto cargo na empresa que fundou em 1974.
Fonte:Estadão.com.br
O ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin de células T
João Paulo Carvalho - Central de Notícias
São Paulo, 26 - O ator Reynaldo Gianecchini deixou o Hospital Sírio Libanês, no centro de São Paulo, na tarde desta sexta-feira, 26, por volta das 15h20, após receber alta médica. Gianecchini conversou rapidamente com a imprensa e agradeceu o carinho do público.
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Reynaldo Gianecchini é diagnosticado com linfoma
Evelson de Freitas/AE
O ator deixou o Síri -Libanês na tarde desta sexta-feira
O ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin de células T - tipo mais raro da doença que afeta os linfócitos (células de defesa). O início do tratamento foi adiado devido a um sangramento durante a introdução do cateter venoso central no último sábado, 20.
O cateter venoso central é um tubo implantado no paciente com câncer para facilitar a administração dos quimioterápicos e preservar as veias. Segundo a assessoria do Sírio, não é comum ocorrer sangramento durante o implante.
A doença, que atinge os linfócitos foi diagnosticada após o ator ser internado no hospital com suspeita de faringite.
Gianecchini estava em cartaz com a peça Cruel, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap, na zona oeste de São Paulo. O espetáculo foi cancelado por tempo indeterminado.
Fonte:Estadão.com.br