
A abertura de concorrência pública para as obras de melhorias na ligação rodoviária Mogi das Cruzes-Via Dutra, passando por Guararema e Jacareí (SP-66) já está atrasada. Segundo informações oficiais do DER, o edital de licitação para os serviços deverá ser publicado até o final do próximo mês. A prorrogação do prazo foi resultado da inclusão de novos elementos ao projeto executivo, que se encontra atualmente em fase de ajustes. Além do que estava prevista, a pedido do prefeito de Mogi, Marco Bertaiolli (DEM), um canteiro central será implantado na saída da Cidade até o Botujuru, onde haverá duplicação do trecho inicial de 5 km. As intervenções na área urbana incluem ainda a colocação de sarjetas. A pedido do deputado estadual André do Prado (PR), o novo projeto incluirá, além de trevos de acesso a Gurarema, mais sete acessos para estradas secundárias ou bairros rurais daquele Município, segundo o parlamentar revelou, ontem, a esta coluna. Prado esteve com o superintendente do DER, Clodoaldo Pelissioni, em evento político, ontem, em Sorocaba, no Interior do Estado. Segundo as previsões do governo estadual, cerca de 48 milhões deverá ser aplicados na recuperação dos 36 km da rodovia. As intervenções serão entre os km 53 e 89, respectivamente em Mogi e Jacareí. O projeto prevê recapeamento da pista, pavimentação de acostamentos, correção de curvas, além da implantação de faixas adicionais ao longo da via. Também deverão ser feitas a remodelação da rotatória do retorno e acesso a Guararema, elevação do leito da estrada, na altura do Córrego Eroles, onde as chuvas costumam provocar enchentes e inundações, com interdição da pista. Haverá ainda muro de contenção, baias para ônibus. As obras deveriam começar no último trimestre deste ano para serem concluídas até março de 2013. Com o atraso na definição do projeto e abertura da concorrência, este prazo deverá ser estendido. Como consolação, a inclusão de obras que deixarão a rodovia mais segura.
Em Itaquá
Está prevista para a próxima quarta-feira (3), a inauguração da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), em Itaquá, com a transferência do setor que vinha operando em Mogi. Segundo o presidente da OAB de Itaquá, advogado Vagner da Costa, o prédio que receberá a Dise e também a Delegacia de Homicídios está praticamente pronto. O delegado João Carlos Moraes, responsável pela Ciretran de Itaquá, deverá responder pela nova delegacia especializada.
Esse merece!
Será no próximo dia 12, na Câmara de Mogi, a entrega do título de Cidadão Mogiano para o médico José de Moura Campos Neto. Um dos sócios-proprietários do Sancet – Laboratório de Análises Clínicas, o ex-secretário municipal de Saúde é natural da Cidade de Tietê, no Interior Paulista. O vereador Geraldo Tomaz Augusto (PMDB) foi autor da proposta de outorga do título.
Samu
O atual secretário municipal Paulo Villas Boas de Carvalho, de Saúde, irá presidir o Consórcio Regional de Saúde de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, autarquia que irá integrar a administração indireta dos municípios de Mogi, Biritiba Mirim e Salesópolis. Ao Cresamu caberá administrar os recursos que serão encaminhados para a operação do Samu, com sede junto ao Corpo de Bombeiros de Mogi, mas que atenderá também às outras duas cidades.
Nova empresa
A Uniplast Indústria e Comércio Ltda, fornecedora mundial de esmaltes para Avon, está trocando as proximidades da Radial Leste, em São Paulo, por uma área da Vila São Francisco, próximo à Vila Industrial, em Mogi das Cruzes. O anúncio oficial será feito, em breve, pelo prefeito Marco Aurélio Bertaiolli.
Fonte:O Diário de Mogi
O Taboão representa cerca de 70% de toda a área reservada à atividade industrial em Mogi das Cruzes e tem potencial de arrecadação tributária de R$ 110 milhões por ano a partir da próxima década. Os dados fazem parte de um documento técnico elaborado no primeiro semestre de 2011 pela Diretoria de Indústria e Comércio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. Todas as informações foram especialmente levantadas para encaminhamento à Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos e devem servir para embasamento de parte do relatório preparado pela Prefeitura para contestar a instalação do aterro sanitário proposto pela empreiteira Queiroz Galvão.
Os levantamentos devem ser oficialmente apresentados ao prefeito Marco Bertaiolli (DEM) na próxima semana, como parte dos argumentos contra o lixão. Durante a reunião, cuja data ainda não foi divulgada, também será revelado o resultado do documento elaborado pela empresa Falcão Bauer, contratada para contra-argumentar o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) do projeto. Os dados a serem apresentados pela Secretaria de Assuntos Jurídicos deverão conter indicações dos vícios de legalidade do processo de licenciamento, em trâmite no Governo do Estado, além de uma série de argumentos técnicos sobre os prejuízos econômicos e sociais que o aterro representará para Mogi.
Ontem, O Diário teve acesso ao levantamento elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento para embasar parte do relatório. Os dados indicam que a Cidade possui uma área total de 721 quilômetros quadrados, sendo que 79,28% estão comprometidos pelas áreas de proteção ambiental e apenas 3,09% são zonas aptas à atividade industrial (veja quadros). O Taboão tem 15 km² e representa 70% do território próprio à instalação de indústrias. De acordo com o diretor de Indústria e Comércio da Prefeitura, Renato Rissoni, isso indica que a eventual instalação do aterro, que deverá reduzir drasticamente a atratividade do local, fará com que Mogi sofra perdas expressivas em seu potencial de desenvolvimento econômico futuro.
As projeções da Pasta são de que, até 2021, o Taboão alcance uma arrecadação tributária de cerca de R$ 110 milhões e gere 18 mil empregos. Atualmente, o Distrito Industrial possui 29 empresas em funcionamento, que juntas contribuem com R$ 27 milhões apenas em Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Outras 12 unidades já estão sendo instaladas, em fase de projeto ou construção, e as perspectivas são de que a arrecadação do ICMS chegue a R$ 40 milhões depois que as mesmas começarem a operar.
A estimativa é de que, em 10 anos, 70 novas empresas, com área média de 50 mil m², se instalem no Taboão e gerem 15 mil empregos diretos. Atualmente, já existe uma lista de sete indústrias que adquiriram áreas e são vistas como potenciais investidoras. As novas unidades poderão elevar para R$ 90 milhões a arrecadação de ICMS no Taboão até 2021. Os outros tributos devem alcançar a marca dos R$ 20 milhões, fazendo com que a contribuição industrial chegue a R$ 110 milhões. "Atualmente, a arrecadação de ICMS gira em torno de R$ 130 milhões em Mogi. O Taboão tem condição de praticamente dobrar este número nos próximos 10 anos. Porém, a instalação do aterro pode representar, para o Município, a perda do crescimento orçamentário e de mais 15 mil empregos diretos ", disse Rissoni.
O secretário municipal de Desenvolvimento, Marcos Damásio, destacou que o potencial econômico do Taboão é um forte argumento contra o aterro. Ele afirmou que a localização privilegiada e o grande número de áreas ainda disponíveis fazem com que a região se torne de grande importância não apenas para Mogi, como para toda a Região Metropolitana de São Paulo. "Na próxima década, o Taboão pode se transformar no maior parque industrial da Região Metropolitana. Então, não tenho dúvida de que não é adequada a instalação de um aterro em uma área com uma forte vocação como é o nosso distrito", destacou.
Fonte:O Diário de Mogi
O Mogi News tem recebido diversas mensagens de apoio à recuperação do editor-chefe, Márcio Siqueira, que está internado no Hospital Paulistano, em São Paulo, tratando de um quadro de hidrocefalia. Amigos e leitores também ligam diariamente à redação para ter notícias do jornalista, que segue em estado de saúde estável.
Quase todos também prestam solidariedade ao mau atendimento oferecido pelo Hospital Ipiranga e pelo convênio Amil Assistência Médica a Siqueira. Ele ficou dias aguardando para realizar uma ressonância magnética por falta de aparelhos e também esperando pela transferência para São Paulo.
"Tenho acompanhado o caso do meu amigo Márcio pelos jornais. Na primeira oportunidade, transmitam a ele o meu especial abraço", afirmou o amigo Julio Faro. "Interessante, sempre fui bem atendido no Ipiranga, claro, guardadas as limitações do Pronto Socorro. Todos nós somos responsáveis pelo ocorrido, panacas que somos, descompromissados com a cidadania, alienados, capachos de um sistema onde sempre reclamamos e ninguém, nem mesmo os governantes, em todos os níveis, resolvem. Por estes desaforos acontecidos com o Márcio é que opinamos que construir hospitais não regulariza o atendimento. O caso da saúde é falta de vergonha na cara mesmo", disse em e-mail o ambientalista José Arraes, que está fora da cidade.
"Gostaria que repassassem ao Márcio minha solidariedade e torcida para que dê tudo certo com sua internação e exames. O que é impossível aos homens para Deus pode ser transformado. Vai dar tudo certo. Estou na torcida. Tomo a liberdade em falar em nome de toda a equipe do deputado Gondim (Luis Carlos, PPS), porque sei que ele é querido e admirado por todos", afirmou a amiga Elaine Ferraz, que trabalhou com o deputado.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região, Waldir Fernandes da Silva, também escreveu ao Mogi News. "Aviso neste momento colocar-me à disposição dos familiares de Márcio Siqueira, em tudo que eu puder ajudar e desejo que sua recuperação aconteça o mais rápido possível para que ele possa estar conosco", afirmou. (W.A.)
Fonte:Mogi News
Marcelo Alvarenga Cmmc
Os moradores destacaram os principais problemas da região
O presidente da Câmara de Mogi das Cruzes, Mauro Araújo (sem partido), participou ontem da reunião do Conselho de Segurança (Conseg) de Brás Cubas, que comanda a região onde está instalado o Condomínio Aruã, para tratar sobre os problemas daquela área. Moradores do local apontaram uma pauta de reivindicações para garantir a melhoria da segurança e também de outros setores na região.
"Também é papel da Câmara estar envolvida com a população e ouvir os problemas que os moradores enfrentam diariamente. A princípio, temos somente nessa área próxima ao Condomínio Aruã, cerca de 20 mil moradores. Portanto, a região precisa de uma atenção maior. Já fizemos solicitações para melhorias no setor de transporte, iluminação no entorno e principalmente de segurança. Há anos, pleiteamos a implantação de uma base da Polícia Militar nessa área", destacou Araújo.
Os moradores reivindicaram melhorias na iluminação pública, calçada para pedestres, melhor sinalização de trânsito, transporte, soluções para os buracos no asfalto no acesso ao condomínio, entre outros pedidos
Fonte:Mogi News