MARIA CLARA CABRAL
DE BRASÍLIA
O apresentador do programa "CQC", da TV Band, Marcelo Tas, e a cantora Preta Gil podem prestar esclarecimentos no Conselho de Ética da Câmara sobre as acusações de quebra de decoro contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). O convite a ambos será feito pelo relator do caso, deputado Sérgio Brito (PSC-BA).
Conselho de Ética instaura processo contra Bolsonaro
"Assim como quero ouvir Bolsonaro, quero também ouvir todos os outros envolvidos, para poder fazer o melhor relatório. Espero que eles me ajudem", disse Brito.
Mastrangelo Reino/Sérgio Lima/Folhapress
Preta Gil deve ser convidada a depor no Conselho de Ética em processo que investiga quebra de decoro de Jair Bolsonaro (PP-RJ)
O processo contra Bolsonaro foi instaurado na última quarta-feira no Conselho da Câmara. A representação, de autoria do PSOL, cita dois episódios. A primeira denúncia é pela polêmica entrevista concedida ao CQC, em março passado. Ao ser questionado por Preta Gil sobre qual seria a reação dele se seu filho se apaixonasse por uma negra, o parlamentar respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu".
O outro fato citado na representação é a briga entre Bolsonaro e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Ela também será chamada a prestar esclarecimentos. Após a retirada do projeto que criminaliza a homofobia da pauta de votação, enquanto a relatora da proposta, Marta Suplicy (PT-SP), concedia entrevista, Bolsonaro exibiu um panfleto contra a ampliação dos direitos dos homossexuais, o que irritou Marinor. Ela tentou impedir que o deputado exibisse o panfleto e o chamou de homofóbico, provocando uma discussão.
Fonte:Folha.com
UOL Notícias 17 de junho às 12:19 Denunciar
A Folha de S.Paulo e o UOL promovem na próxima segunda (20), às 11h, sabatina com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que recentemente fundou o PSD (Partido Social Democrático).
Você poderá participar da Sabatina (que será transmitida ao vivo pelo Twitter, Facebook e Bate-papo UOL) enviando sua pergunta para o prefeito.
Folha e UOL sabatinam Gilberto Kassab
Local: Teatro Folha
Horário: segunda, 20 de junho de 2011 11:00
Deputado José Candido e membros do Fórum
O FPIR (Fórum de Promoção da Igualdade Racial do Alto Tiete), elegeu sua nova coordenação no último sábado, dia 11 de junho. Para o cargo toma posse a jovem e militante social, Alessandra Félix.
A reunião aconteceu no Pavilhão da Cultura Afro – Zumbi dos Palmares na Cidade de Suzano. Participaram da eleição membros do Fórum de várias cidades como: Arujá, Poá, Itaquá e Suzano.
O deputado José Candido participou da reunião e mais uma vez colocou seu mandato a disposição do grupo. O parlamentar é fundador da entidade Negro Sim, onde surgiu a iniciativa da criação deste Fórum.
Além da eleição da nova coordenação, foi definida a realização de um seminário regional para discutir políticas de promoção de igualdade racial para as cidades do Alto Tietê. O seminário deve acontecer entre os meses de agosto e setembro deste ano.
Fórum de Promoção da Igualdade Racial do Alto Tiete
Criado em 2007 o Fórum tem por objetivo lutar pelo desenvolvimento e implementação de políticas públicas que visem a promoção da igualdade racial no alto Tiête, organizando-se através de movimentos reivindicatórios, debates, seminários, palestras, ações afirmativas, formação e informação com intuito de promover a igualdade racial entre os povos.Saiba mais, acesse o blog: http://promocaodaigualdade.blogspot.com/
Deputado José Candido e membros do Fórum
A presidente Dilma Roussef durante o lançamento do Plano Safra 2011/2012, em Ribeirão Preto. O evento também teve as presenças do vice-presidente Michel Temer (à esq.) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin
A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta sexta-feira que "era" a favor de abrir todos os documentos ultrassecretos do governo antes das ponderações feitas pelo Itamaraty e da Defesa.
"É público e notório que eu era favor de abrir todos os documentos. No entanto, durante o processo houve uma posição do Ministério da Defesa e do Ministério das Relações Exteriores", afirmou Dilma durante entrevista após o anúncio do Plano Safra 2011/2012, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Para a presidente, a lei que regula essa prática abre brechas para três tipos de documentos. "Teve a ponderação da Defesa e do Itamaraty de que a gente toleraria a classificação de ultrassecreto para documentos cujo acesso possa ocasionar ameaça à soberania nacional, integridade do território nacional e grave risco às relações internacionais do país."
Dilma rechaçou a possibilidade de que documentos sobre violação dos direitos humanos sejam mantidos em sigilo e afirmou que outros documentos precisam de argumentos para não serem revelados.
"Para alguém não abrir [os documentos] depois dos 25 anos, há de ter uma justificativa e um fundamento. Agora, no que se refere a direitos humanos, não existe nenhum caso que possa ser ultrassecreto", disse.
O PROJETO
Em 2009, o governo Lula mandou projeto ao Congresso reduzindo para 25 anos o caráter sigiloso dos papéis ultrassecretos, mas manteve o dispositivo que permitia a prorrogação indefinida.
Lula, à época, arbitrou em favor do Itamaraty e da Defesa, setores que defendiam a manutenção do sigilo. Dilma, então na Casa Civil, era contra, mas foi voto vencido.
Na Câmara, com a atuação da base governista, os deputados aprovaram uma emenda acabando com o sigilo eterno. O texto, então, foi para o Senado, e a presidente determinou que a base agilizasse a votação do projeto como veio da Câmara.
Um dos relatores do projeto nas comissões do Senado, Walter Pinheiro (PT-BA), disse que trabalhará com o entendimento de que o prazo para o fim do sigilo conta a partir de quando se pede acesso ao documento, e não a partir da data do papel.
Ou seja, quando a pessoa pedir o documento, uma comissão irá analisar o pedido e poderá determinar os 25 anos de sigilo, prorrogáveis por mais 25. Assim, Pinheiro acredita ser possível convencer Sarney, Collor e outros senadores a aprovar o texto.
A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta sexta-feira que "era" a favor de abrir todos os documentos ultrassecretos do governo antes das ponderações feitas pelo Itamaraty e da Defesa.
"É público e notório que eu era favor de abrir todos os documentos. No entanto, durante o processo houve uma posição do Ministério da Defesa e do Ministério das Relações Exteriores", afirmou Dilma durante entrevista após o anúncio do Plano Safra 2011/2012, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Para a presidente, a lei que regula essa prática abre brechas para três tipos de documentos. "Teve a ponderação da Defesa e do Itamaraty de que a gente toleraria a classificação de ultrassecreto para documentos cujo acesso possa ocasionar ameaça à soberania nacional, integridade do território nacional e grave risco às relações internacionais do país."
Dilma rechaçou a possibilidade de que documentos sobre violação dos direitos humanos sejam mantidos em sigilo e afirmou que outros documentos precisam de argumentos para não serem revelados.
"Para alguém não abrir [os documentos] depois dos 25 anos, há de ter uma justificativa e um fundamento. Agora, no que se refere a direitos humanos, não existe nenhum caso que possa ser ultrassecreto", disse.
O PROJETO
Em 2009, o governo Lula mandou projeto ao Congresso reduzindo para 25 anos o caráter sigiloso dos papéis ultrassecretos, mas manteve o dispositivo que permitia a prorrogação indefinida.
Lula, à época, arbitrou em favor do Itamaraty e da Defesa, setores que defendiam a manutenção do sigilo. Dilma, então na Casa Civil, era contra, mas foi voto vencido.
Na Câmara, com a atuação da base governista, os deputados aprovaram uma emenda acabando com o sigilo eterno. O texto, então, foi para o Senado, e a presidente determinou que a base agilizasse a votação do projeto como veio da Câmara.
Um dos relatores do projeto nas comissões do Senado, Walter Pinheiro (PT-BA), disse que trabalhará com o entendimento de que o prazo para o fim do sigilo conta a partir de quando se pede acesso ao documento, e não a partir da data do papel.
Ou seja, quando a pessoa pedir o documento, uma comissão irá analisar o pedido e poderá determinar os 25 anos de sigilo, prorrogáveis por mais 25. Assim, Pinheiro acredita ser possível convencer Sarney, Collor e outros senadores a aprovar o texto.
Fonte:Folha.com