sábado, 4 de junho de 2011
Tiros atingem carro do ex-governador Anthony Garotinho na Região dos Lagos
CAMPOS e RIO - O ex-governador e deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), confirmou agora pela manhã que seu carro, um Corolla , foi alvejado por dois tiros na madrugada deste sábado, próximo a Cabo Frio, na Região dos Lagos. Garotinho, que retornava do Rio, onde participou da manifestação do movimento do Corpo de Bombeiros por melhorias salariais, disse que à polícia que vai investigar o caso, e que não tem idéia da motivação do ataque:
- Não descarto nada, não vou fazer comentários hipotéticos. Minha preocupação é que se aconteceu comigo pode acontecer com outras pessoas - disse Garotinho.
O deputado contou que no carro estavam ele, o motorista e um segurança. Um tiro atingiu uma das portas traseiras do carro e outro foi próximo ao tanque que combustível. Os disparos saíram de um Fiat Palio num trecho ermo da RJ-106, próximo ao distrito de Tamoios. O segurança de Garotinho mandou que o motorista aumentasse a velocidade para fugir dos disparos. Garotinho viajava no banco de trás do carro, que não é blindado.
O deputado não registrou ocorrência em Cabo Frio — o que foi confirmado pelo delegado Roldenyr Cravo — e sua assessoria informou que a perícia deverá ser em Campos. Garotinho em seguida passou a acompanhar através de assessores o desenrolar da invasão da PM ao Quartel Central do Corpo de Bombeiros, uma atitude que ele considerou inconsequente.
Fonte:G1.com
Araújo antecipa a volta. E mostra seus planos
Cansado de ter de encarar tantos monumentos e museus, a comida francesa e mais de mil quilômetros de estradas pelo interior da Itália, o
presidente da Câmara de Mogi, vereador Mauro Araújo (PSDB) decidiu antecipar o retorno ao Brasil e reassumir seu lugar na Câmara Municipal, na última quarta-feira, quase uma semana antes do previsto. Com a "cabeça renovada" e "descansado", Araújo está pronto para "decidir" sua vida política. Diante de um "quase inevitável divórcio com o PSDB", Mauro está buscando cercar-se de todos os cuidados jurídicos possíveis antes de oficializar sua provável saída do partido. A tendência do vereador é seguir rumo ao PMDB, mas antes de qualquer decisão pretende conversar com o prefeito Marco Bertaiolli (DEM), com o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR) e alguns outros amigos e conselheiros. Entre eles, o deputado estadual André do Prado (PR). Qualquer medida que tomar, será "em conjunto de oito a dez mãos", garante o bem-humorado presidente, que não tem pretensões de voos mais altos, devendo disputar a reeleição à Câmara. E se o cavalo passar arreado, uma vice-prefeitura, desde que o candidato tenha chances evidentes de vitória. Araújo também pretende retomar, na Região, a busca de assinaturas em apoio à instalação de um centro de recuperação de dependentes químicos em Mogi. A meta é fazer com que as atuais 45 mil cheguem a 100 mil até o final do mês, quando serão entregues ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), alicerçando a solicitação que será feita em nome da Associação das Câmaras Municipais do Alto Tietê (Acat), que o vereador preside. Além da instalação do Parlamento Estudantil na Câmara, o presidente Araújo quer concluir o projeto de Câmara Verde, que prevê a utilização da luz solar para gera energia e a colocação de lâmpadas de led, de baixo consumo, nas instalações da Câmara.
O historiador Jurandyr Ferraz de Campos e um grupo de antigos alunos estão envolvidos num projeto audacioso: escrever a história dos 400 anos da instalação da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, ocorrida em 1º de setembro de 1611. O ponto de partida do novo projeto é a ata de instalação do Legislativo, encontrada junto ao Arquivo Histórico da Cidade. A obra deverá ressaltar os trabalhos de vereadores que contribuíram para mudar o perfil de Mogi nos últimos quatro séculos. O livro deve ficar pronto até o final do ano.
Dúvida
O presidente do Instituto Cultural e Ambiental Alto Tietê, José Arraes, filiado ao PC do B e virtual candidato a vereador nas próximas eleições, vem sendo procurado por integrantes do PT de Mogi, interessados em fazer com que ele mude de legenda a tempo de disputar o pleito do próximo ano pelo partido. Arraes avalia se fica onde está ou se muda para engrossar os quadros do partido do governo federal.
Bullying
A questão do bullying voltará a ser discutida na UMC. No próximo dia 15, às 19 horas, no Teatro Manoel Bezerra de Melo, o jurista Luiz Flávio Gomes, o juiz Gioia Perini (da Vara da Infância e da Juventude de Mogi) e os professores de Direito Vitor Monacelli, Walter Vechiato Jr. e Luci Bonini participarão do debate sobre o tema "Bullying: Visão da Justiça". O acesso a acadêmicos e à comunidade é liberado.
Casarão
O artesão japonês Seiji Yoneda, de 62 anos, chegou esta semana a Mogi das Cruzes para concluir a maquete do Casarão do Chá e cumprir uma temporada de workshops em Mogi, Registro e São Carlos. Desta vez ficará por um ano para promover o intercâmbio com professores e estudantes de Arquitetura e Edificações e ensinar a técnica de reprodução de prédios históricos, quase em extinção por conta da tecnologia usada hoje na elaboração de projetos.
Fonte:O Diário de Mogi
Alckmin apoia aeroporto em Mogi
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu ontem, em visita a Guararema, a aplicação de investimentos privados para viabilização do terceiro aeroporto da Região Metropolitana de São Paulo. Ele afirmou que as atuais prioridades do Governo do Estado na área são as ampliações de Cumbica e Viracopos, mas defendeu a construção da nova unidade em médio prazo. Alckmin declarou que vê "com bons olhos" a possível instalação do terceiro aeroporto em Mogi das Cruzes.
Nesta semana, a presidente da República Dilma Rousseff (PT) anunciou a privatização parcial dos aeroportos paulistas de Cumbica, em Guarulhos, e Viracopos, em Campinas, como uma medida que possibilitará a ampliação das unidades até a Copa do Mundo de 2014. A intenção é entregar 51% das unidades à iniciativa privada. "Participei de uma reunião com a presidente Dilma, na terça-feira, e transmiti a ela que um dos gargalos do nosso dia a dia é a questão dos aeroportos. Se o governo optou pela concessão, ótimo. O importante é que venha o investimento".
Alckmin afirmou que as grandes "emergências" são a construção do terceiro terminal do Aeroporto Internacional de Guarulhos e do segundo terminal e segunda pista do Aeroporto Internacional de Viracopos. Ele defendeu que, depois disso, é preciso iniciar as tratativas para construção do terceiro aeroporto. O governador também comentou a possibilidade de Mogi das Cruzes receber o empreendimento. "Essas questões são técnicas e não políticas. Mas vejo com muito bons olhos (o pleito de Mogi das Cruzes)".
O governador informou que, na próxima semana, o secretário estadual de Logística e Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho, se reunirá com a Secretaria de Aviação Civil, criada em18 de março de 2011, para modernizar os aeroportos brasileiros e prepará-los para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. De acordo com Alckmin, uma das missões do secretário será iniciar as tratativas sobre o terceiro aeroporto.
Abreu Filho esteve ontem em Guararema acompanhando o governador. Em entrevista a O Diário, ele esclareceu que a concessão dos aeroportos é federal, mas que cabe ao Governo do Estado a adoção de medidas de cooperação técnica. O secretário informou que conhece o pleito de Mogi para receber a terceira unidade da Região Metropolitana de São Paulo. "Nós vamos sentar na semana que vem com a Secretaria de Aviação Civil para fazer um macroplano de integração dos 31 aeroportos do Estado e início dos estudos de mais esta unidade. Não posso dizer que o Município de Mogi está escolhido, mas também não está excluído".
Fonte:O Diário de Mogi
Palocci esconde lista de clientes
ORIGEM Questionado sobre seu patrimônio, Palocci alega que o dinheiro é oriundo de consultorias
BRASÍLIA
O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, admitiu ontem em entrevista ao "Jornal Nacional", transmitido pela TV Diário, que teve um grande faturamento nos últimos meses de 2010, quando já montava a equipe da presidente eleita - algo em torno de R$ 10 milhões. Não citou o nome de clientes e disse que trabalhou com o setor financeiro, bancos e fundos de investimento.
Insistiu em dizer que não ocultou dados: "Todo faturamento da empresa foi registrado nos órgãos de controle tributário, tanto na Prefeitura de São Paulo quanto na Receita Federal. Todo o serviço foi feito com notas fiscais regulares e notas fiscais recolhidas. Ela foi registrada em meu nome e do meu sócio." Afirmou, no entanto, que os números da empresa ele deixaria reservados.
Perguntado se antes de 2010 os ganhos de sua empresa tinham sido de 30%, 10%, em relação, Palocci respondeu: "Por aí". Ele afirmou ainda que os lucros de sua empresa correspondem aos de outras de consultorias que atuam no mercado. Palocci deu a impressão de estar muito nervoso.
Mexia-se de um lado para o outro, embora estivesse sentado, de costas para a parede de vidro de seu gabinete, que fica no quarto andar do Palácio do Planalto.
A crise envolvendo Palocci começou no dia 15 de maio quando o jornal "Folha de S.Paulo" revelou que o patrimônio do ministro havia aumentado cerca de 20 vezes em quatro anos. No dia 16 de novembro do ano passado, o ministro comprou um apartamento de R$ 6,6 milhões em São Paulo por meio de sua empresa Projeto Consultoria Econômica e Financeira, aberta em 2006. Um ano antes, o ministro adquiriu outro imóvel, de R$ 882 mil, onde funciona o escritório da Projeto.
Questionado sobre o patrimônio milionário, Palocci alegou que o dinheiro era oriundo de consultorias realizadas entre no período em que foi deputado federal, entre 2007 e 2010. A empresa teria faturado pelo menos R$ 20 milhões em 2010, sendo metade entre novembro e dezembro, após a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT), de cuja campanha eleitoral Palocci foi o principal coordenador.
O jornal "O Estado de S. Paulo" revelou que o ministro recebeu dinheiro de pelo menos 20 empresas, incluindo montadoras, indústrias, bancos e construtoras. Três clientes até agora admitiram publicamente terem contratado os serviços de consultoria: o Banco Santander, a construtora WTorre e a operadora de saúde Amil.
Em entrevista ao "Estadão", o dono da WTorre, Walter Torre Júnior, disse que contratou o ministro por ele ser "influente" no mercado financeiro. Ele contou que Palocci esteve 22 vezes entre 2007 e 2010 na sede da empresa para dar orientações e pareceres econômicos. O ministro, segundo Torre, recebeu, no total, pouco mais de R$ 50 mil, "inferior a um automóvel", segundo palavras dele.
Logo após a revelação do enriquecimento de Palocci, a oposição decidiu pedir explicações ao ministro da Casa Civil. Entrou com pedido de investigação na Procuradoria-Geral da República e requerimentos para convocá-lo a comparecer ao Congresso. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu explicações a Palocci. A defesa do ministro foi entregue no começo da semana que passou sob a expectativa de que não haja pedido de abertura de inquérito contra ele. Gurgel deve se manifestar em até 15 dias.
Fonte:O Diário de Mogi
BRASÍLIA
O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, admitiu ontem em entrevista ao "Jornal Nacional", transmitido pela TV Diário, que teve um grande faturamento nos últimos meses de 2010, quando já montava a equipe da presidente eleita - algo em torno de R$ 10 milhões. Não citou o nome de clientes e disse que trabalhou com o setor financeiro, bancos e fundos de investimento.
Insistiu em dizer que não ocultou dados: "Todo faturamento da empresa foi registrado nos órgãos de controle tributário, tanto na Prefeitura de São Paulo quanto na Receita Federal. Todo o serviço foi feito com notas fiscais regulares e notas fiscais recolhidas. Ela foi registrada em meu nome e do meu sócio." Afirmou, no entanto, que os números da empresa ele deixaria reservados.
Perguntado se antes de 2010 os ganhos de sua empresa tinham sido de 30%, 10%, em relação, Palocci respondeu: "Por aí". Ele afirmou ainda que os lucros de sua empresa correspondem aos de outras de consultorias que atuam no mercado. Palocci deu a impressão de estar muito nervoso.
Mexia-se de um lado para o outro, embora estivesse sentado, de costas para a parede de vidro de seu gabinete, que fica no quarto andar do Palácio do Planalto.
A crise envolvendo Palocci começou no dia 15 de maio quando o jornal "Folha de S.Paulo" revelou que o patrimônio do ministro havia aumentado cerca de 20 vezes em quatro anos. No dia 16 de novembro do ano passado, o ministro comprou um apartamento de R$ 6,6 milhões em São Paulo por meio de sua empresa Projeto Consultoria Econômica e Financeira, aberta em 2006. Um ano antes, o ministro adquiriu outro imóvel, de R$ 882 mil, onde funciona o escritório da Projeto.
Questionado sobre o patrimônio milionário, Palocci alegou que o dinheiro era oriundo de consultorias realizadas entre no período em que foi deputado federal, entre 2007 e 2010. A empresa teria faturado pelo menos R$ 20 milhões em 2010, sendo metade entre novembro e dezembro, após a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT), de cuja campanha eleitoral Palocci foi o principal coordenador.
O jornal "O Estado de S. Paulo" revelou que o ministro recebeu dinheiro de pelo menos 20 empresas, incluindo montadoras, indústrias, bancos e construtoras. Três clientes até agora admitiram publicamente terem contratado os serviços de consultoria: o Banco Santander, a construtora WTorre e a operadora de saúde Amil.
Em entrevista ao "Estadão", o dono da WTorre, Walter Torre Júnior, disse que contratou o ministro por ele ser "influente" no mercado financeiro. Ele contou que Palocci esteve 22 vezes entre 2007 e 2010 na sede da empresa para dar orientações e pareceres econômicos. O ministro, segundo Torre, recebeu, no total, pouco mais de R$ 50 mil, "inferior a um automóvel", segundo palavras dele.
Logo após a revelação do enriquecimento de Palocci, a oposição decidiu pedir explicações ao ministro da Casa Civil. Entrou com pedido de investigação na Procuradoria-Geral da República e requerimentos para convocá-lo a comparecer ao Congresso. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu explicações a Palocci. A defesa do ministro foi entregue no começo da semana que passou sob a expectativa de que não haja pedido de abertura de inquérito contra ele. Gurgel deve se manifestar em até 15 dias.
Fonte:O Diário de Mogi
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