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Silvia Chimello
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A Polícia Militar e a Guarda Municipal de Mogi realizam rondas no Largo do Shangai. (Foto: divulgação – Polícia Militar)
O grupo de pessoas em situação de rua desocupou nesta terça-feira, a praça João Antônio Batalha, no bairro do Shangai. A Guarda Municipal não foi vista no local, mas informa que continuará monitorando o espaço. A Polícia Militar também mantém fiscalização para garantir a segurança dos moradores, comerciantes e de pedestres. A PM, aliás, diz que está atuando em outras praças centrais.
Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Pública, os agentes da Guarda Municipal vão permanecer uma hora por dia no Shangai e fazer uma ronda pela região central, com atenção especial para o Largo Bom Jesus, para impedir que os moradores de rua migrem para lá.
O comando do 17º Batalhão de Polícia Militar esclarece que realizou ações e vem mantendo policiamento no bairro do Shangai “diuturnamente e de forma ininterrupta”, direcionando os diversos programas de policiamento existentes na corporação, tais como radiopatrulhamento, Força Tática e o policiamento com motocicletas. Segundo a PM, essas ações resultaram na prisão e captura de três indivíduos nos últimos dois meses naquela região.
A PM acrescenta ainda que, “sensível à necessidade de promoção de segurança”, mantém o monitoramento em praças como a João Antônio Batalha (Shangai). Francisco Ribeiro Nogueira (1º de Setembro), Largo do Carmo, Oswaldo Cruz, Sacadura Cabral e Assumpção Ramires Eroles (Habib’s).
Neste mês, segundo o 17º BPM, algumas operações policiais foram realizadas nesses espaços públicos e suas imediações “com vistas a coibir ilícitos nessas localidades, dentre os quais o tráfico de entorpecentes e perturbação de sossego, sendo abordados mais de uma centena de indivíduos que estavam em situação de fundada suspeita nessa área”.
A PM destaca a importância da colaboração da comunidade nesse trabalho. A orientação é para que as pessoas utilizem o telefone 181 – Disk Denúncia, para repassar às autoridades informações que ajudem na investigação de crimes, com total sigilo da fonte. Isso possibilita o acionamento da equipe de Assistência Social da Prefeitura para o acolhimento de pessoas em situação de rua.
Fonte:O Diário de Mogi
7 horas atrás4 min. - Tempo de leitura
Natan Lira
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FATAL Jaguatirica foi encontrada na Estrada da Pedreira, e pode ter sido vítima de atropelamento. (Foto: divulgação)
O veterinário Jefferson Renan de Araujo Leite, do Centro de Controle de Zoonoses de Mogi das Cruzes, realizou na manhã desta terça-feira, exames de necrópsia em dois animais silvestres encontrados mortos na cidade: uma jaguatirica e uma capivara. Além de determinar a causa da morte dos dois, o durante o procedimento foram retiradas amostras da partes dos animais para verificar se eles estavam infectados com alguma doença.
A jaguatirica estava na Estrada da Pedreira, próximo ao condomínio Aruã. O veterinário recebeu uma mensagem informando que o corpo estava às margens da pista e o recolheu. Durante o exame, foi constatado que ela morreu por conta de hemorragia torácica e de pulmão, causadas pelo impacto, que o médico acredita ter sido um atropelamento.
“A gente já sabia da ocorrência deste tipo de animal ali na serra, mas não deixa de ser uma perda muito importante, porque qualquer animal que é retirado assim do meio ambiente causa um desequilíbrio na cadeia. Era uma fêmea, jovem, que ainda não tinha pegado nenhuma cria”, ressaltou o veterinário.
Ele diz que esse tipo de acidente geralmente ocorre porque quando são construídas as vias, não é providenciado a construção de corredores ecológicos que permitam o trânsito das espécies silvestres. Sem essas passagens, quando eles estão em busca de comida, eles cruzam as estradas. “Provavelmente isso aconteceu de madrugada. É um animal rápido, às vezes, o motorista não tem tempo nem de desviar. Pela falta de conhecimento, as pessoas também ficam com medo de socorrer”, diz.
Já a capivara morreu de uma infecção nas costas em decorrência de um buraco aberto por um tiro. Segundo o veterinário, o ferimento criou o que eles chamam de “bicheira” que evoluiu para uma infecção. “Há cerca de um mês, encontramos outra que havia sido ferida na cabeça. Eu acredito que seja caça, mas na hora o animal consegue fugir, mas depois fica sofrendo até que morre. É importante ressaltar que isso é crime ambiental, porque se trata de um animal silvestre”, destaca o veterinário.
CAÇA Segundo Jefferson Leite, capitava recebeu tiro nas costas. (Foto: divulgação)
Também há um mês, Leite encontrou uma capivara morta no Mogilar. A análise inicial indica que a morte pode ter sido por tuberculose. Uma amostra do animal foi enviada para São Paulo, a fim de confirmar se ela realmente estava com a doença. “Fica também o alerta para os perigos de comer carne de caça. Esses animais podem estar infectados por outras doenças, por isso a gente sempre envia o material para análise”, ressalta.
Onça-pintada circulou em Apiaí
Circula pelas redes sociais a imagem de uma onça-pintada com um texto que diz que o animal foi flagrado por agentes da Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) na rodovia Mogi-Bertioga (SP 098), na sexta-feira dia 12 de julho. No entanto, há que se observar que a via é de jurisdição do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e não da Dersa. Além disso, apesar de o cenário ser semelhante ao da Serra do Mar, o registro foi feito às margens da rodovia Sebastião Ferraz de Camargo Penteado (SP 250), na altura do quilômetro 295, no município de Apiaí, no Vale da Ribeira, em São Paulo.
No registro feito por um motorista que passa pela estrada é possível ver a movimentação da onça, que foge para dentro da mata fechada após a aproximação do veículocm. O portal G1 conversou com o dono da propriedade onde o animal estava. Ele ficou surpreso, porque nas quatro décadas que habita naquela região, já ouviu falar sobre a presença da espécie, mas nunca visto algo que comprovasse.
A onça-pintada está classificada como “quase ameaçada” pela União Internacional para a Conservação da Natureza e Recursos Naturais (IUCN). Uma equipe da Polícia Ambiental foi até o local do registro, segundo a reportagem, mas não encontrou mais o animal
Fonte:O Diário de Mogi
Moradores e empresários alegam informações falsas no rastreamento, além da não entrega de correspondência
O distrito industrial do Taboão, em Mogi das Cruzes, voltou a ser prejudicado com a falta de serviços dos Correios (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos). Empresários e moradores passaram a ter que buscar as correspondências e as mercadorias na agência localizada no centro da cidade. As entregas deixaram de ser feitas.
Moradores e empresas instaladas no distrito informaram ao presidente da Associação Gestora do Distrito Industrial do Taboão (Agestab), Osvaldo Baradel, que, além da entrega não ser realizada, as informações inseridas no sistema de rastreamento são falsas. "Há diversos episódios em que o sistema dos Correios constava que o carteiro foi até a empresa, porém, não havia encontrado ninguém que pudesse deixar a correspondência ou a mercadoria, o que é uma mentira. Eles estão utilizando esta manobra para manipular os indicadores de qualidade, ou seja, se o carteiro não foi atendido não gera pontos negativos no indicador de entrega", afirmou Baradel.
"Na minha empresa, por exemplo, temos portaria 24 horas. Em qualquer horário que o carteiro chegasse, seria atendido", disse Baradel, que também foi prejudicado com a falta das entregas. "Conferimos as imagens das câmeras de monitoramento da empresa no dia e no horário indicado no sistema dos Correios e não há nenhum sinal de funcionário ou veículo do Correios tentando fazer a entrega", afirmou o presidente da Agestab.
Na avaliação de Baradel, o que a companhia tenta fazer "é jogar a responsabilidade para os empresários, quando na verdade a incompetência está sendo desta empresa que detém o monopólio deste tipo de atividade", criticou.
Baradel destacou que a falha dos Correios tem ocasionado graves problemas. "Há empresários que tiveram transtornos em processos judiciais, simplesmente porque os Correios não entregaram a notificação que informava o dia da audiência, por exemplo", explicou. "Isso é um verdadeiro descaso com o Taboão", lamentou o presidente
Serviços
O presidente da Agestab avalia que os serviços dos Correios são de extrema necessidade na região do Taboão, pois há demanda residencial e empresarial. "São cerca de 10 mil habitantes e mais de 60 empresas em atividade, gerando mais de 5 mil postos de trabalho diretos", disse.
"Trata-se de um distrito em franco desenvolvimento e não podemos deixar de ter aquilo que é essencial, como o recebimento e o despacho de encomendas e correspondências", afirmou Baradel, que aguarda o agendamento de uma nova reunião com a direção dos Correios. "Em Mogi das Cruzes, não há ninguém dos Correios que possamos dialogar. Já tentamos por diversas vezes nos reunir com o responsável pelas agências da região, porém, ele nunca está disponível", lamentou.
Em 2015, a diretoria da Agestab se reuniu com a direção dos Correios. Ficou acertado que os serviços seriam realizados em uma parte do distrito e, posteriormente, haveria ampliação. "Além de não ter ocorrido nenhuma expansão, agora passaram a sucatear o trabalho", finalizou.
Baradel: 'Companhia está sucateando serviço'.
Correios prometeram enviar representante ao Taboão para ouvir as demandas
Empresa diz que vai melhorar atendimento
Os Correios se comprometeram a resolver o problema de falta de entrega de correspondências no distrito do Taboão, que vem causando diversos transtornos aos moradores e empresários da região industrial
Os Correios se comprometeram a resolver o problema de falta de entrega de correspondências no distrito do Taboão, que vem causando diversos transtornos aos moradores e empresários da região industrial. Em resposta à reportagem do Mogi News, a empresa afirmou que, por se tratar de uma área composta por zona urbana e rural, a entrega de objetos simples dos Correios no distrito do Taboão é parcialmente feita nos domicílios e na agência da cidade com a retirada pelos próprios clientes. Outra parte é entregue em três Caixas Postais Comunitárias.
Diante das reclamações realizadas sobre as informações disponibilizadas no Sistema de Rastreamento dos Correios, a entidade alegou que para a apuração e possíveis esclarecimentos é necessário informar os números de registros das encomendas. Além disso, a empresa enviará um representante ao distrito do Taboão para verificar pontos de melhoria no serviço prestado aos moradores e empresas. (T.M.)
Fonte:Mogi News
Segundo o diretor de Desenvolvimento, já existe interesse para a instalação de uma área residencial na nova via
Foto: Felipe Claro
Rotatórias foram criadas para facilitar o acesso de futuros empreendimentos
A recém-inaugurada avenida das Orquídeas, via de ligação entre Mogi das Cruzes e Suzano e que corta os distritos de Braz Cubas e Jundiapeba, já é opção para o motorista enfrentar menos trânsito no trajeto, além de desafogar o tráfego na rodovia Henrique Eroles (SP-66). Mas, além disso, os dez quilômetros de extensão do corredor Leste-Oeste e os 2 milhões de m² de área, também devem gerar 4 mil empregos com a nova demanda de conjuntos residências.
Segundo o diretor de Desenvolvimento da Prefeitura de Mogi das Cruzes, Claudio Costa, a expectativa é de que 80 mil pessoas possam residir no entorno do corredor Leste-Oeste. Ainda segundo o diretor, já existe uma empresa interessada na compra de lotes para a construção de um condomínio residencial. Quem passa pela avenida das Orquídeas percebe que existe uma rotatória em funcionamento e duas que não levam a nenhuma saída - uma delas fica próxima à rotatória de Jundiapeba e outra perto da antiga fábrica da Coca-Cola - que, de fato, foram construídas visando a atração e incentivo de implantação de condomínios e empresas.
O Executivo espera que a iniciativa privada invista e promova o crescimento daquela região, já que existe uma ampla área desocupada que pode abrigar indústrias ou até mesmo condomínios fechados. "Neste primeiro momento, os empresários querem investir em condomínios residenciais, não em indústrias. Mogi já tem vários polos industriais e a área da avenida das Orquídeas é outra boa opção", disse Costa.
Ainda segundo o diretor, o estímulo ao crescimento de um novo polo residencial e empresarial no corredor Leste-Oeste deve existir, principalmente por se tratar de uma área com acesso facilitado e que, além da avenida das Orquídeas, contempla também a avenida Tenente Onofre de Aguiar e avenida Guilherme George. "Sem dúvida essa foi uma obra que marcou o desenvolvimento da cidade e existe um cronograma para o curto, médio e longo prazo. Com certeza, daqui a cinco anos, muitos aspectos já estarão diferentes naquela região. A prefeitura já deu toda a sua contribuição com a criação do cenário ideal, agora é a vez da iniciativa privada mostrar interesse", alertou o diretor.
A avenida
Para as obras do corredor Leste-Oeste foram investidos R$ 100.823.926,21, sendo R$ 47.898.691,38 de recurso federal; R$ 28.095.600,40 de recurso estadual e R$ 24.829.634,43 de recurso municipal. O corredor conta com 10,5 quilômetros de extensão, sendo que, só a avenida das Orquídeas tem 3,5 quilômetros. A primeira parte das obras foi a recuperação da avenida Tenente Onofre de Aguiar e, posteriormente, a da avenida Guilherme George. Os trabalhos começaram em 2014.
Fonte:Mogi News