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Projeto de Educação Moral é aprovado
Matéria será incluída na grade extracurricular da rede municipal, com intuito de reforçar aos alunos o civismo, cidadania e respeito ao próximo
Foto: RENATO KAWASAKI/CMMC
Cuco disse que objetivo do conteúdo é passar às crianças os valores básicos da vida
A Câmara de Mogi aprovou o projeto de lei que prevê a inserção de conteúdo de Educação Moral e Cívica na grade extracurricular da rede municipal. De acordo com a proposta apresentada pelo vereador José Antonio Cuco Pereira (PSDB), o objetivo é incutir nas criança noções de civismo, cidadania e respeito ao próximo. O projeto foi aprovado depois de quase uma hora de discussão com dois votos contrários.
De acordo com o vereador Pereira, a ideia do projeto é passar às crianças noções de cidadania e respeito. Ele destacou que todo o conteúdo será elaborado pela própria Secretaria de Educação. O projeto segue agora para a Prefeitura, que deve sancioná-lo. Pela proposta, os conteúdos serão oferecidos para os alunos da 5ª série, além dos estudantes do 8º e 9º ano.
O vereador afastou a ideia que o conteúdo remeta ao período da Ditadura Militar, quando o governo tornou obrigatória a disciplina da Educação Moral e Cívica em todas as escolas. "Vemos casos de alunos batendo em professores, ofendendo e até indo armado para a aula. Queremos falar de respeito ao próximo, da origem da nossa cidade. Os pais ensinam que é preciso cuidar do seu irmão, mas às vezes isso é pouco. Temos que valorizar os professores. Esse projeto não tem nada a ver com religião, militarismo, é sobre o civismo e os valores básicos que as crianças precisam ter", disse.
Para o vereador Mauro Araújo (PMDB), as crianças precisam aprender sobre seus direitos e deveres. "Vivemos uma pátria do contraste onde ninguém respeita o outro. A gente reclama que tem lixo na rua, mas joga papel e depois cobra o Estado para fazer a limpeza. Esse projeto mostra a preocupação com essa situação. Hoje, as coisas não têm mais valor e sim preço", destacou.
Reta final
A Comissão Especial de Vereadores (CEV) do pátio municipal vai convidar a empresa Octagono para falar ao grupo que está realizando um trabalho sobre o serviço prestado no município. A expectativa do presidente da CEV, Mauro Araújo (PMDB), é entregar o relatório final até o dia 15 de outubro. "Recebemos três secretários para discutir como está o andamento de sindicância na Prefeitura. Vamos enviar um ofício para a empresa que cuida do pátio para que ela possa se defender", informou.
Fonte:Mogi News
Controle criado na capital consiste em receber guias diárias emitidas pelas empresas que prestam este serviço
Foto: Mogi News
Segundo o secretário de Verde e Meio Ambiente, Teixeira de Lima, Mogi tem 80 áreas de descarte irregular
A Prefeitura de Mogi das Cruzes quer implantar um sistema eletrônico para monitoramento das caçambas que recolhem resíduos de construção civil. O modelo é o mesmo adotado pela administração municipal de São Paulo. Ainda não existe uma previsão para que o programa seja instalado no município, mas a expectativa é de que a fiscalização evite o descarte irregular de entulho e diminua os atuais pontos de descartes.
O sistema de controle criado na capital consiste em receber guias diárias emitidas pelas empresas que prestam o serviço de caçamba. Com essas informações, a Prefeitura de São Paulo consegue rastrear desde o recolhimento do entulho até a destinação final do resíduo, que deve ser realizada em aterros licenciados. O sistema foi apresentado pelo vice-prefeito paulistano e secretário das subprefeituras, Bruno Covas (PSDB), ao prefeito Marcus Melo (PSDB) e secretário de Verde e Meio Ambiente, Daniel Teixeira, na terça-feira. O projeto será disponibilizado gratuitamente para Mogi. O próximo passo será a visita de técnicos paulistanos na cidade para apresentar a operação do sistema.
De acordo com Teixeira, atualmente, Mogi conta com 80 áreas de descarte irregular de entulho. A ideia é que o sistema de monitoramento ajude a reduzir esse índice. "É uma maneira de profissionalizarmos o serviço. As empresas que atuam corretamente não têm motivos para se preocupar. Temos o exemplo do Ecoponto de Jundiapeba, que em um mês recebeu 80 toneladas de entulho. Esses resíduos provavelmente seriam descartados na rua", avaliou.
Teixeira informou que São Paulo já tem colhido resultados com a implantação do sistema. "A cidade conta com 3.300 pontos de descarte e somente 72 mil toneladas de entulho iam para o aterro. Em três meses do sistema, a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), empresa que cuida da limpeza, monitorou um descarte de 2 milhões de toneladas em aterros licenciados", destacou.
Segundo o secretário, é preciso conhecer de perto o sistema para fazer os ajustes necessários para sua implantação em Mogi. Uma das etapas seria cadastrar as empresas que atualmente desenvolvem o serviço de caçamba no município. Ainda não é possível saber se será necessária a criação de uma legislação específica para o monitoramento.
Fonte:Mogi News
Objetivo dos vereadores poaenses é retomar a discussão sobre a construção de uma nova instituição na cidade
Foto: Divulgação
Saulo é o autor do projeto que atualiza metragem
A Câmara de Poá aprovou, na semana passada, um projeto do vereador Saulo Souza (SD) que atualiza a metragem do terreno que seria doado ao Serviço Social da Indústria (Sesi) para construção de uma unidade escolar. O objetivo do Legislativo é retomar a discussão sobre a construção de uma nova instituição do Sesi na cidade, já descartada no início do ano em função dos problemas no terreno em questão.
A doação de um terreno por parte da Prefeitura na rua Fernando de Noronha, no bairro Tucunduva, nunca aconteceu de fato em função de problemas na documentação da área. "Para o Sesi receber uma doação de um terreno não pode ter nenhum empecilho. É a nossa legislação que rege isso. Existia uma diferença de metragem no documento. Eu não posso receber alguma coisa que eu precise brigar depois com o vizinho porque eu estou um metro dentro do terreno dele ou ele do meu terreno", explicou o diretor de Educação do Sesi, Fernando Carvalho, durante visita na redação do Grupo Mogi News em abril.
A discussão sobre a área se arrastou por quase oito anos, o que fez com que o Sesi descartasse a construção da nova unidade e decidisse pela transferência dos 390 alunos para a nova escola inaugurada recentemente em Suzano. Para tentar corrigir essa situação, o vereador Saulo Souza fez as pesquisas necessárias no Cartório de Registro de Imóveis e apresentou na Câmara o projeto que, na prática, incorpora mais mil metros quadrados (m²) que já estavam previstos na escritura do terreno. A meta do parlamentar é, com essa propositura aprovada, procurar a superintendência do Sesi, ao lado dos pais de alunos, para mostrar que não existe mais pendência", declarou.
Questionado pelo Dat, o Sesi afirmou, em nota, "que mantém sua decisão de transferir os alunos, pois desde 2009 tentou junto à Prefeitura de Poá a viabilização de área onde poderia ser construída uma nova escola. Durante oito anos foram várias tratativas para que o projeto viesse a ser levado adiante, mas o terreno não foi disponibilizado e escolas novas foram construídas em outros municípios, como é o caso de Suzano".
Em reunião com autoridades municipais, no dia 13 de abril, "o Sesi ratificou a decisão de transferir de modo definitivo os estudantes de Poá para a unidade de Suzano, a fim de que eles possam usufruir de toda a estrutura disponível, que atende ao novo modelo educacional adotado pela entidade desde 2007".
Fonte:Mogi News
Licitação para contratação da empresa que fará os trabalhos foi aberta e agora as propostas serão analisadas
Foto: Juliana Oliveira
Objetivo é oferecer espaço para ciclistas na rua Vereador João Batista Fitipaldi
Os serviços para implantação de uma ciclovia no canteiro central da avenida Vereador João Batista Fitipaldi, na Vila Maluf, em Suzano, poderão ter início em dezembro, conforme informou a Prefeitura, e custarão R$ 386.865,69, divididos em um repasse de R$ 295,3 mil, por parte do governo federal, e contrapartida de R$ 91,5 mil do município.
Tanto a confecção da ciclovia, quanto a recuperação do passeio na referida via pública, foram apresentadas inicialmente como "Obra a iniciar em 2017 - Em fase de abertura do processo de licitação". Com o anúncio da concorrência, a Prefeitura habilitou algumas empresas para participarem do processo licitatório e agora o assunto será continuado pela Secretaria Municipal de Obras, com a análise das propostas.
De acordo com o informado pela Assessoria de Imprensa da administração municipal, a ciclovia, que está prevista no pacote de obras anunciado recentemente pelo prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR), será construída no canteiro central da via e será permanente.
Segundo o projeto inicial apresentado pela Prefeitura, a ciclovia terá 1,8 quilômetro de extensão na rua Vereador João Batista Fitipaldi, com faixas pintadas já nas proximidades da estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o que significa que pelo menos 500 ciclistas poderão ser beneficiados ao saírem do bicicletário da estação e desembocarem no canteiro central da avenida.
Além disso, a medida será benéfica para os próprios moradores do Rio Abaixo, que seguirem no sentido centro ou bairro. Isso porque, com a ciclovia, deverá haver maior segurança para os ciclistas que trafegarem pela avenida João Batista Fitipaldi, que hoje se arriscam por entre os carros.
A Prefeitura de Suzano não informou à equipe de reportagem do Grupo Mogi News mais detalhes sobre o projeto, mas a parte técnica, bem como o anúncio da empresa vencedora da concorrência pública, será repassada em data oportuna.
Fonte:Mogi News