terça-feira, 25 de junho de 2013

Japão Protestos podem ajudar brasileiros a votar no Japão

Japão
Protestos podem ajudar brasileiros a votar no Japão
Claudia Irente
Da Reportagem Local
Divulgação

Brasileiros se reúnem em Tóquio para ajudar nas manifestações
No segundo ato público realizado no Japão em prol das manifestações no Brasil, cerca de 450 brasileiros e simpatizantes da causa protestaram, na tarde do último domingo, no Yoyogi Park, em Tóquio.

Segundo Miguel Kamiunten, secretário de Política da Network Nacional dos Brasileiros no Japão e coordenador de pólo da Universidade Católica de Brasília Virtual, os protestos ocorridos em Nagoya e em Tóquio, no último final de semana, serviram para que haja uma maior consciência política e participação na hora de votar, inclusive fora do País. "Acompanho as eleições no exterior desde 1998 e, especificamente no Japão, o grau de interesse em participar é pequeno. Em 1998, com uma comunidade com mais de 250 mil brasileiros e com mais de 75% desses com direito a voto, somente 365 pessoas votaram. Nos últimos anos, esse número subiu e, em 2010, cerca de quatro mil depositaram seus votos em urnas no Japão", estimou.

O publicitário Ussuy Egyro, que mora no Japão há 11 anos, também é a favor das manifestações pacíficas e participou da de Tóquio. Ele diz que os protestos não devem ser esquecidos nas próximas eleições brasileiras e pretende votar no Japão pela primeira vez. "Das outras vezes, tive que justificar o voto, porque eu trabalhava nos finais de semana. Mas na próxima quero votar, porque todos devemos pensar no que vai ser feito daqui para frente", adiantou.

Luiz Eduardo Isima, que também esteve na manifestação na capital japonesa, afirma que estrangeiros da Turquia também aderiram à manifestação e que considera bastante relevante a participação da comunidade brasileira. Ele conta que deverá haver outras manifestações em cidades japonesas, nos próximos dias.

Fonte:Mogi News

Brás Cubas Empreiteira é notificada a cumprir exigências

Brás Cubas
Empreiteira é notificada a cumprir exigências
Companhia responsável pela construção do Centro de Reabilitação e Fisioterapia deverá cumprir as determinações do Ministério do Trabalho
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Erick Paiatto

Obra no distrito de Brás Cubas foi vistoriada em maio pelo Ministério do Trabalho, que encontrou várias irregularidades trabalhistas
A Secretaria Municipal de Obras notificou a empre-sa Teto Construtora, responsável pela construção do Centro de Reabilitação e Fisioterapia, em Brás Cu-bas, a cumprir todas as exigências estabelecidas pelo Ministério do Trabalho a fim de retomar o quanto antes as obras, que estavam previstas para serem concluídas até o fim deste ano.

Os trabalhos, que custarão R$ 3,5 milhões, já foram suspensos outras três vezes por problemas de atraso dos salários dos empregados. Desta vez, a obra foi embargada por determinação de um auditor do Ministério do Trabalho que constatou diversas irregularidades, como falta de segurança e maus tratos aos trabalhadores. "A obra é regida por um contrato que estabelece prazos e custos para a sua execução, de modo que a empresa deverá se adequar e cumprir estas determinações", diz a nota da Secretaria Municipal de Obras, por meio da Coordenadoria de Comunicação Social.

De acordo com a administração municipal, esta foi a segunda notificação expedida este ano à Teto Construtora, porém, até o momento, não houve a aplicação de multas. 
O auditor do Ministério do Trabalho José Luiz Lazáro, por sua vez, reiterou que "não há prazo para a retomada das obras do Centro de Reabilitação e Fisioterapia, enquanto a empresa não promover ações que garantam um mínimo de segurança aos trabalhadores, inclusive as condições de higiene do refeitório e água para consumo. 
Após a adequação, eles vão promover a requisição de retomada de obras, que só acontecerá após nova fiscalização", explicou Lázaro, em entrevista ao Mogi News. Até o fim da tarde de ontem, ele não havia sido procurado por nenhum representante da Teto Construtora. 
De acordo com o auditor, antes da paralisação, o Judiciário aplicou 20 autos de infração contra a companhia, o que pode gerar pelo menos R$ 80 mil em multas. 

Vistoria
O ministério visitou o espaço na rua Francisco Afonso de Melo, no dia 6 de maio, e constatou várias irregularidades, como falta de cinto trava-queda, curso preparatório para construção em altura (NR 35), corrimãos, portas no refeitório, local adequado para esquentar a comida dos funcionários e problemas no banheiro e vestiário.

Fonte:Mogi News

Transparência População terá acesso aos gastos públicos com o transporte municipal

Transparência
População terá acesso aos gastos públicos com o transporte municipal
Informações sobre as contas do setor em Mogi das Cruzes serão divulgadas a partir de hoje no site da Prefeitura
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Erick Paiatto

Cinco líderes de um dos grupos de manifestantes de Mogi foram recebidos ontem à tarde pelo prefeito Marco Bertaiolli, que prometeu atender a reivindicações
Os dados públicos sobre os gastos do sistema de transporte coletivo municipal serão colocados à disposição da população na internet pela Prefeitura de Mogi das Cruzes a partir de hoje. A ação atende à reivindicação do grupo "Vem pra rua Mogi", movimento social que organizou a manifestação histórica que contou com a participação de 40 mil pessoas em protesto na cidade na sexta-feira. Uma comissão de cinco pessoas participou de uma reunião com o prefeito Marco Bertaiolli (PSD) ontem. Os manifestantes entregaram uma carta aberta com cinco reivindicações, entre elas a transparência quanto às licitações públicas e a operação do transporte público. 
Os dados devem ser divulgados no site da Prefeitura de Mogi (www.pmmc.com.br). "O prefeito já nos prometeu que amanhã mesmo estas informações estarão disponíveis para o público em geral. Queremos deixar claro que não representamos a população. Qualquer pessoa pode exigir estas informações, nós só tomamos a frente no dia do protesto", disse Bruno Ribeiro, um dos integrantes do movimento. 
A reunião durou aproximadamente duas horas e a Imprensa local teve livre acesso. Um batalhão de secretários municipais, diretores e assessores acompanharam a conversa. O grupo pediu a redução da tarifa e falou sobre a lotação de algumas linhas, da qualidade do serviço prestado, salário baixo dos funcionários das empresas concessionárias e comparação do valor da passagem em relação à capital, onde o usuário fica mais tempo dentro do ônibus. "Se não há possibilidade de redução, queremos saber quanto custa o sistema e quanto disso é pago pela população. Nosso objetivo aqui é criar um diálogo público sobre o transporte neste primeiro momento e outras questões mais para frente", explicou Fernando Morais. 
O prefeito convidou o grupo para acompanhar a Comissão Municipal do Transporte (Comutran), o Conselho da Cidade e o Conselho de Transporte da Câmara de Mogi. Além disso, deixou claro que, por enquanto, o valor da passagem não vai cair para R$ 2,50. "O município já fez o que podia ser feito para reduzir a tarifa. Abrimos mão do ISS (Imposto Sobre Serviços) e isso trará uma defasagem de R$ 3 milhões para o orçamento municipal. Para reduzir mais o valor da passagem, precisamos da desoneração de impostos federais e estaduais", disse o prefeito. 

Eventos
Com o corte do ISS que incide sobre a tarifa de ônibus, Mogi das Cruzes perde R$ 1,5 milhão até dezembro deste ano. O prefeito voltou a falar sobre o corte ou a redução de alguns eventos. "Se o governo do Estado não custear mais da metade do Jogos Abertos, não teremos condições de receber o evento na cidade. O aniversário de Mogi está sendo elaborado pelo secretário de Cultura, Mateus Sartori, e será feito em parceria com a Associação Comercial sem a realização de grandes shows. Conversaremos com as escolas de samba para ver uma melhor alternativa para o carnaval. As escolas não podem só sobreviver de verba pública e isso é uma discussão antiga na cidade".

Fonte:Mogi News

Deus é Fiel !!!

Um menino de 10 anos estava parado na frente de uma loja de sapatos olhando a vitrine e tremendo de frio. Uma senhora aproximou-se do menino e disse-lhe: “Meu pequeno o que você está olhando com tanto interesse nesta vitrine?”.

O menino então respondeu: “Estava pedindo a Deus que me desse um par de sapatos”. A senhora segurou a mão do menino e o levou para dentro da loja. Pediu ao funcionário que pegasse 6 pares de sapatos para o menino. Perguntou ao empregado se poderia também lhe emprestar uma bacia com água e uma toalha. O empregado trouxe-lhe rapidamente o que pediu.

A senhora levou o menino no fundo da loja, lavou os pés dele e secou-os com a toalha. Então o funcionário chegou com os sapatos, a senhora pôs-lhe um par deles no menino e os comprou. Juntou os outros pares e também os deu ao menino. Afagou o menino na cabeça e disse-lhe: "Não há dúvida que você se sente mais confortável agora.”

O menino a abraçou, e quando ela já se voltava para sair o menino com lágrimas nos olhos lhe perguntou: “A senhora é a esposa de Deus?"

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