Cristina Gomes (Interina)
Daniel Carvalho
G7 em ação
Os vereadores integrantes do G7 (Karina Pirillo, Clodoaldo Aparecido de Moraes (PT), Iduígues Ferreira Martins, Caio Cunha (PV), Marcos Furlan (PV), Emerson Rong (PR), o Emerson do Posto de Saúde e Carlos Lucareski (PPS) se reuniram ontem à noite na Padaria Flor de Mogi. A pauta do encontro: a reunião marcada para hoje, às 10 horas, para a definição das comissões permanentes do legislativo.
Lista de pedidos
"Estamos fazendo uma reaproximação com todo o grupo. Desde a eleição da mesa diretiva não voltamos a nos encontrar e vamos solidificar questões como a reivindicação que fizemos ao presidente Bibo", afirmou o vereador Caio Cunha (PV) que foi quem ´convocou´ o encontro. O presidente da Câmara, Rubens Benedito Fernandes (PR), o Bibo, conseguiu ser reeleito ao contar exatamente com o voto dos novos vereadores.
Fonte:Mogi News
Tragédia em Santa Maria
Mogi fará operação especial de fiscalização em casas noturnas
Após grande repercussão do incêndio que matou mais de 230 pessoas, Prefeitura fará mutirão com bombeiros
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Jorge Moraes
Operação, que começa hoje, foi apresentada ontem pelas autoridades em coletiva de Imprensa
Casas noturnas, bares e restaurantes que registram grande concentração de pessoas serão fiscalizados por uma comissão formada pela Diretoria de Fiscalização da Prefeitura de Mogi das Cruzes e o Corpo de Bombeiros, em uma operação que deve durar 30 dias. De hoje até domingo, as equipes vão visitar sete casas noturnas com o maior número de frequentadores na cidade, seguidos por 14 estabelecimentos comerciais que também recebem um volume grande de clientes.
Ao todo, a operação deflagrada ontem pretende vistoriar 1.118 estabelecimentos comerciais em um verdadeiro pente-fino para verificar a validade dos alvarás de funcionamento e de dispositivos de segurança, como saídas de emergência, por exemplo. O objetivo é evitar tragédias como a registrada na casa noturna Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde um incêndio matou 231 pessoas e deixou mais de 80 feridas, no domingo.
Segundo o Departamento de Fiscalização de Mogi das Cruzes, a verificação de laudos técnicos e de licenças para estabelecimentos comerciais que recebem grande público é feita periodicamente, mas o acidente no Sul do País reforça a necessidade de uma fiscalização mais efetiva. Apesar de garantir que todos os bares, restaurantes e casas noturnas de grande porte da cidade funcionam dentro das normas, a Secretaria de Segurança de Mogi identificou, em um pré-levantamento feito para a operação, que alguns estabelecimentos estão em processo de renovação de alvará. "Muitos estão em processo de emissão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), outros na renovação do laudo elétrico. Mas isso é muito natural, porque o alvará de funcionamento é renovado a cada dois anos, é um processo dinâmico", explicou o secretário Eli Nepomuceno.
Dez fiscais da Prefeitura e seis bombeiros percorrerão as casas noturnas. "Bares e restaurantes poderão ser visitados durante o dia, mas as baladas serão durante o seu funcionamento, ou seja, à noite. A ação tem caráter preventivo. Vamos verificar as condições do local, se a lotação está de acordo com a capacidade do ambiente, se as saídas de emergência estão corretas, se os funcionários são treinados para um atendimento emergencial e se os equipamentos de segurança estão funcionando corretamente", detalhou.
Fiscalização
Um dos alvos da fiscalização é um estabelecimento que possui alvará para funcionar como restaurante e bar, mas atende como casa noturna, e funciona no terceiro andar de um prédio na rua Ricardo Vilela. O único acesso ao local é via elevador e, em caso de incêndio, por exemplo, fica difícil a retirada de pessoas do prédio. "Isso caracteriza desvio de finalidade. Está autorizada música ao vivo, mas não é para funcionar como casa noturna. Se isso for constatado, ele está irregular e será determinada a paralisação imediata das atividades", explicou o secretário.
Fonte:Mogi News
Reforma na ortopedia deve começar só no 2o semestre
Amilson Ribeiro
Planilha de ações da Santa Casa está em fase de elaboração
As obras de reforma e adaptação do setor de ortopedia da Santa Casa de Mogi das Cruzes terão início apenas no segundo semestre. Problemas burocráticos da liberação das verbas de emendas parlamentares são os responsáveis pela demora.
A verba de R$ 1,1 milhão destinada ao hospital tem como origem as emendas do deputado federal Valdemar Costa Neto (PR) - condenado a 7 anos e 10 meses por envolvimento no escândalo do mensalão, e também do deputado estadual Luiz Carlos Gondim (PPS). Costa Neto encaminhou um milhão de reais.
O recurso federal foi destinado no final de 2009, mas a burocracia impediu a liberação. Já a verba estadual foi liberada no fim do ano passado. Ambas já estão em poder da instituição de saúde.
Neste momento, a direção da Santa Casa prepara o projeto executivo. A planilha de ações está na fase final de elaboração. Ela está sendo feita pelo próprio hospital. Após a conclusão do documento, ele será encaminhado para a aprovação da Caixa Econômica Federal (CEF). A última etapa será a abertura de licitação.
O provedor da instituição, Mário Calderaro, explicou que as obras incluem a construção de novos consultórios, e a criação de um espaço para a instalação de um aparelho de raio-X. "Hoje, os pacientes que precisam deste exame precisam se deslocar a outro setor, que fica no lado oposto do hospital. O projeto vai possibilitar mais conforto aos pacientes.", explicou. Algumas paredes serão levantadas e outras destruídas. "Todo a área passará por adequações", disse o provedor.
Ele destacou, ainda, que a reforma não visa à ampliação do número de pacientes atendidos. "Já somos responsáveis por quase 10 mil consultas por mês, o que já representa um volume muito alto", frisou.
R$ 3 milhões
Concretizado o projeto no setor de ortopedia, o provedor adiantou que as próximas reformas irão atingir outros espaços ainda no primeiro andar. "A prioridade é melhorar a estrutura neste andar, mas, para isso, será preciso algo em torno de R$ 3 milhões", disse. "Vamos apresentar o projeto a deputados da região e pedir que eles nos ajudem. Infelizmente, com recursos próprios não teremos condições de arcar com estas melhorias", ressaltou.
Fonte:Mogi News
Prazo descumprido
Obras dos viadutos não vão começar este ano
Se uma nova concorrência pública for aberta, o prazo para início das obras deverá ser posterior ao previsto, que era no segundo semestre deste ano
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Junji: "Somos surpreendidos por outro atraso e com a perspectiva de que tudo permaneça encruado"
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estuda a necessidade de abertura de uma nova licitação para a execução das obras de construção de dois viadutos sobre a linha férrea em Mogi das Cruzes, conforme informou um ofício encaminhado pelo órgão ao deputado federal Junji Abe (PSD).
O documento é uma resposta ao questionamento feito pelo parlamentar. Caso uma nova concorrência pública seja aberta, o prazo de início das obras, previstas para o segundo semestre deste ano, deverá sofrer atraso.
Junji revelou que a vencedora da licitação para contratar o detalhamento do Projeto Executivo de Engenharia deverá ser conhecida no próximo dia 7, quando está prevista a abertura dos envelopes. Porém, o DNIT analisa se retomará o contrato já existente para execução das obras ou se fará nova concorrência, assim como providenciará a contratação dos serviços de supervisão de obras na modalidade de pregão eletrônico.
"De cara, só com o atraso na contratação do projeto executivo, o início das obras ficaria para o segundo semestre. Caso entendam que haverá necessidade de nova licitação em vez de retomar o contrato paralisado desde 2011, aí não há nem como imaginar uma previsão", criticou Junji, após ter acesso à resposta do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.
O ofício do Ministério dos Transportes muda o teor da programação fornecida pelo próprio órgão, que indicava o início dos viadutos para o início deste ano. Este é o terceiro adiamento dos trabalhos, desde que o contrato para execução das obras, celebrado com o Consórcio SPA/Tejofran/Convap, no valor de R$ 48 milhões, foi suspenso, em 14 de julho de 2011, quando surgiram denúncias de irregularidades no Ministério e órgãos a ele vinculados. A informação inicial era de que o projeto começaria a sair do papel em outubro de 2012. Os viadutos foram licitados com base no projeto básico doado pela Prefeitura e aprovado pelo DNIT.
"Somos surpreendidos com mais um atraso. Pior: com a perspectiva de que tudo permaneça encruado por tempo indeterminado, caso o órgão resolva fazer uma nova concorrência", protestou o deputado, que afirmou não entender os motivos que atrasam o início dos trabalhos. "Espero que a sucessão de justificativas frouxas não esteja sombreando uma razão mais grave e intransponível como a falta de recursos financeiros, em função da crise internacional", ressaltou o mogiano.
Fonte:Mogi News