Foto: Eisner Soares
Mogi das Cruzes já está pronta para receber os grandes jogos da Liga Nacional do Novo Basquete Brasil (NBB). Pelo menos essa é a opinião de jogadores, técnicos e dirigentes das sete equipes visitantes que estiveram na Cidade para a disputa da Super Copa Brasil. Os entrevistados pela equipe de reportagem de O Diário garantem que a estrutura do evento e a presença do público no Ginásio de Esportes Professor Hugo Ramos, o ‘Hugão’, já credenciam o Município a se tornar uma das grandes potências do basquete brasileiro.
A competição nacional que classificou duas equipes para a temporada 2012/2013 do NBB terminou na noite de ontem e todos os participantes deixaram Mogi satisfeitos com tudo o que encontraram na Cidade, como locais para treinos e jogos, hotéis, transporte, alimentação e ótima recepção por parte dos funcionários da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel).
Sem divulgar o investimento total para a realização da Super Copa Brasil, o secretário adjunto de Esportes, Frederico Abib, revelou os detalhes da estrutura do evento.
(Thiago Campos)
Fonte:O Diário de Mogi
Foto Divulgação
Os funcionários do Metrô de São Paulo decidiram, apor assembleia realizada na noite desta terça-feira (22), que cruzarão os braços a partir da 0h desta quarta-feira (23) por tempo indeterminado.
A assembleia foi realizada para que os funcionários pudessem debater a contraproposta apresentada pelo Metrô na última audiência realizada nesta terça-feira com a Justiça do Trabalho. Uma nova assembleia está marcada para esta quarta-feira (23), às 12 horas.
A desembargadora Anélia Li Chum decidiu que os funcionários devem manter 100% do efetivo nos horários de pico (das 5h às 9h e das 17h às 20h) e 85% nos demais horários, em caso de greve. Em caso de descumprimento, o sindicato terá que pagar multa diária de R$ 100 mil. A desembargadora ainda proibiu a liberação das catracas como pretendia fazer a categoria.
Durante a reunião intermediada pela Justiça do Trabalho entre Metrô e funcionários, a estatal ofereceu aumento real de 1,5% e 4,15% de correção, enquanto os funcionários pedem 5,37% de correção e 14,99% de aumento real.
Livre
O consórcio Via Quatro informou que a linha 4 – Amarela (Butantã-Luz) terá funcionamento normal nesta quarta-feira (23) já que a mesma é privatizada. (Alexandre Barreira com informações divulgadas pelo UOL)
Fonte:O Diário de Mogi
Foto Marcelo Alvarenga / Divulgação - CMMC
As contas da Prefeitura de Mogi das Cruzes, referentes aos exercícios de 2007, 2008 e 2009, foram aprovadas nesta terça-feira (22) durante a sessão ordinária realizada na Câmara Municipal. A aprovação foi unânime entre os 15 parlamentares presentes no plenário Dr. Luiz Beraldo de Miranda.
Justificativas
Antes do início da sessão desta terça-feira, o vereador Olimpio Tomiyama (PSC) discursou em plenário para comentar a sua absolvição no pedido de cassação que tramitou por dez anos no Ministério Público (MP) de Mogi das Cruzes. O parlamentar era acusado de improbidade administrativa e de ter desviado recursos do INSS para o pagamento de despesas com publicidade na Imprensa. "Agora estou aliviado porque foi comprovada a minha absolvição. Foram dez anos de sofrimento, onde encontrei forças na minha família"
O ex-presidente da Câmara, vereador Mauro Araújo, foi solidário a Tomiyama durante a sessão desta terça-feira. Ele se declarou alegre “por saber da inocência do colega”.
Sacolas
Ainda na sessão de ontem, o vereador Protássio Nogueira (PSD) defendeu a reutilização das sacolas plásticas distribuídas gratuitamente ainda pelos supermercados. “Além de não haver real comprovação do mal ao meio ambiente, as sacolas continuam sendo cobradas mesmo os consumidores não as recebendo”, apontou. (Rodrigo Fernando)
Fonte:O Diário de Mogi
Foto Antonio Cruz / ABr
Ao atender nesta terça-feira (22) à convocação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, o empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, decidiu não responder às perguntas dos integrantes da comissão e seu silêncio irritou os parlamentares, que chegaram a propor que a sessão fosse encerrada.
Orientado por seus advogados, o empresário disse que estava respondendo a uma investigação na Justiça e, por isso, se reservava ao direito de ficar calado. "Estou aqui como manda a lei para responder o que for necessário. Constitucionalmente, fui advertido por meus advogados para não dizer nada e não falarei nada aqui. Somente depois da audiência que eu terei com o juiz, se eu, porventura, achar que eu devo contribuir, eu virei aqui para falar", disse o empresário.
Cachoeira está preso desde o dia 29 de maio, como resultado das atividades da Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que investigou sua possível ligação com jogos ilegais e o comando, por parte do empresário, de uma rede criminosa envolvendo agentes públicos e privados. Com uma aparência mais magra, o empresário chegou ao Senado escoltado pela polícia, vestindo um terno cinza e de gravata.
De início, a posição de Cachoeira já irritou alguns deputados. O relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG), que havia preparado mais de 100 perguntas para fazer ao empresário, preferiu não fazê-las diante da opção de silêncio de Cachoeira. “Prefiro reservá-las para outra ocasião”, disse o relator.
O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) reclamou: "O depoente não pode achar que aqui tem um bando de palhaço", disse. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também se disse preocupado com a imagem que os senadores e deputados poderiam passar ao terem suas perguntas ignoradas pelo depoente. Diante disso, concordou com a sugestão de suspender a reunião.
"Não imaginamos que imagem estamos passando para a população. Que estamos aqui diante de um marginal, que sai da Papuda para vir para cá e mantém-se com a arrogância dos livres. Não creio que devemos continuar com esse depoimento. Da minha parte, formulei algumas perguntas, mas as reservarei para outra oportunidade. Não farei indagação alguma, porque respostas não há", disse Álvaro Dias.
Já o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) chegou a fazer algumas perguntas, que foram respondidas por Cachoeira com a repetida frase: "calado, senhor". Irritado, o deputado retrucou: "gostaria de dizer ao senhor Cachoeira que nós não somos teu [sic]", disse Rubens Bueno, referindo-se à mensagem trocada na semana passada, via celular, entre o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Vaccarezza foi flagrado, pelo canal de televisão SBT, durante reunião da comissão, passando mensagem para Cabral, tranquilizando-o que as investigações da CPMI não o atingiriam.
Na sessão desta terça, Cachoeira chegou a responder às críticas de deputados e senadores ao seu silêncio. "Houve um pedido para que os senhores reavaliassem a nossa vinda aqui. Quem forçou foram os senhores", disse.
A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) chegou a propor que se encerrasse a sessão convocada para ouvir o depoimento do empresário e, em seguida, os trabalhos fossem reiniciados como parte de sessão administrativa, onde poderiam ser votados requerimentos para quebra de sigilo e outras convocações. Alguns parlamentares alegaram ainda que o silêncio de Cachoeira, antecedido por várias perguntas de cada parlamentar da CPMI, estava servindo de munição para a defesa do empresário em futuras ações judiciais. (Luciana Lima / Agência Brasil)
Fonte:O Diário de Mogi