Divulgação
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo marcou para o próximo dia 1º de março a audiência que vai julgar a troca partidária feita pelo vereador Osvaldo dos Santos, o Osvaldo do Mercado Real. Ele saiu do PPS para entrar no PP em outubro do ano passado.
Pedido negado
A defesa do parlamentar entrou com um pedido para que o recurso fosse julgado em Mogi, mas recebeu um "não" de resposta. Com isso, a audiência ocorrerá mesmo em São Paulo. O desembargador Antonio Carlos Mathias Coltro é quem vai julgar se houve infidelidade partidária.
Cargo eletivo
O Diretório Municipal do Partido Popular Socialista (PPS) entrou com um pedido de perda de cargo eletivo. O documento com o pedido para que Osvaldo entregue o mandato e a cadeira para o primeiro suplente da legenda, o líder comunitário Henrique Soares, foi encaminhado ao Diretório Estadual, que encaminhou o caso à Justiça Eleitoral.
Suplente
O parlamentar afirmou, em entrevistas anteriores, que está "tranquilo" e que tem respaldo jurídico necessário para seguir no novo partido. Caso a cadeira de Osvaldo do Mercado Real tenha de ser devolvida ao PPS, em 10 dias, a Câmara de Mogi poderá convocar o líder de bairro do Jardim Margarida, Henrique Soares, para assumir a vaga.
Fonte:Mogi News
Pacientes que há cerca de dois meses já aguardavam pelo procedimento terão de esperar um pouco mais
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Hospital mogiano está sem o equipamento para que mulheres possam fazer exame. Provedor garante solução nos próximos dias
Pacientes da rede municipal de saúde estão com dificuldades para realizar um exame de mamografia. Há pelo menos uma semana, o aparelho até então utilizado para este tipo exame, necessário para prevenção e detecção de doenças e tumores na mama, instalado dentro da Santa Casa, está quebrado e sem prazo para voltar a funcionar.
Pacientes que há cerca de dois meses aguardavam pelo procedimento estão sendo remarcadas e obrigadas a aguardar mais 20 dias para fazer o exame, quando o aparelho do mesmo tipo na cidade, mantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está em pleno funcionamento no Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo.
Para pacientes como Jacilene Gomes Heiderick, de 60 anos, que precisa realizar o exame uma vez por ano, como rotina para prevenção e manutenção da saúde, o prazo é considerado "razoável". "Quem esperou dois meses pode aguardar um pouco mais", conformou-se ela, que tem um pequeno nódulo embaixo do braço direito e próximo à mama. O pedido de exame da Secretaria Municipal de Saúde foi emitido em dezembro do ano passado.
Já para outras mulheres, como a auxiliar administrativa Maria Prudência Ribeiro de Brito, de 50, que há cerca de dois anos foi diagnosticada com um câncer na mama esquerda, e que por conta do tratamento precisa realizar exames com frequência, a preocupação é um pouco maior. "Esperar a gente espera, só doença que não. Afinal, doença é diferente, não dá para prever ou adiar. Pode levar anos, meses, mas também dias para evoluir", diz Maria.
Com exame marcado para hoje à tarde, ela tomou ciência da quebra do mamógrafo na Santa Casa somente ontem, mas não foi pela Secretaria Municipal de Saúde. "Uma amiga minha que tinha exame marcado comentou que remarcaram a mamografia dela para a semana do dia 6 de março porque uma peça no aparelho não havia chegado.
Achei estranho e um descaso com pacientes, já que me ligaram (Secretaria de Saúde) na semana passada para marcar meu exame para quinta-feira. Só não me falaram do aparelho estar quebrado", reclamou Maria Prudência, que recebeu solicitação médica para o exame em dezembro do ano passado.
Outro lado
O provedor da Santa Casa, Mário Calderaro, confirmou o problema, segundo ele, causado pela "queima do digitalizador do mamógrafo". "É uma peça que faz a chamada impressão do exame além da identificação do paciente por código de barras", explicou. "É uma situação pontual que estará sendo resolvida até o fim da semana", garantiu Calderaro. O gasto médio para aquisição da peça é de R$ 90 mil. Um mamógrafo novo, por sua vez, custaria R$ 120 mil.
O secretário-adjunto da Saúde, Marcello Delascio Cusatis, reforçou que cerca de 150 pacientes, encaminhadas pelos postos de saúde, tiveram de ser remarcadas para fazer o procedimento. "É um número pequeno, se levado em consideração que o tempo de espera, antes do mamógrafo na Santa Casa, era maior. De qualquer forma, esse prazo de 15 a 20 dias para remarcação dos exames é para evitar acúmulo de pacientes no mesmo dia. Será estudada a possibilidade de abertura de novos horários para reduzir este prazo", afirmou.
De acordo com o secretário, até maio deste ano deve entrar em funcionamento o mamógrafo da Unidade Clínica Ambulatorial (Unica) e que deve diminuir o tempo de espera pelo exame de 60 para 30 dias.
Fonte:Mogi News
Os vereadores mogianos voltaram a pedir contrapartidas ao governo estadual para compensar os prejuízos causados com o trânsito da rodovia Mogi-Bertioga (SP-98). Os parlamentares contaram, durante a sessão de ontem na Câmara Municipal, que moradores de bairros que ficam às margens da estrada levaram quase três horas para chegar ao centro da cidade, durante a tarde e noite de terça-feira, devido ao excesso de veículos que voltavam do litoral pela via.
Segundo o vereador Mauro Araújo (PMDB), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) "precisa construir uma via marginal para uso dos mogianos que moram em Taiaçupeba e em Biritiba Ussu".
O presidente da Comissão de Obras, Habitação, Urbanismo e Meio Ambiente da Câmara, Jolindo Rennó Costa (PSDB), concordou com o colega e destacou que encaminhará um documento ao governo estadual, no qual informará o Estado sobre o resultado de uma vistoria feita na Perimetral. (C.L.)
Fonte:Mogi News
Secretário evitou citar números, mas admitiu que ao menos 30 editais foram retirados na Prefeitura de pessoas dispostas a participar do certame
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Divulgação
Vila São Francisco é tem área para instalação de futura empresa; leilão será hoje, mas resultado poderá demorar um pouco
A Prefeitura realiza hoje o leilão de duas áreas municipais e que podem ser ocupadas por indústrias. Os terrenos, resultado de um processo de reversão amigável com as empresas, devem render aos cofres municipais pelo menos R$ 3,3 milhões. Essa é a estimativa do secretário municipal de Gestão, Marcos Roberto Regueiro, presidente da Comissão Municipal Permanente de Licitação e responsável pela elaboração do processo licitatório, previsto para ter início às 8h30 com o recebimento dos envelopes de documentação e propostas pelas empresas interessadas em arrematar os imóveis. Às 9 horas serão abertos os envelopes e analisados os documentos.
Regueiro evitou citar números, mas admitiu que pelo menos 30 editais foram retirados na Prefeitura de pessoas dispostas a participar do certame. Dentre os imóveis disponibilizados para alienação está a área de 2,8 mil metros quadrados localizada no interior do Núcleo Industrial Alcides Celestino Filho, em César de Souza, com lance mínimo estipulado em R$ 641.921,60. "Trata-se de um terreno doado na gestão do prefeito Junji Abe a uma empresa de Ribeirão Pires, mas que jamais se instalou definitivamente", explicou o secretário de Desenvolvimento Marcos Damásio. "Na verdade, aquele terreno poderia ser vendido por R$ 840 mil, já que o metro quadrado naquela região e em outras áreas industriais é comercializado em torno de R$ 300", completa.
Outro imóvel disponibilizado para leilão e que deve render lucro aos cofres municipais fica bem no Núcleo industrial da Vila São Francisco: um terreno de 8 mil metros quadrados, com avaliação técnica de R$ 2.659.264,37, entre a rua Tenente Onofre e avenida Katsuji Kitaguchi. Lá, segundo levantamento da Secretaria de Desenvolvimento, funcionava uma empresa de portas e janelas.
De acordo com o secretário de Gestão, Marcos Regueiro, após a apresentação dos envelopes de documentação e propostas, será feita análise de documentos. O prazo para divulgação de quem levará as áreas é incerto. "Estamos trabalhando com a possibilidade de divulgar as vencedoras no mesmo dia, mas dependendo do número de empresas inscritas, e como a Comissão de Licitações irá avaliar todos os documentos, é possível agendarmos uma data para o anúncio do resultado", disse ele, informando que, se necessário, devem participar do certame técnicos das secretarias municipais de Finanças e de Assuntos Jurídicos. Regueiro, assim como o secretário Desenvolvimento, não quiseram detalhar sobre o destino dos recursos. "O valor da alienação será direcionada para o Fundo Municipal e seu destino será estabelecido pelo prefeito Marco Bertaiolli", destacou Regueiro.
Hospital
Em outras oportunidades, porém, o prefeito mogiano havia dado declarações à Imprensa manifestando interesse em aplicar os recursos do leilão de áreas nas obras de construção do Hospital Municipal Waldemar Costa Filho, em Brás Cubas.
Fonte:Mogi News