quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Todos à inauguração do UNICA DE JUNDIAPEBA

Fumio Horii dá ínicio a condomínio de alto padrão

Conforme esta coluna havia antecipado, em meados do ano passado, o megaempresário Fumio Horii deu início à primeira etapa da implantação de dois condomínios residenciais nos 7.200 m² do imóvel de sua propriedade, localizado entre as ruas Francisco Assis Monteiro de Castro, Agnelo Marchi e Maestro João Baptista Julião, na Vila Oliveira. O projeto inicial, assinado pela arquiteta Riane Rossato Horii e que terá a supervisão técnica de Mauro Yoshifumi Horii – nora e filho do empresário –, prevê a construção do Boulevard Blanc, um conjunto de seis casas de alto padrão, do tipo sobrado, com frente para a Rua Agnelo Marchi. Com quatro vagas em garagens subterrâneas e elevador optativo, cada imóvel terá um hall de entrada, sala de estar com lareira, escritório, lavabo, quarto e banheiro para empregada, área de serviço, cozinha e sala de jantar, no andar térreo. No piso superior, serão quatro suítes com área íntima e um amplo espaço para circulação. Cada sobrado terá 380 m² de área construída, divididos entre os dois pavimentos, que irão ocupar 2.400 m² de terreno. Enquanto inicia a construção do Boulevard Blanc, os Horii preparam a documentação para a segunda etapa do empreendimento: um condomínio horizontal com frente para a Rua Francisco Assis Monteiro de Castro, que exigirá a demolição do imóvel onde já residiram o ex-prefeito e chanceler da UMC, Manoel Bezerra de Melo, o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR), e onde mora atualmente o próprio Fumio Horii. Nos 4.800 m² de área restante, deverão ser erguidos mais 30 sobrados, a serem projetados na base de 150 m² cada um. Algo para ser iniciado dentro de, mais ou menos, um ano e meio, após o término primeira etapa.




BMW – 1


A guerra entre estados pela fábrica da alemã BMW continua acirrada. São Paulo – e Mogi, por tabela – continua no páreo depois que os rumores sobre a escolha de Santa Catarina não foram confirmados pela montadora.




 BMW – 2


Em conversa com a coluna, o arquiteto José Gozzi, responsável pelo condomínio industrial que o Grupo Walled vai implantar na região do Taboão, revelou que a BMW, nos últimos dias, solicitou informações adicionais do projeto da Walled para avançar nos seus estudos e, aí sim, dar uma resposta definitiva sobre Mogi.


Condomínio


A propósito do Grupo Walled, José Gozzi disse que sua expectativa é de que a licença ambiental para o projeto saia nesta semana, o que permitirá o início, ainda este mês, das obras de implantação do condomínio industrial da Chácaras Guanabara, na divisa entre Mogi e Guararema. O investimento é de R$ 600 milhões e, além da BMW, montadoras asiáticas também avaliam propostas para instalação no empreendimento.




Visitas

O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) e o vice Cuco Pereira (PSDB) deverão estar presentes na primeira sessão legislativa do ano, terça-feira, na Câmara Municipal. Farão a costumeira saudação aos vereadores e, logo em seguida, irão inaugurar a 24ª creche do atual mandato, no Parque São Martinho.




Fonte:O Diário de Mogi








Alckmin anuncia obras na Região



sistema viário Trecho entre Mogi e Arujá também terá duplicação

Alexandre Barreira
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anuncia hoje, em nova visita à Região – em Arujá e Salesópolis -, a contratação do projeto executivo para as obras de duplicação da Rodovia Mogi-Dutra, no trecho de sete quilômetros que restam entre Mogi das Cruzes e Arujá. Os investimentos previstos para este empreendimento são de R$ 95 milhões.


A proposta original da duplicação da Rodovia Mogi-Dutra, que é de quando o trecho mogiano (entre a Rodovia Ayrton Senna e o Bairro da Ponte Grande) recebeu a benfeitoria, será revisada e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) já divulgou o edital de contratação de empresa especializada para adequar o projeto, que teve apenas parte da obra entregue em 2005, justamente pelo governador Alckmin, às novas regras de engenharia vigentes para estradas e rodovias.


A duplicação do trecho de sete quilômetros da Rodovia Mogi-Dutra já está em processo avançado de composição, justamente porque, em dezembro do ano passado, Alckmin já havia determinado a abertura da licitação para contratação da empresa que fará o Relatório Ambiental Simplificado (RAS) e que vai obter as licenças ambientais que permitirão o início das obras de duplicação.


"O importante no evento de amanhã (hoje) é que o governador virá à Região e assumirá o compromisso de duplicar o trecho de sete quilômetros que ainda resta da Rodovia Mogi-Dutra", afirmou o deputado estadual André do Prado (PR).


O anúncio do governador deve ser feito na manhã de hoje, às 10 horas, no Centro Industrial de Arujá, onde fará a entrega de um pacote de obras à cidade. Entre os investimentos estão a construção da segunda pista da Avenida Mário Covas, marginal do Córrego Baquirivu, que liga o município a Guarulhos e dá acesso ao aeroporto de Cumbica, e a construção de 892 moradias populares em parceria com o Governo Federal. Alckmin também fará a entrega oficial das obras de recuperação de três estradas vicinais.


"Somente na duplicação e extensão da Avenida Mário Covas serão investidos aproximadamente R$ 23 milhões, sendo 70% de participação do Governo do Estado e o restante do Município", afirmou Abel Larini (PR), prefeito de Arujá.


O governador de São Paulo deverá estar acompanhado do secretário de Estado do Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido.


As 892 moradias populares serão construídas no bairro Fazenda Albor, na região do Jardim Emília, e integram a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida. Graças a uma parceria firmada entre o governo do Estado e o governo federal, os conjuntos habitacionais que serão erguidos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) em Arujá já têm recursos garantidos.


O governador também vai aproveitar a presença em Arujá para entregar as obras de recuperação das estradas vicinais dos Canjicas, Penhinha e dos Correas, executadas com recursos do programa estadual Pró-Vicinais. Os trabalhos resultaram na pavimentação e sinalização de 15,2 quilômetros de extensão, considerando as três estradas. O investimento foi de R$ 6,8 milhões.


Fonte:O Diário de Mogi

STF adia julgamento sobre CNJ



SOB ANÁLISE Ministros do STF durante sessão plenária que julga medida cautelar sobre poderes do CNJ


BRASÍLIA
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que delimitará o poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi suspenso antes que os ministros decidissem a questão central da ação: se o CNJ pode abrir processos contra magistrados suspeitos de irregularidades. No entanto, na sessão de ontem, os ministros decidiram que o CNJ não tem competência legal para tornar mais duras as penas contra magistrados ou suprimir privilégios previstos na Lei Orgânica da Magistratura (Loman).


Ao contrário do que previa a resolução do CNJ, cuja constitucionalidade foi contestada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juízes não podem ser demitidos ou destituídos da função. As penas estão previstas na Lei de Abuso de Autoridade, cujo efeito era estendido, por meio da resolução, aos magistrados. A Lei Orgânica da Magistratura (Loman) prevê como pena máxima para os magistrados a aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.


Os ministros ressaltaram que somente uma nova Loman encaminhada pelo STF e votada pelo Congresso poderia aumentar o rol de penas previstas para magistrados condenados em processos administrativos. Ao ampliar por meio de resolução interna a lista de punições, o CNJ teria usurpado suas competências, conforme entendimento dos ministros.


O ministro Celso de Mello afirmou, em seu voto, que hoje a lista de penas previstas para magistrados está expressa na Loman e não pode ser alterada pelo CNJ. No mesmo sentido votaram os ministros Carlos Ayres Britto, Celso de Mello, Rosa Weber, Cezar Peluso, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux e Gilmar Mendes. "A resolução (nesse ponto) ultrapassou o poder constitucional do CNJ", afirmou Britto.


Somente os ministros Cármen Lúcia e Joaquim Barbosa entenderam que as penas previstas na lei de abuso de autoridade poderiam ser aplicadas, em processos administrativos, para os magistrados. "O contrário seria dizer que a lei não se aplica aos magistrados", afirmou Barbosa.


Somente hoje os ministros decidirão a questão central da ação: se o CNJ pode ou não abrir processos contra magistrados suspeitos de corrupção. Pelo prognóstico dos ministros, o STF deve garantir ao CNJ o poder de investigar e processar magistrados suspeitos de irregularidades, independentemente de terem sido processados pelas corregedorias dos tribunais locais.


Mesmo que o STF garanta que o Conselho pode abrir investigação contra os magistrados, o CNJ ainda enfrentará outros dois processos que podem delimitar seus poderes. No primeiro deles, o STF decidirá se o CNJ poderia investigar magistrados tendo como base as folhas de pagamentos, nas declarações de bens e rendas e nas movimentações bancárias atípicas.


Na segunda das ações, o STF decidirá se o CNJ pode pedir dados sigilosos do Banco Central e da Receita Federal para instruir processos abertos contra magistrados.


Fonte:O Diário de Mogi