sábado, 12 de novembro de 2011

Habitação Mogi Flex será lançado em dezembro

Empreendimento terá dois e três dormitórios, ambos com suíte e terraço, além de área de lazer completa
Jorge Moraes

Imagem em perspectiva artística do condomínio Mogi Flex
Em uma das regiões mais nobres e desejadas de Mogi, a Cury Construtora está construindo o Mogi Flex, um condomínio planejado para ter quatro torres de apartamentos com dois e três dormitórios, ambos com suíte e terraço, em um espaço com lazer completo, que inclui pista de caminhada, redário, brinquedoteca, além de outros benefícios, como churrasqueira, fitness, espaço zen e horta.


O lançamento será nas primeiras semanas de dezembro. Atuando no mercado desde 1962, a Cury Construtora desenvolve edifícios comerciais, residenciais, condomínios de casas e conjuntos habitacionais com qualidade certificada pelo ISO-9001/2001, além de deter o nível A (máximo) do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade na Habitação (PBQP-H). Estes fatores garantem confiança e credibilidade dos seus produtos.


O Mogi Flex terá quatro torres, com 16 andares cada (seis apartamentos por torre) e área privativa de 64 e 70 metros quadrados. A localização privilegiada é um dos destaques do empreendimento. Porém, os benefícios e comodidades que o condomínio dispõe vão agradar a todos os gostos. Ele terá piscina (uma específica para crianças), espaço Gourmet, playground, praça de jogos, praça do pomar, quadra poliesportiva, salão de festas adulto, salão de jogos e streetball.


As opções foram planejadas para agradar toda a família. Para as crianças, pensando no seu desenvolvimento educacional, o empreendimento virá equipado com brinquedoteca, mas sem esquecer dos espaços de lazer como playground e piscina infantil.


Para os adeptos à vida saudável, a pista de caminhada, o espaço zen, a horta e a praça do pomar vão agradar. Estas áreas também serão muito apreciadas pelos idosos. 
Já aqueles que apreciam atividades esportivas, contarão com quadra, o streetball e o fitness. E, na hora do descanso, o redário será um espaço muito concorrido e relaxante. 
Para a Cury , o maior reconhecimento está na satisfação de seus clientes e na realização do sonho de milhares de pessoas que valorizam o rigor na escolha dos endereços, do alto padrão de construção, da perfeição do acabamento e do restrito cumprimento dos prazos, princípios que fazem da Cury, cada vez mais, a construtora da sua casa.


Fonte:Mogi News



Não ao Lixão Historiador aponta danos culturais do aterro em Mogi

Jorge Moraes

Identificamos quatro situações que poderão afetar de forma decisiva aspectos importantes da história e da cultura de Mogi. O projeto acarretará dano patrimonial, pois inevitavelmente causará a desvalorização das propriedades agrícolas na região que circunda a área do empreendimento. Dezenas de famílias sofrerão prejuízos".
No aspecto cultural, avaliamos que os agricultores sofrerão um impacto psicológico por causa da perda de suas referências. Como, por exemplo, promover a festa do caqui bem ao lado de um aterro sanitário".
Mário S. de Moraes
Historiador
O professor e historiador de Mogi das Cruzes, Mário Sérgio de Moraes, apresentou ontem ao jornal um relatório complementar ao estudo elaborado pela empresa Falcão Bauer sobre os danos potenciais do aterro sanitário que a empreiteira Queiroz Galvão quer implantar no distrito industrial do Taboão. 
Mário Sérgio tratou dos impactos que o empreendimento poderá causar ao patrimônio cultural e histórico da cidade. A Queiroz pretende instalar seu depósito de lixo em um terreno cedido pelo minerador Raul Ardito Lerário. "Identificamos quatro situações que poderão afetar de forma decisiva aspectos importantes da história e da cultura de Mogi. O projeto acarretará dano patrimonial, pois inevitavelmente causará a desvalorização das propriedades agrícolas na região que circunda a área do empreendimento. Dezenas de famílias sofrerão prejuízos", destacou o historiador. 
Também ocorrerão danos culturais, históricos e à cidadania: "No aspecto cultural, avaliamos que os agricultores sofrerão um impacto psicológico por causa da perda de suas referências. Como, por exemplo, promover a festa do caqui bem ao lado de um aterro sanitário", ressaltou o professor. 
"Em relação à cidadania, temos de reforçar que a construção desse aterro é ilegal. De acordo com a lei número 12.305/2010, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, as experiências de higiene ambiental têm de ser compartilhadas pelos principais atores domiciliares e industriais, o que não ocorre, pois a população de Mogi tem um abaixo-assinado com 27 mil nomes e já se posicionou contra esse projeto. Por fim, o dano histórico será caracterizado com o desrespeito ao artigo 216 da Constituição Federal. Esse artigo afirma constituir patrimônio cultural os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto", completou Mário Sérgio.




Sociedade
O historiador disse que o estudo sobre os impactos culturais e históricos com relação ao empreendimento da construtora Queiroz Galvão representa mais uma contribuição da sociedade civil na luta contra a instalação do depósito de lixo no Taboão. 
"Esse levantamento que estou apresentando é um complemento à análise do EIA-Rima do aterro feita pelo grupo Falcão Bauer por encomenda da Prefeitura de Mogi. O estudo da Falcão Bauer teve um perfil mais técnico, como não deveria deixar de ter. O nosso trabalho analisou questões relacionadas ao nosso patrimônio histórico e cultural, que poderá ser comprometido caso esse projeto seja implantado", arrematou. (B.S.)


Fonte:Mogi News

Polêmica Vereadores afirmam: vão manter o veto do prefeito à Lei do Silêncio

A decisão de Marco Bertaiolli de conservar a legislação sem alterações deverá ser votada na próxima quarta-feira
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Araújo: "Veto será mantido"
O veto da Prefeitura às mudanças na forma como a Lei do Silêncio seria fiscalizada em Mogi das Cruzes, propostas pelo vereador Protássio Ribeiro Nogueira (PSD), deverá ser mantido pelos parlamentares.


A decisão do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) em conservar a legislação sem alterações deverá ser votada na próxima quarta-feira.


A modificação proposta por Nogueira estabelecia que a medição do som alto deixaria de ser realizada no local da origem do barulho e passaria a ocorrer no ponto onde ocorreu a denúncia.


Na tarde de ontem, o presidente da Câmara Municipal, Mauro Araújo (PMDB), afirmou que a manutenção do veto foi tomada após reuniões com técnicos da Prefeitura.


"Realizamos diversos encontros que serviu para que entendêssemos os motivos que levaram ao posicionamento do Executivo", afirmou.


"As adaptações poderão até ser feitas, mas precisarão de um estudo mais aprofundado e, caso se mostre viável, serão concretizadas", afirmou o presidente da Câmara.


"Acredito que veto deveria ter sido dado durante a tramitação do projeto e não após a aprovação na Câmara, mas entendemos as razões e ele será mantido", frisou.


O vereador autor do projeto resumiu o seu posicionamento sobre o veto do prefeito com um "não quero entrar em conflito com ninguém".


"A mudança na lei existe desde 2010, por meio de uma proposta do vereador Nabil (Nahi Safiti, do PSD), mas a fiscalização voltou a ser como definia o texto original e o que eu apresentei foi apenas uma emenda para que ela voltasse a formatação do Nabil", justificou.


"Estão me colocando como vilão nessa história e apenas tentei mudar uma lei que havia sido alterada. Espero apenas que ela lei funcione e não prejudique ninguém", salientou.


Ao relembrar 2010, Nogueira destaca que mudanças semelhantes às propostas feitas por ele foram sancionadas pela Prefeitura em 2010. Na ocasião, a emenda foi apresentada pelo vereador Safiti. 
O texto voltou ao formato original no começo deste ano, após a consolidação de algumas leis, entre elas a do silêncio, realizada pela administração municipal e aprovada na Câmara.




Adaptação 
Safiti afirmou em entrevista que a adaptação sugerida por ele no ano passado "teve o respaldo da equipe de fiscalização e dos donos de estabelecimentos comerciais afetados diretamente pela legislação".


No entanto, mesmo tendo sido o autor das alterações em 2010, Safiti afirmou ser a favor do veto. "A nova formatação ficou em vigor durante um ano e se mostrou ineficaz", disse.


Representantes das associações de moradores favoráveis ao veto pressionaram os parlamentares a manter a proibição. Eles conseguiram o objetivo.


Fonte:Mogi News

Presidência da Câmara PR deverá apoiar a candidatura de Bibo para a presidência da Câmara

Decisão será anunciada em reunião que ocorrerá na sede do partido em Mogi na próxima quarta-feira à noite
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Bibo: apoio do partido
O Partido da República (PR) deverá apoiar a candidatura do vereador republicano Rubens Benedito Fernandes, o Bibo, para a presidência da Câmara Municipal. Com a decisão, que será anunciada em reunião na sede do partido na próxima quarta-feira, às 19 horas, o parlamentar, provavelmente, comandará o Legislativo no último ano desta legislatura. Isso porque, além de largar na corrida presidencial já com os quatro votos dos representantes da sigla na Câmara (Expedito Ubiratan Tobias, Vera Lúcia Nogueira Rainho Prado, Odete Rodrigues Alves de Sousa, além do próprio), Bibo conta com o apoio declarado dos dois vereadores do PMDB, Mauro Araújo e Geraldo Tomaz Augusto. 
Olímpio Osamu Tomiyama (PSC), Osvaldo Ferreira dos Santos (PPS) e Francisco Moacir Bezerra de Melo Filho (PSB), o Chico Bezerra, também deverão optar pela candidatura do republicano para presidir o Legislativo.


Bibo está na disputa da presidência com Nabil Nahi Safiti (PSD), que mesmo não se declarando candidato, trabalha nos bastidores em busca de adesões. Contudo, caso Safiti confirme que entrará no embate pelo comando do Legislativo, e o quadro que se apresenta seja confirmado, ele terá que trabalhar duro até a sessão do dia 13, quando a mesa diretiva será definida. Os próprios colegas de legenda, Carlos Evaristo da Silva e Protássio Ribeiro Nogueira, devem escolher Bibo. 
Questionado novamente na tarde de ontem, Safiti, que comandou o Legislativo em 2009, afirma que "nunca se declarou na disputa" e que só "irá falar sobre eleições da mesa diretiva no final deste mês". 
Se as previsões se concretizarem, Bibo terá a confirmação que ao menos 11 parlamentares sustentarão seu mandato. Assim, Safiti deverá desistir da candidatura, que, segundo ele, nunca chegará a existir oficialmente. 


Pacto
Se o PR for mesmo o partido escolhido para comandar o Legislativo mogiano em 2011, o acordo selado no começo da legislatura entre os então três maiores partidos da Câmara será cumprido. Na ocasião, PR, PSDB e DEM (que posteriormente perdeu os três vereadores para o PSD) estabeleceram que parlamentares destas legendas se alternariam na presidência.


No primeiro ano, Safiti, na época ainda no DEM, foi o escolhido. No segundo, Araújo comandou o grupo. Pelo pacto, o PR viria na sequência, mas ele abriu mão do direito, o que, consequentemente, deu origem a uma acirrada disputa entre os dois últimos ex-presidentes, só decidida no sorteio. 
Agora, o partido volta a cobiçar o posto. E, diferentemente do início da legislatura, quando tinha o mesmo número de representantes que o DEM e o PSDB, ostenta hoje a maior bancada com quatro parlamentares, seguido pelo PSD com três; o PSDB possui apenas dois.


Fonte:Mogi News