quarta-feira, 21 de setembro de 2011

helicóptero Mogi pode ter base do Águia da Polícia Militar

Bertaiolli se reuniu com o comandante-geral da PM e garantiu que a Prefeitura fará a construção da base
Ney Sarmento/PMMC

Cuco, Bertaiolli e Camilo se reuniram ontem em São Paulo
Mogi das Cruzes poderá receber uma base de operações do Águia, o grupo de helicópteros responsável pelo patrulhamento aéreo da Polícia Militar paulista. O assunto foi debatido ontem, em São Paulo, durante audiência entre o prefeito Marco Bertaiolli (DEM) e o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo. Bertaiolli colocou a cidade à disposição para receber a base e afirmou que, se houver o aval da corporação, a Prefeitura se responsabilizará pela construção. A iniciativa da administração agradou o comando da PM.


"A PM está procurando pontos para instalar novas bases de helicópteros, com autorização inclusive para voos noturnos e, se tivermos um sinal positivo da corporação, a administração construirá esta unidade. Seria uma conquista importantíssima, pois traria para a região um moderno equipamento de segurança", afirmou o prefeito. O vice-prefeito, José Antonio Cuco Pereira, e o vereador Expedito Ubiratan Tobias (PR) também participa-ram do encontro.


A proposta reforça uma extensa parceria entre a cidade e a área de segurança pública. A Prefeitura apoia as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros com R$ 3,7 milhões anuais em gratificações, combustível, manutenção de viaturas, além de despesas com aluguel, luz e água.


Além disso, a administração mantém um sistema de monitoramento com câmeras, que recentemente foi ampliado e hoje conta com 283 unidades espalhadas em toda a cidade. 


Bombeiros
Bertaiolli reforçou o pedido de que o 2º Subgrupamento dos bombeiros seja elevado para Grupamento e fez outras duas solicitações: uma nova unidade móvel para a cidade - um furgão da PM equipado que pode ser deslocado, pelo comando, para apoiar ações de segurança - e o reforço no efetivo da policiais. O comandante da PM afirmou que a próxima formatura de policiais, em outubro, contemplará Mogi e que uma nova base será enviada para o município.


Fonte:Mogi News

Tudo parado Viadutos ainda estão suspensos, diz Dnit

É a resposta dada ao deputado federal Junji Abe no começo da semana. Secretário de Planejamento foi a Brasília, mas não deu nova informação
Willian Almeida
Da Reportagem Local
Jorge Moraes

Junji cobrou governo e recebeu resposta de que obra está parada
O deputado federal Junji Abe (DEM) recebeu, na tarde da última segunda-feira, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a informação de que a construção dos viadutos sobre a linha férrea em Mogi das Cruzes segue suspensa e sem previsão de retomada. 
Na tarde de ontem, o secretário de Planejamento de Mogi, João Francisco Chavedar, se reuniu com técnicos do Dnit para falar do assunto. O resultado do encontro será transmitido primeiro ao prefeito Marco Bertaiolli (DEM), que hoje deve comentar como está este processo. Oficialmente, a Assessoria de Imprensa do Dnit, sem dar detalhes do encontro, afirmou que a reunião foi um encontro técnico "para analisar a execução do convênio entre a Prefeitura de Mogi e Superintendência Regional do Dnit em São Paulo para desapropriação das áreas onde serão construídos os viadutos e sobre a gestão ambiental da obra".


Segundo nota encaminhada ao Mogi News, o assunto, por enquanto, não será tratado em entrevista pela Diretoria Ferroviária do Dnit. Na tarde de ontem, a equipe de reportagem tentou, por várias vezes, contato com Chavedar, mas este não atendeu aos telefonemas.


De acordo com Junji, as informações por ele recebidas na segunda-feira são "preliminares". As informações oficiais pelo Ministério dos Transportes ainda são aguardadas em resposta ao requerimento de autoria dele endereçada ao órgão sobre a situação da construção dos viadutos.


Junji fez questionamentos ao Ministério. Sobre as obras, recebeu a informação adiantada pelo Mogi News há duas semanas de que o início das obras ainda depende da liberação do edital 205/11, que pretende contratar uma empresa para fiscalizar a obra. "Lamentavelmente, não há prazo para esse procedimento e nem previsão para o início de obras", pontuou. 
Junji também cobrou informações sobre as desapropriações (estimadas em até R$ 15 milhões com uma previsão de afetar até 57 famílias). O deputado foi informado que a análise para a assinatura do convênio entre a Prefeitura e o Dnit para tratar o assunto está a cargo da Superintendência Regional do Departamento em São Paulo "e não há mais informações sobre o andamento dessa tratativa", disse. "Estou absolutamente atento ao desenrolar desse processo e vamos batalhar, ao lado da Prefeitura, com todas as forças, para que a cidade, com mais de 400 mil habitantes, não sofra ainda mais por conta dos problemas no Dnit e no próprio Ministério dos Transportes", garantiu Junji.


Fonte:Mogi News

Lixão Justiça impede que novo aterro seja criado

Pajoan recorreu da liminar que barra projeto do Ecoespaço, mas teve pedido negado por juiz de Itaquá
Bras Santos
Da Reportagem Local
Maurício Sumiya
Magistrado considerou que nova empresa é da Pajoan
A Justiça de Itaquaquecetuba manteve a liminar que impede que a Empreiteira Pajoan construa um novo aterro sanitário ao lado do depósito de lixo que explodiu em abril deste ano. Os irmãos Carlos e José Cardoso, proprietários do empreendimento, tentaram revogar a decisão e tiveram o pedido negado pelo Poder Judiciário.

Antes de negar a suspensão da liminar pleiteada pela Pajoan, o juiz da 1ª Vara Cível de Itaquá, André da Fonseca Tavares, argumentou que o parecer do Ministério Público foi pela manutenção da liminar que interrompeu o processo de licenciamento em razão dos danos que o projeto causaria à aviação e ao meio ambiente. O MP alertou o Judiciário de que o novo aterro denominado Ecoespaço Soluções Ambientais seria mera ampliação daquele que já é irregular (Pajoan), tendo a empreiteira apenas dado nome diferente à obra. A partir dessa observação da promotoria, o juiz destacou que a peticionária (empreiteira) não conseguiu, até agora, fazer prova desconstitutiva do informado no Ofício 89 da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, de 28/6/2011.

O documento federal diz que "(...) o Comando da Aeronáutica (...) informou ser de parecer desfavorável à continuidade das atividades do empreendimento em tela, em função dos riscos potenciais à segurança das aeronaves (...)". 
O empresário José Cardoso disse que a Pajoan já recorreu do indeferimento da liminar. Ele ressaltou que o projeto Ecoespaço não teria nenhuma ligação com o aterro que está interditado e que a ação que resultou na liminar foi apresentada por uma empresa concorrente e uma entidade, que se uniram para prejudicar a empreiteira.

Fonte:Mogi News

helicóptero Mogi pode ter base do Águia da Polícia Militar

Bertaiolli se reuniu com o comandante-geral da PM e garantiu que a Prefeitura fará a construção da base
Ney Sarmento/PMMC

Cuco, Bertaiolli e Camilo se reuniram ontem em São Paulo
Mogi das Cruzes poderá receber uma base de operações do Águia, o grupo de helicópteros responsável pelo patrulhamento aéreo da Polícia Militar paulista. O assunto foi debatido ontem, em São Paulo, durante audiência entre o prefeito Marco Bertaiolli (DEM) e o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo. Bertaiolli colocou a cidade à disposição para receber a base e afirmou que, se houver o aval da corporação, a Prefeitura se responsabilizará pela construção. A iniciativa da administração agradou o comando da PM.


"A PM está procurando pontos para instalar novas bases de helicópteros, com autorização inclusive para voos noturnos e, se tivermos um sinal positivo da corporação, a administração construirá esta unidade. Seria uma conquista importantíssima, pois traria para a região um moderno equipamento de segurança", afirmou o prefeito. O vice-prefeito, José Antonio Cuco Pereira, e o vereador Expedito Ubiratan Tobias (PR) também participa-ram do encontro.


A proposta reforça uma extensa parceria entre a cidade e a área de segurança pública. A Prefeitura apoia as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros com R$ 3,7 milhões anuais em gratificações, combustível, manutenção de viaturas, além de despesas com aluguel, luz e água.


Além disso, a administração mantém um sistema de monitoramento com câmeras, que recentemente foi ampliado e hoje conta com 283 unidades espalhadas em toda a cidade. 




Bombeiros
Bertaiolli reforçou o pedido de que o 2º Subgrupamento dos bombeiros seja elevado para Grupamento e fez outras duas solicitações: uma nova unidade móvel para a cidade - um furgão da PM equipado que pode ser deslocado, pelo comando, para apoiar ações de segurança - e o reforço no efetivo da policiais. O comandante da PM afirmou que a próxima formatura de policiais, em outubro, contemplará Mogi e que uma nova base será enviada para o município.


Fonte:Mogi News