sexta-feira, 10 de junho de 2011

Em obras: Ampliação de escola vai custar R$ 3 milhões

Até outubro, a Escola Municipal Benedito Ferreira Lopes (CAIC), passará por uma reforma completa para acomodar os alunos e reforçar estrutura
Luana Nogueira
Da Reportagem Local
Guilherme Bertti

Ontem começou a reforma do telhado de duas salas de aula danificado pelos ventos de terça-feira
A Escola Municipal Benedito Ferreira Lopes, conhecida como CAIC, na Vila Cléo, no distrito de Brás Cubas, passará por uma transformação geral ainda este ano. Foi anunciado ontem um projeto de reforma geral, um investimento avaliado em torno de R$ 3 milhões.

As obras terão início em outubro. Um dos motivos levado em conta na hora da elaboração do projeto foi a localização do prédio que fica em uma área alta da cidade. No fim do ano passado, o CAIC foi danificado com as fortes chuvas. Em fevereiro pelo mesmo motivo foram registrados estragos ainda maiores. Na ocasião os 1,7 mil alunos tiveram um acréscimo de duas semanas nas férias escolares e reparos tiveram que ser feito em caráter emergencial no telhado. "A concepção do projeto levou em consideração a grande incidência de ventos e propomos soluções definitivas para resolver esta situação", informou a secretária adjunta de obras, Rita Pomares. Segundo ela, outras mudanças vão melhorar o espaço. "No prédio principal, que atende 5ª a 8ª série, vamos trocar a cobertura e as janelas. A creche será totalmente reformada e o anexo, onde são atendidos os alunos do 2º ano à 4ª série, será reestruturado e ganhará mais duas salas", detalhou. 
A reforma prevê que diversas benfeitorias sejam realizadas na escola. "O projeto atende a todas as necessidades da equipe da escola e, principalmente, dos alunos. Vamos transformar a quadra coberta em um auditório e fazer a adequação da outra quadra em um ginásio de esportes", explicou a secretária municipal de Educação, Maria Geny Borges Avila Horle. 
A licitação está em tramitação na Prefeitura e deve ser concluída até setembro. A empresa que fará a reforma terá 270 dias para entregá-la. A instituição atende alunos do berçário até a 8° série. 



Telhado
Começou ontem os reparos no telhado de duas salas de aula danificados pelos fortes ventos que atingiram a cidade na tarde de terça-feira. No momento do temporal, não havia alunos no local. 
Cerca de 140 estudantes tiveram as aulas suspensas na quarta-feira e voltaram ontem à escola, mas os alunos tiveram que ser realocados para outros espaços. A previsão é de que o reparo termine até a próxima semana, isso se as condições climática ajudarem.


Energia 
Moradores da Estrada de Taiaçupeba, na altura do quilometro 64.5, ficaram cerca de 40 horas sem energia. O problema foi resolvido na manhã de ontem. "Ficamos sem água porque somos abastecidos por meio de bombas", descreveu o comerciante Paulo Galvão Alves, de 61 anos.

Fonte:Mogi News

Kubota: Empresa tem cinco anos para remover amianto

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) confirmou ontem que a empresa VM Leon Engenharia e Construções Ltda. já pode iniciar o processo de remoção de toneladas de resíduos de amianto que foram abandonados nas instalações da antiga fábrica Kubota, que funcionou no distrito de César de Souza até o fim dos anos 1990. 
A Kubota usava materiais à base de amianto para produzir freios de trens. Depois da falência, os proprietários deixaram os resíduos nos galpões da fábrica. Por quase uma década, discutiu-se uma solução para o problema, até que o empresário José Moreno Leon adquiriu a área e negociou com a Cetesb para a retirada dos resíduos considerados tóxicos. No dia 1º deste mês, a Cetesb emitiu o Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental para a VM Leon Engenharia. A empresa, porém, terá cinco anos para concluir a remoção do amianto para o aterro da Resicontrol Soluções Ambientais, localizada no município de Tremembé, no Vale do Paraíba. O documento tem validade até 1º de junho de 2015, segundo a Assessoria de Imprensa da Cetesb. A companhia acredita, entretanto, que o todo o material será retirado nos próximos meses. A direção da empresa deverá se manifestar hoje sobre os preparativos para o transporte dos resíduos ao aterro do Vale do Paraíba.




Exigências
A assessoria da Cetesb destacou que a Kubota deixou um mix de resíduos contendo amianto acondicionado em sacarias e a granel. São itens de freio para uso rodoviário e ferroviário, originários da fabricação de freios automotivos. O volume estimado é de 1,5 mil tonelada de resíduos.


De acordo com as exigências da Cetesb, a empresa deverá atender integralmente as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e demais órgãos envolvidos quanto à manipulação, à movimentação, à remoção, à embalagem e à destinação dos resíduos em questão, bem como verificar a eventual necessidade de autorização também desses órgãos.




Transporte
A VM deverá ainda apresentar relatórios de controle de envio do resíduo e certificados e documentos de recebimento emitidos pela empresa Resicontrol Soluções Ambientais. Deverá ainda a VM contratar somente transportadoras aptas e que tenham veículos com equipamentos compatíveis com o estado físico e o tipo de embalagem dos resíduos a serem destinados. (B.S.)


Fonte:Mogi News

Responsabilidade Social; Prêmio recebe inscrições até hoje

Projetos podem ser inscritos até a meia-noite desta sexta-feira diretamente no site. Todo o processo é gratuito
Amilson Ribeiro









Seriedade: "Independência dos jurados, todos profissionais conceituados, ressalta a credibilidade da premiação", destaca Wilson Bego
As inscrições para a sétima edição do Prêmio Mogi News/Chevrolet de Responsabilidade Social do Alto Tietê se encerram hoje. Os projetos sociais desenvolvidos nas cidades da região por empresas, Organizações Não-Governamentais (ONGs) e órgãos públicos podem ser inscritos até a meia-noite desta sexta-feira. Todo o processo é gratuito e deve ser feito pelo site www.moginewsresponsabilidade.com.br. Não há limite para o número de projetos, podendo participar aqueles que já concorreram em outros anos. 
Os interessados devem iniciar o cadastro quanto antes para não ultrapassar o horário limite, uma vez que a inscrição é feita em etapas e é preciso anexar fotos e o link de um vídeo de um minuto e meio sobre o projeto. No site, é preenchido um pré-cadastro e, a partir dele, o sistema envia uma senha e um login para que o inscrito possa completar as informações. Diferentemente de outras edições, todo o material é reunido no site. O vídeo, por exemplo, deve ser postado no site YouTube e o link informado no sistema de inscrição. 
O objetivo da premiação, promovida pelo Grupo Mogi News de Comunicação e correalizada pelo Instituto General Motors, é mais uma vez reconhecer os projetos sociais, estimulando o desenvolvimento de melhorias nos já existentes e também a criação de outras iniciativas. Na avaliação dos organizadores, esta premiação, inédita no Alto Tietê, se tornou um atestado de qualidade e seriedade do trabalho social feito por empresas, ONGs e órgãos públicos, prestando uma homenagem àqueles que fazem a diferença. 
Concluídas as inscrições, terá início o trabalho da comissão julgadora, que avaliará as informações do sistema e também fará visitas técnicas a cada projeto. "A independência dos jurados, todos profissionais conceituados envolvidos com a comunidade local, na escolha dos vencedores, ressalta a credibilidade da premiação", afirma o diretor-comercial do Mogi News, Wilson Bego. Saiba mais na TV Mogi News pelo telefone (11) 2312-2401


Fonte:Mogi News

Processo: Delegada perde ação civil por danos morais

Juíza julgou improcedente a ação civil movida por Vera D´Antracoli contra o Mogi News e o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi e Região
Willian Almeida
Da Reportagem Local
Amilson Ribeiro



A delegada Vera D´Antracoli terá de pagar as despesas do processo e os honorários advocatícios
A juíza de Direito substituta do Fórum de Mogi das Cruzes, Ana Carmem de Souza Silva, julgou improcedente a ação civil, por danos morais, movida pela delegada Vera Lucia D´Antracoli Ribeiro Neves contra o Mogi News e o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi e Região, Waldir Fernandes da Silva. A sentença foi publicada ontem. A decisão da juíza contraria as alegações de difamação da imagem feitas pela delegada contra o jornal. Contra a decisão, cabe recurso.


Na sentença proferida do dia 26 de maio, a juíza reafirma o interesse público do MN ao publicar reportagem de 11 de junho de 2009, que tratou da denúncia feita pelo sindicato ao Conselho da Polícia Civil. A entidade acusou a então titular da Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise) de ter mandado subordinados forjarem flagrantes e de uso irregular de viaturas e do sistema de Registro Digital de Ocorrências (RDO).


Conforme consta na sentença, a ação movida pela delegada contra o jornal tinha como mote uma suposta ofensa à "honra objetiva e subjetiva", porque ela teria sido acusada da prática de uma série de irregularidades e ilegalidades na atuação profissional. Diante disso, a juíza afirma que "vê-se que o intuito da reportagem foi de divulgar a acusação sofrida pela delegada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e região em razão da condição de autoridade pública da autora. A documentação comprova a veracidade da notícia, de que, efetivamente, a autora havia sofrido acusação por parte do Sindicato dos Policiais e que este enviou ofício ao presidente do Conselho da Polícia Civil para apurar as supostas irregularidades".


A juíza diz ainda, ao se referir à reportagem, que "se não há exagero ou sensacionalismo exacerbado e em dissonância com a realidade, se não há, enfim, nada além da ânsia de transmitir à sociedade um fato de interesse público, não se há de cogitar de violação ao direito de imagem e indenização por dano moral".


Por fim, ela conclui: "Julgo improcedente o pedido de indenização por danos morais e extinta a fase de conhecimento com julgamento de mérito nos termos do art. 269, I do CPC (Código de Processo Civil). A autora arcará com a integralidade das custas e despesas processuais, além de honorários advocatícios que fixo, por equidade, em R$ 1.000,00, para cada um dos patronos dos corréus (jornal e Waldir)".


Para o presidente do sindicato, a decisão da Justiça comprova a seriedade da denúncia, bem como do MN. "Só falamos a verdade e o jornal só publicou a verdade. Não havia porquê sermos condenados por algo que não fizemos", afirmou.


A delegada terá 15 dias contados a partir de hoje para recorrer da decisão. As denúncias contra ela tiveram início em 2009, após o desfecho do processo que apurou a prisão, em flagrante, da empresária Rita Reis por falso envolvimento com tráfico de drogas. A empresária, que chegou a ficar presa por dois meses, conseguiu provar na Justiça a sua inocência.


Fonte:Mogi News