sexta-feira, 29 de abril de 2011

Movimento quer afastar diretor

Movimento quer afastar diretor

SABRINA PACCA
O Movimento "Aterro, Não!" deve protocolar hoje, junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), com cópia ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), um ofício pedindo o "afastamento imediato do gerente regional da Cetesb, Edson Santos, bem como a instauração de um procedimento administrativo visando apurar as condutas dos técnicos responsáveis pela fiscalização do Aterro Pajoan, em Itaquaquecetuba." A decisão do grupo que luta contra a instalação de um aterro sanitário no Bairro do Taboão, em Mogi das Cruzes, se deu depois do deslizamento de 450 mil toneladas de lixo, que acabaram caindo sobre a Estrada do Ribeiro, em Itaquá, no começo desta semana, prejudicando a coleta de lixo em diversas cidades da Região (veja matérias na página 3).
"Há quatro meses, a Cetesb deu um parecer sobre a Pajoan dizendo que estava tudo certo e agora desabou. O Anaconda também está totalmente irregular porque não tem tanques de chorume. Está tudo errado", desabafou o presidente da ONG, Guerrilheiros do Itapeti, Mário Berti Filho.
Para justificar o pedido, os membros do Movimento usaram diversos argumentos, entre eles, o próprio despacho do juiz Ricardo Tseng Kuei, da 1ª Vara Cível de Itaquá, que para interditar o aterro disse que "há muito tempo deveriam ter sido cessadas as atividades, tendo em vista que o local apresenta diversas irregularidades que ferem a legislação ambiental".
IPT
Um laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) também comprovaria a necessidade da suspensão do envio de lixo para a Pajoan. A este laudo tiveram acesso o deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) e também o engenheiro ambiental Odair Alves, membro da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil de Itaquá, bem como todos os membros do Movimento "Aterro, Não!".
O documento do IPT, com data de 2009, ocasião em que o aterro já havia sido interditado, diz, com todas as letras, que os dados "não apresentam consistência, portanto, não permitem atestar a estabilidade geotécnica do maciço de resíduos sólidos, conforme projeto de encerramento proposto pelo empreendedor", no caso, a Pajoan.
"O IPT fez um laudo dizendo que não podia constatar a estabilidade porque o lixo era antigo, do Consórcio Intermunicipal para Aterro Sanitário (Cipas). Então, se o IPT, que é o órgão máximo que a gente tem de pesquisas tecnológicas do Estado de São Paulo, falou que não tinha condições de saber se aquilo tinha estabilidade, a Cetesb passou por cima e emitiu as licenças", concluiu o engenheiro ambiental.
Ele diz, ainda, que por mais de 14 vezes protocolou documentos junto à Companhia pedindo o encerramento das atividades do Aterro Pajoan, mas nunca obteve resposta. "A OAB tem 14 protocolos na Cetesb. Nestes documentos constatamos a instabilidade do maciço. Sou engenheiro ambiental e pelas vistorias que fiz, pude constatar isso e minha opinião vale como laudo. A Cetesb tinha o conhecimento e a gente tem documentos para comprovar. Além disso, vamos ainda contestar porque vinham sendo ofertadas licenças precárias, mas elas são equipamentos que valem no máximo para 180 dias. Para a Pajoan, a Cetesb fazia algum tipo de mágica e fornecia a licença não sei para quantos anos", argumentou o engenheiro.
O gerente da Cetesb, Edson Santos foi procurado para se manifestar, mas não atendeu aos telefonemas. Já a Assessoria da Companhia informou que só irá se posicionar sobre o assunto, quando foi oficialmente acionada.


Fonte:O Diário de Mogi

França acha chassi da caixa-preta

França acha chassi da caixa-preta 

RIO
Depois de 643 dias e cinco fases de buscas, os investigadores franceses conseguiram localizar ontem o chassi de uma das caixas-pretas do voo 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em 31 de maio de 2009, deixando 228 mortos. A unidade de armazenamento de dados, porém, não foi encontrada.
A carcaça encontrada integra o equipamento que gravou os parâmetros técnicos do voo, segundo informou o Escritório de Investigação e Análises (BEA, na sigla em francês), que coordena as operações de resgate. Ainda prosseguem as buscas pela caixa-preta que gravou os diálogos dos pilotos. Essa caixa-preta também é considerada fundamental para entender os motivos da tragédia.
"Durante o primeiro mergulho do robô Remora 6000 ontem, que durou mais de 12 horas, o chassi do gravador de voo do avião - flight data recorder - foi encontrado sem o módulo que protege e contém os dados (a memória)", diz o comunicado oficial. "O equipamento está cercado de restos de outras partes da aeronave." O resgate dos destroços no Atlântico começou na terça-feira.
Entre as peças que ainda devem ser recolhidas estão elementos das asas dos aviões, que permitiram analisar a situação no momento do impacto, além dos motores e dos postos de pilotagem. Essa análise da cabine de comando poderá identificar se os aceleradores e outros elementos vitais foram acionados durante a queda.
No entanto, as caixas-pretas - sobretudo a parte central (semelhante a uma pilha) da flight data recorder - são a grande aposta do BEA para descobrir as causas do acidente. O que se sabe é que uma série de mensagens automáticas enviadas pelo avião aponta para falha no funcionamento dos sensores de velocidade externa, o pitots. Alguns especialistas sugerem que essas peças podem ter enganado os computadores do avião, em meio a uma forte turbulência.
Ceticismo
O anúncio da descoberta de apenas parte do equipamento foi recebido com ceticismo pelo presidente da Associação dos Familiares de Vítimas do Voo 447, Nelson Faria Marinho. "É difícil acreditar que a caixa-preta estava vazia, que eles encontraram apenas uma carcaça. Aquilo é feito para sofrer impacto e suportar a pressão", afirmou Marinho, que perdeu o filho no acidente.
Marinho recebeu a informação da localização do chassi por e-mail enviado por uma jornalista francesa. Ele não havia recebido nenhum comunicado oficial da BEA. "Me recuso a acreditar que só encontraram uma carcaça."


Fonte:O Diário de Mogi

"Insensato Coração": Norma usa Bibi e Natalie Lamour para destruir o mau-caráter Léo

"Insensato Coração"
Norma usa Bibi e Natalie Lamour para destruir o mau-caráter Léo
Divulgação

Assim que sai da prisão, a enfermeira Norma começa a colocar em prática o seu plano de vingança
Nos próximos capítulos, Norma consegue a condicional e sai da prisão. Rapidamente ela regasta o tesouro de Araci, muda de visual e passa a fazer o que mais deseja na vida: procurar Léo/ Armando.

Norma vai à delegacia e encontra um retrato falado do vilão, assim começa a sua busca. Com algumas pistas em mãos vai até Florianópolis e descobre que o apelido do até então Armando é Léo. A enfermeira chega a encontrá-lo na rua, mas ele só a humilha. Depois de mais essa decepção, o ódio de Norma só aumenta. Quando a sua colega de prisão Jandira (Cristina Galvão) é solta, ela se junta a Norma. Ela, que é viciada em revistas de celebridades, jura ter visto um retrato do vilão em alguma revista. Depois disso, ela não pensa duas vezes, se muda para o Rio, matricula-se na mesma academia de Natalie, e vira amiga da perua, e de quebra de Bibi. A união das três faz Norma perceber que os R$ 30 mil de Araci será pouco.

Fonte:Mogi News

Carro de luxo - I

Divulgação


Carro de luxo - I 
Chamou a atenção ontem a matéria na capa do caderno Metrópole do jornal O Estado de S. Paulo, relatando o uso de carros de luxo por coronéis da Polícia Militar do Estado. De acordo com a reportagem, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alvaro Batista Camilo, comprou, por R$ 2,8 milhões, um Captiva para ele e mais 61 Vectras para atender os coronéis da corporação. "Classificado como um utilitário esportivo de luxo, o Captiva do comandante saiu por R$ 92,9 mil e permite que ele compareça a seus compromissos e vá da casa ao trabalho em um carro mais caro e luxuoso que o usado pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), que normalmente utiliza Vectra ou Corolla". Trata-se de mais um escândalo na corporação que já teve, há poucos meses, o nome de oficiais, do alto escalão e do Alto Tietê, envolvido em denúncias de irregularidades. 
Divulgação


Carro de luxo - II 
A equipe do Estadão relata ter flagrado o coronel Camilo no luxuoso carro, na última quarta-feira, para chegar a um encontro na zona norte de São Paulo. "A seis quilômetros dali, Alckmin subia em um Vectra preto, após uma solenidade na zona leste. O governador abriu mão dos Ômegas blindados contratados por seu antecessor, José Serra (PSDB)".


Carro de luxo - III 
E segue a matéria: "A compra do Captiva e dos Vectras para todos os coronéis é polêmica ainda por causa da legislação sobre o uso de veículos por autoridades no Estado. Ela estabelece hierarquia de carros de acordo com o cargo. O governador e o vice (Grupo Especial) têm direito aos carros mais caros. Depois, vêm os secretários (Grupo A) e, por último, as autoridades do Grupo B, entre as quais estão o comandante e o delegado-geral. Portaria de junho de 2010 diz que o Captiva só pode ser adquirido como veículo de prestação de serviço.




Reviravolta 
No fim da tarde, veio a reviravolta; no portal de notícias UOL, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciava a suspensão do uso do luxuoso Captiva pelo comandante-geral da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, "até que o governo do Estado avalie a real necessidade do automóvel. Essa questão específica vai ser verificada, o procedimento, o protocolo, de acordo com as funções do governo. Depois, o secretário de Segurança (Antônio Ferreira Pinto) vai explicar", desconversou Alckmin. Camilo, para quem não sabe, é nascido e criado em Ferraz de Vasconcelos e, ao lado dos outros escândalos da PM, virou notícia ontem e deverá ter de explicar a proeza. 
Osvaldo Birke


Reforço 
O diretor interino do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae), Marcus Melo, conta com mais um novo reforço para colocar nos eixos as contas da autarquia. Além de Mariglei Tradella, ex-gerente administrativa da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Marcus Melo, tem ao seu lado Dirceu Lorena de Meira, ex-presidente da Comissão Permanente de Licitações da Prefeitura, durante a segunda gestão de Junji Abe (DEM). 


Investigação
A sindicância para apurar as irregularidades do setor de Compras do Semae corre de vento em poupa. Funcionários afastados por suspeita de envolvimento nas ações irregulares ou que assinaram as chamadas "notas frias" já foram ouvidos pela Comissão Especial do Semae. Resta, agora, ouvir os diretores da empresa Michele Trading, que teria vendido os equipamentos. Segundo apurou a coluna, a investigação deve ser concluída até o dia 6 de maio, quando completam-se 30 dias do início dos trabalhos.



Câmara de fora 
Integrantes da Comissão Especial de Vereadores (CEV) da Câmara que acompanha ações do Semae continuam sem saber o que de fato ocorre na autarquia. Anteontem, os parlamentares foram ao Semae e analisaram alguns documentos, mas ainda não sabem dizer o que foi dito durante os depoimentos e se realmente houve irregularidades. Apesar de presentes, fisicamente, alguns vereadores continuam alheios aos acontecimentos da autarquia. 
Guilherme Bertti


Vai, "Curíntia"! 
Autoridades tidas e havidas como corintianas "roxas" não se cansam de dizer que a nação alvinegra é a maior do País. Contudo, o que dizer das condições da praça às margens da avenida Carlos Ferreira Lopes, no Rodeio? O espaço conhecido como Praça do Corinthians é um retrato de abandono e esquecimento. Em meio à massa corinthiana, não há voluntário para limpá-la? Ou será que tem algum palmeirense enrustido entre eles? 


Sem "Curíntia"
A Acadêmicos da Fiel cuidava da Praça Corinthians, por meio do projeto "Adote uma Praça", segundo a Prefeitura de Mogi. Contudo, sem muitas explicações, o grupo de sambistas desistiu da ação social e deixou a praça na fila de espera de um novo coração solidário e corintiano.

Fonte:Mogi News