sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Santa Isabel: Mutirão da Saúde realiza mais de 500 atendimentos

A Prefeitura de Santa Isabel, em parceria com a Instituição Tzu Chi do Brasil, realizou no domingo passado, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Oscar Ferreira de Godoy, a terceira edição do Mutirão da Saúde que contou com 512 atendimentos entre especialidades, exames e serviços gratuitos para a população
Foto: Verônica Tomita/AIPMSI


Foram realizados no mutirão um total de 315 exames
A Prefeitura de Santa Isabel, em parceria com a Instituição Tzu Chi do Brasil, realizou no domingo passado, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Oscar Ferreira de Godoy, a terceira edição do Mutirão da Saúde que contou com 512 atendimentos entre especialidades, exames e serviços gratuitos para a população.
Além do mutirão, o Fundo Social e as secretarias municipais se uniram para realizar a prestação de serviços para a população que marcou presença no evento como corte de cabelo, manicure, massagem, caricatura com o desenhista Cidão, doação de roupas e calçados e muita diversão para criançada, com pula-pula, tênis de mesa, pebolim e algodão-doce.
Nas especialidades, ao todo, foram 165 atendimentos, sendo eles cardiologia (43), dermatologia (39), odontologia (31), clínica médica (25), ginecologia (19) e pediatra (8).
Em relação aos exames, foram 315 realizados, entre eles: pressão arterial (169), teste de glicemia (120), ultrassonografia (18) e papanicolau (8). E para aqueles que gostam de medicina alternativa, foram 12 atendimentos com o método oriental Chi-Chog e dez em acupuntura.
O evento contou com 159 voluntários, 15 médicos e dois dentistas que disponibilizaram seu tempo para cuidar e dedicar-se ao próximo. A atuação foi extremamente importante, pois conseguiu atender a todos com carinho, respeito e atenção.

Fonte:Mogi News

Educação: Projeto da Fatec está pronto para entrar em licitação

Em audiência com a superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, o deputado Estevam Galvão (DEM) recebeu a confirmação de que o projeto-executivo da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Suzano está pronto para ser licitado
Foto: Divulgação


Estevam discute detalhes do projeto-executivo da Fatec
Em audiência com a superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, o deputado Estevam Galvão (DEM) recebeu a confirmação de que o projeto-executivo da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Suzano está pronto para ser licitado.
A luta, iniciada pelo deputado em 2014, finalmente será concluída. "Superamos todas as etapas e as obras já podem ser licitadas. Já solicitamos o autorizo para abertura do processo licitatório", afirmou Laura.
Para garantir a urgente abertura do processo e evitar novos atrasos, o deputado se reunirá nos próximos dias com o vice-governador Rodrigo Garcia. "Vamos cobrar a imediata liberação orçamentária para abertura da licitação que contratará a empresa responsável pelas obras da Fatec de Suzano. São quase seis anos de trabalho e superação de obstáculos. Não podemos mais esperar", afirmou o deputado.
Para Estevam, a Fatec em Suzano garantirá um saldo em educação não só na cidade, mas em toda a região. "Já temos a Etec na cidade, que possui um percentual de aproximadamente 70% de aprovação nas faculdades. Isso mostra a qualidade do ensino oferecido. Com a Fatec, uma faculdade de renome, gratuita, garantiremos a profissionalização dos nossos jovens e adultos, que podem ser aproveitados inclusive pelas indústrias e empresas da nossa região", argumentou.

Fonte:Mogi News

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

EM ESTUDO: Pedágio poderá ser instalado próximo a Arujá

14 horas atrás5 min. - Tempo de leitura
Eliane José

Compartilhe!

Trecho entre Mogi e Arujá, que passa por duplicação, é um dos locais estudados para a instalação do pedágio. (Foto: Arquivo)
Uma das localizações estudadas para a instalação do pedágio de número 4 do projeto de concessão das rodovias litorâneas fica entre Mogi das Cruzes e Arujá, em um trecho entre as duas cidades que está sendo duplicado pelo Governo do Estado, segundo uma fonte que acompanha o movimento Pedágio Não. Outros trechos são analisados e deverão contar com tarifa diferenciada. A mobilização popular já conseguiu livrar o quilômetro 45 da mira da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), responsável pela elaboração do projeto para o Lote de Rodovias do Litoral Paulista.

Na semana passada, em uma resposta exclusiva a este jornal, a Artesp comunicou a desistência de instalar a praça de cobrança naquele quilômetro da Mogi-Dutra. Desde então, as atenções se voltaram para a localização planejada para o equipamento.

Sobre isso, a Artesp ainda não se posiciona. Indagada ontem, por meio de nota, a agência informou estar ciente das preocupações dos moradores sobre a localização da praça, que terá “tratamento tarifário diferenciado”. Porém, não indica prazos.

Lembra que foram recebidas “mais de 400 contribuições da sociedade civil nas audiências e consulta pública que estão sendo avaliadas pelos técnicos. Com todas as possibilidades técnicas viáveis, que garantam segurança, investimentos e modicidade tarifária, os estudos serão finalizados de maneira a garantir a realização das obras previstas no programa”. E conclui que não há data, nem prazo definidos para publicação do edital.

Entre os pontos analisados pela agência estadual estaria uma área existente no limite entre Mogi das Cruzes, Arujá e Itaquaquecetuba, onde haveria espaço físico para a instalação dos equipamentos de cobrança. Há uma área, inclusive, nas proximidades de um posto de balança previsto no traçado da duplicação entre Mogi das Cruzes e Arujá, obra custeada pelo governo do Estado e que deve ser entregue ainda neste ano.

A colocação de um ponto de cobrança em Mogi das Cruzes, em qualquer local, é condenada pelo movimento Pedágio Não e por lideranças políticas por causa dos impactos financeiros e sociais, desde meados do ano passado, quando foram veiculadas as primeiras notícias sobre a proposta da Artesp.

Representante do grupo, o empresário Paulo Cardoso de Melo Bocuzzi defende que independentemente do lugar, o pedágio é um inibidor da economia porque encarece os gastos com o transporte e do ciclo produtivo e financeiro (indústria, comércio, agricultura, prestação de serviços).

“Não apenas os moradores da região da Serra seriam impactados pela primeira proposta da Artesp, felizmente já descartada, mas de toda a cidade. Há estudos que mostram como um pedágio engessa o desenvolvimento da cidade onde ele é instalado”, comenta, defendendo a manutenção dos esforços populares e políticos contra o plano da Artesp.

O principal argumento do pleito é a desproporcionalidade entre os recursos financeiros que um pedágio renderá aos vencedores da concessão das rodovias litorâneas ao longo dos anos e os inconsistentes investimentos anunciados na malha rodoviária regional. Além disso, o custo do pedágio para quem vai percorrer menos do que 10 quilômetros e pagar a tarifa cheia, que corresponde aos 67 quilômetros da ligação litorânea.

Ao que se sabe, por enquanto, são previstas intervenções viárias de menor peso. Sequer se falou na duplicação total da Mogi-Bertioga, que congestiona em finais de semana comuns, quando o sol leva mais turistas às praias do litoral.

Movimento vai manter coleta de assinaturas

Apesar do recolhimento das assinaturas físicas recebidas nos 70 pontos de coleta existentes em Mogi das Cruzes, Suzano, Arujá, Bertioga e Itaquaquecetuba nesta semana, a busca de adesões ao documento será mantida pelo movimento Pedágio Não. Até ontem, 43 mil assinaturas, 10 mil no abaixo-assinado físico e 33 mil no virtual eram somadas pelos organizadores.

A reunião dos documentos é um dos preparativos para um encontro que as lideranças da ação Pedágio Não pretende ter com o vice-governador Rodrigo Garcia, para apresentar o posicionamento contrário à cobrança em Mogi das Cruzes.

Até ontem, o deputado Marcos Damasio (PL) ainda não havia conseguido agendar a reunião, prometida por ele ao movimento Pedágio Não na semana passada.

Paulo Cardoso de Melo Boccuzzi, do Pedágio Não, tem articulado encontros com interlocutores como o deputado federal Marco Bertaiolli (PSB). “Independentemente de qual partido a liderança for, nós precisamos agregar mais pessoas a essa bandeira”, disse ele, reconhecendo a importância da criação da Comissão Especial de Vereadores (CEV) para tratar do assunto.

Os vereadores deverão ouvir os posicionamentos de integrantes da Artesp, da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado e das secretarias municipais de Obras e Planejamento e Urbanismo para entender as bases do projeto do pedágio, e se a Prefeitura foi consultada e deu aval para as obras programadas pelo Estado nos planos da concessão para o perímetro urbano de Mogi.

Fonte:O Diário de Mogi

DESFILE: Vila Industrial vai homenagear Clara Nunes na avenida

17 horas atrás3 min. - Tempo de leitura
Larissa Rodrigues
Larissa Rodrigues
Compartilhe!

Integrantes da Unidos da Vila Industrial preparam o desfile de domingo em busca do tricampeonato. (Foto: Elton Ishikawa)
Sem citar o nome de Clara Nunes na letra do samba, o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Unidos da Vila Industrial faz uma homenagem à cantora no Carnaval deste ano. Mais do que isso, ressalta a luta do povo escravizado e explorado no Brasil, com o enredo “O Canto das Três Raças”. A apresentação poderá ser conferida este domingo, na avenida Cívica, no desfile das escolas de samba de Mogi das Cruzes.

“Com o tema deste ano estamos completando uma trilogia, sendo que com os dois últimos enredos fomos os campeões do Carnaval. O primeiro falava sobre resiliência, enquanto no ano passado o tema foi Yggdrasil. Nós entramos no desfile porque queremos muito o tricampeonato e estamos indo lá buscar. Para ganhar da gente tem que fazer melhor e espero que isso seja difícil”, enfatizou o presidente da agremiação, Emerson Rodrigues da Silva, o Lézinho.

A confiança na vitória fica ainda mais forte por todo o Carnaval já estar pronto. São 600 componentes, que estarão divididos em 16 alas e quatro carros alegóricos. Tudo já foi finalizado no último domingo e segundo o responsável, agora eles estão apenas melhorando o que for possível. Desta maneira, é possível que os integrantes da escola descansem e entrem focados na avenida.

No total, a agremiação precisou investir cerca de R$ 120 mil na produção, sendo que R$ 40 mil são provenientes de repasse da Prefeitura. “A gente tinha que apresentar um Carnaval somente com esse dinheiro, mas a nossa diretoria não aguenta isso. Nós queremos mostrar uma coisa diferente, que o Carnaval mogiano tem potencial para fazer algo legal, e que as pessoas reconheçam a força do nosso trabalho”, reforçou Lézinho.

O presidente reconhece que a escola perdeu a força em seu bairro de origem e confessa que grande parte dos componentes do desfile é de outras regiões. Ele acredita, porém, que isso mostra o bom trabalho que a agremiação vem fazendo tendo em vista que 30 dias antes do evento todas as fantasias já haviam sido vendidas.

“O canto das três raças”

Oh mãe áfrica

Seus filhos vêm aclamar!

Arrancados do seu chão

Jogados no porão

No tumbeiro a navegar

Hoje sou mercadoria

Trago no peito a marca da covardia

Real meu sangue escravo na cor

Sem meu batuque e identidade nagô

Meu canto não ecoou

No cativeiro

Forjando a cicatriz da ignorância

No sangue derramado a intolerância

Olhai por nós senhor

Os filhos deste chão

Na crueldade, vejo a esperança

No sofrimento um irmão

Vencendo preconceitos

Tenho meus direitos

Mostro meu valor

Um canto livre por liberdade

Imponho respeito, dignidade

Hoje o quilombo e a favela é aqui

Becos e vielas

Faz a vila se unir

De punhos cerrados

A mordaça não vai calar

Vem lutar

Ninguém ouviu um soluçar

Triste lamento ecoou

No canto das três raças

Não sou escravo de nenhum senhor