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Objetivo é facilitar acesso aos métodos contraceptivos
A Secretaria Municipal de Saúde promoveu nesta semana uma capacitação sobre planejamento familiar para profissionais da Rede Básica. O objetivo é facilitar o acesso da população às informações sobre os métodos contraceptivos em função de avanços mais recentes, como a realização de cirurgias de laqueadura e vasectomia no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes.
A Capacitação do Protocolo de Planejamento Familiar Revisado foi ministrada para médicos e enfermeiros que atuam em todos os Postos de Saúde e unidades da Estratégia Saúde da Família (USF) da cidade. "A principal mudança é que as orientações sobre métodos contraceptivos não cirúrgicos passam a acontecer na própria unidade, o que possibilitará a ampliação do atendimento aos grupos com indicação para métodos cirúrgicos", explica a enfermeira obstetra Gisele Franco Menichelli, do Programa de Planejamento Familiar da Secretaria Municipal de Saúde.
Fazem parte dos contraceptivos não cirúrgicos, os métodos reversíveis, hormonais ou de barreira, como pílula anticoncepcional, injeção e os preservativos masculino e feminino.
Já os casos com indicação para cirurgia de laqueadura ou vasectomia, que são métodos irreversíveis, e a implantação de Dispositivo Intrauterino (DIU), serão encaminhados ao Pró-Mulher.
Fonte:Mogi News
29 de abril de 2017 QUADRO DESTAQUE
Lojas fecharam as portas durante a manifestação. (Foto: Edson Martins)
SILVIA CHIMELLO
O juiz da Vara da Fazenda Pública de Mogi das Cruzes, Bruno Machado Miano, informou nesta sexta-feira (28) que ainda não tem uma definição sobre a aplicação da multa que estava prevista para o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Mogi das Cruzes e Região por ter aderido à greve geral desta sexta-feira.
“Cabe à Prefeitura avaliar e informar se houve descumprimento total ou parcial da decisão”, esclarece Miano. O juiz observa também que o Sindicato pode se manifestar e ingressar com agravo de instrumento à sua decisão de deferir a liminar em ação civil pública ajuizada contra a entidade pela Prefeitura de Mogi para impedir a paralisação do transporte coletivo no Município, sob pena de multa de R$ 500 mil.
A assessoria jurídica do Núcleo Intersindical do Alto Tietê, que envolve mais de 25 sindicatos de trabalhadores do Alto Tietê, informou que vai tentar um acordo para evitar prejuízos ao Sindicato dos Rodoviários. A intenção é tentar convencer a Prefeitura e a Justiça sobre a legitimidade do movimento grevista deflagrado em todo o País contra as reformas trabalhistas e previdenciárias, e pedir que a Prefeitura e a Justiça desistam de aplicar a multa de R$ 500 mil à entidade sindical por ter aderido à paralisação.
A informação foi repassada pelo assessor do Núcleo, o advogado Carlos Alberto Zambotto, que pretende tratar do assunto depois do feriado. Ele disse que vai agendar um encontro com representantes da Prefeitura e o juiz Miano. “Consideramos inoportuna a liminar que define o movimento como ato político, sem reivindicação, o que não é verdade. Os trabalhadores defendem uma causa justa e explícita contra as reformas trabalhistas e previdenciárias que colocam em risco os direitos adquiridos”, argumenta.
A decisão judicial teve objetivo de evitar a interrupção de serviços essenciais. O juiz alega que a paralisação de protesto não se configura uma greve trabalhista, quando se frustra uma negociação entre as partes. Por isso, deve seguir as exigências legais que preservam os direitos da coletividade.
Os serviços essenciais não foram paralisados. A Prefeitura registrou apenas atraso de funcionários responsáveis pela coleta de sangue em três unidades de saúde pela manhã, mas outros profissionais foram remanejados para atender à população.
Indústria e Comércio registram perdas
ELIANE JOSÉ E
SILVIA CHIMELLO
Algumas empresas suspenderam as atividades parcial ou totalmente durante o dia de ontem. Um levantamento realizado pela Diretoria Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apontou que a maior parte das indústrias operara dentro da normalidade, com alguns ajustes internos para suprir os atrasos e as faltas de colaboradores. Não havia, ontem, uma avaliação sobre as perdas, mas a interrupção altera a rotina de produção e provoca reflexos num momento de paralisia dos negócios. Em nota, o Ciesp destacou que “a sexta-feira” transcorreu sem maiores problemas para as indústrias.
Houve quem optasse por dispensar os trabalhadores, com a anuência destes, para que um outro dia de trabalho compensasse a medida. Isso ocorreu em plantas industriais de Mogi das Cruzes e a opção será trabalhar no dia 26 de julho, Dia da Padroeira, Santana. O mesmo quadro é descrito por sindicalistas que acompanharam a saída e entrada de turnos no período da manhã. Os dois principais sindicatos, dos Metalúrgicos e dos Papeleiros, registraram uma adesão parcial, principalmente nos momentos da presença de carros de som, na portaria das fábricas que operam por turnos.
Paulo Fernandes de Souza, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, afirmou que empresas da região onde atua, a Vila São Francisco, aderiram ao movimento, mas admitiu que foram feitos acordos com as chefias para que os funcionários não tivessem descontados os dias de trabalho. A greve ocorreu numa sexta-feira, véspera do feriado de 1º de Maio, Dia do Trabalho. “Entendemos essa situação porque três dias de trabalho descontados fazem falta no final do mês para o funcionário”, acrescentou. Sobre o dia de luta, ele afirmou que, pela primeira vez, o ato conseguiu reunir todas as centrais sindicais pelo “tamanho das perdas que estão em discussão e que colocam todos os trabalhadores no mesmo barco. Todos sairão perdendo e, se não houver união, a aprovação é certa”.
Educação
Outro setor que registrou adesão ao protesto foi o da educação pública, com a ausência de professores, mas a manutenção das atividades na maioria das unidades de ensino. De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp) houve paralisação em mais da metade das escolas públicas. O número diverge do apresentado pela Secretaria de Estado da Educação: segundo a Pasta, 99% das unidades funcionaram ontem.
Também houve o fechamento de algumas escolas particulares por motivos de segurança e falhas no transporte público. A maioria, no entanto, não suspendeu as aulas. Na rede municipal, não houve o fechamento de escolas.
Comércio
Alguns comerciantes ficaram visivelmente incomodados com o fechamento das lojas durante a passagem dos manifestantes, ontem, em ruas como a Dr. Deodato Wertheimer, Paulo Frontin e José Bonifácio. Mas foram convencidos pelos policiais militares a baixarem as portas, que rapidamente eram reabertas. “Eles vão pedir hospital, saúde, ruas pavimentadas e melhores. Estão defendendo interesses próprios”, disse Duarte Rosa Batista, lojista da Rua Coronel Souza Franco. Já trabalhadores, mesmo impedidos de se juntar ao protesto, o aprovavam. “Se pudesse saía, porque os direitos dos trabalhadores estão sendo reduzidos”, disse Nalda Souza, de 43 anos, há 15 anos comerciária.
Em poucas fachadas, os manifestantes encontraram maior resistência. Na maioria das vezes, os comerciantes, conhecidos dos manifestantes, cediam aos pedidos. Mas, com ressalva. Claudio Kussano foi um deles. “Não está certo obrigar o comerciante a fechar a loja”, resumiu. Ao ser questionado sobre o rumo da economia e da política, também sintetizou: “É tão difícil dar uma opinião. Eu sei que estamos vivendo os piores anos do comércio, reduzi o quadro de funcionários e não vejo perspectiva tão cedo. Somente a educação pode mudar algo, não agora. Agora o que vemos são pessoas defendendo os próprios interesses, como os políticos”. Pai de dois filhos, Kussano vê o futuro dos dois em outro país.
Em nota, a Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) afirmou que a sexta-feira foi de prejuízo para o comércio. “Embora as lojas tenham aberto as portas, o movimento de consumidores foi reduzido. Muitas pessoas ficaram com medo de irem às ruas e o fato dos bancos estarem fechados também afugentou a população. Com pouca gente circulando, o volume de vendas automaticamente foi menor, o que é ruim neste período”, informou.
Fonte:O Diário de Mogi
7 de abril de 2017 Cidades, QUADRO DESTAQUE
Bertaiolli, Barros, Melo e Cusatis se encontraram nesta quinta-feira. (Foto: Divulgação)
Os planos de Mogi das Cruzes para se transformar em cidade digital, com estímulos para a indústria da inovação, foram apresentados nesta quinta-feira (6) pelo prefeito Marcus Melo (PSDB) ao ministro Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, em Brasília (DF). O Ministério desenvolve um programa voltado à disseminação das chamadas cidades inteligentes no País, mas as novas linhas de financiamento ainda dependem de aval do Tesouro Federal.
“Foi uma reunião produtiva com o ministro Kassab. Até para conhecermos os mecanismos futuros de investimentos, experiências reconhecidas pelo Ministério e, também, para apresentarmos nossas ideias de inovação”, disse Melo, que estava acompanhado do ex-prefeito Marco Bertaiolli (PSD) e do secretário municipal de Saúde, Marcello Cusatis. Em seguida, eles também se encontraram com integrantes do Ministério dos Transportes.
“Nossa vinda a Brasília foi muito produtiva. É um cartão de visitas que deixamos com os ministros. Um contato importante para que a relevância de Mogi em muitos aspectos do cenário nacional seja lembrada e, porque não, deixar portas abertas para apresentarmos nossos planos”, afirmou o prefeito.
Pouco antes do encontro com Kassab, a comitiva mogiana conversou com o ministro da Saúde, Ricardo Barros. O prefeito já havia discutido com técnicos da Pasta, na quarta-feira, sobre a necessidade de mais investimentos em Mogi, especialmente recursos para um plano que vise aumentar as vagas de maternidade, novas ambulâncias do Samu e verbas para a área de pronto-atendimento.
Segundo o prefeito, as tratativas com o Ministério foram no sentido de se implantar uma nova maternidade, ou adotar medidas para ampliação de leitos em Mogi, visando desafogar a Santa Casa de Misericórdia, que atende as gestantes de todo o Alto Tietê. A instituição tem registrado um aumento significativo da demanda nos últimos anos, principalmente porque a maioria das cidades da região não conta com unidades especializadas neste atendimento.
Para se ter uma ideia da necessidade de uma nova maternidade na Cidade, somente no Mãe Mogiana são atendidas cerca de 600 mulheres em pré-natal. Ela vão para lá a partir da 29ª semana de gestação e passam a ser atendidas por uma equipe multidisciplinar até o momento do parto.
Fonte:O Diário de Mogi

INFORMAçãO:
Novo líder do PR busca mobilizar os filiados
8 de abril de 2017 Informação
Elevado à condição de líder do PR na Câmara Municipal, o vereador José Francimário Vieira, o Farofa, decidiu mostrar serviço à direção do partido na Cidade e Região. Tanto que nesta semana convocou os vereadores da bancada republicana, os principais suplentes e candidatos às últimas eleições para um encontro realizado na sede do Legislativo. Com as presenças ilustres do presidente do Diretório Municipal, deputado estadual Marcos Damásio, do presidente do Diretório Estadual, Tadeu Candelária, e do secretário estadual Simei Baldani, o vereador exortou a todos que é chegado o momento de união em torno do fortalecimento do partido na Cidade. E que o melhor caminho para alcançar tal objetivo é buscar novos filiados, ao mesmo tempo em que colocou os atuais vereadores à disposição para atender aos integrantes do partido. A retomada do PR Jovem foi um dos pontos destacados durante o encontro, como forma de atrair a juventude para dentro da legenda. Da mesma forma que se debateu a necessidade de fortalecer o PR Mulher e também atrair o público feminino para a política e para a participação mais efetiva no dia a dia da agremiação na Cidade. Um fato que chamou a atenção na agenda foi a possibilidade de um rodízio entre os vereadores eleitores e seus respectivos suplentes, visando dar oportunidade para que outros nomes bem votados do PR possam assumir, ainda que por algum tempo, um lugar dentro da Câmara e acompanhar de perto o andamento dos trabalhos legislativos, sentindo na pele como é a atuação de um vereador junto a seus colegas de Legislativo. Tal estratégia pode ajudar a quebrar a expectativa de muitos em relação ao trabalho a ser executado, os atributos e funções do político investido no cargo. O evento agradou –e muito – a direção do partido, a ponto de o presidente regional, Tadeu Candelária, haver solicitado ao novo líder que realize novas reuniões desse tipo. Afinal, as eleições de 2018 estão chegando e é importante manter o partido mobilizado, ainda que a questão de possíveis candidaturas não tenha sido abordada durante o encontro.
Fonte:O Diário de Mogi