Cotidiano:
EM CASA Maria Julia Coutinho, a Maju, que carregou a tocha em Mogi, publicou foto ao lado dos parentes mogianos, da Vila Industrial, em sua página no Facebook. (Foto: Reprodução/ Facebook)
Fonte:O Diário de Mogi
Luana Nogueira
Ao todo, a chapa conta até agora com o apoio de seis siglas e outras devem ser anunciadas nos próximos dias
Foto: Daniel Carvalho
Segundo o deputado, a escolha do advogado foi um consenso entre o SD e o PTB
O pré-candidato a prefeito de Mogi das Cruzes pelo SD, deputado estadual Luiz Carlos Gondim, anunciou ontem o nome de quem estará ao seu lado na chapa. O escolhido foi o advogado Marcelo Braz, filiado ao PTB.
De acordo com Gondim, foi consenso dentro dos partidos. Ao todo, a chapa conta até agora com o apoio de seis siglas e outras devem ser anunciadas nos próximos dias, chegando a dez.
Gondim esclareceu que o nome de Braz foi escolhido pelos membros do PTB e do SD. "Tínhamos muitos nomes com condições e de peso, como o juiz Paulo Passos, o advogado Dirceu do Valle e outras pessoas. Mas com o Marcelo aliamos a parte administrativa e a social".
Sobre a falta de ligação de Braz com a política, o deputado destacou que isso não trará problemas e será um trunfo. "Vamos mostrar que ele é uma pessoa que está olhando a política a partir de agora. Só resolvemos as coisas com política, seja em saúde, educação ou segurança. Mas as pessoas têm mania de se afastar disso. Apenas resolveremos a situação com uma política séria", ressaltou.
O juiz aposentado Paulo Passos, filiado ao PTB, afirmou que a indicação de Braz foge das escolhas tradicionais. "Você olha para as outras chapas, não digo apenas as de hoje, mas vemos que procuram um figurão ou algum vereador. Precisamos de alguém com nome, sim, mas como pessoa, para mostrar a simplicidade da chapa. Não buscamos nada artificial. Essa união vai persistir", destacou.
Gondim afirmou que deverá receber apoio do presidente nacional do SD, deputado federal Paulinho da Força. "Os partidos estão chegando, ainda não anunciamos todos, pois terão aqueles que ainda farão as convenções. Temos o apoio do PTB, PSDC, PMB, PTN e PT", informou.
O deputado informou que está conversando diretamente com os representantes estaduais dos partidos para firmar aliança.
Gondim afirmou que a chapa já está percorrendo diversos bairros da cidade durante a pré-campanha. "Os diferenciais serão a humildade, a seriedade e o olho no olho", disse.
Para Marcelo Braz, foi o projeto de Gondim que chamou a atenção para entrar na chapa. "Analisei e conversei com o Gondim. Vi a proposta política que ele tem para Mogi, de ouvir o povo e as pessoas ajudarem a construir o governo. Isso me chamou a atenção, além do engajamento político que o Gondim tem. São 28 anos de vida política, sempre ligados a atividades sociais", reforçou.
Tempo de TV
Gondim afirmou que deve contar com três minutos de tempo de televisão. Ele informou que os programas começarão a ser gravados em breve, assim que a Justiça Eleitoral liberar.
Sobre o assunto, a chapa do pré-candidato Marcus Melo (PSDB) informou que os tempos só serão oficializados após todas as convenções: "Estima-se que teremos mais de 70% do tempo de TV. As gravações ainda não têm prazo para começar, mas serão breve".
Petebista aposta em projeto de mudança
O advogado Marcelo Braz, de 44 anos, é filiado desde outubro do ano passado ao PTB. Em 2015, ele foi capitão do mastro, junto com esposa Sueli, na Festa do Divino de Mogi das Cruzes
O advogado Marcelo Braz, de 44 anos, é filiado desde outubro do ano passado ao PTB. Em 2015, ele foi capitão do mastro, junto com esposa Sueli, na Festa do Divino de Mogi das Cruzes. Ele avaliou que a falta de experiência na política não será problema, pois as pessoas pedem mudanças.
Braz declarou que sua atuação como advogado possibilitou que conhecesse a realidade das pessoas e dos bairros de Mogi. "Eu advogava em Brás Cubas e conheço muito os moradores da região, sei das necessidades e das dificuldades. Sou do povo. O centro teve investimentos e vamos procurar fazer isso nos bairros", destacou. Nascido em Taubaté, ele se mudou para Mogi aos 7 anos.
O pré-candidato destacou que aposta no pedido de mudança da população para conquistar apoio dos mogianos. "Em 2013, o povo saiu às ruas pedindo mudanças. As pessoas querem isso e vamos propor formas de mudar", ressaltou.
Ligado à igreja católica, o advogado informou que deve buscar o apoio dos fiéis, mas ressaltou que também pedirá suporte a outras religiões e entidades. "Pensamos o melhor para Mogi e onde isso estiver nós estaremos", acrescentou. (L.N.)
Fonte:Mogi News
Agencia EFE
27/07/2016 22h07 - Atualizado em 27/07/2016 22h07
Oposição quer referendo para tirar presidente Nicolás Maduro do poder.
Órgão eleitoral postergou anúncio sobre continuidade do processo.
Do G1, em São Paulo
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O opositor venezuelano Henrique Capriles discursa durante manifestação contra o presidente Nicolás Maduro nesta quarta-feira (27) em Caracas (Foto: FEDERICO PARRA / AFP)
O opositor venezuelano Henrique Capriles discursa durante manifestação contra o presidente Nicolás Maduro nesta quarta-feira (27) em Caracas (Foto: FEDERICO PARRA / AFP)
CRISE NA VENEZUELA
País enfrenta protestos e escassez
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referendo revogatório
Centenas de pessoas marcharam nesta quarta-feira (27) em Caracas e em outras cidades da Venezuela para pedir ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) que não atrase os trâmites para poder convocar o referendo impulsionado pela oposição para revogar o mandato do presidente do país, Nicolás Maduro.
A oposição esperava para a última terça um anúncio do CNE sobre a continuidade do processo. O órgão postergou o anúncio para a próxima segunda-feira, o que levou a aliança opositora a manter a manifestação desta quarta.
No final de junho, a oposição disse que conseguiu validar cerca de 400 mil assinaturas para dar sequência ao referendo -- em abril, a oposição entregou quase dois milhões de assinaturas, que tiveram que ser verificadas. Cabe ao CNE confirmar essa validação e se vai marcar a consulta popular.
Em Caracas, os opositores marcharam de dois pontos comandados, respectivamente, pelo duas vezes candidato presidencial, Henrique Capriles, e pelo presidente do parlamento da Venezuela, o opositor Henry Ramos Allup, de acordo com a agência Efe.
Desde o último mês de maio, a oposição, reunida na coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD), marchou em quatro oportunidades para tentar pressionar o CNE para que avance no processo, assim como tem acusado o órgão eleitoral de atuar a favor do governante do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).
Como nas vezes anteriores, a oposição não pôde chegar até a sede do CNE, localizada no município de Libertador, no centro da cidade, devido à proibição de manifestações opositoras nessa jurisdição governada pelo chavista Jorge Rodríguez, que ordenou o fechamento de todos os acessos a esse município.
O chavismo, que convocou concentrações para respaldar as últimas ações do governo para combater a escassez de alimentos, desprezou a mobilização opositora.
O deputado governista Diosdado Cabello, considerado o número dois do chavismo, escreveu no Twitter que "Capriles e seu comboio entram hoje em uma severa depressão, convocaram sua gente e os acompanhou a solidão".
Passos cumpridos
Capriles, por outro lado, considerou que o objetivo de hoje foi alcançado após entregar uma carta ao reitor do CNE, Luis Emilio Rondón, no qual faz um acompanhamento dos passos cumpridos pela oposição para ativar o revogatório.
O reitor assegurou que a instituição oferecerá uma resposta ao trâmite do revogatório "o mais tardar" na próxima segunda-feira, ou pelo menos assim indicou Capriles ao término da passeata, que se dissolveu pacificamente e sob uma leve chuva que esfriou os ânimos.
Caso o processo de referendo seja instalado, a oposição terá de coletar assinaturas equivalentes a 20% do registro eleitoral (3.959.560), que deverão ser recolhidas em um período de três dias junto com suas respectivas impressões digitais.
Cumprido o requisito, o CNE fixará uma data para o referendo revocatório, em que a oposição precisará superar os 7,5 milhões de votos obtidos por Maduro em 2013, quando foi eleito para um mandato de seis anos, até 2019.
Se a consulta acontecer depois de 10 de janeiro de 2017, quando o mandato presidencial completa quatro anos, e Maduro for derrotado, os dois anos restantes serão completados pelo vice-presidente, designado pelo chefe de Estado. Se o referendo acontecer este ano e o chavismo for derrotado, novas eleições serão convocadas.
Fonte:G1.com
27/07/2016 17h11 - Atualizado em 27/07/2016 18h13
Decisão foi publicada no Diário Oficial do país.
Governo também dispensou 1.684 militares
Do G1, em São Paulo
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Tayyip Erdogan, presidente da Turquia (Foto: REUTERS/Umit Bektas)
LEVANTE NA TURQUIA
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Um decreto publicado no Diário Oficial da Turquia ordena o fechamento de 45 jornais, 16 emissoras de TV e 23 estações de rádio, segundo notícia divulgada nesta quarta-feira (27) pela agência oficial Anadolu. A lista de meios de comunicação não foi divulgada, mas de acordo com a emissora de TV privada CNN-Türk tratam-se, essencialmente, de meios de comunicação locais, mas também alguns de audiência nacional.
Mais cedo nesta quarta-feira (27), conforme reportado pela rede alemã "Deutsche Welle", as autoridades turcas emitiram mandados de prisão para 47 antigos executivos e jornalistas do jornal "Zaman", como parte da investida contra suspeitos de apoiar o clérigo islâmico Fethullah Gülen, que vive nos Estados Unidos e é acusado pelo governo de Recip Tayyip Erdogan de estar por trás da tentativa de golpe militar de 15 de julho na Turquia. Gülen nega.
Ao menos um jornalista, o ex-colunista Sahin Alpay, foi detido em sua casa na manhã desta quarta, segundo a agência de notícias estatal Anadolu. O jornal, que já foi ligado ao movimento religioso de Gülen, está sob tutela estatal desde março, quando adotou uma linha pró-governo. Como informa a agência Reuters, além das medidas contra imprensa, um total de 1.684 militares foi dispensado.
Militares
Cento e quarenta e nove generais e almirantes foram destituídos por suposta participação no golpe fracassado, anunciou um funcionário de alto escalão do governo nesta quarta-feira.
"Foram destituídos por sua cumplicidade na tentativa de golpe de Estado", declarou a fonte à France Presse, destacando que são 87 oficiais superiores do Exército, 30 da Aeronáutica e 32 da Marinha.
As demissões acontecem na véspera de um Conselho Militar Supremo. Participarão dessa reunião o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, e outros oficiais de alta patente. O objetivo é fazer um amplo remanejamento das Forças Armadas.
Desde a tentativa de golpe, 178 generais foram colocados sob custódia, ou seja, metade dos generais e almirantes do Exército, de acordo com números divulgados pelo Ministério turco do Interior.
Preocupação
As decisões devem aumentar ainda mais a preocupação entre grupos de direitos e aliados ocidentais da Turquia sobre o alcance do expurgo do presidente Erdogan. Esta semana, o grupo de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) afirmou que há provas concretas de abusos e de uso de tortura na Turquia contra pessoas detidas depois da tentativa de golpe de Estado.
Algumas das pessoas estão sofrendo "espancamentos e torturas, incluindo estupros, em centro oficiais e não oficiais em todo o país", afirmou, em comunicado, a organização com sede em Londres.
O presidente turco também, tem dado declarações sobre o restabelecimento da pena de morte no país. Dois dias após a tentativa do golpe militar, Erdogan disse que não deveria haver nenhum atraso no uso da pena capital no país. Ele acrescentou que o governo iria discutir a questão com partidos de oposição.
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Fonte:G1.com