Salesópolis: cemitério espera licença
SÁB, 13 DE ABRIL DE 2013 01:07
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Corpos são sepultados em corredores e valas para escoamento de água no Cemitério São José / Foto: Edson Martins
A Prefeitura de Salesópolis já ingressou com pedido de licenciamento de uma área de 24 mil metros quadrados para construção de um novo cemitério. A obra, que deverá custar em torno de R$ 1 milhão, não tem previsão para começar porque depende da liberação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e de recursos que ainda serão negociados com o Governo do Estado. Enquanto isso, os mortos da cidade são sepultados em corredores e valas para escoamento de água do Cemitério São José, único do município, que fica na Praça Padre João Menendes.
Os túmulos são colados uns aos outros, muitas vezes com sepulturas improvisadas. Em alguns pontos não existe passagem de um jazigo para outro, sendo preciso “pular” as covas para chegar a determinados locais. Na área de pouco mais de seis mil metros quadrados é possível encontrar lápides centenárias. Algumas bem cuidadas, com flores recém-trocadas e outras com sinais de abandono, quebradas e sem identificações.
Uma situação semelhante a que os moradores de Biritiba Mirim passaram até 2010. Em 2005, o então prefeito Roberto Pereira da Silva, o Jacaré, chegou a baixar um decreto afirmando que era “proibido morrer na Cidade”. A notícia se tornou motivo de comentários nacionais, mas somente dessa maneira, conseguiu agilizar o processo para liberação de uma nova construção.
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, proíbe, por meio da resolução nº 335, de abril de 2003, a instalação de cemitérios em áreas de mananciais, que é o caso da Estância Turística de Salesópolis. (Daniela Cunha)
Fonte:O Diário de Mogi
Bertaiolli promete investir R$ 1,3 bi em obras
SÁB, 13 DE ABRIL DE 2013 00:00
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Bertaiolli, ao lado de Mara e Bibo, mostrou balanço dos primeiros 100 dias deste governo / Foto Jonny Ueda
A previsão da Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes é investir, até 2016, quando terminará o segundo mandato do prefeito Marco Bertaiolli (PSD), quase R$ 1,3 bilhão em projetos já elaborados e futuros – recurso que, em boa parte, ainda precisa ser captado. Ontem, o chefe do Executivo apresentou um balanço de atuação dos primeiros 100 dias do novo governo e divulgou um planejamento das atividades para daqui três anos e meio.
Esse total de dinheiro necessário para bancar as metas da Administração engloba as obras concluídas nesse primeiro trimestre, as que estão em andamento e aquelas com licitação em processo. Também incluem os investimentos em habitação, as verbas aprovadas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e as que ainda estão em análise pelo Governo Federal, além de emendas parlamentares e outros programas municipais.
Entre as muitas ideias de melhorias para a Cidade, estão no planejamento 2013/2016 da Prefeitura para a área de educação, por exemplo, eliminar o déficit de vagas para crianças de 0 a 5 anos de idade, com a construção de 25 novas creches; a municipalização do Ensino Fundamental; a ampliação do número de vagas nas escolas municipais e construir quatro novos Centros Municipais de Programas Educacionais (Cempre), sendo dois em Jundiapeba, um na Vila Lavínia e mais um no Socorro, com capacidade para 4 mil crianças, ao todo, e um investimento de R$ 35.436.090,47. (Sabrina Pacca)
Fonte:O Diário de Mogi
Alerta
Mais de 10 mil pessoas podem perder título eleitoral
Erick Paiatto
Filas nos cartórios da região devem aumentar nos próximos dias
Mais de 10,7 mil votantes no Alto Tietê podem ter o título de eleitor cassado, caso não regularizem a situação na Justiça Eleitoral até o dia 25 deste mês. Este é o prazo para que eleitores de todo Brasil, que não justificaram a ausência nas três últimas eleições (incluindo segundo turno), regularizem a situação.
Todos estes eleitores correm o risco de perder o direito de votar, o que representa 1,03% de todo o eleitorado regional, estimado em pouco mais de 1 milhão de pessoas. O caso mais grave está em Suzano, onde 2,14 mil votantes podem perder o título de eleitor. Com uma população apta a votar de 195 mil pessoas, 1,09% delas perderão o documento eleitoral caso não coloquem a situação em ordem.
Em números absolutos, são os eleitores de Mogi das Cruzes que deixaram para a última hora a regularização do título eleitoral. São quase 3 mil mogianos que deverão deixar de exercer esse direito, caso percam o prazo, que se encerrará em 13 dias.
O segundo maior colégio eleitoral da região, com 204 mil votantes, Itaquaquecetuba está com 1,04% desses eleitores que podem perder o título. Em números gerais, são 2,13 mil pessoas nessa situação. Poá e Ferraz de Vasconcelos possuem, respectivamente, 0,95% e 1,03% de todo o eleitorado que precisam regularizar a situação. Salesópolis possui o menor contingente de pessoas aptas a votar, com 109 eleitores nessa condição, perfazendo 0,74%.
Os eleitores irregulares, caso não acertem as contas com o TSE, não terão o direito de obter carteira de identidade, passaporte, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obter empréstimo em instituições financeiras governamentais.
Exceções
Os chamados eleitores facultativos, aqueles que possuem até 17 anos ou mais de 70 anos, não estão incluídos nessa lista do TSE. Votantes com alguma deficiência que tenham grande dificuldade de mobilização para irem votar também estão dispensadas de quitar possíveis pendências com a Justiça Eleitoral. (F.M.)
Fonte:Mogi News
Saúde
Até 2016, cidade ganhará duas Unidades de Saúde
Divulgação
UPAs: Brás e Rodeio devem receber uma unidade cada
Uma das prioridades em saúde do governo Marco Aurélio Bertaiolli (PSD) é construir, até 2016, duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) em Brás Cubas e Rodeio. Esta última deve ter licitação aberta em breve e a Secretaria de Saúde de Mogi das Cruzes acredita que as obras comecem até o final do ano. Já em Brás Cubas, a administração municipal está localizando uma área adequada para a unidade. O investimento previsto é de R$ 3,4 milhões.
As Unidades de Pronto Atendimento - UPA 24h são estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares, onde em conjunto com estas compõe uma rede organizada de Atenção às Urgências. Segundo o governo federal, a estratégia do atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu).
Outra prioridade para os próximos anos é a entrega do Hospital Municipal de Brás Cubas, cuja obra custou R$ 34.343.120,43, além de seu funcionamento. Para a compra dos equipamentos, mobiliário, contratação de pessoal e outros gastos para a manutenção do serviço médico, o município deve contar com o apoio dos governos estadual e federal. Um levantamento prévio mostrou que serão necessários R$ 15 milhões para equipar a unidade. Outros R$ 2 milhões a R$ 5 milhões devem ser necessários para o funcionamento e manutenção dos serviços durante o primeiro mês.
O hospital começará a funcionar parcialmente. Primeiramente, será o serviço ambulatorial, depois, o hospital com os leitos e, por último, o Pronto-Socorro, que só entrará em operação depois que a parte de retaguarda estiver consolidada. A unidade também funcionará em sintonia com o Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo e a Santa Casa. Ele vai atender as especialidades que não são oferecidas nos outros locais. O Hospital Doutor Arnaldo Pezzuti dará retaguarda para todas estas unidades.
A Clínica de Reabilitação e Fisioterapia, orçada em R$ 3.239.809,43, que está sendo erguida ao lado do hospital municipal para complementar o atendimento em saúde que será oferecido pela nova unidade, recebe verba do governo federal, resultado de uma emenda parlamentar, e contrapartida municipal.
Fonte:Mogi News