Delegado que aplica a lei e operacional
Delegado Peretti diz que prima pelo atendimento ao público / Foto Laércio Ribeiro
Cerca de 50 autos de prisão em flagrante de bandidos foram presididos, desde janeiro até ontem (4), pelo delegado Eduardo Peretti, titular de uma das equipes básicas do plantão do 1º Distrito Policial, que tem sob sua jurisdição a área central de Mogi das Cruzes e bairros como a Vila Oliveira, Parque Monte Líbano, Socorro, Vila Natal, Cocuera e outros. Peretti, que completou 43 anos segunda-feira, é considerado um profissional completo, pois alia seu desempenho na aplicação da lei penal à parte operacional, o que já demonstrou desde seu ingresso na Polícia Civil na década de 1990, sempre combatendo a criminalidade.
Ele iniciou carriera como investigador, sendo que três anos depois concluiu o curso de Direito e foi aprovado no disputado concurso para delegado de Polícia do Estado de São Paulo.
Como autoridade policial, atuou na antiga Delegacia de Homicídios, esclarecendo vários crimes contra a vida. Devido à atuação, foi convidado a assumir como titular do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), onde pode efetuar com sua equipe a prisão de diversos marginais, que agiam em Mogi e cidades da Região do Alto Tietê.
Na onda de violência promovida pela facção criminosa conhecida como PCC (Primeiro Comando da Capital), o delegado Peretti garantiu a segurança dos policiais da Delegacia Central de Suzano, a primeira atacada no Estado pelos criminosos. Para se ter uma ideia, um dos confrontos, que teve a sua participação ativa, resultou na troca de tiros e morte de quatro criminosos.
Especialista em artes marciais, Eduardo Peretti jamais descuida do seu condicionamento físico, acreditando que “isso faz parte da rotina policial”. Na sua formação fez cursos de aperfeiçoamento, entre os quais, o de manuseio de armas semiautomáticas, metralhadoras e fuzis.
Uma das referências que exige de sua equipe formada pelo escrivão Maurício Correa e o investigador Francisco Veloso é dar qualidade de atendimento ao público, seguindo a filosofia de trabalho do delegado seccional João Roque Américo. “Quando as pessoas procuram a Polícia estão fragilizadas por algum fato e nestas ocasiões é importante que encontrem respaldo e não se sintam desamparadas”, explica.
“Esse delegado é daqueles que vai atrás dos bandidos”, contou uma vítima de furto. “Ele estava de plantão, pegou a viatura e prendeu o ladrão, recuperando a minha televisão LCD”, completou. Peretti já trabalhou nas Delegacias de Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba. (Laércio Ribeiro)
Fonte:O Diário de Mogi
Saúde é principal tema de debate
SEX, 05 DE OUTUBRO DE 2012 02:51
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Muitos candidatos preferiam tangenciar nas respostas mudando radicalmente de assunto, sem ser cobrado pelo oponente / Foto Jonny Ueda
A questão da saúde pública em Mogi das Cruzes foi o principal assunto do debate realizado durante a noite de ontem e madrugada de hoje (5) pela TV Diário, reunindo cinco dos seis candidatos a prefeito da Cidade. Enquanto os adversários do atual chefe do Executivo, Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), insistiam em apontar questões como as dificuldades para se marcar consultas e problemas com o Ligue Médico, o candidato à reeleição procurava ressaltar os principais serviços implantados por ele durante o atual mandato relacionados ao setor, como a Unidade Clínica Ambulatorial (Única), de Jundiapeba, o Atendimento Médico de Especialidades (AME) e, principalmente o Hospital de Braz Cubas, em fase final de construção.
A exemplo de toda a campanha eleitoral deste ano, o encontro entre os candidatos teve poucos confrontos realmente interessantes, ficando, com raríssimas exceções, focado em soluções genéricas para os problemas apresentados.
Muitos candidatos, diante de temas polêmicos, preferiam tangenciar nas respostas mudando radicalmente de assunto, sem ser cobrado pelo oponente. Com raríssimas exceções, o confronto foi morno, sem o esperado aprofundamento de determinadas questões, ainda que o formato permitisse que isso pudesse ocorrer.
No geral, o que se viu foi o candidato à reeleição Marco Bertaiolli procurando aproveitar ao máximo o tempo e as perguntas que lhe foram feitas para mostrar o que havia feito durante o seu atual governo e anunciando projetos por ele já apresentados durante o horário eleitoral. Com discurso fácil e facilidade em falar para as câmeras, o prefeito jogou mais duro com seu adversário mais direto, o petista Marco Soares.
Este, por usa vez, procurou, de todas as formas, criticar a administração municipal, muitas vezes até deixando de apresentar soluções adequadas para tantos problemas que ele procurava mostrar nas mais diferentes áreas. Como opositor ao prefeito, Soares usou todas as oportunidades para apontar problemas, desde a saúde até os transportes, passando pela Lei de Zoneamento. Procurou também ressaltar sua afinidade com o Governo Federal, onde prometeu, mais de uma vez, buscar verbas para solucionar problemas de Mogi.
Já Fernando Muniz (PPS) adotou a postura do bom moço, sem conseguir esconder a pouca experiência, comum a um jovem de 25 anos que está estreando numa campanha política para a Prefeitura e enfrentando antigos integrantes da política local. Buscou ser propositivo e chegou até mesmo a confrontar Jorge Paz (PSOL), quando ele criticou o apoio do deputado Gondim Teixeira (PPS), padrinho político de Muniz, ao governador Geraldo Alckmin. Mostrou garra e, no final, chegou a admitir que tem pretensões de continuar na política local e até chegar à Presidência da República.
Jorge Paz foi quem mais buscou politizar o debate, batendo tanto em Bertaiolli como em Marco Soares. Para muitos, foi a surpresa da noite, atuando na condição de franco atirador. Foi assim que ele discutiu também com Bertaiolli, acusando-o – assim como a Marco Soares – de estar recebendo apoio de partidos ligados aos mensaleiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O prefeito disse que respondia pelos seus atos e procurou trazer o debate para questões locais.
Já Mário Berti apresentou suas ideias durante todo o debate e, no final, teve de ser contido pelo mediador Carlos Tramontina, quando já descambava para críticas à Câmara usando palavras duras. Isso, entretanto, não impediu que ele, mais comedido, tratasse do tema, criticando os altos salários dos vereadores. (Darwin Valente)
Fonte:O Diário de Mogi
Médica é sequestrada na USP
SEX, 05 DE OUTUBRO DE 2012 10:48
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O caso foi registrado no 27º DP no Campo Belo / Foto Divulgação
Uma médica de 52 anos sofreu um sequestro relâmpago dentro do campus da USP (Universidade de São Paulo), por volta das 22h30 de terça-feira (2).
A vítima foi abordada por três homens enquanto entrava em seu carro, uma EcoSport, na avenida Professor Luciano Gualberto, no Butantã, zona oeste de São Paulo. A via fica dentro do campus Cidade Universitária.
Os suspeitos ordenaram que a mulher fosse para o banco do passageiro do carro e entregasse o cartão bancário e a senha. Um dos assaltantes desceu do veículo da vítima e seguiu em outro carro, que estava estacionado dentro da USP.
Os criminosos então foram até um caixa eletrônico dentro do campus, onde sacaram R$ 700. Ele ainda seguiram, com a refém, até um supermercado da região, e fizeram uma compra no valor de R$ 600.
Após o sequestro, os suspeitos soltaram a médica no Jaguaré, também na zona oeste. Eles fugiram com o cartão e o carro da vítima.
O caso foi registrado no 27º DP (Campo Belo), mas será investigado pelo 93' DP (Jaguaré). (Folhapress)
Fonte:O Diário de Mogi
Audiência
Chacareiros vão falar com o prefeito
Eles estiveram ontem na sede do Executivo para marcar uma audiência; Prefeitura está providenciando a data
Luana Nogueira
Da Reportagem Local
Erick Paiatto
Famílias de chacareiros estiveram ontem na prefeitura para buscar ajuda na legalização das terras
Os moradores da área dos chacareiros, em Jundiapeba, se reuniram ontem de manhã em frente à Prefeitura de Mogi. Eles tentavam marcar uma audiência com o prefeito Marco Bertaiolli (PSD) para tratar da regularização da área em que vivem. Os manifestantes contaram que é a terceira vez que tentam agendar uma data para falar sobre o assunto. Por meio da Coordenadoria de Comunicação, a administração municipal informou que duas datas já foram sugeridas para o encontro, mas as agendas dos moradores e do prefeito estavam incompatíveis e uma nova já está sendo providenciada.
O motorista Marcelo Moraes Dantas, de 33 anos, contou que no dia 13 de agosto, parte dos moradores foi até à Prefeitura marcar uma reunião com o prefeito. "Na ocasião, entregamos um ofício, voltamos na sexta-feira passada, mas não conseguimos falar com o prefeito. Queremos o apoio dele para solucionar o os problemas que estamos enfrentando", disse.
A doméstica Tânia Cristina Pereira, 51, afirmou que a intenção do grupo é legalizar a situação. "Queremos que as terras em que vivemos fiquem de acordo com a lei e vamos pagar os impostos. Moro no local há 11 anos e comprei o imóvel na inocência de que o problema seria resolvido logo", destacou. Já o comerciante Manoel do Livramento Lemos, 49, contou que adquiriu a casa por R$ 5 mil em 2005 e que utiliza o espaço para um pequeno comércio.
A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que busca viabilizar a reunião com os representantes dos chacareiros. No último mês, duas datas chegaram a ser sugeridas pela administração municipal para que o encontro acontecesse no próprio bairro. No entanto, em contato com o advogado do grupo, Carlos Zambotto, a informação recebida foi de que as duas datas eram inviáveis devido a outros compromissos assumidos pelas associações. Na última semana, durante reunião, a coordenadora de Habitação, Dalciani Felizardo, informou aos moradores que tentaria agendar o encontro entre o prefeito e representantes de moradores para a data mais próxima possível, mas isso ainda não foi possível devido a desencontros de agenda.
A Prefeitura convidou todos a se inscreverem no programa Minha Casa Minha Vida, no início de 2011. Eles demonstraram interesse e foram cadastradas inicialmente 422 famílias, mas, desse total, apenas 200 apresentaram toda a documentação necessária. A Administração classificou todas como demanda específica, o que significa ter prioridade no atendimento. Das 200, 148 já estão em imóveis próprios, em empreendimentos que foram entregues em Jundiapeba, e as demais serão atendidas ainda neste ano
Fonte:Mogi News