quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Potencial de votos


Daniel Carvalho
Potencial de votos
O candidato a vereador Émerson do Posto de Saúde (PR), que teve 1.965 votos nas eleições passadas, está apostando tudo nesta campanha à Câmara de Mogi. Tido como forte candidato e bom potencial de votos, ele, que trabalha desde 1995 no posto de saúde de César de Souza, elegeu a saúde como a sua principal bandeira de campanha.
Saúde
"A gente percebe que a saúde é uma das áreas mais carentes e tem muita coisa a ser melhorada", disse ele à coluna, que pretende lutar por uma equipe formada por geriatras e terapeutas para visitar as residências da população mais carente e idosos. 

Fusca velho
Nas eleições passadas, Émerson testou o seu potencial de votos e apenas com um fusquinha velho e uma faixa percorreu Mogi pedindo votos: "Existe uma grande chance nestas eleições porque meu índice de rejeição é de praticamente zero". 

Brincalhão
O candidato, que visitou ontem a redação do Mogi News ontem, disse que no posto de saúde onde atua no serviço administrativo sempre procurou ajudar muita gente. Pelo jeito brincalhão, ganhou a confiança da população: "Nunca pensei em atender bem pensando em me candidatar futuramente, mas a política proporciona os meios e caminhos para melhorar a saúde", disse. 

Em desenvolvimento
No distrito de César de Souza, onde atua, a população já beira 35 mil habitantes e o número de eleitores chega a 28 mil. Além dele, há também obviamente outros candidatos disputando os votos dos eleitores. O pastor Carlos Evaristo da Silva (PSD) é desta região: "Lá cresce muito e precisa de mais força política na Câmara", destacou o candidato.

Fonte:Mogi News

Edinho Camillo [ PR ]


Daniel Carvalho
Edinho
O também candidato a vereador Edinho Camillo (PR), herdeiro político do pai, o ex-vereador Edson Camillo, tem gastado muita sola de sapato na campanha. Camillo, o pai que hoje é administrador regional dos bairros da Divisa, agora atua mais nos bastidores políticos: "Agora estou maduro e preparado para ser candidato", disse Edinho à coluna.
Fazer a diferença
Ele já passou por várias secretarias na Prefeitura de Mogi: Agricultura, Abastecimento, Indústria e Comércio, Fiscalização e na área da saúde. Nas eleições passadas, como candidato, obteve 1.560 votos. Nestas eleições de outubro, quer fazer a diferença nas ruas. Ele também visitou ontem a redação do Mogi News para divulgar o seu principal lema de campanha "Para uma Mogi melhor".
e-mails do leitor

Ore a Deus agradecendo - lhe pelo privilégio de o ser humano ser a coroa da criação e por você,
da criação e por você ter chegado ao conhecimento da verdade e dos mistérios da graças divina revelados em Cristo Jesus,nosso Salvador e SENHOR.

Fonte:Mogi News

Bebê de bigode?


Divulgação
Bebê de bigode?
Todo mundo já sabe que a marca registrada do coordenador do Procon, Dori Boucault, é o seu bigode. É até difícil imaginá-lo sem ele. Já tentaram promover um leilão com o bigode para arrecadar recursos para a entidade Tradef, que é gerenciada pela esposa dele, Ieda Boucault, mas a idéia não emplacou. Agora, eis a prova de uma imagem que chegou nas mãos do Mogi News: uma foto de Dori, ainda bebê, de bigode. Parodiando aquele comercial da bolacha Tostines, vem a pergunta: Quem nasceu primeiro, o Dori, ou o bigode? Mas tudo não passa de mais uma brincadeira que o filho Plínio fez a ele.

Fonte:Mogi News

Desocupação Justiça quer demolir 25 imóveis no Itapeti


Desocupação
Justiça quer demolir 25 imóveis no Itapeti
Até agora, a maioria das ações judiciais são para a demolição dos imóveis irregulares, pois estão em área de proteção ambiental na serra do Itapeti
Noemia Alves
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Batalha judicial: desde o ano 2000 a disputa entre proprietários e Meio Ambiente não dá treguas
Mais de 65 processos de ação civil pública por danos ao Meio Ambiente estão em trâmite no Fórum de Mogi das Cruzes. Das ações, instauradas pelo Ministério Público, ao menos 25 já possuem decisão em primeira instância para demolição de imóveis construídos irregularmente na Serra do Itapeti. As informações obtidas com exclusividade pelo Mogi News nesta semana e foram confirmadas pelo promotor de Justiça Fernando Paschoal Lupo, que coordena a investigação contra proprietários de 40 imóveis que, há mais de trinta anos, foram construídos irregularmente em área de proteção permanente (APP).

Segundo ele, grande parte das ações tem sentença contrária às ocupações. "Na verdade, praticamente todas as decisões judiciais até o momento são para a demolição das construções na Serra do Itapeti. Afinal, trata-se de uma lei (Estadual nº 4.529/85; além do Decreto Estadual nº 26.116/86) que é bem clara: é expressamente proibido o parcelamento, desmatamento, edificação em áreas de proteção permanente e preservação ambiental. Por isso é que as pessoas devem evitar construir nessa região da cidade. Fatalmente, menos dia, ou mais dia, elas terão de sair dessas construções", comentou Lupo.

"Então quanto menos gente subir lá (na Serra do Itapeti), melhor. Não há como fazer concessões", acrescentou o promotor, que não quis citar nomes ou endereços de edificações irregulares.

A batalha judicial entre promotoria e Justiça do Meio Ambiente de um lado e moradores da Serra do Itapeti do outro, aliás, se arrasta desde os anos 2000, quando o então promotor de Justiça da Habitação do Fórum de Mogi das Cruzes, Marcus Vinícius Monteiro dos Santos, instaurou uma série de inquéritos contra ocupações na Serra do Itapeti. Durante nove anos de trabalho, ele conseguiu sentença judicial em favor da demolição de sete imóveis supostamente irregulares, entre os quais um sítio particular na Estrada Cruz do Século - terreno que tem a mesma dimensão de dois campos de futebol e que, após a ocupação de uma família, passou a contar com um lago particular, viveiro de pássaros e animais exóticos. "Além da invasão e degradação numa área de preservação, o réu em questão e tantos outros são acusados de promover o desajuste da flora e fauna local, colocando animais estranhos no espaço", comentou o promotor de Justiça.

A base da ação civil pública é a lei que impede que pessoas residam em Zonas de Proteção Ecológicas - caso de muitas famílias que estão, há décadas, na Serra do Itapeti. Isto inclui famílias do Botujuru e da Serra do Itapeti que, desde 2008, estão com ordem de despejo pela Justiça mogiana. 
Ao todo, são 150 as famílias que tentam negociar com a Prefeitura a alteração no Plano Diretor.

Fonte:Mogi News