quinta-feira, 22 de março de 2012
ANTT autoriza passagem de coletor sob a ferrovia em CésarANTT autoriza passagem de coletor sob a ferrovia em César
O superintendente de Serviços de Transporte de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Noboru Ofugi, baixou portaria, no início desta semana, autorizando o Semae de Mogi a implantar uma travessia subterrânea de um coletor de esgoto sob a linha férrea utilizada pela MRS Logística, nas proximidades da área da antiga Howa do Brasil, hoje pertencente à Helbor Empreendimentos, no Distrito de César de Souza. A Agência também isentou o Semae do pagamento de contrapartida pela utilização da faixa de domínio ferroviária, em razão do interesse público envolvido na obra. Com a publicação de medida, na edição de ontem do "Diário Oficial da União", o diretor geral do Semae, Marcus Melo, informou à coluna que deverá abrir concorrência para contratação de uma empresa especializada para execução do serviço, já que a obra terá de ser feita sem interromper ou atrapalhar o tráfego de trens de carga por aquele trecho da estrada de ferro. Após definir a empreiteira, o Semae terá dez dias para encaminhar cópia do contrato à ANTT. A portaria do superintendente foi recebida com satisfação por Melo, já que o coletor possibilitará ao Semae encaminhar para a Estação de Tratamento de Esgotos, localizada junto ao Parque Centenário, todo esgoto a ser coletado na região do Jardim São Pedro, CDHU e adjacências. O coletor com diâmetro de 600 mm terá uma extensão de 3 km passando pelas avenidas Paulo VI, João XXIII, Córrego dos Corvos e Residencial Ipoema, seguindo em direção da ETE do Parque, beneficiando cerca de 20 mil pessoas, ao custo de R$ 2 milhões, com recursos do próprio Semae.
Fonte:O Diário de Mogi
Pintor presta depoimento hoje
Justiça Réu confesso, Tartaruga volta ao Fórum para falar sobre o assassinato de Renata e Roberta
LUCAS MELONI
O julgamento do pintor Antônio Carlos da Silva, conhecido como Tartaruga, de 30 anos, acusado de assassinar, em novembro do ano passado, as irmãs Roberta e Renata Yoshifusa, pode acontecer até o final deste ano se não for apresentado nenhum recurso por parte da defesa. A expectativa é de que o caso siga para júri popular. A Justiça ouve hoje à tarde, no Fórum Central, o réu e também o médico legista Zeno Morrone, diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Mogi das Cruzes, responsável pelo exame necrológico nas meninas.
As informações são do advogado da família Yoshifusa e assistente da Promotoria de Justiça, José Beraldo. "Se não houver recurso até o final do ano, deve ocorrer o julgamento. Por ser um duplo homicídio e ter a questão da violência sexual, o caso deve ir para júri popular. Ele sabia o que estava fazendo, ele tem características de serial killer", disse.
Tartaruga deve ser interrogado pela Justiça hoje, às 14h50, na 2ª Vara Criminal do Fórum de Mogi das Cruzes, próximo à Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Também está previsto o depoimento do diretor do IML.
Segundo Beraldo, o legista deverá contar alguns detalhes observados durante a necropsia das vítimas, enquanto o pintor será questionado sobre o que o levou a cometer os crimes. "Quero ver o que ele vai dizer já que, conforme ele disse, não estava bêbado e nem tinha usado drogas", acrescenta.
O advogado salienta que a pena de Tartaruga para o duplo homicídio com agravantes poderia ser perpétua. "Eram meninas indefesas, duas princesinhas. A pena deveria ser de aproximadamente 100 anos ou perpétua", opina.
O duplo homicídio aconteceu na noite de 11 de novembro passado na Vila Oliveira. Renata e Roberta morreram de choque hemorrágico resultante de facadas desferidas que atingiram, principalmente, as regiões da cabeça e pescoço. A Polícia apurou, na época, que a irmã mais velha foi a primeira a ser morta pelo pintor. Silva trabalhava há 15 anos para a família Yoshifusa e disse ter sofrido um "branco" na hora do crime. No dia seguinte ao fato ele confessou os assassinatos à Polícia Civil.
Tartaruga está detido no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes. Na primeira audiência, no início do mês, o pintor chegou a ser levado até o Fórum, mas não foi ouvido pela Justiça. Nesse dia, apenas os pais das vítimas, assim como a empregada e o piscineiro da casa, prestaram depoimentos.
Fonte:O Diário de Mogi
Dilma sofre novo revés na Câmara
REAÇÃO Índios fazem manifestação nas dependências da Câmara contra a aprovação de PEC sobre terras
BRASÍLIA
O PMDB votou maciçamente contra o governo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e comandou a aprovação da proposta de emenda constitucional tirando poderes do presidente da República para demarcar terras indígenas, áreas de preservação ambiental e regiões de quilombolas.
Os votos do PMDB foram fundamentais para a aprovação do projeto. A resistência governista foi feita pelos deputados do PT, do PCdoB, do PSB, do PV e do PSOL. Em número menor, esses partidos tentavam, desde a semana passada, impedir a votação. Os demais partidos da base ficaram divididos e a oposição votou contra o governo.
"Comissão assassina. Assassinos", entoou um grupo de índios presente na sala da CCJ, assim que o presidente da comissão, Ricardo Berzoini (PT-SP), anunciou o resultado. Apesar do tumulto no final da reunião, a votação do projeto foi concluída com 38 votos a favor e 2 votos contrários. Os demais deputados que não queriam a aprovação da proposta entraram em obstrução, portanto não votaram, em uma última tentativa para derrubar a reunião.
Pelo projeto, o Executivo não poderá mais fazer demarcações das terras. Essa decisão ficará por conta dos parlamentares por meio de projeto de lei, aprovado por maioria simples. Depois da CCJ, a proposta de emenda constitucional seguirá para votação em comissão especial e no plenário.
"Todos os Estados têm problemas com questões indígenas. Queremos discutir isso com a sociedade. A Funai exagerou na proposta de novas terras para demarcação", argumentou o deputado Moreira Mendes (PSD-RO), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.
"É um retrocesso enorme. Na prática não haverá mais demarcação de terras indígenas, de preservação ambiental nem de quilombolas", protestou o deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Ele anunciou que vai recorrer à presidência da Câmara contra a aprovação da proposta.
O deputado argumenta que a proposta fere pontos consagrados na Constituição: o reconhecimento das terras ocupadas pelos índios como direito original e a prerrogativa do Executivo em demarcar as terras. Molon afirmou que esses dois princípios foram reafirmados por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da reserva Raposa Serra do Sol.
"O direito dos índios a essas terras é mais antigo do que qualquer outro de qualquer ruralista que se sinta prejudicado com a demarcação de terras", disse Molon. O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), afirmou que apenas um terço das terras dos índios está demarcada. "A proposta coloca em risco 90 grupos indígenas isolados, que serão apagados", disse.
O projeto teve parecer favorável do relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). Antes dele, no entanto, a proposta recebeu parecer contrário do deputado Luiz Couto (PT-PB). "Essa projeto vai impedir que haja mais áreas indígenas e de quilombolas identificadas. O Executivo ficará impedido de resolver essa questão", disse Couto.
Fonte:O Diário de Mogi
Cenário escolhidos
O futuro Hospital de Brás Cubas Waldemar Costa Filho,a canalização do Córrego dos Canudos e o,
Unica,de Jundiapeba,foram os cenários escolhidos pela cúpula do Partido Republicanos [PR]em Mogi,
das Cruzes para as suas inserções da progaganda eleitoral gratuita.
Ontem pela manhã,uma grande movimentação no Hospital de Brás Cubas chamou atenção.
Fonte:Mogi News
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